MIOLÃO • 2009 dezembro
 

Archive for dezembro, 2009

Ho Ho Ho! FELIZ NATAL! ;]

Poderia começar dizendo que o mais importante na data de hoje é relembrar o verdadeiro espírito do Natal. Que devemos ser mais humanos, mais família e todo aquele blá blá blá que lotam cartõezinhos e mensagens.

Ou quem sabe dizer que o Natal é uma data puramente capitalista criada pelo ‘sistema’ pra vender mais roupa e presentes.

Mas acho que mais importante do que votos pasteurizados e politicamente corretos e todo um blá blá blá pseudo-revoltado é dizer que a Garota da Laje é toda natural. Ela é bonita, não tem estria, o peito é duro, não tem uma cirurgia plástica e o dela é ZEEEEERO! #brinks

A única coisa que o MIOLÃO e todo seu time deseja à você hoje é felicidade. Mas não aqueeela felicidade dos cartões, e sim felicidade de verdade. E não importa como você a consiga (só não mate, roube ou estupre, por favor): vá em frente!

FELIZ NATAL, desmiolados!

E até ano que vem. Falando nisso, aguardem MUITAS novidades ;]

X.O.X.O.,

MIOLÃOTEAM.

#Website do Dia: “My First Dictionary”

Imagina só se as professoras utilizassem as fichas “educativas” do MyFirstDictionary pra ensinar o significado de certas palavras aos seus alunos? Seria um pandemônio!

Se você gosta de boas doses de humor negro, vai adorar esse site: seu dono, Ross Horsley, que define-se como um “tímido bibliotecário durante o dia e um fã de filmes grotescos durante a noite” explica o significado de diversas palavras usando exemplos nada comuns – por vezes, quase beirando o mal gosto – e politicamente incorretos.

Inapropriadas ou não, as paródias criadas por Ross são hilárias e merecem ser vistas. Olha só os exemplos:

Agora (Now) - Tradução: "O abajur estava na mesa. Agora está no chão. Bowser era um cachorro safado. Agora não é mais.

Triunfo (triumph) - Tradução: "O plano de Milly foi um triunfo. Foi um sucesso. Um par de patins na escada e agora não haverá novo bebê."

Barulho, barulhento (Noise, noisy): Tradução: "Nossa banda faz barulho. Nós fazemos sons altos. Quando somos muito barulhentos, mal podemos ouvir nossos pais brigando."

(www.myfirstdictionary.blogspot.com)  – em inglês

O Novo Karate Kid

Quem tem mais de 18 anos certamente já assistiu na Sessão da Tarde um clássico chamado Karate Kid.

No filme, Daniel Larusso, mais conhecido como Daniel Sam (Ralph Macchio), convence seu vizinho Miyagi (interpretado magistralmente por Pat Morita, que foi inclusive indicado ao Oscar daquele ano de melhor ator coadjuvante pelo papel) a dar-lhe aulas de karatê para que possa enfrentar os valentões do colégio. Recheado de cenas antológicas e grandes lições de vida, a pequena obra-prima de John G. Avildsen (diretor de responda, responsável por pérolas como Rocky) tornou-se rapidamente cult, além de apresentar para o mundo a bela Elisabeth Shue.

Ameaçando destruir boas memórias de toda uma geração, em julho deste ano a Columbia Pictures divulgou que o filme seria refilmado. Tendo como produtor ninguém menos que Will Smith, inicialmente a película se chamaria Kung Fu Kid. Se não bastasse a mudança no título, a escolha dos protagonistas foi no mínimo duvidosa: no papel do jovem Karatê teríamos Jaden Smith e como o Sr. Miyagi um tal de Jackie Chan. Comandando a produção estaria Harald Zwart, o mesmo diretor do também remake (e terrível, diga-se de passagem) A Pantera Cor de Rosa 2.

