MIOLÃO • Anne Hathaway - Part 2
 

All posts tagged Anne Hathaway

Alice In Wonderland


Pronto. O filme mais aguardado dos últimos meses finalmente chegou ao cinema, depois de muito hype e de muito ser dito a seu respeito. É quase estranho ver o resultado de tanto tempo de produção (e de falatório!) nas telonas – aqui no Brasil com um inexplicável atraso de mais de um mês em comparação com os EUA, onde o filme já circula pelas salas desde o comecinho de março.

O @miolão, que já havia mostrado suas expectativas sobre o projeto com uma série de posts especiais que comentavam sobre uma das adaptações mais pop dos últimos tempos, agora pôde dar seu veredito final.

Continue lendo →

Top 5: Personagens Femininas do Cinema

O cinema não seria o mesmo se não fosse a força característica das mulheres. Ao longo de mais de um século, as mulheres ganharam cada vez mais importância na tela e alguns de seus personagens foram eternizados com grandes performances. Segue nosso Top 5 das melhores delas:

Continue lendo →

Oscar 2010: O Que Esperar?

Finalmente, depois de eras e eras de espera, saiu a lista dos indicados ao Oscar 2010.

Embora a grande maioria das indicações fosse previsível, boas surpresas vieram à tona quando Anne Hathaway, acompanhada pelo presidente da associação, Tom Sherak, fizeram o anúncio. Uma delas foi a inclusão de Distrito 9 na categoria principal e do maravilhoso UP! – Altas Aventuras.

Aliás, essa é a segunda vez na história – e olha que o Oscar existe há 82 anos! – que uma animação consegue emplacar uma indicação para melhor filme: antes de UP! somente A Bela e a Fera conseguiu tal feito, em 1991.

Sem desmerecer a ótima animação, a dúvida que insiste em ficar é “será que UP! seria indicado se houvessem apenas 5 vagas? Ou será que ele seria desprezado como Wall-E foi ano passado?” Tudo isso porque esse ano, diferente dos demais, o número de indicados para melhor filme simplesmente dobrou: agora nada menos que 10 filmes concorrem na categoria principal.

Ainda falando sobre as boas surpresas, Maggie Gyllenhal foi lembrada por sua atuação em Coração Louco. A atriz que tinha sido deixada de lado por todo o circuito de prêmiação, ganha sua primeira indicação ao Oscar na categoria de melhor coadjuvante. Mas nem tudo são flores. Julianne Moore, que vem sendo super elogiada pelo longa Direito de Amar, viu suas chances irem por água abaixo com sua ausência na lista dos indicados.

Mas a maior surpresa -e decepção- foi a inclusão do filme Um Sonho Possível. O que? Você nunca ouviu falar nele? É claro que já. Esse primoroso título é o badalado The Blind Side, “o filme da Sandra Bullock”. Não que o filme seja ruim, ele até que é bem simpático, mas nada que justifique sua menção.

Nine, depois de fazer feio nas premiações mundo a fora, ficou regalado a apenas 4 indicações, sendo a mais relevante a de melhor atriz coadjuvante para Penélope Cruz, que levou o prêmio ano passado por sua intensa Maria Elena de Vicky Christina Barcelona. Ainda sobre Nine, todas as apostas indicavam que para canção original a magnética e super-pop Cinema Italiano, interpretada por Kate Hudson, era certeza entre as menções. Mas quem roubou a cena mesmo foi Marion Cotillard com a lindíssima Take It All. Pena não ter sido indicada ao prêmio por atuação… Pelo menos vamos ter a chance de vê-la cantar na cerimônia.

Quanto aos prêmios principais, a disputa está mesmo entre Guerra ao Terror de Kathryn Bigelow e Avatar de James Cameron. Os dois cineastas, que já foram casados, são líderes de indicações, cada um com 9, por seus respectivos longas. Cameron tem a seu favor os principais Globos de Ouro e a maior arrecadação da história. Bigelow, por outro lado, venceu recentemente o prêmio de melhor direção concedido pelo sindicato dos diretores e o apoio da crítica, além do fato de que o Oscar nunca premiou nenhuma mulher.

