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	<title>Miolão.com</title>
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		<title>The Pretty Reckless &#8211; Light Me Up</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 22:32:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lançado oficialmente no dia 30 de agosto no Reino Unido, Light Me Up é o aguardado álbum de estréia de Jenny Humphrey, oops!, digo, de Taylor Momsen e sua gangue de amigos mais velhos e mais barbudos. Taylor ainda estava em Gossip Girl quando começou a se apresentar com a banda no ano passado. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/2ywygxc.jpg" rel="thumbnail"><img class="aligncenter size-full wp-image-3597" title="Capa - Light Me Up, The Pretty Reckless" src="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/2ywygxc.jpg" alt="" width="600" height="600" /></a></p>
<p>Lançado oficialmente no dia 30 de agosto no Reino Unido, <em>Light Me Up</em> é o aguardado álbum de estréia de Jenny Humphrey, oops!, digo, de Taylor Momsen e sua gangue de amigos mais velhos e mais barbudos.</p>
<p>Taylor ainda estava em<em> Gossip Girl</em> quando começou a se apresentar com a banda no ano passado. O visual da artista foi ficando cada vez mais sujo, as entrevistas polêmicas e, mais do que tudo, as performances cada vez mais poderosas. Tudo isso sugeria que The Pretty Reckless fosse uma alternativa sincera, quase um tributo, ao bom e velho rock&#8217;n'roll.</p>
<p>Quando as primeiras músicas caíram na rede as comparações com Courtney Love foram quase que imediatas. Os vocais potentes e a postura de foda-se o mundo fazia com que Taylor soasse como a odiada/amada Love em seus tempos áureos. E exatamente por isso muita gente começou a torcer o nariz.</p>
<p>Faltando personalidade ou não, fato é que as músicas eram realmente boas e se a intenção era &#8220;copiar&#8221; o estilo de Courtney eles faziam com louvor e, mediante a isso, esperar pelo álbum era quase que uma obrigação.</p>
<p>E eis que semana passada finalmente caia na rede o disquinho. Para o desagrado dos fãs, a tracklist oficial deixou de fora a ótima <em>Zombie </em>e a ausência não foi só sentida como também não foi superada.</p>
<p><em>My Medicine</em> abre o álbum da melhor maneira possível. Nela, a voz de Taylor muda a cada verso, cantando a princípio com sarcasmo e deboche, gritando para soar mais alto que os instrumentos e acabando num refrão desesperado e sincero.</p>
<p>A <em>Since You&#8217;re Gone</em> mantém o bom ritmo do disco, mas antes de chegar ao final começamos a ficar com a sensação de que&#8230; falta alguma coisa. Toda sensação de falta é esquecida quando começa a velha e boa <em>Make Me Wanna Die</em>, que de tão boa poderia facilmente ser confundida com alguma música do Hole. Vale lembrar que <em>Make Me Wanna Die</em> já tinha alcançado boas posições nas paradas de UK e que ela funcionara bem como um prelúdio do que a banda queria dizer. No disco, a canção se impõe, mesmo com uma letra boba e alguns riffs exagerados, e deixa o ouvinte com mais expectativa para o que vem a seguir.</p>
<p>E o que vem a seguir é um punhado de músicas bobas que parecem nunca chegar a seu ápice. Se a banda era acusada de falta de personalidade antes do disco, depois do disco esse detalhe ficou ainda mais evidente. As pretensões de fazer rock caem por terra quando tocam músicas que mais parecem do repertório de Avril Lavigne. É claro que há boas canções no meio do percurso &#8211; o que dizer da bonitinha <em>You </em>ou do hino adolescente de autoafirmação<em> Miss Nothing? </em>-, mas o saldo geral é de que faltou alguma coisa.</p>
<p><a href="http://www.miolao.com/blog/nosom/the-pretty-reckless-light-me-up/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>É interessante perceber que até mesmo pela emblemática capa, divulgada semanas antes, The Pretty Reckless tentava se apropriar dos clichês do gênero rock &#8211; jaqueta de couro, isqueiro e cabelos desgrenhados -, mas tudo que conseguiram foi soar como a capa do disco: imaturos como uma criança.</p>
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		<title>Cover: Try sleeping with a broken heart, Robyn</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 20:09:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sanny</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Alicia Keys]]></category>
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		<description><![CDATA[A canção foi lançada em meados de Novembro de 2009 e faz parte do quarto álbum de Alicia Keys, &#8220;The Element of Freedom&#8221;. Originalmente, contém o toque do rithym &#8216;n blues de Miss Keys com seus agudos cheios de potência. O cover do dia, fica por conta da sueca Robyn, que tempera a música com batidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/robyn.jpg" rel="thumbnail"><img class="aligncenter size-full wp-image-3587" title="robyn" src="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/robyn.jpg" alt="" width="600" height="464" /></a></p>
