#1. Continuando a divulgação do sensacional The Sea, Corinne Bailey Rae lança clipe para a ótima Paris Nights/New York Mornings:
#2. Enquanto o filme Alice No País das Maravilhas não chega aos cinemas, sua trilha sonora causa cada vez mais alvoroço. Dessa vez uma pequena prévia do clipe de Alice, canção de Avril Lavigne, foi jogada no Youtube. Já dá pra ter uma idéia do que vem por aí…
#3. Falando em prévia, Gorillaz, que sempre tem vídeos impecáveis, lançou na rede alguns segundos do clipe de Stylo, primeiro single do aguardado Plastic Beach. Se Noodles, a guitarrista fofinha, foi quem deu as cartas no trabalho anterior, parece que dessa vez definitivamente chegou a hora de Murdoch, o baixista satanista:
Finalmente vazou Almost Alice, a trilha de Alice No País das Maravilhas! Segue abaixo a lista com as faixas e o link para download.
1. Alice – Avril Lavigne
2. The Poison – The All-American Rejects
3. The Technicolor Phase – Owl City
4. Her Name Is Alice – Shinedown
5. Painting Flowers -All Time Low
6. Where’s My Angel – Metro Station
7. Strange – Tokio Hotel e Kerli
8. Follow Me Down – 3OH!3 e Neon Hitch
9. Very Good Advice – Robert Smith
10. In Transit – Mark Hoppus e Pete Wentz
11. Welcome to Mystery – Plain White T’s
12. Tea Party – Kerli
13. The Lobster Quadrille – Franz Ferdinand
14. Always Running Out of Time – Motion City Soundtrack
15. Fell Down a Hole – Wolfmother
16. White Rabbit – Grace Potter and the Nocturnals
Primeiro divulgaram a tracklist de Almost Alice, trilha sonora do filme Alice No País das Maravilhas. O mix de artistas que ia do pop ao underground dividiu a opinião do público e muita gente ficou insatisfeita.
Depois,Follow Me Down (ouça online), do 3OH!3 em parceria com Neon Hitch caiu na rede e agradou até quem não gostava da bandinha ultra-colorida.
Agora, Alice Underground, carro-chefe de Almost Alice, cai nas graças do público. Avril Lavigne disse em entrevista à Ryan Seacrest que se sente mais madura e que a música tem uma atmosfera dark.
Oficialmente a música vai ser lançada só na segunda, dia 01/02. Ao contrário do que muitos pensavam, Alice Underground não será o primeiro single do novo disco de Avril, que está previsto só para junho. Alice Underground funcionará mais como um aquecimento e o primeiro single oficial do novo álbum só será lançado em abril.
Sobre Alice Underground podemos dizer que sim, a música é boa. Agora se a música é “dark” e “madura” já é outra história, né, Avril Lavigne? Baixe aqui e tire suas próprias conclusões.
2010 é um ano que promete -e muito!- no cenário pop. Cristina Aguilera, Avril Lavigne e Britney Spears são só alguns dos nomes que já confirmaram (ou quase!) novos lançamentos.
O aguardado novo álbum de Christina Aguilera, intitulado Bionic, promete ser um dos melhores da safra. Com lançamento previsto somente para março, o disco conta com um time de responsa, que inclui nomes como Linda Perry, Sia, Dr. Luke e Ladytron. Apostando numa sonoridade mais futurista e pop, Aguilera planeja deixar o ar retrô da era Back To Basics definitivamente para trás. Falta pouco para conferirmos!
Avril Lavigne, como dissemos aqui no site, lançará o primeiro single de seu novo álbum em Almost Alice, trilha sonora de Alice No País das Maravilhsas. Embora os boatos apontem que a música produzida por Butch Walker (responsável por My Happy Ending e When You’re Gone) chegue as rádios em fevereiro, o cd ainda não tem data de estréia. Baseando-se em informações da própria Avril, os fãs podem esperar um som mais acústico e musical, seguindo a linha de seus primeiros trabalhos… E aí, será que vai dar certo esse regresso as cordas?
Há quem diga que o sucessor de Circus, de Britney Spears, tem tudo para sair no verão americano. Mesmo com poucas informações, os fãs ficam em estado de êxtase cada vez que um dos produtores envolvidos solta alguma dica na rede. Ainda em 2009, Danja, responsável por Gimme More e Break The Ice, respondeu um fã em seu twitter quando questionado sobre estar ou não trabalhando para Britney… Para alegria geral da nação ele disse que sim e que muito em breve todos poderiam conferir. Paralelo a isso, Sean Garrett, que fez Toy Soldier, uma das músicas mais queridas pelos fãs na época do Blackout, confirmou numa entrevista à MTV que estava escrevendo e produzindo material para Britney Spears e, pasmem, Lady GaGa. Além de Danja e Sean Garrett, a compositora Marcella Araica, que colaborou com Danja em Gimme More e Break The Ice, disse também em seu twitter que estaria junto à Britney novamente esse ano. Outro nome que é quase certo na produção é David Guetta. Tudo começou quando o famoso DJ francês, que caiu nas graças do mundo com When Love Takes Over e com o hit I Got A Feeling, do Black Eyed Peas, disse em seu Facebook que pelo menos uma de suas canções estaria presente no disco. Especulam ainda que a tal música, ainda sem título, será o primeiro single a ser lançado em março. Será?
