AF!

Duas letrinhas que dizem mais que mil palavras

Dia do Índio

19/04/2010 às 18:57 em AF!

Todo dia era dia de índio. Todo dia era dia de índio. Curumim, Cunhatã. Cunhatã, Curumim.

Antes que o homem aqui chegasse, as terras brasileiras eram habitadas e amadas por mais de 3 milhões de índios. Proprietários felizes, da Terra Brasilis. Pois todo dia era dia de índio. Todo dia era dia de índio. Mas agora eles só tem… O dia 19 de abril.”

Jorge Ben Jor.

Há cerca de quase 70 anos , para ser mais preciso, em 1943, o dia 19 de abril virou oficialmente o Dia do Índio.

A escolha da data foi baseada no Primeiro Congresso Indigenista Interamericano: o primeiro grande evento voltado a entender e valorizar a cultura e contribuição indígena para a sociedade. O evento realizado no México em 1940 estava predestinado a ser um desastre. Nos primeiros dias do congresso nenhum índio apareceu. Quando questionados pelo motivo, os índios admitiram terem ficado temerosos e preocupados em relação ao evento. Não era para menos. Séculos e séculos de perseguições, agressões e dizimações não seriam simplesmente deixados para trás. Depois de recusas e recusas da parte dos índios, finalmente eles resolveram participar das reuniões de uma forma mais efetiva. E o dia de tão importante encontro foi em 19 de abril.

Hoje em dia pouco se ouve falar deles. O último caso de grande repercussão que envolveu um índio foi quando em 1997, cinco jovens de classe média queimaram vivo o pataxó Galdino Jesus dos Santos, enquanto ele dormia em um ponto de ônibus. Quatro anos depois do atentado, os rapazes foram condenados a 14 anos de reclusão em regime fechado. Pelo menos 3 deles, visto que um, na época, era menor de idade e ficaria de 1 a 3 anos preso. O que se viu foi que o tal garoto menor cumpriu apenas 3 meses de pena e saiu em liberdade naquele mesmo ano. Os outros, desde agosto de 2004, já estavam livres.

Isso é Brasil. Hoje é dia de índio. Amanhã também.

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Porra, Scarlett!

29/01/2010 às 03:14 em AF!, Telinha & Telão

Com apenas 25 anos, Scarlett Johansson possui um currículo de fazer inveja a muita veterana.

Tendo participado de quase 30 filmes e indicada a 4 Globos de Ouro, a mocinha começou sua carreira aos 10 anos de idade no filme O Anjo da Guarda, de Rob Reiner, e de lá pra cá não parou mais.

Construindo uma carreira sólida em Hollywood, Scarlett já trabalhou com diretores renomados como Sofia Coppola em Encontros e Desencontros, Paul Weitz em Em Boa Companhia, Brian De Palma em A Dália Negra e com Woody Allen no ótimo Match Point, no mediano Scoop – O Grande Furo e no delicioso Vicky Cristina Barcelona.

No entanto, suas escolhas nem sempre foram tão certeiras assim e Malditas Aranhas!, de Ellory Elkayem, tá aí e não me deixa mentir.

No filme, Scarlett vive Ashley Parker, irmã da Xerife Samantha Parker (Kari Wuhrer), a personagem principal. Ao lado de sua irmã e do ex-namorado de sua irmã, Ashley tem que combater um monte de aranhas mutantes que ameaçam devorá-los junto com a cidade inteira. Sim, amigo, você leu certo. Aranhas. Mutantes. Gigantes. E quando a gente pensa que uma atriz como Scarlett se meteu nisso é inevitável pensar…

Porra, Scarlett!

Tá certo que antes disso ela já tinha feito filme ruim (Esqueceram de Mim 3), mas ali ela estava começando a carreira e era praticamente uma criança. No entanto, não há desculpas para Scarlett ter aceitado participar de Malditas Aranhas!, já que um ano antes Scarlett tinha atuado no maravilhoso Mundo Cão – Aprendendo a Viver e já tinha no currículo filmes premiados como O Homem Que Não Estava Lá e O Encantador de Cavalos.

