Mas que p#@$ é essa?

09/03/2010 às 10:07 em Aleatoriedades

Um dos assuntos mais comentados da última semana foi, sem dúvida, o artigo “Violência na Turma da Mônica“, publicado no Observatório da Imprensa, por Dioclécio Luz. Entre outras coisas, Luz afirma que que Chico Bento é “uma visão burguesa -distante e elistista – do campesinato” e que a Mônica representa o buylling, ensinando as crianças a resolverem as coisas na porrada. A cereja do bolo é quando Dioclécio afirma que as histórinhas da “Turma” são “um retrocesso“, “um monte de clichês” e “sem opinião e naturalmente conservadores“.

O buzz em torno disso foi instantâneo e correu a internet na velocidade em que… na velocidade em que as coisas correm a internet. Blogs, fóruns e afins discutiram o tema exaustivamente, mas o fruto mais curioso de tanta controvérsia foi o surgimento do impagável tumblr Porra, Maurício! Idealizado por Fernando Marés de Souza e Pablo Peixoto, o site trás tirinhas totalmente descontextualizadas que evidenciam de forma bem-humorada e sarcástica alguns pontos “duvidosos” da obra de Maurício. Saca só alguns deles:

PORRA, MAURÍCIO!!!! PORRA, JEREMIAS!!! CORRE QUE É A SAMARA, PORRA!!!!!!

PORRA MAURICIO!!! PORRA MÔNICA!!! QUE QUE TU COMEU? PEDRA??? CHUMBO??? O BUGU!!!??? DESSE JEITO TU VAI ACABAR NA TURMA DO HORÁCIO, PORRA!!!

PORRA MAURICIO!!! PORRA CEBOLINHA!!!! É ORGIA HARDOCORE AGORA??? OLHOS VENDADOS!!?? CHUPETA??!!! TAPA NA CARA!!! ISSO É HQ PRA CRIANÇA, PORRA!!!!!

PORRA, MAURICIO!!!! PORRA, MAGALI JUNKIE!!!! DUDU COM ERVA???? QUE PORRA É ESSA!!!

OLHA PELO LADO BOM DUDU, PELO MENOS TEU PROBLEMA DE APETITE TÁ RESOLVIDO!!!

Até Marina, filha de Maurício, twitou sobre o tumblr:porra, pai! http://porramauricio.tumblr.com/

Como os próprios autores assumem, o conceito de “Porra, Maurício!” é livremente inspirando no SENSACIONAL “Porra, Felipe!“, de Pedro Leite 82.

Criado há alguns meses, o Porra, Felipe! tem acompanhando a onda rasta do cantor e partilhado alguns momentos… er… inusitados de seu dia a dia. Perceba que, diante das fotos, a gente nem precisa comentar mais do que um “Porra, Felipe!”:

Ok, estão faltando os dreads, mas acho que vale a pena:

Porrrrrrrrrrra, Felipotter!

Porra, Felipe! Essa mina é mó biscate, cara! Só tá afim do spotlight! Se liga, porra!

Porra, Felipe! Na boa, vai tomar no cu!

Porra, Felipe! Porra, Milton Nascimento!

Outro site tri-divertido que foi criado nessa onda foi o “Porra Michel!“. Feito com todo carinho por amigos do próprio BBB, eles não pegam leve no quesito zoação. As tiradas são sensacionais e as fotos com o “expressivo” Michel são, no mínimo, engraçadonas:

PORRA MICHEL, até parece que viu o Ronaldo!

Porra Michel….P-O-R-R-A. Sério.

PORRA MICHEL!

Cheira a cola mas não come a lata, porra!

Porra Michel! acorda aí, vão te zoar!

O último da onda “Porra!” foi criado hoje e atende pelo nome “Porra, publicitários!“. Talvez seja a falta de tato do realizador, mas de todos, é o menos engraçado… pena! Pois o tema poderia render MUITO…

Porra, publicitários! Cocô colorido? Nem se eu comer M&M o dia inteiro meu cocô fica assim.

