Tubarão. ET – O Extraterrestre. A Cor Púrpura. Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros. A Lista de Schindler. Minority Report – A Nova Lei. O Resgate do Soldado Ryan.
Steven Spielberg pode se orgulhar. Em quatro décadas dedicadas a direção de longas metragens, o cineasta comandou alguns dos maiores clássicos de toda a história do cinema e conseguiu atrair milhões de pessoas para verem seus títulos. Alternando títulos mais leves (como Prenda-Me Se For Capaz) com outros mais densos (como em Munique), o realizador construiu uma carreira sólida na indústria e mostrou versatilidade para contar boas histórias.
Boas histórias. Parece que é só isso que importa a Spielberg. E é exatamente isso que ele nos oferece em seu Cavalo de Guerra (War Horse, 2011). Uma boa história.
Pensando bem, Cavalo de Guerra oferece muito mais do que isso. Ele oferece, no mínimo, umas seis ou sete histórias diferentes, uma trilha sonora deslumbrante (parabéns, John Williams!), uma fotografia que arranca suspiros, atuações competentes (onde até os cavalos são expressivos!), uma direção de arte bastante funcional e uma direção formidável, que ordena os elementos sem cometer excessos.
















