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Cover: Je l’aime à mourir, Shakira

Não é raro ver Shakira homenageando artistas e bandas que adora em suas performances ao vivo: a colombiana já coverizou faixas de The xx, Metallica, AC/DC, entre outras várias, que ficaram ótimas com sua voz e interpretação inconfundível. Se nem superam as originais, essa característica são o suficiente para dar-lhes bons créditos – e ficar disposto a ouvir as demais releituras da moça.

Excursionando com a turnê “The Sun Comes Out” – que divulga o recente álbum, “Sale El Sol” – Shakira parou a alguns dias em Paris e surpreendeu com uma versão de Je L’Aime a Mourir, do cantor folk francês Francis Cabrel.

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The Hard Times of RJ Berger

No último dia 30 de maio foi ao ar, na MTV gringa, o último episódio da segunda temporada de The Hard Times Of RJ Berger.

Mais polêmico que mamilos, o programa conta a história de RJ Berger (cê jura?), um garoto meio nerd que tenta sobreviver aos tumultuados anos do colegial. Frequentemente perseguido por Max Owens (Jayson Blair), o valentão da escola, RJ divide seu tempo entre ouvir as besteiras de Miles Jenner (um hilário Jared Dauplaise), seu melhor (e único) amigo; escapar dos assédios super sexuais de Lily (Kara Taitz) e sonhar com Jenny Swanson (Amber Lancaster), seu sonho de consumo que, por um infortúnio do destino, é namorada de Max.

“- Tá, Thiago, entendi. É mais uma série adolescente que vive cheia de estereótipos e se passa em um colégio… cadê a polêmica?” Continue lendo →

Percy Jackson & the Olympians: The Lightning Thief

Se reunirmos tudo que vem sendo dito sobre Percy Jackson e o Ladrão de Raios chegaremos em 3 pontos principais:

1. Ele é o novo Harry Potter.
2. Não há nenhum respeito pelas figuras mitológicas retratadas.
3. O filme não engrena: não emociona, não empolga.

O mais absurdo nisso é que por mais que repitam tudo isso, é tudo mentira.

Primeiro porque essa coisa de comparação rasa com Harry Potter é coisa de crítico preguiçoso. Só porque o filme é baseado num livro infanto-juvenil de sucesso e lida com um universo fantástico não quer dizer que haja uma ligação, porque se assim fosse, Preciosa seria a mesma coisa que Amor Sem Escalas, já que os dois são baseados em livrinhos “dramáticos”.

Segundo que Percy Jackson não tem porque ter compromisso com o classicismo grego, já que seu enredo não é baseado na Odisséia ou nas histórias clássicas e sim no livro Percy Jackson e os Olimpianos, de Rick Riordan. Não li o livro, mas através de uma breve pesquisa pude constatar que o grande diferencial da série é justamente mesclar o mundo contemporâneo com a mitologia clássica. E partindo dessa premissa, Percy Jackson e o Ladrão de Raios faz isso com louvor.

Por último, mas não menos importante, o filme engrena sim e logo nos primeiros minutos. O grande responsável por isso é Chris Columbus, diretor do longa. Chris que tem em seu gene a mesma qualidade que fez de Steven Spilberg uma lenda prova mais uma vez seu talento para contar histórias. Pegue por exemplo seus trabalhos como roteirista nos anos 80 (Os Goonies, Gremlins e Uma Noite de Aventura) ou seus divertidos e despretensiosos filmes dos anos 90 (Esqueceram de Mim, Uma Babá Quase Perfeita e Lado a Lado) e confira que os protagonistas valentes e aventuras cheia de ritmo são marcas constantes em seus trabalhos. E com Percy Jackson não é diferente.

Sem perder tempo com explicações e blá blá blá, somos apresentados a Percy Jackson, um garoto desajustado e dislexo que vive com a mãe (interpretada pela sempre ótima Catherine Keener) e seu odioso padrasto. Logo descobrimos – junto com Percy – que ele na verdade é um semideus, filho de Poseidon e está no meio de uma batalha que envolve muitos interesses: o Raio de Zeus (a mais poderosa arma já criada) foi roubado e Percy é o principal suspeito.