Mesmo com todas as críticas dos fãs antigos, o projeto tomou fôlego e ganhou hoje seu primeiro trailer. Por sorte, o horrendo novo título foi substituído para o mesmo que o original: The Karate Kid.  Nele pode-se notar que o longa terá um tom mais juvenil ainda que o original, além da presença encantadora de Taraji P. Henson (a mãe adotiva de Benjamin Button, dO Curioso Caso de Benjamin Button). Confira:

E aí, será que o novo filme vai ser tão bom quanto o primeiro, de 1984? Só saberemos no dia 13 de agosto do ano que vem…

#Mioladinhas: Clipes da Semana

#1. Saiu o clipe do primeiro single de “The Sea”, novo álbum de Corinne Bailey Rae que será lançado em Fevereiro. “I’d Do It All Again”. A música composta em homenagem ao seu marido que faleceu no ano passado, Jason Rae, é uma canção que emociona logo na primeira vez que você ouve. O vídeo é angustiante e lindíssimo. As capas do disco e do single (acima) já foram reveladas. O clipe você confere aqui embaixo:

Imagem de Amostra do You Tube

#2. A versão completa do novo clipe de Rihanna também caiu na rede: “Hard”, single oriundo do álbum “Rated R”, ganhou um videoclipe bem produzido.  A cantora encarna uma espécie de tenente excêntrica e mostra que, apesar de estar fazendo um som mais sério em seu novo disco, continua com suas canções potentes e com a habitual postura sexy.

Imagem de Amostra do You Tube

#RIP Brittany Murphy

(Brittany Murphy – 1977 – 2009)

Nós, do MIOLAOTEAM, não podíamos deixar de prestar nossa homenagem à Brittany Murphy, a simpática atriz que atuou em filmes como “Recém Casados”, “Grande Menina Pequena Mulher”, “As Patricinhas de Beverly Hills” e “Garota, Interrompida”. Quem mais ficou chocado com a notícia de sua morte?

Vítima de uma aparente parada cardíaca – pelo menos até que provem o contrário no laudo de sua morte – Brittany também flertava com a música, como já havia mostrado ao participar das dublagens do longa de animação Happy Feet e ao emprestar os vocais na gravação de uma das faixas do DJ Paul Oakenfold, “Faster Kill Pussycatt”, de 2006.

Ano que vem, poderemos ver um filme póstumo seu nos cinemas: “Os Mercenários”, que foi filmado em partes aqui no Brasil, e traz no elenco Sylvester Stallone e Gisele Itié. Último trabalho de uma carreira que ainda poderia ser bastante longa e de uma artista carismática que deixou sua marca no showbusiness.

#NoSom: A trilha sonora do seu Natal

Madonna – Santa Baby

Madonna
http://www.youtube.com/watch?v=PxHrjvovInE
“Santa Baby”, que já foi “coverizada” por Kylie Minogue e Shakira (vale conferir os covers das moças), tem uma versão feita pela rainha do pop, com sua voz miada do começo da carreira. É, de qualquer forma, cativante e um pouco safadinha. Uma gravação de Natal que só a Madonna das antigas poderia fazer.

Lady Gaga feat. Space Cowboy – Christmas Tree

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http://www.youtube.com/watch?v=Bm-eNh0PXNc
Gaga diz que o único lugar em que gostaríamos de estar, nessas festas, é debaixo de sua árvore de Natal. A gente topa? ;)

John Lennon – Happy Xmas (War Is Over)

johnlennon
http://www.youtube.com/watch?v=wKIhzafc7nI
John Lennon transformou uma canção de protesto, sobre a Guerra do Vietnã, numa clássica música natalina, que ganharia diversas versões ao redor do mundo – até Celine Dion regravou a faixa. (!)

Colbie Caillat – Mistletoe

colbie-caillat
http://www.youtube.com/watch?v=4UU0P7MqZJE
Nessa música, Colbie Caillat fala que seu Natal não será completo enquanto “aquela” pessoa não estiver ao seu lado. Canção serena e um pouco tristonha, sem exageros.

Bob Dylan – Must Be Santa

bob
http://www.youtube.com/watch?v=qVs6X9yIM_k&feature=player_embedded
Faixa encontrada no seu último álbum lançado, “Christmas In The Heart”, que possui apenas canções natalinas. Dylan quase sempre faz o requisito, por sinal: do tipo de artista que merece ser ouvido em qualquer trabalho. O clipe, por sinal, traz Bob Dylan “atuando” depois de muito tempo sem aparecer em seus próprios vídeos.