E pra terminar essa coisa bonita, vale lembrar que até no Miolão já se rendeu a essa moda já pegou… Pra quem não viu: Porra, Scarlett!

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#Top5: Personagens Femininas do Cinema

08/03/2010 às 23:21 em Telinha & Telão

O cinema não seria o mesmo se não fosse a força característica das mulheres. Ao longo de mais de um século, as mulheres ganharam cada vez mais importância na tela e alguns de seus personagens foram eternizados com grandes performances. Segue abaixo nosso #Top5 das melhores delas:

5º Holly Golightly, interpretada por Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo, 1961.

Baseado na obra de Truman Capote, o filme de Blake Edwards eternizou para sempre a imagem delicada de Audrey Hepburn.
A musa, que combinava ingenuidade com outras características menos nobres, é fascinante por vários motivos: além de ser um ícone da moda, Holly conseguiu fugir do estereótipo de mocinha passiva e dependente e com muito charme, malícia e pureza deu vida a uma adorável prostituta de luxo que sempre que sentia-se triste passava na famosa joalheria Tiffany’s.
O bom uso de seus atributos físicos para sair de problemas, suas contradições encantadoras e sua importância histórica fazem de Holly Golightly nossa 5ª personagem feminina mais marcante da história do cinema.

4º Miranda Priestly, interpretada por Meryl Streep em O Diabo Veste Prada, 2006.

Poucas vezes um “vilão” teve tanto charme e admiradores quanto Miranda Priestly. Inspirada livremente em Anna Wintour, editora da Vogue Americana, Miranda encontrou em Meryl Streep sua interprete perfeita. Cada gesto com as mãos e cada olhar reprovador provou a força desta mulher que, mesmo em silêncio, colocava pânico em todos à sua volta. A arrogância inerente e seu poder avassalador construíram a imagem de uma verdadeira dama-de-ferro. No decorrer do filme, sob o olhar de Andy (a fofa da Anne Hathaway) quase acreditamos que a vida foi cruel demais com Miranda e que toda sua atitude pode ser justificada. Quase. Porque no final, você sabe, é tudo uma questão de escolha.

3º Scarlett O’Hara, interpretada por Vivien Leigh em … E O Vento Levou, 1939.

Negar a importância histórica d’…O Vento Levou é um verdadeiro crime. O filme, que faturou 10 Oscars, incluindo o de Melhor Atriz para Vivien Leigh, conta a história de Scarlett O’Hara: uma mocinha superficial e irritante que vive confortavelmente num mundo perfeito. Mas sua vida toma um rumo totalmente inesperado com a explosão da Guerra Civil Americana. Nesse cenário, Scarlett cresce como mulher e mostra uma força que nem sabia que existia. Por sofrer por horas e horas, despertar paixões, viver um amor intenso e se reerguer numa época machista, aparentemente sem ajuda de nenhum homem, Scarlett é um marco da figura feminina. Vai dizer que você nunca ouviu a frase “Nunca mais passarei fome!”?

2º Celie, interpretada por Whoopi Goldberg em A Cor Púrpura, 1985.

Nos Estados Unidos de 1909, Celie, ainda adolescente, já conhecia as piores coisas da vida. Estuprada pelo pai teve seu filho, fruto da relação incestuosa, tirado de si logo no nascimento. Humilhada e discriminada durante toda vida por ser quem é, ela é tratada como um lixo por todos -exceto sua irmã-. Marcada pela violência física e, principalmente, moral, A Cor Púrpura retrata a jornada de Celie através dos anos. O filme, que tinha tudo para cair no melodrama, acaba tornando-se uma película impressionantemente bela sobre como uma mulher, negra, “feia” e submissa assume as rédeas de sua vida. Numa performance sutil e arrebatadora, Whopi estreou no cinema com o pé direito e sua personagem, inspirada no livro de Alice Walker, ganhou uma das músicas temas mais interessantes de toda a história do cinema: “Miss Celie’s Blues“, cantada pela ótima Margareth Avery. Se achar que tudo isso não é motivo para colocá-la entre as personagens mais memoráveis de todas, reveja seus conceitos.