Acompanhado de seu melhor amigo e protetor Groover (Brandon T. Jackson) e Annabeth Chase (Alexandra Daddario), filha de Atena, Percy parte em uma missão que tem como objetivo ir a Terra dos Mortos e resgatar sua mãe rapitada por Hades, ao mesmo tempo em que deve encontrar o Raio. No meio do caminho sobram referências pop e participações deliciosas, como a de Uma Thruman – quanto menos você souber é melhor, acredite -, Pierce Brosnan, Rosario Dawson e o super divertido Steve Coogan. A trilha sonora acompanha o filme de maneira óbvia mas funcional. É admirável como eles conseguiram colar AC/DC, Lady GaGa e Ke$ha de um jeito tão bem humorado.

É claro que Percy Jackson tem defeitos -e não são poucos-, mas a soma geral é tão positiva que eles se tornam quase nulos. Quase. Porque é bem que é complicado conceber que Percy tenha superado a morte de sua mãe tão rapidamente quando ele achou que ela tinha falecido- isso não é spoiler, eu juro! – ou que todos os pontos que eles precisou ir em sua jornada- inclusive a Terra dos Mortos e o Olimpo- ficassem nos EUA. Mas como eu disse, no geral o saldo é positivo.

Os 121 minutos do filme passam rápido e ele diverte. Os bons efeitos especiais não soam exagerados, o roteiro, embora falho, funciona e as personagens principais são carismáticas e divertidas. Destaque especial para Logan Lerman como Percy Jackson e Rosario Dawson como Perséfone, totalmente à vontade no papel.

Se quiser um conselho, assista o filme tendo em mente o que ele realmente é: um passatempo divertido e ritmado, como os bons filmes da Sessão da Tarde. Aliás se quer um conselho mesmo, assista o filme sem nada em mente: assim a experiência vai ser boa (mesmo que você a esqueça 15 minutos depois).

Percy Jackson & the Olympians: The Lightning Thief, Chris Columbus, 2010.

Percy Jackson e O Ladrão de Raios. Com: Logan Lerman, Rosario Dawson, Brandon T. Jackson, Alexandra Daddario, Jake Abel, Sean Bean, Pierce Brosnan, Steve Coogan,Catherine Keener, Uma Thruman, Joe Pantoliano e Kevin McKidd.

AC/DC – O Relato de uma Desmiolada

O Miolão tem como objetivo reunir e trocar experiências culturais interagindo com seus leitores e amigos.

Pois é! Nossa cara amiga, e agora leitora (Desmiolada), Thieli Marques (@swtchrrp) com cara e coragem, topou descrever sua incrível experiência de assistir ao show do AC/DC.
Com o help de sua amiga Andrea (@drusnake) e seu amigo Ralph (@rdio), ela nos conta a seguir, o relato do que foi com certeza, uma das maiores (se não a maior) experiências de sua vida.
Confiram e, caso queiram participar, e-mail-nos!

Popozão de Angus é puro Rock'n roll!

Popozão de Angus é puro Rock'n roll!

Escrito por Thieli (@swtchrrp):

Foi-me designada à árdua tarefa de falar do show do AC/DC em São Paulo, dia 27. Não sou jornalista, e redação só fiz em entrevista, então prometi pra Sanny tentar. Tentei achar a tal matéria do jornal que vi que os caras viriam pro Brasil, pra fazer uma coisa mais “dear diary”, mas não rolou…

Fato é que o Orkut é discriminado, mas sim, ele é util. (Algumas) Pessoas inteligentes, com (algumas) idéias a trocar se reúnem nas comunidades, e até que sai alguma coisa, e foi lá que a @drusnake viu a novidade e correu pra me contar. Uma das maiores bandas de rock tocariam em São Paulo e nós estávamos certos que não perderíamos por nada nesse mundo. Passado o estresse da compra do ingresso (que quase não aconteceu, porque o site e as linhas da ticket congestionaram, as filas ficaram enormes e tudo esgotou muito rápido) o dito cujo estava na mão, e dois meses de espera se passaram.

Chegada a tal sexta feira seguimos para o Morumbi, com nada mais que máquina fotográfica e RG no bolso preparados para enfrentar a fila rainha de todas as filas, a chuva e toda a loucura, o que não aconteceu. Nosso portão estava tranqüilo, entramos numa boa, compramos uma cerveja e esperamos. Esperamos e esperamos, até que vimos uma movimentação no palco e era nada mais, nada menos que Nasi, o Wolverine Gordo Valadão e Andreas (e seu ventilador) Kisser. Sempre tem um pra mandar um “TOCA RAUL” e os caras tocaram. Duas por falta de uma… Mandaram muito bem na “Should I Stay or Should I Go” que levantou a galera, e meia hora depois estávamos de novo ouvindo música de CD, como “Iron Man”, “November Rain” e “Smells Like Teen Spirit”, esperando Angus e companhia fazerem valer os 300 reais do ingresso.