<p>A canção foi lançada em meados de Novembro de 2009 e faz parte do quarto álbum de Alicia Keys, &#8220;The Element of Freedom&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=x_m143ddGhc">Originalmente</a>, contém o toque do<em> rithym &#8216;n blues </em>de Miss Keys com seus agudos cheios de potência.</p>
<p>O cover do dia, fica por conta da sueca <a href="http://www.miolao.com/blog/nosom/robyn-body-talk-pt-2/" target="_blank">Robyn</a>, que tempera a música com batidas e teclados característicos de seu electro-pop e sua voz de timbre delicado como o de uma criança.</p>
<p><strong>Enjoy it!</strong></p>
<p><a href="http://www.miolao.com/blog/nosom/cover-try-sleeping-with-a-broken-heart-robyn/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>Relembrando: Blossom</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 14:31:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/blossom.jpg" rel="thumbnail"><img class="aligncenter size-full wp-image-3573" title="blossom" src="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/blossom.jpg" alt="" width="600" height="194" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A série que iremos relembrar hoje no Miolão me trouxe bons momentos e muita diversão durante minha infância – e aposto que fez o mesmo por muitos leitores do site. Lembro que todos os dias, eu chegava da escola, numa época em que eu era só um garotinho de oito ou nove anos <span style="text-decoration: line-through;">vítima de bullying</span>, largava minha lancheira do Cebolinha (ainda não era do Ash Ketchum) na cozinha e ia correndo ligar a TV, porque havia um programa que eu assistia religiosamente durante meu almoço.</p>
<p style="text-align: justify;">“Blossom”, originalmente exibida pela NBC no exterior, foi um dos grandes sucessos da programação do SBT na década de 90 e por vezes retorna a programação do canal, mas sem muito impacto e com atenção quase nula. A sitcom traz um mote muito simples e uma personagem adorável no centro da ação: uma garota de quinze anos que empresta o nome a série, divide sua casa com dois irmãos e seu pai, todos um tanto amalucados, vive às voltas com sua melhor amiga e com diversos problemas típicos de sua idade, que vão desde as descobertas amorosas até as suas frequentes crises de identidade e pensamentos sobre quem deveria ser na vida.</p>
<p style="text-align: justify;">O criador da série, Don Reo, produziu outros êxitos diversos. Pra citar alguns, destacamos “Brothers”, a conhecidíssima My Wife and Kids, ou se preferir, “Eu, a Patroa e As Crianças”, “Golden Girls” (conhecida por aqui pelo pavoroso nome de Super Gatas) e “Everybody Hates Chris”. Aliás, todas coincidentemente trazendo famílias memoráveis como protagonistas. “Blossom” não é diferente: é impossível não ser conquistado pelos personagens exagerados, mas ainda assim ternos, que conhecemos em seus episódios.</p>
<p style="text-align: justify;">Vivida por Mayim Bialik a nossa heroína é o lado divertido de qualquer adolescente, com seus arroubos e sua curiosidade pelo mundo. Seus irmãos, Joey e Anthony (respectivamente, Joey Lawrence e Michael Stoyanov) formam um contraponto interessante. O primeiro, cheio dos bordões, vive com a cabeça em alfa, enquanto Tony não consegue relaxar. Seu pai, Nick (Ted Wass), é um músico frustrado e afetuoso que comanda a família de um jeito bem peculiar. E como esquecer Six (Jenna Von Ou), a amiga de Blossom que rouba a cena em diversos momentos e possui reais problemas com&#8230;er&#8230; “incontinência verbal”?</p>
<p style="text-align: justify;">Esses personagens, juntos, conhecem outras diversas figuras pitorescas e passam por agruras que arrancam risos fáceis do espectador. Mais do que um retrato dos Russo  &#8211; sobrenome da família de Blossom, que de tão sem noção torna-se semelhante à sua, ou a minha – e de uma mocinha que carrega ambições e vivacidade suficiente para realizá-las, “Blossom” consegue dialogar com diversos públicos: é divertida para crianças e adolescentes, e também oferece entretenimento despretensioso para as faixas etárias maiores. Prova disso é que, quem assistiu o programa quando era mais novo, ainda se diverte bastante ao rever um de seus episódios. É cômico e tocante na medida certa.</p>