Confira abaixo nossas apostas (sublinhadas) e favoritos (itálico):

Melhor Filme
Avatar
Um Sonho Possível
Distrito 9
Educação
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Preciosa – Uma História de Esperança
Um Homem Sério
Up! – Altas Aventuras
Amor Sem Escalas

Melhor Diretor
James Cameron – Avatar
Kathryn Bigelow – Guerra ao Terror
Quentin Tarantino – Bastardos Inglórios
Lee Daniels – Preciosa – Uma História de Esperança
Jason Reitman – Amor Sem Escalas

Melhor Roteiro Adaptado
Distrito 9
Educação
In The Loop
Preciosa – Uma História de Esperança
Amor Sem Escalas

Melhor Roteiro Original
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
O Mensageiro
Um Homem Sério
Up! – Altas Aventuras


Melhor Ator
Jeff Bridges – Louco Coração
George Clooney – Amor Sem Escalas
Colin Firth – Direito de Amar
Morgan Freeman – Invictus
Jeremy Renner – Guerra ao Terror

Ator Coadjuvante
Matt Damon – Invictus
Woody Harrelson – O Mensageiro
Christopher Plummer – The Last Station
Stanley Tucci – Um Olhar do Paraíso
Christoph Waltz – Bastardos Inglórios

Melhor Atriz
Sandra Bullock – Um Sonho Possível
Helen Mirren – The Last Station
Carey Mulligan – Educação
Gabourey Sidibe – Preciosa – Uma História de Esperança
Meryl Streep – Julie e Julia

Melhor Atriz Coadjuvante
Penélope Cruz – Nine
Vera Farmiga – Amor Sem Escalas
Maggie Gyllenhaal – Louco Coração
Anna Kendrick – Amor Sem Escalas
Mo’Nique – Preciosa

Melhor Animação Longa-Metragem
Coraline e o Mundo Secret
O Fantástico Sr. Raposo
A Princesa e o Sapo
The Secret of Kells
Up! – Altas Aventuras

Melhor Direção de Arte
Avatar
O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus
Nine
Sherlock Holmes
A Jovem Victoria

Melhor Fotografia
Avatar
Harry Potter e o Enigma do Príncipe
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
A Fita Branca

Melhor Figurino

Brilho de Uma Paixão
Coco Antes de Chanel
O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus
Nine
A Jovem Victoria

Melhor Montagem
Avatar
Distrito 9
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Preciosa – Uma História de Esperança

Melhor Filme Estrangeiro
Ajami
El Secreto de Sus Ojos
A Teta Assustada
Un Prophète
A Fita Branca

Melhor Trilha Sonora Original
Avatar
O Fantástico Sr. Raposo
Guerra ao Terror
Sherlock Holmes
Up! – Altas Aventuras

Melhor Canção Original
“Almost There” – A Princesa e o Sapo
“Down in New Orleans” – A Princesa e o Sapo
“Loin De Paname” – Paris 36
“Take it All” – Nine
“The Weary Kind” – Louco Coração

Melhor Edição de Som
Avatar
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Star Trek
Up! – Altas Aventuras

Melhor Mixagem de Som
Avatar
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Star Trek
Transformers: A Vingança dos Derrotados

Melhores Efeitos Especiais
Avatar
Distrito 9
Star Trek

Melhor Maquiagem
Il Divo
Star Trek
A Jovem Victoria

Melhor Documentário Longa-Metragem
Burma Vj
The Cove
Food Inc.
The Most Dangerous Man In America: Daniel Ellsberg and the Pentagon Papers
Which Way Home

Melhor Documentário Curta-Metragem
Province
The Last Campaign of Governos Booth Gardner
The Last Truck: Closing of a GM Plant
Music by Prudence
Rabbit à la Berlin


Melhor Animação Curta-Metragem

French Roast
Granny O´Grimn´s Sleeping Beauty
The Lady and the Reaper (La Dama e la Muerte)
Logorama
A Matter of Loaf and Death

Melhor Curta-Metragem

The Door
Instead of Abracadabra
Kavi
Miracle Fish
The New Tenants

Ufa! O tira-teima a gente confere no dia 7 de março, quando Steve Martin e Alec Baldwin comandarão a cerimônia.

