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Os filmes mais esperados de 2012 – Parte 1

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É, gente, não tem jeito: o ano, definitivamente, começou.

Os ônibus e metrôs já estão lotados, daqui a pouco as férias escolares acabam e a rotina e a peleja diária recomeçarão a todo o vapor. Não sei quanto à vocês, mas só de pensar nessas coisas eu já fico cansada.

Ainda bem que há no meio disso tudo coisas boas, como as risadas, os amigos, os encontros, as músicas e também os filmes! E olha, meus amigos, nesse último quesito o ano promete! Separamos alguns títulos que serão lançados até dezembro e que, de certo, deixarão todos afoitos e animados.

Veja abaixo 11 (excelentes) razões que nos fazem acreditar que este ano será memorável.

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Os 10 atores mais quentes do momento

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Se você frequenta o Miolão há um tempo, já deve estar careca de saber que adoramos uma boa lista.  Seja pra concordar, discordar, refletir ou indagar “véi, na boa?”, eu sempre fico curioso quando uma listinha surge. Quando o seu tema se refere a cinema, putz, aí eu piro mesmo.

Inspirado pelo Top 30 que a Total Film publicou com os nomes mais quentes do momento, listei abaixo minhas apostas daqueles que serão ou já estão sendo as novas sensações do cinema mundial. Tentei explicar os motivos da presença de cada ator na lista… Bora ver “os eleitos”?

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Sexta-Feira super fun fun fun: ótimas estréias no cinema

E depois de segunda, terça, quarta e quinta chegamos finalmente a sexta-feira o dia mais fun fun fun da semana!

E vejam vocês que coisa boa: hoje, além de ser sexta, é um dos fins de semana mais movimentados de estreias nos cinemas do ano! Acha que eu tô exagerando? Se liga só na quantidade de coisa interessante que chegou as telas hoje:

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Morreu na praia: quem deveria ter sido indicado ao Oscar 2011 e não foi

Há pouco mais de um mês, para ser preciso em 25 de janeiro desse ano, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou os indicados ao prêmio mais cobiçado do cinema. Engana-se quem pensa que a tal “corrida do Oscar” só começou neste dia. Muito antes disso, as distribuidoras começaram campanhas para que seus filmes e estrelas ganhassem uma indicação.

A gigante Warner Bros. lançou em dezembro do ano passado o site For Your Consideration que visava aumentar o buzz dos filmes em que eles acreditavam merecerem uma atenção especial. A prática do “for your consideration” é bastante comum na terra do Tio Sam. As revistas especializadas em cinema recebem dúzias de anúncios desse tipo – inclusive, nesse ano, houve uma polêmica das grossas quando Melissa Leo tirou do bolso uma grana para colocar em prática sua campanha (mas isso é outra história). O fato é que os reclames por consideração são uma prática comum, mas, outra vez, vale dizer que as campanhas em torno dos filmes são começadas bem antes. Muito antes.

As produções fazem seus nomes nos grandes festivais, com estreias luxuosas, tapetes vermelhos e muita expectativa. Se um filme for mal no circuito Berlim – Veneza – Cannes – Sundance ele dificilmente terá chance no Globo de Ouro ou no Oscar. Só que às vezes mesmo os filmes com melhor recepção e/ou grandes expectativas acabam ficando de fora da disputa. Querem exemplos? Lá vai!

Clint Eastwood, por Além da Vida.

Pode perguntar para qualquer cinéfilo que ele vai confirmar: em ano que Dirty Harry lança filme, ele é uma aposta certeira (e normalmente segura) para figurar entre os favoritos do Oscar. E, como era de se esperar, o burburinho em torno de Hereafter começou instantaneamente. Lidando com um tema obscuro e atual (vida após a morte) e contando com um elenco de peso (Matt Damon, cada vez mais respeitado e Bryce Dallas Howard, a eterna promessa que não se cumpriu) era meio óbvio que ele fosse apontado como um forte candidato ainda em sua pré-produção. Só que no fim das contas a crítica se dividiu e o tema espiritualizado foi completamente desprezado – aliás, quase que completamente: a única indicação do filme na cerimônia desse ano é a de Melhor Efeitos Visuais.

Christopher Nolan, A Origem.

