No dia 08 de novembro, domingo passado, Evanescence foi uma das bandas a tocar no Maquinária Festival 2009, em São Paulo. E, por muita sorte, eu estava lá e pude conferir uma banda que já foi uma das minhas favoritas no passado.
Para ser sincero não estava com muitas expectativas, já tinha visto a banda ao vivo uma vez, e achei a apresentação um tanto normal, fora as mudanças na formação da banda, praticamente todos sairam, restando só a Amy, e isso me preocupou bastante. Mas acho que eu estava enganado.

A abertura feita pelo novo baterista da banda foi incrivel! Logo em seguida veio um dos primeiros sucessos da banda ‘Going Under’. A galera da pista vibrava! Somente no show do Evanescence o festival teve cerca de 15.000 pessoas assistindo. Dava para perceber que a voz da Amy Lee estava afinada e diferente, seu figurino, bem colorido, fugindo um pouco do dark que eu estava acostumado e também um novo corte de cabelo, bem curto!
Going Under
Na segunda música, Weight Of The World, Amy errou a letra, mas isso foi apenas um detalhe e o público continuou cantando junto. Fazia 2 anos que a banda não se apresentava ao vivo, e esse foi um dos únicos shows que eles fizeram depois de tanto tempo parados. Era visível a empolgação da Amy, o nervosismo e a felicidade por estar de volta aos palcos, ainda mais para um público caloroso que é o público brasileiro.
Weight Of The World
O show prosseguiu com The Only One. Pela sonoridade é possível perceber que a banda está mais adulta, as guitarras mais pesadas juntamente com uma bateria eletrônica que deu um novo toque nas músicas.
The Only One
Amy acrescentou no setlist a música Cloud Nine, do The Open Door. A música é incrível ao vivo e foi a primeira vez que pude presenciar (no show de 2007 essa música não estava no setlist da tour).
Depois de tanto esperar, uma das minhas músicas preferidas, Haunted! Exatamente nessa música minha voz desapareceu! Assim que a música terminou, colocaram o piano da Amy no palco, e dava pra sentir que seria a sequência de baladas do Evanescence.
Iniciando com Missing, que também foi a primeira vez que presenciei ao vivo. O que mais me impressionou é que a música não estava tão depressiva como antes, talvez porque a Amy cantou ela num ritmo um pouco diferente do convencional, transformando numa música nova. Foi incrível! Em sequência veio Lithium, Good Enough e o grande clássico da banda, presente em vários EPs, e também outra das minhas músicas preferidas, Whisper. A pista inteira cantando junto, parecia um coral. Depois Call Me When You’re Sober, a linda Imaginary, e o hit Bring Me To Life, que dessa vez estava sem o vocal masculino na música.
Bring Me To Life
Em seguida All That I’m Living For, Taking Over Me também renovada e um pouco mais pesada, e Lacrymosa. A última baladinha da noite foi My Immortal. Percebi que a música continua derrubando lágrimas de vários fãs! E para finalizar o show, Your Star, que ela colocou ‘Brazil’ no lugar de Lisbon “…The mechanical lights of Brazil frightened it away…”, fofa não?
Num resumo geral foi incrível, a Amy estava muito comunicativa, não teve estrelismo nenhum, e mesmo com vários problemas técnicos no palco e letras esquecidas não deixou de entrar na lista dos melhores shows que eu fui. Quem estava lá com certeza concorda comigo. Não paguei pelo ingresso, tive muita sorte de ganhá-lo, mas não me arrependeria de ter pago.
















Ainda bem que o Mah tava representando a equipe lá hein!!
Como dito abaixo, a Amy manda bem em mudar as músicas. Para mim, que só as conhecia através da versão do rádio, ficaram bem legais.
Boa matéria Mário.
Gostei do post.
Fazia tempo que não ouvia falar de Evanescence.
Confesso que não sou tão fã da banda, e muito menos pretendia ir ao show, mas de última hora, um amigo me convidou e ganhei um ingresso, fui no show e curti MUITO, incrível como eu ainda sabia cantar algumas músicas.O show foi incível mesmo, e tava meio vazio sim, e nem por isso foi ruim, aliás, foi melhor, porque não teve empurra empurra =)
Meu Deus, com toda certeza ela está muito mais madura, não só musicalmente como pessoalmente. O novo visual dela demonstra muito a mulher em que a Amy se tornou.
Mais do que nunca ela é merecedora da minha admiração, até porque ela consegue modificar as musicas fazendo com que elas fiquem ainda melhores. Eu que só ouvi o show pelo celular, já pude sentir um pouco da emoção, que nao chega nem perto do que eu sentiria se estivesse lá.
E Amy, qto a voltar na próxima Turnê, nem precisamos responder que SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM neh.!
Boa matéria Mario!
(respondendo)
Caro Boy Beto,
Caso não tenha percebido, o texto focou mais nas impressões pessoais do autor do que no lado crítico da coisa. E, mesmo se fosse uma crítica em tom jornalístico, seria válida visto que em qualquer texto há a intencionalidade do autor… mas nem vou entrar neste quesito, pois suponho que você deve conhecer muito bem gêneros e recursos linguísticos, certo? Relativo as fontes, já que você as preza tanto, as informações foram retiradas do site oficial do Festival, na dúvida, dê uma checada… Aliás, é uma boa dica jornalística para voce; sempre pesquise mais de uma fonte. Quanto ao fato de citarmos-as ou não, vale dizer que como só se tratava de números e todo conteúdo foi gerado por nós, excetuando os vídeos, não achamos necessário incluí-las neste caso. No mais, obrigado pelo comentário! Ahhhh! E por curiosidade, caso tenha ido ao show, por gentileza expresse-se também… quero saber se na sua opinião estava cheio ou não… (: thanks, again.
Atenciosamente,
Equipe MIOLÃO/