MIOLÃO • 2006
 

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Os filmes mais esperados de 2012 – Parte 1

filmesmaisesperados

É, gente, não tem jeito: o ano, definitivamente, começou.

Os ônibus e metrôs já estão lotados, daqui a pouco as férias escolares acabam e a rotina e a peleja diária recomeçarão a todo o vapor. Não sei quanto à vocês, mas só de pensar nessas coisas eu já fico cansada.

Ainda bem que há no meio disso tudo coisas boas, como as risadas, os amigos, os encontros, as músicas e também os filmes! E olha, meus amigos, nesse último quesito o ano promete! Separamos alguns títulos que serão lançados até dezembro e que, de certo, deixarão todos afoitos e animados.

Veja abaixo 11 (excelentes) razões que nos fazem acreditar que este ano será memorável.

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Top 5: Feel good movies

Quem Quer Ser Um Milionário?

Chega a ser engraçado perceber o efeito que alguns filmes causam na gente.

Há os dramas pesados que nos puxam para baixo e fazem com que soframos juntos com personagens que sabemos que não são reais; há os suspenses que nos pilham tanto que a gente fica com dor no pescoço de tão tenso; há os romances que nos fazem sorrir quando os casais se beijam no final; há os títulos de horror que aceleram nosso coração e há também um tipo de filme bastante específico que eleva nosso espírito a uma condição de leveza e bom humor.

Alguns deles são tão bem realizados que conseguem a façanha de “colar” na gente suas boas intenções, fazendo com que a gente acredite, em alguns casos por dias inteiros, que a vida pode ser maravilhosa.

E é assim, falando sobre esse tipo de produção que desperta nossa empatia e, porque não dizer, felicidade, que apresentamos nosso primeiro Top 5 do ano.

Preparados?

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3 Momentos: Anne Hathaway

É difícil não gostar de Anne Hathaway.

A presença da moça é daquelas que, em cena, te fazem quase sempre querer sorrir. Não dá pra saber bem o porque, mas a gente arrisca: pode ser por causa daqueles olhos gigantes e expressivos que ela tem, que parecem transmitir alguma coisa; pode ser porque Anne é uma fofa mesmo quando parece não querer, e tem um charme desajeitado mesmo fora das telas; pode ser pelo seu grande carisma, que faz a gente acreditar em tudo que encena ou, sei lá – simplesmente torcer por ela.

Ou pode ser por tudo isso junto e mais um fator que a gente adora: o fato de que a moça, inclinada a ser “namoradinha de Hollywood”, foge da apatia que o título emana, não se levando a sério demais e possuindo uma carreira que traz diversos bons momentos que merecem destaque.

E é assim que o Miolão inicia sua homenagem a Anne Hathaway em nosso 3 Momentos de hoje.

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Top 5: Personagens do cinema que marcaram seus interpretes

Daniel Radcliffe em Harry Potter e as Relíquias da Morte

Toda vez que vejo algum programa de entrevista com atores rola aquela pergunta super clichê – quando a pessoa é interprete de um vilão então, vixi!, a questão parece torna-se obrigatória -: “você já foi confundido na rua com seu personagem?”. E aí a gente ouve aquela resposta (tão manjada quanto à pergunta): “ah, sempre acontece. Outro dia fui a um supermercado e uma velhinha disse ‘nome-do-personagem, você não pode ser tão má assim!” e blá blá blá. A coisa toda é tão forçada que são raras as vezes em que a história parece sincera.

Mas, pensando nisso, cheguei a conclusão de que talvez o problema seja eu, por ser desconfiado demais. Quero dizer, quantas vezes não ouvi amigos meus falarem “aquele filme, sabe? Com a Amélie Poulain”? Até eu já me peguei trocando ator por nome de personagem, veja só. Algumas vezes para fazer graça, outras porque o tal personagem era tão forte e emblemático que era meio que inevitável chamá-lo pelo nome ficcional.

Pensando nisso, decidi elaborar uma lista com atores que ficaram marcados por um papel a ponto de a gente substituir o nome deles pelo do próprio personagem ou filme. Que fique claro que não reduzo a carreira deles a um único personagem e que nem os acho ruins (para falar a verdade, todos que compõem a lista são ótimos atores). Bora lá?

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Top 5: Atrizes que cantam

zooeytopo

Não sei quanto a vocês, mas quando alguém me fala que tal cantora decidiu fazer um filme (argh!) eu já fico com preguiça… Mas quando a situação é inversa – quando uma atriz decide cantar -, me interesso de pronto, visto que na maioria das vezes saem coisas, no mínimo, curiosas.

Que fique claro que eu não estou falando de J.Lo., Miley Cyrus, Xuxa ou coisas desse naipe. O objetivo da lista é apontar atrizes que cantam – e que cantam bem, obrigado.  Previno-os também que nesse Top 5 não haverá destaque para Judy Garland, Barbra Streisand ou Marilyn Monroe,  uma vez que suponho que todos sabem o quanto elas foram fantásticas, certo?

Então, dito isso, só me resta perguntar: preparados?

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3 Momentos: Mika

Existe aquela história de que música pop é descartável. Que não pode ser levada a sério. Que é passageira. Que não dura mais do que um verão.

Discordo.

Lembro de quando conheci o Mika, lá em 2006. Viciei de imediato. Era fácil demais gostar dele. O cara sabia cantar, não tinha vergonha de ser ele mesmo e – o melhor de tudo – fazia música boa. Grace Kelly, seu primeiro e sensacional single (a gente não conta Relax, Take It Easy, conta?),era bem humorado e divertido – sem ser nenhum pouco banal. A canção, que funcionava como uma resposta as recusas das gravadoras que impunham que ele fizesse coisas “mais comerciais” para conseguir um contrato, era uma crítica fresca, irônica, simples que mostrava que ele seria (e faria) o que quisesse.

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Top 5: Filmes sobre drogas

Prozac Nation

Acho que assistir Eu, Christiane F., 13 anos, Drogada e Prostituída e O Diário de Um Adolescente quando eu tinha 5 ou 6 anos de idade não foram decisões muito acertadas de minha parte. Lembro até hoje das cenas, muitas vezes extremas, de ambos os filmes. Acho que cresci meio traumatizado e curiosamente interessado sobre o assunto, não sei.

Talvez a decadência moral e fisíca representada nas películas funcionassem como um antídoto da curiosidade infanto-juvenil. Talvez eu quisesse assisti-los por acreditar que as situações mostradas possibilitassem boas produções, do ponto de vista técnico, e momentos inspirados de seus atores – devo acrescentar aí na minha lista dos filmes que vi quando criança Pulp Fiction – Tempo de Violência.

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