angus

Daí pra frente, não dá pra descrever com muitas palavras, é suficiente dizer que os velhos mandam demais. A galera enlouquecia com cada música e Brian estava em muito boa forma, obrigada, e o conjunto de tudo deu uma noite inesquecível, daquela de contar pros amigos dos filhos e fazer inveja. No palco uma locomotiva de seis toneladas com as inscrições “666″ na frente e “AC/DC” na traseira, e com um maquinista demoníaco no comando, o sino é claro, e a Rosie apareceu também. Mandaram as clássicas, como “Thunderstruck”, “Hell Isn’t A Bad Place To Be” e “Back In Black”. As do cd novo como “Big Jack” e “Rock’n Roll train” também foram pontos altos. Além dessas, rolou “Shoot to Thrill”, a nova “War Machine” e “Dog Eat Dog”. O público foi definitivamente ao delírio – e assim permaneceria até o fim – com “You Shook Me All Night Long”, “T.N.T.”, “Whole Lotta Rosie” e “Let There Be Rock que encerrou a primeira parte, e enquanto o resto da banda tomava fôlego, Angus Young solou no meio da pista, num palco elevado, por uns 15 minutos, (já sem roupa… só de shorts e por baixo a cueca com AC DC estampado atrás, que ele fez questão de mostrar) com direito a chuva de papel picado e fumaça. Angus descansou um pouco e rolou bis de “Highway to Hell”.
Algumas meninas da pista apareceram no telão, mas não pagaram peitinho (oportunidade que EU não deixaria passar jamais). Sem falar o detalhe dos chifrinhos, que todo mundo comprou, e fazia a arquibancada piscar vermelho. Lindo demais. Toda aquela gente junta, cantando a mesma letra, fazendo Air Guitar, balançando a cabeleira, sem se importar com a chuva que atrapalhou um pouco algumas vezes, e desejando que aquelas duas horas durassem muito mais do que 120 minutos.

Os caras encerraram com “For Those About to Rock (We Salute You)”, e rolou até tiros de canhões e fogos. Inexplicável e inesquecível. A ressaca do show dura até hoje… ressaca de AC/DC! Sensação de que passou muito rápido e que não rola duas vezes na vida.

Miolão superagradece: Thieli, Andrea e Ralph
Miolão superagradece: Thieli, Andrea e Ralph

Muito obrigada meninos, esperamos que nos próximos vocês também sintam-se à vontade em serem nossos correspondentes! (Metallica? Quem sabe…rs)

#Followfriday: @swtchrrp ; @drusnake; @rdio

Remexendo os acervos de Audrey Hepburn

Audrey Hepburn

Que Audrey Hepburn é um ícone do cinema, isso ninguém questiona. Além dos cinéfilos e amantes do cinema clássico, a artista é também uma forte referência usada pelos “fashionistas” quando se trata de “alguém com estilo”.

No dia 8 de Dezembro, será realizado em Londres um leilão com as roupas da atriz. Roupas de estilistas famosos como Givenchy e Valentino estarão entre os trinta e cinco modelos que serão leiloados no evento promovido pela especialista em moda Kerry Taylor, que recebeu há anos atrás de uma das melhores amigas de Audrey roupas que a atriz havia deixado com ela antes de falecer. O evento será promovido pela casa de leilões Sotheby’s, em Londres.

Acervo

Ele acontecerá num momento propício. Se estivesse viva, a atriz completaria, em 2009, oitenta anos de idade. Ok, é difícil participar de um leilão em Londres, mas os fãs brasileiros da atriz terão chances de homenageá-la no ano que vem: a exposição “Timeless Audrey”, idealizada pelo filho da atriz, Sean Hepburn, estará em São Paulo entre os meses de Abril e Maio – provavelmente no Shopping Iguatemi. Além de roupas e objetos usados pela artista, os espectadores poderão ter acesso à vídeos que contam mais sobre sua vida e obra.

Imperdível para conhecer mais sobre uma mulher que inspirou gerações com sua elegância e seu estilo único. Hoje em dia, a cultura pop é frequentemente influenciada pelo trabalho da atriz e por obras em que seu nome esteve envolvido. Depois de seu falecimento em 1993 em decorrência de um câncer, as marcas de Audrey estiveram espalhadas em referências em filmes, comerciais, séries de TV, na literatura e muito mais.