Nolan é outro que bateu na trave. Mas na trave MESMO. O diretor que conseguiu a façanha de equilibrar num mesmo filme a adoração do público e da crítica foi esquecido (eu diria até desprezado) por aquele que muitos acreditam que é sua obra-prima. E a sua indicação era bem mais certa que a de Eastwood, uma vez que ele era não só um candidato em potencial, mas também um dos favoritos ao prêmio que sobreviveu a crítica. O curioso é que o filme em questão recebeu OITO indicações, incluindo Melhor Filme. Vai entender… acho que pensam que A Origem se dirigiu sozinho, sei lá.

Leonardo DiCaprio, A Origem/Ilha do Medo.

E o que dizer de Leonardo DiCaprio? Entregando duas das melhores interpretações do ano o ator não foi lembrado nem no Globo de Ouro (que normalmente o ama!). Mas tudo bem, a gente não pode nem reclamar… Afinal, os 5 indicados finais mandaram muito bem. Certo?

Robert Duvall, Get Low.

O veterano Robert Duvval é outro que tinha tudo para emplacar sua indicação: é adorado pelos colegas de profissão e colheu algumas das melhores críticas do ano por seu desempenho… Só que, vocês sabem, performance não é a única coisa a ser avaliada, né? O tipo de filme em que o ator está inserido também conta pontos. E como Get Low não tinha chance em nenhuma outra categoria, o cara ficou a ver navios…

Halle Berry, Frankie & Alice.

Foi mais ou menos o que aconteceu com Duvall que ocorreu com Halle Berry: a atriz foi prejudicada pelo filme. A produção de pequeno orçamento foi meio criticada por parecer um filme televisivo e Berry pareceu o único elemento a sair ileso dos comentários negativos. A moça, que via sua carreira decair cada vez mais depois de receber a estatueta dourada por A Última Ceia, enxergou nos papéis títulos de seu último filme a chance que precisava para voltar aos holofotes. Ela acreditava tanto na indicação que segurou a estreia do filme por mais de um ano só para ele poder concorrer ao Oscar de 2011. O erro de Halle foi lançar o filme em um dos anos mais competitivos dos últimos tempos. Pra não dizer que todo esforço foi pelo ralo, a mocinha conseguiu ao menos uma indicaçãozinha ao Globo de Ouro… Já é alguma coisa, certo?

Naomi Watts, Jogos de Poder.

Se o motivo da “desclassificação” de Halle é fácil de ser apontado, o mesmo não ocorre com Naomi. Fair Game tinha tudo para ir bem em todas as categorias: elenco famoso e competente, roteiro atual (bastidores da guerra do Oriente Médio) e uma boa recepção (no Meta Critic tá com 69 pontos). Dá até raiva ver Watts morrendo na praia de novo! Tão competente a atriz…

Hilary Swank, Conviction.

O boom em torno do nome de Hilary foi diminuindo cada vez mais a medida que o buzz das concorrentes crescia. Quando a atriz pareceu ser quase carta fora do baralho, eis que o jogo muda e ela volta a ter chances: a indicação ao prêmio de melhor atriz no Screen Guild Actors foi o suficiente para que voltassem as atenções ao trabalho da moça, mas não o suficiente para manter seu nome entre as 5 finalistas… Acho que, no fim das contas, cansaram do embate Swank x Benning. Hahaha!

Mila Kunis, Cisne Negro.

Saindo um pouco da categoria principal, vamos falar da ausência que deixou todo mundo chocado: Mila Kunis. A garota, que fez fama na TV e participou de produções duvidosas, compôs com maestria a antagonista de Natalie Portman em Cisne Negro. Sexy e vibrante, a performance de Mila preenchia cada cena em que aparecia e sua indicação era certeira – a ponto de fazer com que a veterana Barbara Hershey fosse ofuscada. Então por que nada de Mila no Oscar? Eu explico. Os acadêmicos, muito espertos, emplacaram a indicação de  Hailee Steinfeld, PROTAGONISTA de Bravura Indômita, como coadjuvante – porque só assim uma novata de 14 anos seria indicada em um ano tão competitivo. O resultado disso foi Mila perder a vaga. Ai, ai… duvido que ela tenha outra chance assim.

Andrew Garfield, A Rede Social.

Outra ausência que ninguém entendeu foi Andrew Garfield, quase perfeito na composição de sua personagem em A Rede Social. O ator que é a bola da vez em Hollywood era o favorito para VENCER o prêmio. O novo Homem-Aranha perdeu sua vaga. Culpem John Hawkes por sua indicação por Inverno na Alma.