<p style="text-align: justify;">A sitcom durou cinco temporadas completas e é a cara do humor ingênuo produzido na década de 90. Hoje em dia, o elenco principal realiza pequenos trabalhos ou participações especiais, principalmente em séries de TV. Mayim &#8220;Blossom&#8221; Bialik, por exemplo, interpretou na terceira temporada de &#8220;The Big Bang Theory&#8221; <a href="http://www.youtube.com/watch?v=8g9OszJFIzg&amp;feature=related" target="_blank">Amy</a>, um encontro arranjado pelos amigos de Sheldon para o geek mais adorado da TV. A personagem, inclusive,  poderá voltar na quarta fase do seriado, que ainda não estreou. A moça, que passou anos afastada das telas, tem retornado gradativamente a esse cenário.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Blossom&#8221; é uma produção simpática que merece ser revisitada por todos aqueles que tiveram a companhia dessa jovem nas suas tardes de semana e que, de uma forma ou outra, já se sentiram exatamente como ela. :)</p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://www.miolao.com/blog/telinha-e-telao/relembrando-blossom/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
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		<title>Para Julia Vaz</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 13:47:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música de Comercial]]></category>
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		<description><![CDATA[Isso não é um post. É um pedido de desculpas. Depois de mais de um mês sem acessar a caixa de mensagens contato@miolao.com, tive uma surpresa ao entrar e ver em meio a algumas mensagens dois e-mails de uma moça chamada Julia Vaz. A primeira mensagem que ela mandou foi escrita em 16 de agosto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isso não é um post. É um pedido de desculpas.</p>
<p>Depois de mais de um mês sem acessar a caixa de mensagens contato@miolao.com, tive uma surpresa ao entrar e ver em meio a algumas mensagens dois e-mails de uma moça chamada Julia Vaz.</p>
<p>A primeira mensagem que ela mandou foi escrita em 16 de agosto e, entre outras coisas, sugeria que fizéssemos uma nova sessão para tratar de temas relacionados a músicas de propagandas.</p>
<p>Coincidentemente, alguns dias depois,<a href="http://www.miolao.com/blog/aleatoriedades/musica-de-comercial-fake-plastic-trees-radiohead/"> fiz esse post chamado Música de Comercial</a>. Na pior das hipóteses vocês provavelmente vão achar que tô mentindo. Na menos pior talvez vocês achem que o MIOLÃOTEAM agiu com descaso não verificando a caixa de contato. &#8230; Sinceramente, é o que eu acharia se visse de fora.</p>
<p>Não espero que acreditem em mim, mas queria usar esse espaço para me desculpar com a autora da mensagem.</p>
<p>Julia, se você estiver lendo, sinto muito mesmo todo o ocorrido. Como parte do pedido, garanto que coisas assim não acontecerão de novo. Acrescento ainda que mesmo nessas circunstâncias foi muito legal receber suas mensagens. Em nome de toda MIOLÃOTEAM eu agradeço a você pela sugestão e, principalmente, pelo carinho.</p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;"><strong>Thiago Dantas,</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>MIOLÃOTEAM.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Trilha Sonora: &#8220;All You Need Is Love&#8221; &#8211; Jim Sturgess &amp; Dana Fuchs</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 21:13:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucy</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Beatles é, provavelmente, a banda que mais deixou material “reciclável” no universo lindo da música – e dos filmes. Quando Across the Universe (o filme) foi lançado em 2008, a primeira coisa que pensei foi: GE-NI-AL! E, logo em seguida, pensei: COMO NINGUÉM TEVE ESSA IDEIA ANTES? Os próprios Beatles, em seus tempos áureos, haviam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/across-the-universe1.jpg" rel="thumbnail"><img class="aligncenter size-full wp-image-3557" title="across-the-universe" src="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/across-the-universe1.jpg" alt="" width="600" height="398" /></a><a href="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/across-the-universe.jpg"></a></p>
<p>Beatles é, provavelmente, a banda que mais deixou material “reciclável” no universo lindo da música – e dos filmes.</p>
<p>Quando Across the Universe (o filme) foi lançado em 2008, a primeira coisa que pensei foi: GE-NI-AL! E, logo em seguida, pensei: COMO NINGUÉM TEVE ESSA IDEIA ANTES? Os próprios Beatles, em seus tempos áureos, haviam estrelado alguns filmes e um musical. Como demorou tanto tempo para que alguém gastasse muito dinheiro e fizesse uma mega produção com esse tema? Talvez  burocracias autorais. A questão é que, quando Julie Taymor resolve contar uma história usando as letras da banda pop (pop!) mais famosa ever, e faz isso bem feito, temos um filme lindo e a difícil tarefa de escolher somente uma música do repertório espetacular.</p>