Dido – Christmas Day

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http://www.youtube.com/watch?v=CMFzQhR9dJw
Ah… a voz de Dido aquece qualquer Natal! =) Lembrando que a música é uma composição inédita, e não regravação.

Aimee Mann – Have Yourself a Merry Little Christmas

aimee
http://www.youtube.com/watch?v=o9neidgHjMo
Originalmente imortalizada por Judy Garland no filme “Meet Me In St. Louis”, ou, na versão nacional, “Agora Seremos Felizes” (??), a faixa ganha um charme sóbrio na voz da talentosa Aimee Mann.

No Doubt – Oi To The World

ND
http://www.youtube.com/watch?v=hoL1Uxwk6vc
Contagiante cover de uma música de natal da banda The Vandals, que convida o mundo todo a entrar na mesma festa. #redeGlobofeellings. Adoro a Gwen solo mas deu uma vontade de ouvir algo novo do No Doubt…

Susan Boyle – Silent Night

susanboyle
http://www.youtube.com/watch?v=ZBvVmI2t9CQ
Susan Boyle faz uma versão comovente desse clássico de Natal. Você ouve e fica quieto – a música é manjada, mas a interpretação é ótima.

Spice Girls – Christmas Wrapping

spice
http://www.youtube.com/watch?v=d-Bg9BT82sQ
Por um Natal mais 1998. (?)

U2 – Christmas (Please Baby Come Home)

u2
http://www.youtube.com/watch?v=XiSPNaQNGOY
Bono tá chamando pra ceia dele, vai deixá-lo esperando?

Mariah Carey – All I Want For Christmas Is You

mariah
http://www.youtube.com/watch?v=K5bo4VDEH-U
Aquela cantada por Mariah Carey é a original, mas se você não gosta dela, calma: uma porrada de artistas influentes da década de 90 regravaram essa música. Vira e mexe, alguém ainda revisita a clássica canção. Se você ainda não enjoou, vale ouvir de novo.

Beatles – Christmas Time Is Here Again

Beatles
http://www.youtube.com/watch?v=ovX5bcIxTQ8
Gravação rara dos Beatles oferecida como presente aos fãs que eram componentes de seu fã clube, foi lançada oficialmente apenas décadas depois. Não difere em nada do som característico produzido pela banda naquela época: precisa dizer mais?

#Alice no País das Maravilhas: de Carroll a Burton

Cartazes - Alice

Finalmente saiu o trailer definitivo da adaptação de Tim Burton para o clássico infantil criado por Lewis Carroll, “Alice no País das Maravilhas”. Nele, podemos ver mais imagens daquele que promete ser um dos melhores filmes do ano que ainda nem começou.

Imagem de Amostra do You Tube

“Alice no País das Maravilhas” mostrará o universo que todos conhecemos, mas num contexto um pouco diferente: no filme, a personagem estará um pouco mais crescida, e voltará ao país das maravilhas anos depois e quase acidentalmente, depois de fugir de uma festa de gala. Lá, terá que enfrentar a conhecida Rainha de Copas. Durante essa viagem, o espectador identificará elementos e personagens da série escrita por Carroll.

Quem já leu os dois volumes, “Alice no País das Maravilhas” e “Alice no País dos Espelhos” – também encontrado por aqui como “Alice na Casa dos Espelhos” ou “Alice Através do Espelho” – sabe: os livros, apesar de dedicados às crianças, trazem elementos perturbadores e não são tão inocentes quanto parecem. Lewis Carroll, escritor, matemático, poeta e fotógrafo amador, escreveu os livros para homenagear a filha de um amigo, Henry Lidell. Alice Lidell foi a inspiração para a personagem que se tornaria um marco da literatura mundial. Lewis contou a história à garota e as suas duas irmãs num passeio de barco pelo rio Tâmisa, em 1862. Alguns estudos sobre a vida do autor dizem que ele nutria uma admiração quase anormal pela garota, e que chegou a propor casamento à mesma enquanto ela ainda era muito jovem – pedido negado pelos seus pais. Se sua obsessão pela jovem era exagerada, nunca saberemos muito bem. Ela, embora nada saudável, gerou uma das obras mais influentes da literatura.