Em teoria, Malditas Aranhas! até que tem seu charme. Exagerado e assumidamente no-sense, o filme é uma homenagem as produções “B” fantásticas dos anos 50, como Tarântula e O Mundo Em Perigo. Mas na prática, a profusão de efeitos especiais e o ritmo da história fizeram do longa um filme “C”.

Pois é, Scarlett, sua carreira tem uma mancha e estamos aqui para lembrá-la disso! Hahaha!

Se você ficou curioso, fique ligado no SBT: Malditas Aranhas! vai passar hoje (29/01/2010) às 14h15min. Pode assistir sem medo, porque ver Scarlett pagando mico é caso raro.

E pra gente não dizer que não falei das flores, mais à noite, por volta das 23h20min, a Globo vai exibir o maravilhoso Match Point. Enjoy!

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2010: O Ano das Sequências Desnecessárias

19/01/2010 às 22:25 em AF!, Telinha & Telão

Não sou Nostradamus, muito menos profeta, mas baseando-me em algumas notas divulgadas na imprensa, prevejo que 2010 será o ano de ramakes e continuações sem propósito.

Você duvida? Vamos aos fatos.

Atendo-me apenas as sequências, fiquei perplexo com a notícia que Atividade Paranormal 2 sairia do papel.

O filme original, que foi um sucesso de público inesperado, custou apenas US$ 11 mil e somou ao todo mais de US$ 150 milhões nas bilheterias, é do tipo de filme que não necessitava de continuação.

A surpresa foi ainda maior quando confirmaram que Kevin Greutert, diretor de Jogos Mortais 6, iria comandar o projeto. Mesmo sem sequer ter um argumento definido, Atividade Paranormal 2 já tem data de estréia nos cinemas americanos: 22/10/2010. Essa pressa toda só confirma uma coisa: eles querem mais dinheiro.

Mas se esse for o único propósito, ao que tudo indica a briga pelas bilheterias vai ser bem acirrada. Atividade Paranormal 2 vai enfrentar o sétimo filme da série Jogos Mortais, lançado tradicionalmente no Halloween norte-americano.

Levando em conta todo o sucesso comercial do primeiro Atividade Paranormal, podemos dizer que a continuação tem a seu favor o fato de que além de estar “fresco” na memória do público ele tem hype e fôlego para iniciar uma nova franquia.

Na contramão, Jogos Mortais já apresenta sinais de desgaste em sua fórmula. Esse desgaste pôde ser sentido nas bilheterias que caem a cada filme. No entanto, esse ano a situação promete mudar. David Hackl, diretor que comandou o quinto filme da série e que agora reassume o controle, anunciou que fará uso de tecnologia 3D. Só por esse fato o longa já sai na frente no quesito expectativa. Aliás, só por esse fato mesmo. Porque ninguém aguenta mais as reviravoltas mirabolantes e pretensiosas do roteiro, que já viraram marcam da série e que, convenhamos, não deveria nem ter seu segundo volume.

E se você pensa que a maldição das sequências cabe exclusivamente a blockbusters de sucesso internacional, você está redondamente enganado.

Tropa de Elite 2 pode ser encarado com nosso representante nessa categoria. O filme, que tem estreia prevista para 13 de agosto, só vai começar a ser filmado semana que vem, dia 25/01, mas o burburinho a seu redor vem crescendo a cada dia. Hoje, por exemplo, a produção do longa liberou em seu blog oficial um vídeo mostrando parte do treinamento do idolatrado Capitão Nascimento (o sempre bom Wagner Moura) e sua tropa:

Imagem de Amostra do You Tube

Além de Wagner Moura retomar o papel que o consagrou ao grande público,  José Padilha também volta a cadeira de diretor. O elenco contará ainda com nomes de peso como o de Selton Mello, Seu Jorge e, pasme, o do sambista Dudu Nobre.