<p>A tentação já vem desde a primeira cena, quando um Jude interpretado pelo (lindinho) Jim Sturgess nos recepciona recitando um verso de “Girl”, a voz cheia de sofrimento e é fundido à Dana Fuchs destruindo o vocal na que eu considero a melhor interpretação do filme: “Helter Skelter”. Ela vai voltar depois, em um “bis” e cantando, entre outras, “Don’t Let Me Down”.</p>
<p><a href="http://www.miolao.com/blog/telinha-e-telao/all-you-need-is-love/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Se alguém disser que não ficou com uma vontade imensa de sair dançando e estalando os dedos quando Evan Rachel Wood começa a cantar e pular freneticamente ao som de “It Won’t Be Long” e, logo em seguida, “I’ve Just Seen A Face”, dessa vez com o apaixonado Jim Sturgess que canta, dança e joga boliche tudoaomesmotempo!</p>
<p>Entrando no lado negro do filme as dancinhas super divertidas e cantarolantes vão se esvaindo aos poucos, dando lugar para guitarras pesadas, percussão grave e vocais raivosos. Conforme as canções vão ficando mais tensas, o mesmo vai acontecendo com os personagens e com o cenário. Estamos em 1960, no meio de uma odiosa Guerra do Vietnã, acompanhados por “Come Together” e “I Want You (She’s So Heavy)”, essa última com imagens que dão um significado completamente único e assombroso aos versos de Lennon/McCartney.</p>
<p>As guitarras e a voz gritante de Dana Fuchs voltam ao decorrer do filme – desculpem-me os outros, mas ela é perfeita. “Oh! Darling” vira um dueto – que é, na verdade, um duelo – com acordes distorcidos e fora de compasso. McCoy, uma espécie de Jimi Hendrix de Across The Universe, faz mágica com “While My Guitar Gently Weeps, tocando com tanto sentimento que chega a doer em nós.</p>
<p>De bolachinha-brinde ainda temos o sempre carismático (q?) Sr. Bono Vox! Agraciando todos nós com seu talento para usar óculos escuros, interpreta as psicodélicas “I Am The Walrus” e, já nos créditos finais, “Lucy In The Sky With Diamonds”. Como não sou uma pessoa muito narcisista, abri mão de eleger para esse post a música que leva meu nome, restringindo qualquer comentário pessoal.</p>
<p><a href="http://www.miolao.com/blog/telinha-e-telao/all-you-need-is-love/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>A versão mais incrível, tem-se que admitir, é “Let It Be”. No início, cantada à capela por um garoto em meio à guerra e, em seguida, interpretada por todo um coral de igreja, no melhor estilo do blues norte-americano, é de arrepiar qualquer um.</p>
<p>Acontece, minha gente, que eu sou uma pessoa clichê. Sendo assim, não poderia escolher outra música para fechar o post que não fosse “All You Need Is Love”. Provavelmente a canção dos Beatles mais tocada e regravada, um mito dos comerciais com apelo emocional. Mesmo assim é a mais perfeita. O cenário, a performance, a sinceridade. Tudo está na medida certa! Ela é inacreditável, mas ao mesmo tempo tão crível que chegar a dar vontade de ter estado lá, de pé, em frente à sede da Apple Records.</p>
<p> <p><a href="http://www.miolao.com/blog/telinha-e-telao/all-you-need-is-love/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p>Across The Universe é o panorama de uma banda e de uma geração e “All You Need Is Love” é a melhor mensagem que poderiam ter deixado pra esse hoje.</p>
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		<title>Cover: Use Somebody, Bat for Lashes</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 03:05:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
				<category><![CDATA[No Som]]></category>
		<category><![CDATA[bat for lashes]]></category>
		<category><![CDATA[BBC 1 Radio]]></category>
		<category><![CDATA[Caleb Followill]]></category>
		<category><![CDATA[Kings Of Leon]]></category>
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		<description><![CDATA[Lançada no final de 2008, “Use Somebody”, faixa do quarto disco da banda “Kings of Leon” é uma balada rock que soa desesperadamente romântica sem ser nem de longe piegas. Os vocais rasgados de Caleb Followill acentuam o tom urgente da faixa, uma espécie de relato sobre a necessidade de “alimentar-se” de alguém para compreender melhor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/bat_for_lashes9.jpg" rel="thumbnail"><img class="aligncenter size-full wp-image-3546" title="batforlashes" src="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/bat_for_lashes9.jpg" alt="" width="600" height="358" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Lançada no final de 2008, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=LWhairF_DS8&amp;ob=av3e" target="_blank">“Use Somebody”</a>, faixa do quarto disco da banda “Kings of Leon” é uma balada rock que soa desesperadamente romântica sem ser nem de longe piegas. Os vocais rasgados de Caleb Followill acentuam o tom urgente da faixa, uma espécie de relato sobre a necessidade de “alimentar-se” de alguém para compreender melhor o mundo ao redor, que é desprezado pelo rapaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Natasha Khan, a talentosa Bat For Lashes, resolveu gravar sua versão da música para a BBC 1 Radio. A moça, que envolve suas canções próprias com um ar onírico faz o mesmo com o hit do grupo: ele aparece mais sereno, igualmente envolvente e com um tom quase místico. A voz super característica de Khan também é um destaque por si só.</p>