Até lá só nos resta torcer por nossos prediletos e esperar… Argh!

#Alice no País das Maravilhas: de Carroll a Burton

Cartazes - Alice

Finalmente saiu o trailer definitivo da adaptação de Tim Burton para o clássico infantil criado por Lewis Carroll, “Alice no País das Maravilhas”. Nele, podemos ver mais imagens daquele que promete ser um dos melhores filmes do ano que ainda nem começou.

Imagem de Amostra do You Tube

“Alice no País das Maravilhas” mostrará o universo que todos conhecemos, mas num contexto um pouco diferente: no filme, a personagem estará um pouco mais crescida, e voltará ao país das maravilhas anos depois e quase acidentalmente, depois de fugir de uma festa de gala. Lá, terá que enfrentar a conhecida Rainha de Copas. Durante essa viagem, o espectador identificará elementos e personagens da série escrita por Carroll.

Quem já leu os dois volumes, “Alice no País das Maravilhas” e “Alice no País dos Espelhos” – também encontrado por aqui como “Alice na Casa dos Espelhos” ou “Alice Através do Espelho” – sabe: os livros, apesar de dedicados às crianças, trazem elementos perturbadores e não são tão inocentes quanto parecem. Lewis Carroll, escritor, matemático, poeta e fotógrafo amador, escreveu os livros para homenagear a filha de um amigo, Henry Lidell. Alice Lidell foi a inspiração para a personagem que se tornaria um marco da literatura mundial. Lewis contou a história à garota e as suas duas irmãs num passeio de barco pelo rio Tâmisa, em 1862. Alguns estudos sobre a vida do autor dizem que ele nutria uma admiração quase anormal pela garota, e que chegou a propor casamento à mesma enquanto ela ainda era muito jovem – pedido negado pelos seus pais. Se sua obsessão pela jovem era exagerada, nunca saberemos muito bem. Ela, embora nada saudável, gerou uma das obras mais influentes da literatura.

Lewis - Tim

Tim Burton pode ter sido a escolha ideal para contar a história “viajada” e um pouco psicodélica de Alice para um lugar cheio de tipos estranhos e situações surreais. A concretização do projeto surge como um alívio para os fãs, que estão vendo agora os resultados de uma produção que demorou para ser concretizada. Antes de Burton assumir o projeto, no final de 2007, houve diversos boatos sobre a transição da obra literária para o cinema. Um jogo inspirado no universo de Lewis C., chamado “American McGee Alice”, foi cotado para ganhar uma versão cinematográfica, dirigida por Marcus Nispel (diretor do remake de 2003 de “O Massacre da Serra Elétrica”) e com Sarah Michelle Gellar no papel da protagonista (??), financiada pelo Universal Studios. A história do game, de certa forma tem pontos em comum com a adaptação que veremos nas telonas, mas é um pouco mais… bizarra, se é que isso é possível: lançado em 1999, ele narrava o retorno de Alice ao país das maravilhas, agora comandado pelos poderes das trevas, depois de ter passado anos internada num manicômio. (oi?) E dá-lhe banhos de sangue! A idéia, apesar de descaracterizar completamente a trama, parecia interessante – mas nunca se concretizou.

Tim, então, iniciou em parceria com a Walt Disney Pictures a produção do filme. Com o tempo, foram surgindo notícias sobre o elenco – entre os primeiros contratados, Johnny Depp, amigo do diretor, como “O Chapeleiro Louco” e Helena Bonham Carter como a Rainha de Copas. Hoje, sabemos que o cast contará ainda com Anne Hathaway, Alan Rickman e outros diversos nomes de peso. Alice, porém, será interpretada pela quase desconhecida Mia Wasikowska, que já participou de especiais da HBO. O filme que usa o método de captação de imagens em 3D para criar os personagens vistos na tela, também será exibido em salas de projeção tridimensional.