A história escrita por Bráulio Mantovani, roteirista do primeiro Tropa de Elite, se passará 15 anos depois do final do primeiro filme e mostrará o crescimento do Bope e das milícias na cidade do Rio de Janeiro.

Ok. Talvez seja muito cedo pra colocar Tropa de Elite 2 “no mesmo saco” de Atividade Paranormal 2 e Jogos Mortais 7, até porque os envolvidos no filme nacional são bemmmm mais talentosos que os gringos.

Mas o ponto principal nisso tudo é aquela velha questão que assola Hollywood desde sempre (e agora também nossa terrinha): será que motivos puramente mercadológicos justificam a produção de um filme? E mais importante que isso; será que o resultado pode ser positivo?

Pessoalmente não espero grandes coisas de nenhuma das produções citadas. A única coisa que anseio é estar errado sobre tudo isso e que, apesar dos pesares, possamos ver bons filmes.

E você, o que pensa disso tudo?

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Miley Cyrus e Suas Gengivas Assassinas

01/11/2009 às 05:08 em AF!

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Ok, esqueçam o título sensacionalista. Apesar de eu realmente sentir medo das gengivas fofas da Miley, aka Hannah Montana, quero falar de outra coisa…

Especialmente para você que esteve fora do planeta Terra nos últimos 3 anos, ou você que é alienado e não sabe nada sobre os novos ídolos adolescentes ou simplesmente você que teve sorte, muita sorte de nunca passar perto dessazinha, farei um resumo sobre os principais pontos da carreira dessa que é, sem dúvida, um dos produtos mais interessantes da indústria do entretenimento.

Miley Cyrus é uma cantora/atriz de 16 anos que teve seu nome projetado quando interpretou a personagem Hannah Montana, no seriado homônimo do Disney Chanel em 2006.

A premissa da novelinha era bastante simples: uma adolescente virava uma cantora famosa da noite pro dia e escondia sua verdadeira identidade. Até aí nada demais, certo? Quero dizer, há inúmeras séries extremamente babacas preenchendo a grade dos canais por aí. Mas nenhuma como essa. O sucesso de “Hannah Montana” foi tão grande que em 2008 a série atingiu uma audiência global de 200 milhões de espectadores. Você tem noção do que é isso? Equivale mais ou menos a população de nosso país, o quinto maior do mundo.

O produto Hannah Montana deu tão certo que a Disney não perdeu tempo e garantiu meios de tirar o máximo de $$$proveito$$$ da coisa, lançando bonecas, discos, DVDs, grife de roupas e até filmes no cinema.

Até que um dia tiveram a grande idéia: “se Miley dá tão certo como Hannah, por que não lançá-la como Miley?”

O processo de emancipação da atriz-personagem culminou com o lançamento do filme “Hannah Montana & Miley Cyrus: Best of Both Worlds”, em 2008, filme este que explorava o repertório da estrelinha da ficção e também mostrava músicas próprias de Miley. O filme foi um sucesso e arrecadou cerca de 65 milhões de dólares, mas seu maior mérito foi apresentar ao mundo Miley: a pessoa.

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É meio inexplicável o fascínio que ela exerce entre crianças e adolescentes. O que acaba criando um paradoxo, visto que justificar seu sucesso é até que bem fácil. Enquanto os ídolos de outrora eram bonitos, polêmicos e pseudo-revolucionários (bom dia Madonna, Britney Spears e Avril Lavigne), Miley é uma garota como eles. Apesar de gostosinha, ela é feia, imperfeita, exagerada, tosca e forçada. Muito forçada. Gostando ou não gostando, necessitamos admitir uma coisa: a garota não tem vergonha de ser ela mesma. E novamente, gostando ou desgostando, precisamos admitir: era melhor que tivesse.