Lewis - Tim

Tim Burton pode ter sido a escolha ideal para contar a história “viajada” e um pouco psicodélica de Alice para um lugar cheio de tipos estranhos e situações surreais. A concretização do projeto surge como um alívio para os fãs, que estão vendo agora os resultados de uma produção que demorou para ser concretizada. Antes de Burton assumir o projeto, no final de 2007, houve diversos boatos sobre a transição da obra literária para o cinema. Um jogo inspirado no universo de Lewis C., chamado “American McGee Alice”, foi cotado para ganhar uma versão cinematográfica, dirigida por Marcus Nispel (diretor do remake de 2003 de “O Massacre da Serra Elétrica”) e com Sarah Michelle Gellar no papel da protagonista (??), financiada pelo Universal Studios. A história do game, de certa forma tem pontos em comum com a adaptação que veremos nas telonas, mas é um pouco mais… bizarra, se é que isso é possível: lançado em 1999, ele narrava o retorno de Alice ao país das maravilhas, agora comandado pelos poderes das trevas, depois de ter passado anos internada num manicômio. (oi?) E dá-lhe banhos de sangue! A idéia, apesar de descaracterizar completamente a trama, parecia interessante – mas nunca se concretizou.

Tim, então, iniciou em parceria com a Walt Disney Pictures a produção do filme. Com o tempo, foram surgindo notícias sobre o elenco – entre os primeiros contratados, Johnny Depp, amigo do diretor, como “O Chapeleiro Louco” e Helena Bonham Carter como a Rainha de Copas. Hoje, sabemos que o cast contará ainda com Anne Hathaway, Alan Rickman e outros diversos nomes de peso. Alice, porém, será interpretada pela quase desconhecida Mia Wasikowska, que já participou de especiais da HBO. O filme que usa o método de captação de imagens em 3D para criar os personagens vistos na tela, também será exibido em salas de projeção tridimensional.

Alices: Alice Lidell, a verdade; Mia Wasikowska como Alice na adaptação de Tim Burton; a versão gótica da personagem em "American McGee Alice" e a famosa versão animada de 1951.

Alices: Alice Lidell, a inspiração de Carroll; Mia Wasikowska como Alice na adaptação de Tim Burton; a versão gótica da personagem em "American McGee Alice" e a famosa versão animada de 1951.

Esse ano, Burton disse no Comic-Com, evento sobre HQs que aconteceu em San Diego (EUA), que todas as adaptações realizadas até hoje não fizeram jus aos diversos elementos que a história original possui. A mais famosa feita até hoje é o longa-metragem animado da Disney, lançado em 1951 e que alterou, e muito, a obra original. Outras adaptações lançadas e muito pouco conhecidas datam de 1985: dirigidas por Harry Harris e estrelando Natalie Gregory, os filmes da primeira e segunda parte da saga de Alice – lançados para TV – fizeram moderado sucesso na época do seu lançamento, mas não conseguiram criar impacto no decorrer dos anos. Burton tem a chance de fazer a adaptação definitiva desse mundo de fantasias. Pelo que parece, ele não irá decepcionar.

O projeto será o primeiro de dois realizados por Burton em parceria com os estúdios Disney: o próximo, Frankenweenie, tem estréia prevista para 2011.  E partir de agora, poderemos presenciar um “revival” de Alice por toda parte, talvez motivado pela adaptação cinematográfica. Um exemplo disso é a série de TV “Alice”, dirigida por Nick Willing, que foi exibida nos dias 6 e 7 desse mês nos EUA pelo canal Syfy, que adicionou toques contemporâneos ao universo da personagem.

Capa da edição especial do DVD lançado lá fora, com a adaptação de "Alice" de 1985 e o cartaz de divulgação da série "Alice", do canal Syfy.

Capa da edição especial do DVD lançado lá fora, com a adaptação de "Alice" de 1985 e o cartaz de divulgação da série "Alice", do canal Syfy.

Olha só o trailer da série:

 Imagem de Amostra do You Tube

Ah, só pra lembrar: o filme de Tim tem estréia prevista para 5 de Março de 2010!

 

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