Alices: Alice Lidell, a verdade; Mia Wasikowska como Alice na adaptação de Tim Burton; a versão gótica da personagem em "American McGee Alice" e a famosa versão animada de 1951.

Alices: Alice Lidell, a inspiração de Carroll; Mia Wasikowska como Alice na adaptação de Tim Burton; a versão gótica da personagem em "American McGee Alice" e a famosa versão animada de 1951.

Esse ano, Burton disse no Comic-Com, evento sobre HQs que aconteceu em San Diego (EUA), que todas as adaptações realizadas até hoje não fizeram jus aos diversos elementos que a história original possui. A mais famosa feita até hoje é o longa-metragem animado da Disney, lançado em 1951 e que alterou, e muito, a obra original. Outras adaptações lançadas e muito pouco conhecidas datam de 1985: dirigidas por Harry Harris e estrelando Natalie Gregory, os filmes da primeira e segunda parte da saga de Alice – lançados para TV – fizeram moderado sucesso na época do seu lançamento, mas não conseguiram criar impacto no decorrer dos anos. Burton tem a chance de fazer a adaptação definitiva desse mundo de fantasias. Pelo que parece, ele não irá decepcionar.

O projeto será o primeiro de dois realizados por Burton em parceria com os estúdios Disney: o próximo, Frankenweenie, tem estréia prevista para 2011.  E partir de agora, poderemos presenciar um “revival” de Alice por toda parte, talvez motivado pela adaptação cinematográfica. Um exemplo disso é a série de TV “Alice”, dirigida por Nick Willing, que foi exibida nos dias 6 e 7 desse mês nos EUA pelo canal Syfy, que adicionou toques contemporâneos ao universo da personagem.

Capa da edição especial do DVD lançado lá fora, com a adaptação de "Alice" de 1985 e o cartaz de divulgação da série "Alice", do canal Syfy.

Capa da edição especial do DVD lançado lá fora, com a adaptação de "Alice" de 1985 e o cartaz de divulgação da série "Alice", do canal Syfy.

Olha só o trailer da série:

 Imagem de Amostra do You Tube

Ah, só pra lembrar: o filme de Tim tem estréia prevista para 5 de Março de 2010!

Deve Ler: Orgulho e Preconceito, Jane Austen

Jane Austen

Você provavelmente já deve ter tido contato com a história de “Orgulho e Preconceito”, da escritora britânica Jane Austen. Pode ter lido o livro, ou até assistido uma das adaptações da história que já foram filmadas. É difícil dizer qual obra da escritora é a mais famosa, mas é provável que “O&P” preencha essa vaga – ele, é um ótimo exemplo da literatura à frente do seu tempo que Jane produzia na época.

No centro da história está Elizabeth Bennet, segunda mais velha numa família de cinco irmãs, que vive com seus pais e um relativo conforto no ano de 1797, na Inglaterra. A heroína do livro não se encaixa nos padrões que as moças da época deveriam seguir e recusa-se a correr atrás de pretendentes, como desejava a matriarca da família, a Sra. Bennet, que queria à todo custo, ver suas filhas casadas e de preferência, com um marido de alto poder aquisitivo. Os acontecimentos centrais do livro começam quando Liz conhece Mr. Darcy, cidadão influente que acompanha seu amigo, Mr. Bingsley, em sua estadia pelo condado onde habitam os Bennet. Devido a algumas situações constrangedoras, ele desperta a antipatia de Lizzy, que começa a odiá-lo quase imediatamente. Mas nada garante que esse sentimento não possa mudar…