1º A Noiva, interpretada por Uma Thruman em Kill Bill Volume 1, 2003, e Kill Bill Volume 2, 2004.

Um clássico instantâneo. É assim que Kill Bill pode ser definido. Cheio de planos perfeitos e referências ao cinema, Kill Bill foi filmado magistralmente e antes mesmo de seu lançamento já era o filme mais cool do ano. A história de uma noiva que acordava dez anos depois de ter levado um tiro na cara e saía a caça de seus assassinos à primeira vista não era nada original. Mas a força da personagem de Uma, que se revela pouco a pouco, apresenta motivações verossímeis as suas ações e encontra no final a redenção que toda mulher procura. E ela chora.

Menções honrosas: Susan Sarandon como a mãe de Lorenzo, n’O Óleo de Lorenzo, desafiando a ciência por amor à seu filho; Sigourney Weaver pela durona Tenente Ripley, da quadrilogia Alien, provando que é mais macho que muito homem ao enfrentar sem medo os monstrengos alienígenas; Cate Blanchett interpretando a mulher mais poderosa do mundo em Elizabeth e reprisando o papel em Elizabeth – A Era de Ouro; a fofura de Audrey Tautou na pele de Amelie, n’O Fabuloso Destino de Amelie Poulain; Angelina Jolie quebrando tudo como Lara Croft em Tomb Raider, provando, mais uma vez, que o mulheres também sabem fazer filmes de ação; Nicole Kidman como Satine em Moulin Rouge, interpretando a prostituta que decide abrir mão de tudo por amor; a Erin Brockovich, de Julia Roberts, inspirada na história real da mulher que desafiou toda uma corporação; Rosane Mulholland encarnando com perfeição o retrato da contradição de uma garota suburbana e atrevida em Falsa Loura; toda intensidade, no sentido mais absoluto da palavra, retratada na Isabelle, de Eva Green, em Os Sonhadores; a volúpia adolescente de Lolita, de Dominique Swain, no sarcástico e, pra muitos, arrastado filme inspirado no clássico de Nobokov… a menção mais honrosa de todas:

Thelma e Louise, de Geena Davis e Susan Sarandon. A força das duas mulheres que saem foragidas pelas estradas dos EUA impressionante do início ao fim. Um verdadeiro manifesto feminista e um marco do cinema, o filme conta ainda com um dos melhores finais de todos os tempos.

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#Miolão Recomenda: Teatro!

08/03/2010 às 22:55 em Aleatoriedades

O MIOLÃOTEAM selecionou 4 peças que você mulher (ou não), deve assistir.
Todas retratam situações do universo feminino, ou idéias que já passaram ou vão passar pela cabeça de nós mulheres. Confira!

1. TPM – Terapia Para Mulheres

A comédia retrata o universo feminino contemporâneo. Como diria nosso querido Almodóvar “mulheres à beira de um ataque de nervos” onde dúvidas, relacionamentos e neuras do nosso século estão prestes a enlouquecer nossas protagonistas.
Onde? Teatro Maria Della Costa (Rua Paim, 72 – Bela Vista SP)
Quanto? R$40,00 (inteira)


2. A Casa dos Budas Ditosos

A atriz Fernanda Torres interpreta uma sexagenária que conta suas aventuras sexuais. Vale a pena, tanto pelo texto quanto pela atuação dela.
Onde? Teatro Fashion Mall – Teatro Fashion Mall 1 (Estrada da Gávea, 899 Lj 213 – São Conrado RJ)
Quanto? R$80,00 (inteira)

3. Gorda (estréia 12/03)

Você se lembra daquele filme O Amor é Cego? Pois é, aqui, um homem se apaixona por uma mulher bem resolvida e despreocupadíssima com a balança e os padrões de beleza. Infelizmente ela vira motivo de chacota dos amigos do seu namorado.
Onde? Teatro Procópio Ferreira (Rua Augusta, 2823 São Paulo SP)
Quanto? De R$60,00 a R$70,00 (inteira)