Há alguns anos, Hepburn foi garota-propaganda de um comercial da grife de roupas GAP, numa nova versão de uma cena do filme “Cinderela em Paris”. No vídeo, a atriz dança ao som de “Back In Black”, do AC/DC:

Imagem de Amostra do You Tube

A personagem Blair Waldorf de Gossip Girl, por exemplo, é fã de um dos filmes da atriz, “Bonequinha de Luxo” tanto no livro quanto na série de TV. Por essa razão, rolou um mini-remake de uma das clássicas cenas do filme em um dos episódios. Vale relembrar. Confira, no vídeo abaixo, um pouco dos dois momentos:

Imagem de Amostra do You Tube

Essas são só algumas das diversas homenagens feitas à atriz. Sem muito esforço, você pode encontrar diversas releituras do “estilo Audrey”, sempre buscando transmitir um pouco da graça que lhe era única. Algumas conseguem, outras…

Paris "Hepburn" Hilton (?)

Er… deixa pra lá.

It’s only rock’n roll, baby!

Você pediu e o Miolão comenta sobre dois shows que prometem deixar os fãs de rock satisfeitos - ao menos até Janeiro do ano que vem!

AC/DC

No dia 27 desse mês, a banda AC/DC desembarca em solo brasileiro com seu show da “Black Ice World Tour”, baseada no seu último disco, “Black Ice”, lançado esse ano. É a terceira vez que a banda se apresenta no país e o show acontece no estádio do Morumbi. Os ingressos ainda disponíveis – na pista, arquibancadas e cadeiras inferiores e superiores – variam de R$150.00 até R$300.00. Preços salgados, e a cota para meia entrada está esgotada!

Quem está cuidando da organização do evento é a mesma empresa que cuidou do show da Madonna no final do ano passado, a Time4Fun. Torcemos para que a compra dos ingressos para o show do AC/DC tenha sido mais simples do que a confusão que foi a venda para os shows da cantora… Você encontra mais informações sobre o show no www.acdcbrasil.net e também no site oficial da banda, www.acdc.com. Os ingressos estão à venda no site da Ticket Master (www.ticketmaster.com.br), e lá encontrará também o endereço de diversos pontos credenciados onde você pode comprar os seus! Ainda dá tempo!

ps. Nasi, ex-vocalista da banda Ira!, será a atração de abertura antes da banda norte-americana entrar no palco. Ele tocará clássicos do rock nacional e internacional também, de Raul Seixas a The Clash. Então tá!

Metallica

E se você for fã do Metallica, vai ter que economizar um pouco mais, porque eles também tocarão no Brasil em Janeiro do ano que vem. A informação foi postada no site oficial da banda, que fará shows em SP e Porto Alegre. Os ingressos estarão a venda, respectivamente, a partir do dia 1 e 3 de Dezembro, também no site da Ticketmaster e em locais autorizados. Os preços irão variar de R$120.00 até R$250.00.

É a quarta vez que a banda aparece no Brasil – na última vez, em 2003, o show foi cancelado, mesmo com os ingressos já nas mãos dos fãs… Os integrantes alegaram “esgotamento” e cansaço e não realizaram os shows da turnê do disco “St. Anger”. Agora, porém, eles tem a chance de se redimir com a nova, do álbum “Death Magnetic”, que já vendeu 100 mil cópias no país, segundo estimativas. Se depender dos fãs, pelo que parece, eles já estão perdoados!

Esses são só alguns dos shows que o Brasil irá receber nos próximos meses e em 2010. Ainda tem Bat for Lashes, Coldplay, entre muitos outros… mas aí já é assunto pra outro post.  Aguardem. :)

 

Atualização

Só corrigindo algumas informações: a Luiza, uma das leitoras que comentou em nosso post, está super certa sobre a nacionalidade da banda e sobre a data de lançamento do último álbum deles: o disco foi lançado em 2008, não 2009! Falha minha!

Quanto aos ingressos, de fato haviam disponibilizado um novo lote de 1200 deles no dia 19, que, assim como os anteriores, esgotou rapidamente – no caso, duas horas depois de ter sido colocado para venda.

Agradeço pelo – merecido – puxão de orelha!

ps. E obrigado também ao Daniel, do “Bar da Véia” (www.bardaveia.wordpress.com), que contribuiu com os reais valores dos preços dos ingressos pro show do Metallica: $150 arquibancada, $170 azul e vermelha, $190 vermelha especial, $250 pista e cadeira inferior, $300 cadeira superior e $500 pista vip. Se o AC/DC já esgotou, pro show deles ainda dá tempo de comprar . :)

Renato e MIOLAOTEAM.

 

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