MIOLÃO • 2008
 

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Rachael Yamagata – Chesapeake

Em seu terceiro álbum, Chesapeake, Rachael Yamagata explora contornos de felicidade e otimismo – por mais estranha que essa frase soe para quem conhece o trabalho da moça. Se você pertence a esse grupo e ao ler isso um ponto de interrogação se formou em sua cabeça, eu explico: não significa que para esse disco ela abandonou por completo a aspereza e melancolia ostentada em momentos anteriores ou mesmo as baladas marcadas por piano. Elas ainda estão lá. Porém, Chesapeake parece permeado por positividade.

Quando se pára para pensar nos álbuns anteriores de Rachael, notamos que não é como se ela nunca tivesse demonstrado seu otimismo. Um exemplo claro disso é a fofa 1963, de Happenstance (2004), que no meio de tantas canções tristes, surge como um momento de alívio e esperança. Então, de certa forma, a luz sempre esteve ali, expressa em pequenos detalhes. Nós é que não prestamos a devida atenção. E é exatamente daí que vem o susto quando começamos a audição de seu novo trabalho.

Segundo essa entrevista aqui, a vontade de explorar esse lado mais ensolarado de sua personalidade estava ali há um bom tempo. Rachael disse que a natureza de suas canções do passado fez com que ela acabasse parecendo algo que não é e que os temas que explorou em seus dois primeiros álbuns – amargura, corações partidos e outras coisas que podem fazer um relacionamento, terminado ou não, doer tanto – não são exatamente partes de sua vida, apenas temas que a fascinavam. Então, ela escrevia sobre eles para tentar compreender e porque considerava que o tipo de melodia que gostava de produzir acomodaria melhor letras tristes. Porém, quando estava compondo as canções que integrariam Chesapeake , ela disse ter encontrado uma maneira de escrever músicas sobre temas menos sombrios, com melodias menos melancólicas e ainda soar como ela mesma e, então, resolveu se arriscar.

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Os filmes mais esperados de 2012 – Parte 1

filmesmaisesperados

É, gente, não tem jeito: o ano, definitivamente, começou.

Os ônibus e metrôs já estão lotados, daqui a pouco as férias escolares acabam e a rotina e a peleja diária recomeçarão a todo o vapor. Não sei quanto à vocês, mas só de pensar nessas coisas eu já fico cansada.

Ainda bem que há no meio disso tudo coisas boas, como as risadas, os amigos, os encontros, as músicas e também os filmes! E olha, meus amigos, nesse último quesito o ano promete! Separamos alguns títulos que serão lançados até dezembro e que, de certo, deixarão todos afoitos e animados.

Veja abaixo 11 (excelentes) razões que nos fazem acreditar que este ano será memorável.

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Os Discos Mais Esperados de 2012 – Parte 1

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Faltam exatamente 361 dias para 2012 terminar.

Ele, que pode ser considerado um neném, nasceu há apenas cinco dias e – pelo menos pra mim – ainda não mostrou muito a que veio. Mas há tempo para isso. E se depender da promessa de alguns artistas, 2012 vai ser maravilhoso. Aliás, eu diria que 2012 tem altas chances de ser lembrado como “o ano em que houve uma porrada de lançamentos legais de gente mais legal ainda”.

Acha exagero? Listamos abaixo alguns disquinhos que serão lançados nos próximos meses. Te desafio a dar uma olhada e dizer se a gente tem ou não tem bons motivos para crer que o ano será, musicalmente falando, maravilhoso.

Vai vendo!

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Top 5: Feel good movies

Quem Quer Ser Um Milionário?

Chega a ser engraçado perceber o efeito que alguns filmes causam na gente.

Há os dramas pesados que nos puxam para baixo e fazem com que soframos juntos com personagens que sabemos que não são reais; há os suspenses que nos pilham tanto que a gente fica com dor no pescoço de tão tenso; há os romances que nos fazem sorrir quando os casais se beijam no final; há os títulos de horror que aceleram nosso coração e há também um tipo de filme bastante específico que eleva nosso espírito a uma condição de leveza e bom humor.

Alguns deles são tão bem realizados que conseguem a façanha de “colar” na gente suas boas intenções, fazendo com que a gente acredite, em alguns casos por dias inteiros, que a vida pode ser maravilhosa.

E é assim, falando sobre esse tipo de produção que desperta nossa empatia e, porque não dizer, felicidade, que apresentamos nosso primeiro Top 5 do ano.

Preparados?

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Os Melhores Discos de 2011

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Ah… Se vocês soubessem como foi difícil escolher os álbuns mais queridinhos do ano!

Interessante. Assim eu definiria com uma palavra o ano de 2011 na música. Um período em que tivemos grandes lançamentos aguardados, muitas expectativas excedidas, algumas decepções e, acima de tudo, maravilhosas surpresas.

É claro que a maioria dos discos foi unanimidade e você vai encontrar nos Tops de outros sites, mas tem exclusividade do Miolão (GO, MIOLÃO TEAM!) que foge do mais do mesmo como ninguém! Ha!

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3 Momentos: Anne Hathaway

É difícil não gostar de Anne Hathaway.

A presença da moça é daquelas que, em cena, te fazem quase sempre querer sorrir. Não dá pra saber bem o porque, mas a gente arrisca: pode ser por causa daqueles olhos gigantes e expressivos que ela tem, que parecem transmitir alguma coisa; pode ser porque Anne é uma fofa mesmo quando parece não querer, e tem um charme desajeitado mesmo fora das telas; pode ser pelo seu grande carisma, que faz a gente acreditar em tudo que encena ou, sei lá – simplesmente torcer por ela.

Ou pode ser por tudo isso junto e mais um fator que a gente adora: o fato de que a moça, inclinada a ser “namoradinha de Hollywood”, foge da apatia que o título emana, não se levando a sério demais e possuindo uma carreira que traz diversos bons momentos que merecem destaque.

E é assim que o Miolão inicia sua homenagem a Anne Hathaway em nosso 3 Momentos de hoje.

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Cover: Shelter, Birdy

No próximo dia 7 de novembro chegará as lojas britânicas o primeiro álbum de Jasmine Van den Bogaerde, a Birdy.

Filha de uma pianista com um músico profissional, a garota, que tem apenas 15 anos, sempre demonstrou aptidão para as artes. Em 2008, quando tinha apenas 12 anos, venceu o primeiro Open Mic do Reino Unido (um concurso de vocalistas), ficando à frente de aproximadamente centenas de concorrentes.

Longe de se interessar por “popices”, Birdy canta, quase sempre acompanhada apenas de seu piano, músicas que vão de Phoenix a Bon Iver. A canção escolhida para ilustrar o post de hoje é Shelter, de The XX.

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