Mas com tantos lançamentos será que vai ter espaço na mídia pra todo mundo?
Muita gente tem especulado que o gigante selo RCA, pertencente a Sony e que detém em seu catálogo Aguilera e Avril, preferiria privilegiar a promoção de Animal, disco de Ke$ha, que foi lançado na última semana. O sucesso estrondoso da novata a colocou no primeiro time do pop: Tik Tok, primeiro single, permanece em primeiro lugar no Hot 100 da Billboard há 4 semanas e Blah Blah Blah já figura no top 10 em 7º lugar e o disco tem tudo pra desbancar o de Susan Boyle do topo e se tornar o mais vendido da próxima semana. É mole ou quer mais?
Outro nome que vem ganhando força é o de Cheryl Cole. Integrante das Girls Aloud, a girlband mais bem sucedida da última década (pelo menos na Europa), Cheryl tem por trás a gigante Universal Music. A gravadora promete levar o nome da garota aos 4 cantos do mundo, mais ou menos como aconteceu com Leona Lewis com Spirit, seu disco de estréia, que mesmo lançado um bom tempo antes no velho continente fez um estrondoso sucesso no resto do mundo com seu lançamento global. Nos EUA, pelo menos, Cheryl já conta com o apoio de Jay-Z e Rihanna. A cantora de Umbrella se pronunciou a favor de Cole e disse que quer que a moça abra seus shows no Reino Unido. No Brasil, a Universal ainda não se pronunciou sobre o lançamento de 3 Words, primeiro álbum de Cheryl. No entanto, se tudo der certo como eles querem, com certeza o disco não demorará muito pra chegar a nossas terras.
Resta esperar para ver o que acontece. Por enquanto, Ke$ha sai na frente e é a celebridade pop mais comentada do ano até agora. Mas tudo pode mudar, afinal, hoje ainda é dia 15. Façam suas apostas e curtam, afinal, no mundo pop quase tudo tem prazo de validade.
A expectativa em relação ao filme é crescente, seja pelos nomes envolvidos ou mesmo pelos deliciosos trailers e teasers que rolam por aí.
No entanto, o mundo foi pego de surpresa essa semana quando anunciaram que Alice (Underground), novo single de Avril Lavigne, estaria presente na trilha. A notícia inusitada fez com que muitos depreciadores da cantora torcessem o nariz para o filme. O queixo de todo mundo foi ainda mais baixo quando Pete Wentz (baixista do Fall Out Boy) e Mark Hoppus (aquele do baixo cor-de-rosa do extinto Blink 182) disseram que In Transit, parceria entre eles, também faria parte da trilha.
E quando todo mundo pensou que nada mais seria tão surpreendente, a equipe do filme divulgou no MySpace a tracklist completa de Almost Alice, nome dado ao disquinho.
Figurinhas carimbadas da cena musical adolescente marcaram presença, como os alemães do Tokio Hotel em parceria com a Kerli e a sensação do momento 3OH!3 em parceria com Neon Hitch.
A mistura de novos artistas que fazem um pop vibrante se contrapõe e se completa com os queridinhos indies do Franz Ferdinand, o metal underground do Wolfmother e o veterano Robert Smith, frontman do The Cure, que mostra sua versão da clássica Very Good Advice.
Confira abaixo a lista completa:
1- “Alice (Underground)” – Avril Lavigne
2- “The Poison” – The All-American Rejects
3- “The Technicolor Phase” – Owl City
4- “Her Name Is Alice” – Shinedown
5- “Painting Flowers” – All Time Low
6- “Where’s My Angel” – Metro Station
7- “Strange” – Tokio Hotel e Kerli
8- “Follow Me Down” – 3OH!3 com Neon Hitch
9- “Very Good Advice” – Robert Smith
10- “In Transit” – Mark Hoppus e Pete Wentz
11- “Welcome to Mystery” – Plain White T’s
12- “Tea Party” – Kerli
13- “The Lobster Quadrille” – Franz Ferdinand
14- “Running Out of Time” – Motion City Soundtrack
15- “Fell Down a Hole” – Wolfmother
16- “White Rabbit” – Grace Potter and the Nocturnals
Toda essa piração da trilha fez com que o mundo, mais uma vez, ficasse em polvoroso com o filme. O jeito é esperar até 16 de abril, que é quando o longa estréia por aqui, e conferir com os próprios olhos se a nova loucura de Tim vai cumprir tanto quanto promete. O Miolão aposta que sim e você, o que acha?
Ok, esqueçam o título sensacionalista. Apesar de eu realmente sentir medo das gengivas fofas da Miley, aka Hannah Montana, quero falar de outra coisa…
Especialmente para você que esteve fora do planeta Terra nos últimos 3 anos, ou você que é alienado e não sabe nada sobre os novos ídolos adolescentes ou simplesmente você que teve sorte, muita sorte de nunca passar perto dessazinha, farei um resumo sobre os principais pontos da carreira dessa que é, sem dúvida, um dos produtos mais interessantes da indústria do entretenimento.