4. Será que Dona Flor Foi a Única?

Peça retrata o romance de uma mulher com o namorado culto e cortês. Entretanto, ela recebe visitas do seu ex que tem a personalidade totalmente oposta ao atual. Ela mantém relacionamento com os dois para equilibrar os diferentes comportamentos e se satisfazer.
Onde? Teatro Ruth Escobar (Rua dos Ingleses, 209 Bela Vista SP)
Quanto? R$40,00 (inteira)

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#Miolão Especial: Quando elas cantam…

08/03/2010 às 13:24 em No Som

Para o Dia Internacional da Mulher, o Miolão indica algumas canções que se encaixam perfeitamente na temática e valem ser ouvidas pelo conteúdo, pelo talento de suas criadoras – ou intérpretes – e por serem, além de tudo, marcantes. Confira abaixo e diga: qual é sua favorita?

Woman Left Lonely – Janis Joplin

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=klhK_4evO5c
A voz de Janis Joplin, que influenciou uma geração, aparece vigorosa como sempre nessa gravação: a trajetória da “mulher solitária” do título ganhou diversas versões, incluindo uma ótima com Cat Power nos vocais, mas o Miolaoteam opta, no caso, pela gravação original. Nada mais justo: Janis é uma das mulheres que mais contribuíram para a história da música e merece um lugar na lista.

Bobagem – Céu

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=zkc_oIwYwas
“Minha beleza não é efêmera como o que eu vejo em bancas por aí”, canta a carioca Céu, num sambinha cru e simpático lançado em seu primeiro CD, homônimo, de 2007. Ela declara em letra própria que sua essência reside mais do que somente na aparência. A música possui menos de três minutos e consegue deixar o seu recado: “ser mulher a vida inteira”, pontua.

Me and a Gun – Tori Amos

 

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=uKzCxi2yf5s
Aterradora. “Me and a Gun” é o relato real de uma tentativa de estupro pela qual Tori passou quando tinha ainda vinte e um anos. A música, que faz parte de “Little Earthquakes”, o disco que fez a cantora tornar-se conhecida mundo afora, é cantada à capela e causa arrepios pela naturalidade com que ela fala sobre o ocorrido, relatando os pensamentos que passaram por sua cabeça enquanto estava encurralada pelo homem em questão. Poética e chocante.

What It Feels Like for a Girl – Madonna

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=qYwgG2oyUbA
Com introdução da francesa Charlotte Gainsbourg, essa canção de Madonna fala sobre opressão e critica o papel submisso ao qual a mulher é submetida em alguns momentos de sua vida. O clipe da mesma, dirigido pelo seu ex-marido Guy Ritchie, foi censurado pela MTV e alguns outros canais de música por mostrar a cantora interpretando uma vítima de agressões físicas, que em um momento de fúria e acompanhada de uma simpática senhorinha começa a brincar de GTA na rua (?), atropelando os homens que encontra pelo caminho.

Travelling Woman – Bat for Lashes

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=a4XXkz4iFUM
Natasha Khan dirige o discurso de sua canção à uma mulher viajante e obstinada, dizendo que ela deve continuar trilhando seu caminho e ignorando as tentações do amor, que podem fazer seus planos irem por água abaixo. “Never fall in love with potential/cause you can’t see with your own eyes”, diz Natasha. O tom resignado e endurecido da canção, aliado aos arranjos precisos e a voz quase onírica de Natasha emociona.

Isobel – Dido

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=lpG4Pci6el8
Existem diversas teorias de fãs sobre o que a situação retratada na enigmática canção da inglesa Dido. Na letra da mesma, que é uma das melhores músicas do seu disco de estréia, “No Angel”, ela parece consolar uma amiga que perdeu seu filho, num aborto que não podemos entender claramente se foi espontâneo ou provocado. Isobel se sente ressentida pelo que aconteceu, enquanto Dido levanta questões sobre como teria sido a criança no futuro, caso tivesse nascido e tenta acalmá-la: “don’t punish yourself, live it well alone”. A cantora estabelece um diálogo marcante com a personagem, numa canção envolvente e misteriosa.