Outras injustiças além dos citados foram Aaron Eckhart e Ryan Gosling ficarem de fora – respectivamente por Reencontrando a Felicidade e Namorados Para Sempre -: vamos admitir que o desempenho de Nicole Kidman e Michelle Williams não seriam os mesmos sem contrapontos masculinos tão talentosos. E, claro, Wagner Moura ser ignorado na categoria de ator principal não foi nenhuma surpresa… mas o sentimento de que alguma coisa esteve errado foi grande, visto que o ator esteve indefectível em Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro –mas nesse caso, nem vamos falar muito, ele não tinha a mínima chance porque ninguém lá de fora viu o filme…

Não Me Abandone Jamais não ser mencionado em NENHUMA categoria (nem mesmo a de trilha sonora e roteiro adaptado!) foi chocante.

Bom, depois de tanta bola fora antes mesmo da cerimônia acontecer, vamos ver logo mais à noite se eles vão ser, pelo menos, justos com os que foram indicados. ;]

Globo de Ouro 2011: Óbvio e Justo?

Uma prévia pro Oscar. Há anos o Globo de Ouro é vendido assim. Porém, nos últimos tempos, os resultados entre as duas premiações tem divergido tanto que a afirmação aí de cima tem ficado cada vez mais longe da realidade. Mas em 2011 a coisa muda de cenário. Ou regressa a ele. Tudo porque os possíveis indicados a maior premiação do cinema tem chances iguais de vencer o prêmio. Não há nenhuma – ou quase nenhuma – unanimidade. E se querem mesmo saber isso é ótimo.

A festa que rolou ontem na California fez com que toda e qualquer aposta fosse revista. A Rede Social, grande vencedor da noite, confirmou seu favoritismo com nada mais nada menos que 4 prêmios. Esquecendo por um momento toda essa história, vamos tentar responder a pergunta que realmente interessa: foi justo? Meu favorito venceu?

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Vem Aí: Machete, Black Swan e Never Let Me Go

Essa semana, do outro lado do Atlântico, acontece o 67º Festival de Cinema de Veneza, em Veneza (né). No meio de tantos filmes alternativos, orientais e italianos, dois títulos se sobressaem na minha profunda análise populista: “Machete” e “Black Swan”.

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Alguém aqui ainda lembra de “Planeta Terror”? De Robert Rodriguez, o filme fez o maior auê quando foi lançado em 2007 na “Grindhouse” com Quentin Tarantino e o seu “À Prova de Morte” – que só chegou no quintal Brasileiro mês passado, vaias pra PlayArte. “Planeta Terror” foi um filme lindo: uma moça sensual que no lugar da perna tinha uma metralhadora, muito sangue, muitos carros, muitas perseguições e muitos tiros. “Machete” aparenta seguir o mesmo estilo – só que dessa vez com mexicanos. O elenco chefiado por Robert De Niro – e Danny Trejo – estrela também Srta. Michelle Rodriguez, Srta. Jessica Alba e conta com a participação maisdoque especial da desfigurada mais queridinha da América, Lindsay Lohan! Não podemos perder.

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Nesse mesmo Festival (ainda Veneza), estreou “Black Swan” – já citado aqui no Miolão. O diretor com o nome muito difícil de pronunciar, Darren Aronofsky, dirige a linda Natalie Portman nesse thriller psicológico que, aparentemente, vai ser muito obscuro e alternativo. Ms. Portman vai dançar ballet, enfrentar assombrações especulares e beijar a super sexye Mila Kunis.

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Já no Canadá, no Festival de Toronto, será a premiere de “Never Let Me Go”. Com Keira Knightley, Carey Mulligan e Andrew Garfield (o novo Homem-Aranha), acho que esse vai ser meu mais novo filme preferido. O lançamento comercial, no Reino Unido, vai ser só em Janeiro de 2011. No Brasil… nem Deus sabe.

Mas Quem Diabos é Andrew Garfield?

Muita gente estranhou. Muita gente duvidou. Muita gente questiona até agora por que Andrew Garfield foi escolhido para viver o novo Homem-Aranha. E muita gente se pergunta…

Quem diabos é Andrew Garfield?

O californiano de 27 anos possui uma filmografia curta, porém respeitável. Com um Bafta nas costas por sua atuação em Boy A, ele ganhou notoriedade em 2007 quando interpretou Todd Haynes em Leões e Cordeiros. No filme, Andrew contracenou com feras do calibre de Robert Redford, Meryl Streep e Tom Cruise e, para o espanto de alguns, não ficou devendo em nada para os veteranos.

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