Miley Cyrus é uma cantora/atriz de 16 anos que teve seu nome projetado quando interpretou a personagem Hannah Montana, no seriado homônimo do Disney Chanel em 2006.
A premissa da novelinha era bastante simples: uma adolescente virava uma cantora famosa da noite pro dia e escondia sua verdadeira identidade. Até aí nada demais, certo? Quero dizer, há inúmeras séries extremamente babacas preenchendo a grade dos canais por aí. Mas nenhuma como essa. O sucesso de “Hannah Montana” foi tão grande que em 2008 a série atingiu uma audiência global de 200 milhões de espectadores. Você tem noção do que é isso? Equivale mais ou menos a população de nosso país, o quinto maior do mundo.
O produto Hannah Montana deu tão certo que a Disney não perdeu tempo e garantiu meios de tirar o máximo de $$$proveito$$$ da coisa, lançando bonecas, discos, DVDs, grife de roupas e até filmes no cinema.
Até que um dia tiveram a grande idéia: “se Miley dá tão certo como Hannah, por que não lançá-la como Miley?”
O processo de emancipação da atriz-personagem culminou com o lançamento do filme “Hannah Montana & Miley Cyrus: Best of Both Worlds”, em 2008, filme este que explorava o repertório da estrelinha da ficção e também mostrava músicas próprias de Miley. O filme foi um sucesso e arrecadou cerca de 65 milhões de dólares, mas seu maior mérito foi apresentar ao mundo Miley: a pessoa.
É meio inexplicável o fascínio que ela exerce entre crianças e adolescentes. O que acaba criando um paradoxo, visto que justificar seu sucesso é até que bem fácil. Enquanto os ídolos de outrora eram bonitos, polêmicos e pseudo-revolucionários (bom dia Madonna, Britney Spears e Avril Lavigne), Miley é uma garota como eles. Apesar de gostosinha, ela é feia, imperfeita, exagerada, tosca e forçada. Muito forçada. Gostando ou não gostando, necessitamos admitir uma coisa: a garota não tem vergonha de ser ela mesma. E novamente, gostando ou desgostando, precisamos admitir: era melhor que tivesse.
Tudo nela é calculado. As músicas seguem uma fórmula besta, do tipo catch e descartável, feitas para agradar grandes audiências. Não, não condeno isso. Até porque não há nada de errado em ser pop (e confessando, algumas músicas dela são ÓTIMAS). Mas o que incomoda é que tudo parece não ser natural. Quando vemos Miley com uma guitarra na mão fazendo caras e bocas, tudo que queremos é rir. Quando a vemos em trajes sumários fazendo música de festa, até esquecemos que é ela. Quando ela emula a revolta e o amor, plagiando idéias de um filme de 10 anos atrás, vemos que ali não tem nada. Não há personalidade. É tudo completamente oco.
Até atos de bondade soam fakes. Quer um exemplo? Quem não se lembra quando Beyoncé cantou “Halo” em um show para uma garotinha chamada Chelsea, que tinha câncer? O vídeo foi disseminado aos 4 cantos do mundo e emocionou muitos marmanjos. Domingo passado Miley sentiu-se “inspirada” e fez algo parecido: chamou uma menininha doente para cantar “The Climb” com ela. A diferença óbvia é que, ao contrário de Beyoncé, Miley não canta para a menina. Ela canta para ser vista com a menina.
Chega a ser repulsivo e repugnante coisas assim. Se promover à custa de crianças doentes? Ah, Miley. Até agora podíamos culpar a ganância de executivos e sua pouca idade para isso, mas agora nem isso nos resta. Porque com 16 anos já dá pra saber o que é certo e o que é errado. E por mais que em teoria seja lindo e correto abraçar uma criança careca com sonda no nariz e expô-la a centenas -e virtualmente a milhares- de pessoas, a gente sabe que não é.
Isso tudo mais parece uma tentativa de reverter a má impressão causada no último Teen Choice Awards, onde após ter feito uma performance um pouquinho mais “picante” para o puritano público norte-americano a mocinha ficou queimada perante os pais de seu público-alvo, chegando a ser eleita a pior influência para os adolescentes e pré-adolescentes.
Com certeza os motivos que levaram a este resultado foram exagerados, porque não tem NADA demais nesse vídeo. Miley até que tá bem santinha quando comparamos com as fotos que ela faz seminua em frente a espelhos, ou mesmo quando paga um cat (Vanessão e Maíra Cardi BBB mandaram um beijo) num dos Jonas Brothers. Ok, ok. Tô pegando pesado. Nada contra sexo oral, acho ótimo. O que desaprovo é esse desespero em querer ser santa só para não perder público para Selena Gomez ou Demi Lovato.
Se eu pudesse dar um conselho para Miley seria o mesmo que ela passa todos os dias para as crianças enquanto encarna Hannah Montana: seja você mesma.
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