<p style="text-align: justify;">Ouça e relembre essa ótima interpretação no Cover do Dia. <img src='http://www.miolao.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /><br />
<p><a href="http://www.miolao.com/blog/nosom/cover-use-somebody-bat-for-lashes/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
]]></content:encoded>
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		<title>3 Momentos: Yeah Yeah Yeahs</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 13:51:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De todas as bandas que vieram salvar o rock nos idos de 2000 o Yeah Yeah Yeahs talvez seja a que escolheu os caminhos mais interessantes. Fugindo do óbvio e sendo criativos como poucos, eles eram a aposta menos segura de uma legião de críticos que pareciam mais eleger heróis do que criticar de fato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/yyy1.jpg" rel="thumbnail"><img class="aligncenter size-large wp-image-3533" title="Yeah Yeah Yeahs" src="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/yyy1-1024x835.jpg" alt="" width="600" height="489" /></a><br />
De todas as bandas que vieram salvar o rock nos idos de 2000 o Yeah Yeah Yeahs talvez seja a que escolheu os caminhos mais interessantes. Fugindo do óbvio e sendo criativos como poucos, eles eram a aposta menos segura de uma legião de críticos que pareciam mais eleger heróis do que criticar de fato os músicos daquela época.</p>
<p>Mesmo que não carregassem o título de &#8220;salvadores&#8221; &#8211; e desde quando o rock precisou ser salvo? -, a banda chamava a atenção de todos por transpirar rock&#8217;n'roll e fazer bonito em qualquer área em que atacasse.</p>
<p>Com quase uma década de estrada, separamos <strong>3 Momentos</strong> para entender o que o Yeah Yeah Yeahs foi, o que o Yeah Yeah Yeahs é e o que o Yeah Yeah Yeahs pode ser.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O início: Maps, 2004</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/yeahyeahyeahs.jpg" rel="thumbnail"><img class="aligncenter size-full wp-image-3535" title="Maps - Yeah Yeah Yeahs" src="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/yeahyeahyeahs.jpg" alt="" width="410" height="313" /></a></strong></p>
<p>O trio, oriundo de Nova York, estreou com um EP em 2001 sem fazer muito barulho. Anos depois, em 2003, lançaram um aclamado debut recheado de uma fúria dilacerante alternando momentos de libertinagem, sujeira e&#8230; amor.</p>
<p><em>Maps</em>, terceiro single do disco, caiu no gosto dos alternativinhos de plantão: o belíssimo clipe correu as tv do mundo e foi indicado a prêmios importantes como Melhor Direção de Arte, Melhor Edição e Melhor Fotografia do VMA de 2004.</p>
<p>Tão bonito e onírico quanto o vídeo foi a apresentação da canção pela banda no MTV Movie Awards de 2004:</p>
<p><a href="http://www.miolao.com/blog/nosom/3-momentos-yeah-yeah-yeahs/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>De tirar o fôlego.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O meio: Gold Lion, 2006</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/0.jpg" rel="thumbnail"><img class="aligncenter size-full wp-image-3536" title="Yeah Yeah Yeahs - Gold Lion" src="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/0.jpg" alt="" width="410" height="307" /></a><br />
</strong></p>
<p>As guitarras continuavam lá. A voz e a presença de Karen O também. Mas alguma coisa tinha mudado. Dividindo opiniões, <em>Show Your Bones</em>, segundo disco da banda, de 2006, trouxe um Yeah Yeah Yeahs renovado. No repertório não havia nenhuma canção furiosa como <em>Pin </em>ou graciosa como <em>Maps</em>, mas o lead-single comprovava que a banda ainda dava conta do recado.</p>
<p><a href="http://www.miolao.com/blog/nosom/3-momentos-yeah-yeah-yeahs/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>O vídeo, dirigido por Patrick Daughters, é até hoje um verdadeiro deleite estético e uma unanimidade entre os fãs. Também pudera, há clipe mais legal e refrão mais pegajoso?</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O recomeço: Zero, 2009 </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/10.jpg" rel="thumbnail"><img class="aligncenter size-full wp-image-3537" title="Yeah Yeah Yeahs - Zero" src="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/10.jpg" alt="" width="410" height="307" /></a><br />
