MIOLÃO • Anne Hathaway
 

All posts tagged Anne Hathaway

Miolão Mixtape n.24

Nem toda segunda-feira precisa ser terrível. Nem toda quarta tem que ser modorrenta. E, infelizmente, nem toda sexta-feira é incrível. Mas, mesmo nos dias ruins, ou nos inesperados dias bons, é possível melhorar tudo… Com música.

Pensando nisso, que há dias e há dias, fizemos uma seleção com algumas canções que versam, direta ou indiretamente, sobre os acasos e os estados de espírito que os dias da semana costumam evocar. Talvez nossa seleção soe um tanto esquisita – principalmente porque, aparentemente, não há nenhuma coerência entre as gravações. Todavia, mesmo com toda falta de unidade (Christina Aguilera e Beatles num mesmo disco?), ela ainda consegue fazer sentido.

Duvida? Veja abaixo a seleção e faça o download.

Continue lendo →

Trilha de Cinema: Vogue, Madonna

Apesar de expor a tirania e mesquinharia do mundo da moda, “O Diabo Veste Prada” é, em todo seu conteúdo, uma verdadeira homenagem a esse universo e a importância que ele possui em nosso cotidiano.

Sucesso de público, a saborosa comédia tem vários elementos que a põem acima da média: ritmo ágil, humor mordaz, ótimas atuações (Meryl Streep e Emily Blunt, impecáveis, Anne Hathaway e Stanley Tucci) e um deslumbramento na forma de contar a história que aqui, é bastante necessário. Tudo transpira uma legítima essência fashion: as grandes cidades para onde a protagonista, Andy, acaba viajando, os desfiles que frequenta, os bastidores desses eventos com suas personas famosas e os figurinos deslumbrantes utilizados pelo elenco – só pra citar alguns pontos.

O tom esfuziante também ganha vida com uma trilha sonora apropriada. U2, Jamiroquai, KT Tunstall, David Morales, entre outros, dividem a tracklist num apanhado de canções pulsantes e muito bem selecionadas. Madonna é outro grande nome que dá as caras, e a película apresenta duas de suas canções. A primeira é “Jump”, de “Confessions On a Dancefloor”, e a segunda, aquela que melhor retrata a ótica ostensiva que o filme possui em certos momentos – e figura em nosso “Trilha de Cinema” de hoje.

Continue lendo →

One Day

A ideia de fazer um filme dividido em 20 segmentos diferentes onde cada trecho representasse um dia do ano da vida de dois personagens era, no mínimo, promissora. A equipe convidada para cumprir tal feito era, no mínimo, sensacional. Contando com um material de divulgação que era, no mínimo, deslumbrante, Um Dia, o filme, prometia ser, no mínimo, uma das melhores produções da safra de 2011.

Prometia.

Dirigido por Lone Scherfig, a mulher por trás de Educação, Um Dia nos conta a história de Emma (Anne Hathaway) e Dexter (Jim Sturgess), dois jovens que se conheceram no dia de suas formaturas. Contrariando toda e qualquer expectativa, os protagonistas, cujo único fato que tem em comum é o de terem personalidades totalmente opostas, se tornam melhores amigos e dividem segredos e momentos durante 20 anos.

Continue lendo →

3 Momentos: Anne Hathaway

É difícil não gostar de Anne Hathaway.

A presença da moça é daquelas que, em cena, te fazem quase sempre querer sorrir. Não dá pra saber bem o porque, mas a gente arrisca: pode ser por causa daqueles olhos gigantes e expressivos que ela tem, que parecem transmitir alguma coisa; pode ser porque Anne é uma fofa mesmo quando parece não querer, e tem um charme desajeitado mesmo fora das telas; pode ser pelo seu grande carisma, que faz a gente acreditar em tudo que encena ou, sei lá – simplesmente torcer por ela.

Ou pode ser por tudo isso junto e mais um fator que a gente adora: o fato de que a moça, inclinada a ser “namoradinha de Hollywood”, foge da apatia que o título emana, não se levando a sério demais e possuindo uma carreira que traz diversos bons momentos que merecem destaque.

E é assim que o Miolão inicia sua homenagem a Anne Hathaway em nosso 3 Momentos de hoje.

Continue lendo →

Um Dia, David Nicholls

“Você pode passar a vida inteira sem perceber que aquilo que procura está bem na sua frente”.

Esqueça esse trechinho que consta na contracapa de “Um Dia”, livro escrito por David Nicholls e sobre o qual iremos falar hoje. Melhor dizendo, não pense que ele define muito as motivações dessa história, que superam – bastante – os clichês de comédia romântica que a frase parece promover. Até porque a obra está longe de ser um conto de paixão redondinho ou uma história polida e inofensiva.

Sua trama central sugere que poderá enfileirar todos os elementos necessários pra que um dramalhão daqueles aconteça em seu decorrer: lançada em 2009, a obra conta a história de Emma Morley e Dexter Mayhew, um casal bastante díspare que se conhece (intimamente) na noite de formatura da universidade e, a partir daí, desenvolve uma amizade que se estende por anos adiante. A história trata de mostrar o que acontece com a dupla nos vinte anos que procedem aquele encontro, sempre na mesma data: 15 de julho.

Continue lendo →

Globo de Ouro 2011: Óbvio e Justo?

Uma prévia pro Oscar. Há anos o Globo de Ouro é vendido assim. Porém, nos últimos tempos, os resultados entre as duas premiações tem divergido tanto que a afirmação aí de cima tem ficado cada vez mais longe da realidade. Mas em 2011 a coisa muda de cenário. Ou regressa a ele. Tudo porque os possíveis indicados a maior premiação do cinema tem chances iguais de vencer o prêmio. Não há nenhuma – ou quase nenhuma – unanimidade. E se querem mesmo saber isso é ótimo.

A festa que rolou ontem na California fez com que toda e qualquer aposta fosse revista. A Rede Social, grande vencedor da noite, confirmou seu favoritismo com nada mais nada menos que 4 prêmios. Esquecendo por um momento toda essa história, vamos tentar responder a pergunta que realmente interessa: foi justo? Meu favorito venceu?

Continue lendo →

Top 5: Filmes de Família

E aí que de acordo com o IBGE hoje é Dia da Família. Família. Família. Papai, mamãe, titia.

Não sei quanto a vocês, mas quando penso em “família” logo me vem a cabeça aquela imagem perfeita dos comerciais de margarina: o pai saindo para o trabalho, a mãe preparando os filhos para escola – um menino e uma menina! – e todos sorrindo e sorrindo. Mas a lembrança dos filminhos publicitários é logo substituída pela realidade. Aliás, minha família mesmo é um pouco diferente, já que sou filho de mãe solteira. Divagações pessoais à parte, o fato é que o modelo de família mudou tanto nas últimas décadas que esse “padrão-margarina” foi se extinguindo a ponto da gente estranhar quando encontra uma assim.

Continue lendo →

 

Features Stats Integration Plugin developed by YD

UA-11237259