MIOLÃO • 2000
 

All posts tagged 2000

Os Melhores Discos de 2011

discosdoano

Ah… Se vocês soubessem como foi difícil escolher os álbuns mais queridinhos do ano!

Interessante. Assim eu definiria com uma palavra o ano de 2011 na música. Um período em que tivemos grandes lançamentos aguardados, muitas expectativas excedidas, algumas decepções e, acima de tudo, maravilhosas surpresas.

É claro que a maioria dos discos foi unanimidade e você vai encontrar nos Tops de outros sites, mas tem exclusividade do Miolão (GO, MIOLÃO TEAM!) que foge do mais do mesmo como ninguém! Ha!

Continue lendo →

Top 5: Filmes que se passam em hospícios

Top 5: Filmes que se passam em hospícios

Hospícios, asilos, hospitais psiquiátricos ou qualquer que seja o nome de sua preferência, para designar instituições com a finalidade de isolar pessoas com uma determinada doença mental, sempre se fizeram presentes no cinema. Os retratos que se tem desses locais são os mais variados possíveis: desde clínicas que tratam humanitariamente seus pacientes, visando a cura por meio de medicação adequada e terapia; até aquelas que fazem uso de métodos que, além de ultrapassados, podem vir a deixar seqüelas nos doentes.

Ao longo dos anos, diversas produções cinematrográficas procuraram mostrar o dia-a-dia de tais instituições.

As personagens que aparecem em longas do tipo, por sua vez, também são bastante diversas. Temos adolescentes depressivos que se internam voluntariamente, escritores subversivos isolados da sociedade devido ao conteúdo de suas obras, jovens delinquentes que para escaparem da cadeia acabam por fingir uma doença mental, pessoas que acreditam ter sido enviadas de outro planeta…

Continue lendo →

Trilha de Cinema: Tiny Dancer, Elton John

Se me pedissem um Top 10 das músicas que mais marcaram cenas do cinema na minha cabeça, Tiny Dancer estaria pelo menos entre as cinco primeiras.

Quase Famosos (Almost Famous, 2000) é um daqueles filmes redondinhos, sabe? Aquele filme sem poréns. Roteiro, direção, atuações, um casamento perfeito. Mas nada se compara à afinação dos caras responsáveis pela escolha dessa trilha sonora. Simon & Garfunkel, David Bowie, The Who, Led Zeppelin… Elton John. Só gente de primeira embalando a história do garoto de 15 anos que banca o jornalista e acaba acompanhando sua banda favorita numa turnê. E quem não gostaria de fazer isso um dia?

Numa época meio apagada do cinema quando falamos em obras do gênero, o filme se destacou tanto que carrega um Oscar de Melhor Roteiro nas costas, além de mais três indicações, incluindo Melhor Atriz Coadjuvante para Kate Hudson. Eu, particularmente, tenho paixão por esse filme. É um dos primeiros na minha listinha de recomendações. Sempre.

A tal cena marcante, que nunca deixa de me arrepiar quando vejo, é bem simples.

Continue lendo →

Top 5: Clipes dirigidos por diretores de cinema

Madonna-Vogue

O flerte entre cinema e videoclipe sempre existiu.

Já comentamos aqui de atores que toparam participar de vídeos, clipes que usaram técnicas de cinema em suas imagens, filmetes que se inspiraram em filmes e até sobre filmes que absorveram a linguagem videoclipitica em suas estruturas.

O que nunca comentamos a fundo é que vez ou outra alguns dos grandes realizadores de cinema contemporâneos já comandaram alguns clipes bem interessantes. Alguns deles, inclusive, emergiram desse cenário e só chegaram a tela grande anos mais tarde.

O Top 5 de hoje vai mostrar isso. Preparados?

Continue lendo →

Cover: Sweetest Thing, No Doubt

Confesso: tenho uma certa birra com o U2.

Embora a banda tenha bons discos e uma porção de ótimas músicas, eles nunca me agradaram totalmente. E a coisa piorou com o lançamento de How to Dismantle an Atomic Bomb, em 2004, quando eles acreditaram na ladainha da imprensa e passaram a ostentar o título de “maior (e melhor) banda do mundo”. A arrogância presente nas entrevistas e a quase-obrigação que a midia impôs para que nós gostassemos deles – como não curtir uma banda que faz, de fato, algo pelos outros? – me afastaram quase que de vez de seu respertório.

Ao contrário de minha conturbada relação com o U2 (haha!), sempre gostei do No Doubt. Com eles o relacionamento sempre fluiu bem: nunca houve cobranças, ciúmes ou intriga. Eles eram a namorada perfeita. O som, empolgante e diferente, combinado com as letras consistentes e super sinceras, foi o que me atraiu a princípio. Com o tempo, percebi que além da música eu também admirava aquelas pessoas que passaram por tanta coisa juntos e que mesmo assim permaneceram unidas. Quando dei por mim já estava apaixonado.

E foi assim, apaixonado, que ouvi a versão do No Doubt para Sweetest Thing, uma das músicas mais bonitas do repertório do U2.

Continue lendo →

Cover: American Pie, Madonna

Não é segredo pra ninguém que nós, do Miolão, amamos a Madonna. E no aniversário de 53 anos da cantora preparamos alguns posts que fazem referência – e revêrencia – a eterna Rainha do Pop (é, haters, ainda não teve ninguém pra tirar esse título).

Para começar a série de homenagens, temos o cover de American Pie. A música, que em sua versão original era um folk rock de nove minutos, foi gravada em 1971 pelo cantor Don McLean, seguindo à risca a tradição dos compositores norte-americanos ao contar em forma de crônica uma história pra lá de bucólica e bonita. Em versos que evocavam um sentimento de nostalgia e que soavam ora tristes ora ingênuos (do you believe in rock’n'roll?), Don destilava suas ideas com orgulho e paixão. O sucesso comercial foi imediato: American Pie atingiu o topo do Hot 100 da Billboard e lá ficou por duas semanas.

Continue lendo →

Top 5: Filmes sobre drogas

Prozac Nation

Acho que assistir Eu, Christiane F., 13 anos, Drogada e Prostituída e O Diário de Um Adolescente quando eu tinha 5 ou 6 anos de idade não foram decisões muito acertadas de minha parte. Lembro até hoje das cenas, muitas vezes extremas, de ambos os filmes. Acho que cresci meio traumatizado e curiosamente interessado sobre o assunto, não sei.

Talvez a decadência moral e fisíca representada nas películas funcionassem como um antídoto da curiosidade infanto-juvenil. Talvez eu quisesse assisti-los por acreditar que as situações mostradas possibilitassem boas produções, do ponto de vista técnico, e momentos inspirados de seus atores – devo acrescentar aí na minha lista dos filmes que vi quando criança Pulp Fiction – Tempo de Violência.

Continue lendo →

 

Features Stats Integration Plugin developed by YD

UA-11237259