Eu não consigo lembrar de um filme de super heróis – tirando o primeiro X-Men – que tenha me empolgado de verdade. Posso eventualmente assistir a algum deles, mas não é um universo que geralmente me envolve. Por isso, não é nenhuma surpresa se disser que eu não estava animado com a adaptação de “Os Vingadores” da Marvel.
Ainda assim, acabei indo vê-la para acompanhar amigos – esses sim, mais interados sobre o assunto do que eu. A sala estava lotadíssima, cheia de gente de todas as idades e muita euforia (vale reforçar a dica que todos conhecem: se você não gosta de gritaria e bagunça, fuja desses blockbusters em seus primeiros dias de exibição).
O fato é que eu me diverti imensamente com a produção, e posso atribuir isso a alguns pontos: as minhas baixas expectativas, que foram contrariadas de forma positiva; a empolgação generalizada do público, que aplaudia em cada cena de maior impacto e parecia engrandecer tudo o que era exibido na tela; ou pelo motivo que é o mais verdadeiro mesmo: “Os Vingadores” é um filme bom demais. E que mesmo tendo estreado em abril, já pode figurar como um dos melhores do ano, fácil.
