Tudo nela é calculado. As músicas seguem uma fórmula besta, do tipo catch e descartável, feitas para agradar grandes audiências. Não, não condeno isso. Até porque não há nada de errado em ser pop (e confessando, algumas músicas dela são ÓTIMAS). Mas o que incomoda é que tudo parece não ser natural. Quando vemos Miley com uma guitarra na mão fazendo caras e bocas, tudo que queremos é rir. Quando a vemos em trajes sumários fazendo música de festa, até esquecemos que é ela. Quando ela emula a revolta e o amor, plagiando idéias de um filme de 10 anos atrás, vemos que ali não tem nada. Não há personalidade. É tudo completamente oco.

Até atos de bondade soam fakes. Quer um exemplo? Quem não se lembra quando Beyoncé cantou “Halo” em um show para uma garotinha chamada Chelsea, que tinha câncer? O vídeo foi disseminado aos 4 cantos do mundo e emocionou muitos marmanjos. Domingo passado Miley sentiu-se “inspirada” e fez algo parecido: chamou uma menininha doente para cantar “The Climb” com ela. A diferença óbvia é que, ao contrário de Beyoncé, Miley não canta para a menina. Ela canta para ser vista com a menina.

Imagem de Amostra do You Tube

Chega a ser repulsivo e repugnante coisas assim. Se promover à custa de crianças doentes? Ah, Miley. Até agora podíamos culpar a ganância de executivos e sua pouca idade para isso, mas agora nem isso nos resta. Porque com 16 anos já dá pra saber o que é certo e o que é errado. E por mais que em teoria seja lindo e correto abraçar uma criança careca com sonda no nariz e expô-la a centenas -e virtualmente a milhares- de pessoas, a gente sabe que não é.

Isso tudo mais parece uma tentativa de reverter a má impressão causada no último Teen Choice Awards, onde após ter feito uma performance um pouquinho mais “picante” para o puritano público norte-americano a mocinha ficou queimada perante os pais de seu público-alvo, chegando a ser eleita a pior influência para os adolescentes e pré-adolescentes.

Imagem de Amostra do You Tube

Com certeza os motivos que levaram a este resultado foram exagerados, porque não tem NADA demais nesse vídeo. Miley até que tá bem santinha quando comparamos com as fotos que ela faz seminua em frente a espelhos, ou mesmo quando paga um cat (Vanessão e Maíra Cardi BBB mandaram um beijo) num dos Jonas Brothers. Ok, ok. Tô pegando pesado. Nada contra sexo oral, acho ótimo. O que desaprovo é esse desespero em querer ser santa só para não perder público para Selena Gomez ou Demi Lovato.

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Se eu pudesse dar um conselho para Miley seria o mesmo que ela passa todos os dias para as crianças enquanto encarna Hannah Montana: seja você mesma.

O mundo agradece.

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Olimpíadas?AF! (Parte 2)

27/10/2009 às 00:48 em AF!

 

"Tá, vou me acalmar. Continua agora?"

"Tá, vou me acalmar. Continua agora?"

O evento também não é feito apenas pelas boas intenções dos atletas ou de quem mais for, citadas ali em cima. Se as coisas fossem feitas apenas por boas intenções, tudo seria mais fácil e digo isso por mim mesmo, com meu péssimo hábito de procrastinar. (?) O que também me fez relutar em querer que o Rio recebesse os jogos foi pensar em todas aquelas artimanhas que estão por trás de eventos como esses – que envolvem muito mais pessoas do que sabemos e muito mais fatores além daqueles que querem que saibamos. (oi?)