</strong></p>
<p>Quem se atreveu a declarar a morte da banda após o segundo disco engoliu palavra por palavra com o lançamento de <em>Zero</em>, primeiro single de <em>It&#8217;s Blitz!</em></p>
<p>Zero marcou uma nova fase no som da banda. Mais maduros e interessantes do que nunca, o Yeah Yeah Yeahs ousou ao deixar as guitarras - sua marca registrada &#8211; de lado e apostar num som repleto de sintetizadores e efeitos.</p>
<p><a href="http://www.miolao.com/blog/nosom/3-momentos-yeah-yeah-yeahs/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Paradoxalmente ao que se poderia supor, o resultado obtido em <em>Zero </em>foi incrível: a música cresce a cada audição e contagia, fazendo com que a gente &#8220;reaja&#8221; instantaneamente.</p>
<p>Não à toa, foi considerada uma das melhores faixas do ano pelas principais publicações do mundo.</p>
<p>Acompanhar a evolução do Yeah Yeah Yeahs é ao mesmo tempo atrativo e difícil. Difícil porque olhar todas as mudanças de longe, sem se envolver, é tarefas das mais impossíveis. E é atrativo justamente por isso. Que venha o futuro.</p>
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		<title>Música de Comercial: Quelqu&#8217;un m&#8217;a dit, Carla Bruni</title>
		<link>http://www.miolao.com/blog/nosom/musica-de-comercial-quelquun-ma-dit-carla-bruni/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 02:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O post de hoje prova que belas iniciativas merecem campanhas e uma trilha sonora à altura. O comercial de hoje, veiculado em 2008&#8230; &#8230;é um dos vários (e ótimos) produzidos para divulgar o trabalho do Instituto Mario Penna, que auxilia pacientes com câncer. A canção da vez é “Quelqu&#8217;un m&#8217;a dit”, da francesa  - e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O post de hoje prova que belas iniciativas merecem campanhas e uma trilha sonora à altura. O comercial de hoje, veiculado em 2008&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://www.miolao.com/blog/nosom/musica-de-comercial-quelquun-ma-dit-carla-bruni/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;">&#8230;é um dos vários (e ótimos) produzidos para divulgar o trabalho do Instituto Mario Penna, que auxilia pacientes com câncer. A canção da vez é “Quelqu&#8217;un m&#8217;a dit”, da francesa  - e nova musa de Woody Allen &#8211; Carla Bruni, que cedeu os direitos da mesma para que fosse utilizada no filmete.</p>
<p style="text-align: justify;">A faixa atenua a doçura existente na história de um palhaço que diverte os pacientes e funcionários do hospital. Depois de um dia de convívio com essas pessoas, ele começa a tirar sua maquiagem, o figurino e&#8230; revela um segredo que o espectador não conhecia.</p>
<p style="text-align: justify;">Criado pela RC Comunicação e Cara de Cão Filmes, o filminho é caloroso como a sensação de ajudar o próximo. Faz todo o sentido. :)</p>
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		<title>Emmy 2010: Justo?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 18:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você estava nesse planeta nas últimas 24 horas, com certeza sabe que ontem à noite rolou a 62ª edição do Emmy (desculpem-me o chavão que escrevo a seguir): o Oscar da TV estadosunidense. Começando MUITO bem com uma paródia pra lá de divertida de Glee, Jimmy Fallon (o ator de Táxi, da Gisele Bündchen) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/Emmy-Awards.jpg" rel="thumbnail"><img class="aligncenter size-full wp-image-3514" title="Emmy Awards - Galera de Mad Man recebendo prêmio" src="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/Emmy-Awards.jpg" alt="" width="600" height="339" /></a></p>
<p>Se você estava nesse planeta nas últimas 24 horas, com certeza sabe que ontem à noite rolou a 62ª edição do Emmy (desculpem-me o chavão que escrevo a seguir): o Oscar da TV estadosunidense.</p>
<p>Começando MUITO bem com uma paródia pra lá de divertida de <em>Glee</em>, Jimmy Fallon (o ator de <em>Táxi</em>, da Gisele Bündchen) convocou atores de várias séries, levou raspadinha na cara (!!!) e virou o Bruce Springsteen cantando<em> Born To Run</em> com a galera.</p>
<p><a href="http://www.miolao.com/blog/telinha-e-telao/emmy-2010-justo/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Em linhas gerais, a premiação (quase) não foi entediante e os vencedores foram bem variados. Segue abaixo a lista de indicados e premiados&#8230; E também uns comentáriozinhos de alguém que fez força pra ser neutro:</p>
