Lançado oficialmente no dia 30 de agosto no Reino Unido, Light Me Up é o aguardado álbum de estréia de Jenny Humphrey, oops!, digo, de Taylor Momsen e sua gangue de amigos mais velhos e mais barbudos.
Taylor ainda estava em Gossip Girl quando começou a se apresentar com a banda no ano passado. O visual da artista foi ficando cada vez mais sujo, as entrevistas polêmicas e, mais do que tudo, as performances cada vez mais poderosas. Tudo isso sugeria que The Pretty Reckless fosse uma alternativa sincera, quase um tributo, ao bom e velho rock’n'roll.
Quando as primeiras músicas caíram na rede as comparações com Courtney Love foram quase que imediatas. Os vocais potentes e a postura de foda-se o mundo fazia com que Taylor soasse como a odiada/amada Love em seus tempos áureos. E exatamente por isso muita gente começou a torcer o nariz.
Faltando personalidade ou não, fato é que as músicas eram realmente boas e se a intenção era “copiar” o estilo de Courtney eles faziam com louvor e, mediante a isso, esperar pelo álbum era quase que uma obrigação.
E eis que semana passada finalmente caia na rede o disquinho. Para o desagrado dos fãs, a tracklist oficial deixou de fora a ótima Zombie e a ausência não foi só sentida como também não foi superada.
My Medicine abre o álbum da melhor maneira possível. Nela, a voz de Taylor muda a cada verso, cantando a princípio com sarcasmo e deboche, gritando para soar mais alto que os instrumentos e acabando num refrão desesperado e sincero.
A Since You’re Gone mantém o bom ritmo do disco, mas antes de chegar ao final começamos a ficar com a sensação de que… falta alguma coisa. Toda sensação de falta é esquecida quando começa a velha e boa Make Me Wanna Die, que de tão boa poderia facilmente ser confundida com alguma música do Hole. Vale lembrar que Make Me Wanna Die já tinha alcançado boas posições nas paradas de UK e que ela funcionara bem como um prelúdio do que a banda queria dizer. No disco, a canção se impõe, mesmo com uma letra boba e alguns riffs exagerados, e deixa o ouvinte com mais expectativa para o que vem a seguir.
E o que vem a seguir é um punhado de músicas bobas que parecem nunca chegar a seu ápice. Se a banda era acusada de falta de personalidade antes do disco, depois do disco esse detalhe ficou ainda mais evidente. As pretensões de fazer rock caem por terra quando tocam músicas que mais parecem do repertório de Avril Lavigne. É claro que há boas canções no meio do percurso – o que dizer da bonitinha You ou do hino adolescente de autoafirmação Miss Nothing? -, mas o saldo geral é de que faltou alguma coisa.
É interessante perceber que até mesmo pela emblemática capa, divulgada semanas antes, The Pretty Reckless tentava se apropriar dos clichês do gênero rock – jaqueta de couro, isqueiro e cabelos desgrenhados -, mas tudo que conseguiram foi soar como a capa do disco: imaturos como uma criança.




















"Thiago, 21 anos, ama cinema e queria que sua vida fosse um filme. Não vive sem música, é viciado em internet e acredita na magia e sedução das SMS's. Ama falsidade, é filho do Ozzy Osbourne e seus exemplos na vida são John Lennon, Paris Hilton e Stefhany. Aliás, ele é lindo e absoluto. Rere."
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"Sanny, 22 anos, é louca pela fama, sucesso e glamour. Já buscou status tornando-se circense, bailarina, cantora e universitária, mas acredita firmemente que vai DAR certo na vida quando se tornar atriz ou encontrar um milionário disposto a casar. Além de toda essa ambição, é uma ótima companhia para sair e beber cerveja discutindo todos os tipos de assunto. Fiz o requisito?"
"Renato, 19 anos, ama palcos, escrever e está no 2º ano de jornalismo. Imita cenas de filmes famosos em público, tem tendências naturais ao drama e é o 'desmancha festinha' na sua turma de amigos. Canta, dança, representa e tá aí com uns projetos. Mantém seus surtos de Becky Bloom sob controle por falta de dinheiro. É apaixonado por música. Sonha montar num touro mecânico, dominar o planeta e fazer as pessoas se identificarem com o mundo na sua cabeça."