Orgulho e Preconceito”, dito assim, parece ser um romance comum, no melhor (melhor?) estilo “Sabrina”, mas engana-se quem pensa assim! Jane Austen criou uma fórmula que muitos autores posteriores tentariam seguir. A maioria deles não teve êxito, pois, talvez não captaram a essência do livro: além do embate amoroso central, existe também uma forte crítica aos costumes da época, coisa que pouquíssimos escritores desenvolviam naquele tempo. A personagem Elizabeth não é uma versão “fictícia” da autora, como em “A Redoma de Vidro” de Sylvia Plath – comentado anteriormente aqui no Miolão – mas possui muito em comum com ela. As duas, na vida e na ficção, buscavam lutar contra a realidade “acomodada” que vivenciavam, reclamando das futilidades que eram tão freqüentes e dos hábitos opressores.

Cena de "Orgulho e Preconceito" (2005)

Cena da adaptação para o cinema de "Orgulho e Preconceito" (2005), com Keira Knightley e Matthew MacFadyen.

Jane sabia bem do que estava falando: nascida numa família consideravelmente influente na época, cresceu numa fase em que a sociedade britânica correspondia à aquela que mostrava em seus livros. Produzia textos desde pequena e, embora vanguardista, destacava-se apenas pelo seu dom fascinante com a escrita. Foi a forma mais eficaz que encontrou para expressar, do seu jeito, suas indignações, frustrações, divertimentos e vontades – esses, limitados pelo meio em que vivia. Possuiu uma vida frutífera no campo das artes, mas despida de muitos encantos no âmbito pessoal. “Orgulho e Preconceito” foi publicado enquanto ainda estava viva: Jane faleceria em 1817, deixando diversas obras que seriam lançadas postumamente. Sua vida foi adaptada às telonas com “Amor e Inocência”, estrelado por Anne Hathaway e James McAvoy – filme agradável, mas que como muitas adaptações, conta apenas metade da realidade, exagerando em muitas outras.

A leitura do livro é bastante lenta, e a narrativa é cheia de detalhes: cenários, emoções e pensamentos são esmiuçados de forma incisiva e também espirituosa. Jane Austen é irônica, firme mas sensível e é difícil não adorar a protagonista do livro e não torcer pelo casal. Dá dó quando acaba: você sente que conhece aqueles personagens tão bem que gostaria de acompanhar o que acontece na vida deles depois daquele último ponto final. “Orgulho e Preconceito” já teve diversas adaptações, sendo as mais famosas o especial de TV produzido pela BBC em 1995, que trazia Colin Firth como Mr. Darcy e, mais recentemente, em 2005, o filme estrelado por Keira Knightley, que concorreu ao Oscar de melhor atriz pela sua interpretação como Elizabeth. Embora mais focado no romance do que nos diversos outros aspectos que a história oferece para reflexão, o filme é ótimo e possui a essência do universo que Jane criou – ou apenas reproduziu com fidelidade, quem sabe?

Ah, uma curiosidade: sabia que “O Diário de Bridget Jones” é uma versão contemporânea do clássico de Austen? A autora do livro, Helen Fielding comentou, na época que o filme foi lançado: “As tramas de Jane Austen são muito boas e têm sido exploradas durante os séculos. Então, eu decidi simplesmente roubar uma delas.” Tanto é que até o par romântico de Bridget possui o mesmo nome do herói original (Mr. Darcy) e é interpretado por Colin Firth, exatamente pelo fascínio da autora na interpretação do ator realizada no especial da BBC que comentei. Sim, de fato muitos se inspiraram no humor e nas criações de Jane Austen e é por esse motivo e outros que sua obra deve ser sempre redescoberta. Siga a dica do post e leia “Orgulho e Preconceito”, mas não limite-se apenas à ele, toda obra de Jane vale a pena ser descoberta. Vai ver que o conselho é válido!

Capa de uma das diversas edições nacionais de "Orgulho e Preconceito".

Capa de uma das diversas edições nacionais de "Orgulho e Preconceito".

 

Features Stats Integration Plugin developed by YD

UA-11237259