<p><strong>Melhor série drama</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Mad Men</span><br />
The Good Wife<br />
Lost<br />
Dexter<br />
Breaking Bad<br />
True Blood</p>
<p><em>Comentário</em>: Eu queria<em> True Blood!</em> Eu queria <em>True Blood! </em>Eu queria<em> True Blood!</em> Fanatismos à parte, que <em>Mad Men</em> é ótima todo mundo sabe, mas custava democratizar o prêmio e dar para qualquer uma das outras séries? O que mais deu dó foi <em>Lost</em>, um verdadeiro marco, acabar assim, sem prêmio.</p>
<p><strong>Melhor atriz drama</strong><br />
January Jones, Mad Men.<br />
Julianna Margulies, The Good Wife.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Kyra Sedgwick, The Closer.</span><br />
Mariska Hargitay, Law &amp; Order: SVU.<br />
Glenn Close, Damages.<br />
Connie Britton, Friday Night Lights.</p>
<p><em>Comentário</em>: Depois de anos e anos concorrendo, finalmente Kyra Sedgwick venceu. Não vou dizer que foi injusto porque não acompanho<em> The Closer</em>, mas Kyra tem todo meu amor desde que participou de <em>Singles &#8211; Vida de Solteiro</em>. A vitória da moça foi uma grande surpresa, já que era quase certo que a sempre ótima Julianna Margulies levaria&#8230;</p>
<p><strong>Melhor ator drama</strong><br />
Jon Hamm, Mad Men.<br />
Matthew Fox, Lost.<br />
Michael C. Hall, Dexter.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Bryan Cranston, Breaking Bad.</span><br />
Hugh Laurie, House.<br />
Kyle Chandler, Friday Nigh Lights.</p>
<p><em>Comentário</em>: Mais uma surpresa. E dessa vez uma ótima surpresa. Provavelmente a maioria das pessoas torceu o nariz pela vitória de Bryan (minha timeline que o diga!). O menos popular dos indicados e talvez um dos mais talentosos, Cranston fez bonito por <em>Breaking Bad</em> e MERECEU o prêmio. (Sim, gente. Eu também queria que o &#8220;Dexter&#8221; vencesse.)</p>
<p><strong>Melhor série comédia</strong><br />
Glee<br />
<span style="text-decoration: underline;">Modern Family</span><br />
30 Rock<br />
The Office<br />
Nurse Jackie<br />
Curb you Enthusiasm</p>
<p><em>Comentário</em>: E não é bom quando a melhor comédia do ano vence a categoria de melhor comédia do ano? Acho ótimo. De verdade. (Y)</p>
<p><strong>Melhor atriz comédia</strong><br />
Lea Michele, Glee.<br />
Tina Fey, 30 Rock.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Edie Falco, Nurse Jackie.</span><br />
Toni Collette, The United States of Tara.<br />
Amy Poehler, Parks and Recreation.<br />
Julia Louis Dreyfuss, New Adventures of Old Christine.</p>
<p><em>Comentário</em>: Tina Fey, Toni Collette e Julia Louis Dreyfuss (que mesmo participando da pior comédia indicada se sobressai graças ao talento que possui). Uma das categorias mais acirradas fez justiça a Edie Falco que, de tão boa, pelo mesmo papel merecia levar melhor atriz drama.</p>
<p><strong>Melhor ator comédia</strong><br />
Matthew Morrinson, Glee.<br />
Alec Baldwin, 30 Rock.<br />
Steve Carell, The Office.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Jim Parsons, The Big Bang Theory.</span><br />
Larry David, Curb your Enthusiasm.<br />
Tony Shalhoub, Monk.</p>
<p><em>Comentário</em>: Por mim, Steve Carrel ganharia todo ano. E tenho dito.</p>
<p><strong>Melhor atriz coadjuvante drama</strong><br />
Elisabeth Moss, como Peggy Olson em Mad Men<br />
Christina Hendricks, como Joan Harris em Mad Men<br />
<span style="text-decoration: underline;">Archie Panjabi, como Kalinda Sharma em The Good Wife</span><br />
Christine Baranski, como Diane Lockhart em The Good Wife<br />
Rose Byrne, como Ellen Parsons em Damages<br />
Sharon Gless, como Madeline Westen em Burn Notice</p>
<p><em>Comentário</em>: Julianna não levou mas Archie representou<em> The Good Wife</em>. Pessoalmente gostaria que Christina Hendricks vencesse&#8230; mas a vitória de &#8220;Kalinda&#8221; tá de bom tamanho. ;]</p>
<p><strong>Melhor ator coadjuvante drama</strong><br />
John Slattery, como Roger Sterling em Mad Men<br />
Martin Short, como Leonard Winstone em Damages<br />
Michael Emerson, em Ben Linus em Lost<br />
Terry O’Quinn, como John Locke em Lost<br />
<span style="text-decoration: underline;">Aaron Paul, como Jesse Pinkman em Breaking Bad</span><br />
Andre Braugher, como Owen em Men of a Certain Age</p>
<p><em>Comentário</em>: John Locke era foda? Era. Mas poxa&#8230; como ficar com raiva do talentoso Aaron Paul ter vencido?</p>
<p><strong>Melhor atriz coadjuvante comédia</strong><br />
Julie Bowen, como Claire Dunphy em Modern Family<br />
Sofia Vergara, como Gloria Delgado-Pritchett em Modern Family<br />
<span style="text-decoration: underline;">Jane Lynch, como Sue em Glee</span><br />
Jane Krakowski, como Jenna Maroney em 30 Rock<br />