Todas as Mulheres do Mundo – Rita Lee

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=T1_z9ZKneAM
Rita Lee evoca todas as Xuxas, Madonnas, Dianas, Leilas Diniz e Evitas do mundo para mostrar, numa divertida canção de seu repertório, que as mulheres do mundo querem mesmo é poder. Sem duplo sentido, ok?

(You Make Me Feel Like) A Natural Woman – Aretha Franklin

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=-DSYZAiM-20
A canção clássica de Aretha Franklin foi regravada por nomes como Carole King e Celine Dion, que mandaram bem, mas não conseguiram superar a versão original e a emoção evidente da diva da black music, que canta sobre uma mulher que se sente plena devido a um novo amor que tomou conta de sua vida. Daquelas músicas que merecem ser relembradas diversas vezes.

Resposta – Maysa

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=z-AIc7yTJi8
Escrita pela cantora como um revide às criticas feitas em relação a sua vida profissional e particular, essa canção sintetiza toda a angústia e raiva reprimida que Maysa sentia por ter sua vida esmiuçada pelo público/mídia na época. “Se alguém não quiser entender e falar, pois que fale”, desabafa. Maysa teve uma vida breve, mas intensa. Uma canção marcante, que continua atual e pertinente nos dias de hoje, criada por uma das artistas mais expressivas de nossa música.

Girls Just Wanna Have Fun – Cyndi Lauper

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=x0cJnVeiMrw
Porque mesmo depois de quase 30 anos, as garotas ainda querem se divertir.

I’m a Lady – Santigold

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=PpL8odTN2_c
Nessa simpática faixa de seu debut, Santigold (ex-Santogold), conta vantagem por ser uma “dama”: decidida, que quebra corações e que provavelmente será  martirizada um dia por essa postura. A música é levemente sarcástica e cativa - talvez não no início, mas certamente depois de algumas audições. Vale ouvir.

Mary Jane – Alanis Morissette

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=IxBAuIuFGCk
Misto de homenagem a uma amiga e canção autobiográfica, a saga de Mary Jane, “a última grande inocente”, segundo as palavras de Alanis, é narrada de forma dramática e lindíssima. Impossível não se arrepiar com a letra fantástica e os diversos tons da cantora. Mary é, no fim das contas, igual a muitas mulheres, homens e muitos de nosso cotidiano.

Zé – Vanessa da Mata

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=JD1jX-qidBQ
Um relato delicado sobre um romance cheio de elementos antigos: tudo é descrito com tantos detalhes que quase dá pra sentir os tais cheiros de “hortelã, alecrim e jasmim”. Vanessa da Mata captou a ternura do ponto de vista feminino com maestria.

Ramblin’ (Wo)Man – Cat Power

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=jD6HceVd5Y8
Nessa versão do blues das antigas de Hank Williams, Cat Power declara o amor que sente por um homem, mas também que sua paixão pela liberdade da vida é ainda maior: ela sabe que poderá machucá-lo por isso, mas é simplesmente o seu jeito e não pode evitar.

E você? Que outra canção colocaria na lista?

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#Miolão ESPECIAL: Dia Internacional da Mulher

08/03/2010 às 10:19 em Aleatoriedades

Hoje, em comemoração a esta data mais que especial, tudo publicado no Miolão terá como objetivo homenagear, de alguma forma, a mulher e sua importância na história e na sociedade. Aguarde. Durante o dia alguns textos especiais abordarão o assunto mulher. Vale lembrar que por aqui já falamos de algumas grandes mulheres como Clarice Lispector, Sylvia Plath, Jane Austen e tantas outras.
E nós, do MIOLÃOTEAM, desejamos a todas as mulheres, toda felicidade do mundo! (:

Parabéns!

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