Num país em que tantos aspectos são deixados de lado por causa de prioridades imediatas, uma ocasião como essa é um alívio e também um pesar. Os brasileiros vão poder desfrutar de benefícios que durarão algumas temporadas, mas que podem se mostrar tão efêmeros quanto úteis. As coisas que acontecerão em 2016 e a forma como irão ocorrer dependem de diversos fatores que serão decididos muito antes – assim como nosso cotidiano, que pode estar ainda mais absurdo do que atualmente. E não deveria. As soluções encontradas e postas em prática para receber com segurança pessoas de diversos locais do mundo devem ser essenciais e corriqueiras – não excepcionais e esporádicas.

 É estupidez fazer “malabarismos” gigantescos para tentar ostentar uma estabilidade que não é conhecida dos brasileiros e acessível a todos. Não sabemos quem estará no poder daqui há oito anos. Pra você ver, teremos eleições em 2010! É difícil acreditar, mesmo com todas as virtudes que o brasileiro pode possuir, que essa organização será feita de forma limpa, e nosso dinheiro será, de fato, investido naquilo que é divulgado e faremos jus a “tarefa” que recebemos. As chances de um revival de situações mal explicadas e verbas desviadas (Pan, Pan, Pan, Pan!) são grandes e, enquanto os festejos são mostrados com detalhes, muito será empurrado pra debaixo do tapete. Diferente dos horrores que vemos todos os dias, que não são possíveis de serem escondidos – mas passíveis de serem confrontados. Esses pensamentos retornaram ainda com mais força quando tive contato com as notícias divulgadas na mídia, sobre os recentes confrontos que aconteceram no Rio de Janeiro no final de semana passado.

Minha dúvida inicial era: será que temos o necessário para sediar um evento tão grande como esse e fazê-lo de forma realmente “apresentável”? A conclusão desse texto não trará nenhuma resposta para essa questão, e isso eu já posso afirmar agora e sem problema algum, pelo simples fato de que seria precipitado buscar por uma resposta a ela agora. Ok, eu posso não ser um brasileiro praticante na maior parte do tempo. mas tenho uma característica comum a maioria de nós, e isso não dá pra negar: otimismo. (Isso soou cafona, mas é! =) Aquele regra de “nada é tão ruim que não possa piorar” vale pra situação de nosso país também.

É difícil acreditar na possibilidade que esses eventos gigantescos tragam mais benefícios do que o contrário para nós considerando, entre vários fatores, esses embates que acontecem com cada vez mais fúria e frequência – desconsiderando o alarde dos meios de comunicação. Juntamente com helicópteros abatidos, brigas de poder e inocentes mortos – pra citar só alguns dos problemas – parece padecer também as chances de fornecerem a população uma perspectiva de acreditar de verdade que, sim, isso pode mudar e possamos desfrutar das comemorações com o desprendimento que merecemos, com bases mais sólidas em diversos setores da nossa sociedade. E sua concretização, claro. Enquanto isso não acontece, ser sede de jogos diversos é um orgulho sim, mas uma honra que se torna abafada por motivos maiores, que merecem tanta atenção quanto esse fato.

A única certeza que podemos ter é que nos próximos anos o Brasil vai estar na boca do povo. Copa do Mundo, Olimpíadas e até mesmo planos de um longa metragem dirigido por Woody Allen e filmado na cidade maravilhosa farão, certamente, com que o nosso país esteja sob os refletores – inclusive, ao comentar sobre as filmagens, o jornal britânico The Guardian, diz que o país possui “reputação crescente como potencial superpotência”, contrastando com críticas recentes expressas pela mídia estrangeira expondo uma visão negativa baseada principalmente nos confrontos que tem acontecido por aqui. Para que façamos jus a essa reputação, é questão de tempo e de ações que só começam agora, para resultados a longo prazo. Temos mais chances para mostrar um valor que ainda não é claro para todos quanto ao nosso país, e para fazer com que todos sintam orgulho de morar nele – sendo brasileiros praticantes ou não.

"Taí, pode dar certo! É. Por que eu ainda tô chorando? Mas eu não tô mais chorando..."

"Taí, pode dar certo! É. Por que eu ainda tô chorando? Mas eu não tô mais chorando..."

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