Holland Taylor, como Evelyn Harper em Two and a Half Men<br />
Kristen Wiig de Saturday Night Live</p>
<p><em>Comentário</em>: Sofia Vergara, sua linda, eu torci por você. Mas vamos ser francos&#8230; O prêmio tinha MESMO que ir pra Jane Lynch. Quem sabe ano que vem?</p>
<p><strong>Melhor ator coadjuvante comédia</strong><br />
Ty Burrell, como Phil Dunphy em Modern Family<br />
Jesse Tyler Ferguson, como Mitchell em Modern Family<br />
<span style="text-decoration: underline;">Eric Stonestreet, como Cameron em Modern Family</span><br />
Chris Colfer, como Kurt Hummel em Glee<br />
Neil Patrick Harris, como Barney Stinson em How I Met your Mother<br />
Jon Cryer, como Alan Harper em Two and a Half Men</p>
<p><em>Comentário</em>: Uhul! Poderia ser melhor? Não, não poderia. Prêmio acertadíssimo.</p>
<p><strong>Melhor filme para TV</strong><br />
You don’t know Jack<br />
Moonshot<br />
Masterpiece Daybreak<br />
Georgia O’Keeffe<br />
<em>Temple Grandin</em><br />
The Special Relationship</p>
<p><em>Comentário</em>: Ainda não vi nenhum então quem sou eu pra opinar. MÃS&#8230; pqp, que feliz o filme da Claire Danes ter ganhado e mais feliz ainda ela, que é uma das melhores e mais subestimadas atrizes de sua geração, ter sido reconhecida com o prêmio de melhor atriz! (:</p>
<p>Como qualquer premiação que se preze, o Emmy desse ano dividiu opiniões e piririri. No fim, a vida continua, a noite acabou e vamos todos morrer mesmo. Tomara que não tão cedo, porque o ano que vem promete!</p>
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		<title>Music Monday: Hurts</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 15:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mah</dc:creator>
				<category><![CDATA[No Som]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Anderson]]></category>
		<category><![CDATA[Depeche Mode]]></category>
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		<description><![CDATA[Hurts é um duo de Manchester composto pelos ingleses Theo Hutchcraft e Adam Anderson, ex-membros da banda Bureau and Daggers. Ao contrário da cena atual que mistura um pop carregado de purpurina com referências dos anos 80 em suas canções Hurts parece realmente ter vindo do passado. Suas músicas tem uma atmosfera melancólica combinada a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3504" title="Hurts" src="http://www.miolao.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/hurts.jpg" alt="" width="600" height="362" /></p>
<p>Hurts é um duo de Manchester composto pelos ingleses Theo Hutchcraft e Adam Anderson, ex-membros da banda Bureau and Daggers. Ao contrário da cena atual que mistura um pop carregado de purpurina com referências dos anos 80 em suas canções Hurts parece realmente ter vindo do passado. Suas músicas tem uma atmosfera melancólica combinada a batidas sombrias cheias de sintetizadores, nos fazendo lembrar de bandas como Depeche Mode e Petshop Boys.</p>
<p>Eles foram &#8220;Banda do dia&#8221; no jornal inglês The Guardian em Julho do ano passado e ficaram na 4ª posição da enquete &#8220;Sounds Of 2010&#8243; da radio britânica BBC.<br />
<em></em></p>
<p><em>Better Than Love</em> foi o single de estréia do duo com um videoclipe que não escapou da proposta oitentista com roupas e cenário que lembram uma outra época.</p>
<p><a href="http://www.miolao.com/blog/nosom/music-monday-hurts/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p><em>Wonderful Life </em>é o atual single de Hurts e conta a história de um homem que está prestes a cometer suicídio mas é surpreendido por uma mulher, ambos se apaixonam a primeira vista. Uma música incrível que trabalha dois extremos, uma melodia triste com letra bem otimista.</p>
<p><a href="http://www.miolao.com/blog/nosom/music-monday-hurts/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Durante uma entrevista feita pela BBC o duo citou como é importante trabalhar os dois extremos, o yin e yang, o positivo e o negativo, e que quem fazer isso corretamente conseguirá um resultado interessante. Essa filosofia é visível na estética da capa de<em> Happiness</em>, álbum de lançamento de Hurts e em todas as músicas do álbum.<br />
<em></em></p>
<p><em>Happiness</em> chega oficialmente as lojas inglesas no próximo dia 6 de setembro mas já foi lançado na Alemanha/Suíça e Austria no dia 27 de agosto. <em>Silver Lining, Sunday</em> e <em>Illuminated</em> são outros destaques de <em>Happiness</em> além de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=4KjC-N_JxL8" target="_blank"><em>Devotion</em></a> que conta com a participação da cantora australiana Kylie Minogue. Álbum cotado para ser um dos melhores de 2010 e é essencial para a sua jukebox digital.</p>
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