Ok, esse adjetivo nem sempre é visto com bons olhos – mas algumas composições ressaltam que recebê-lo não é tão ruim assim. “Bitch”, no sentido que Meredith Brooks e as garotas da Plasticines propagam, pode representar uma mulher com “culhões” (!), que sabe o que quer, tem atitude e surpreende de diversas maneiras. Cada uma diz isso de um modo, e você decide, no Duelo de hoje, qual das duas músicas é a melhor. ;]
Podem rir: eu sei que soa meio ridículo escrever qualquer coisa que tenha Paris Hilton como tema. Mas se tem uma coisa que não é nada rídicula é Paris, o álbum de estréia da loirinha.
Produzido por gente do naipe de Greg Wells (responsável por discos de Mika e Katy Perry) e Kara DioGuardi (Britney Spears e Christina Aguilera), o debut de Paris Hilton foi mal recebido pelo público não pelo fato de ser ruim, mas sim por parecer um capricho sem propósito de uma menininha mimada que acordou e decidiu ser cantora. No entanto, quem se deu ao trabalho de ouvir o breve disquinho (ele tem pouco mais de 40 minutos!), percebeu que havia nele algo refrescante e deliciosamente pop. Continue lendo →
Muito tem se falado sobre Run The World (Girls), o single novo da Beyoncé que tem sample de Pon The Floor, do Major Lazer (ou, se você preferir, da ‘banda do Diplo’). Toda trabalhada nas batidinhas aceleradas, nossa Honey Bee pinta e borda criando um hit pegajoso e selvagem pronto pra agitar qualquer pista. Mas isso, meus amigos, aposto que vocês já sabem. O que nem todo mundo sabe é que não é de hoje que Bey busca referências em outras canções para compor seu trabalho.
Lançada em 2003 para divulgar Dangerously in Love, seu disco de estreia, a bombástica Crazy In Love também contou com uma “ajudinha” de outra música… E é isso que a gente vê por aqui hoje.
Depois de lançar 3 músicas de sucesso, Katy cravou seu nome na história da música ao atingir com E.T., seu último single em parceria com Kanye West, o primeiro lugar na Billboard. Historicamente falando, essa foi a nona vez em que um artista conseguiu emplacar 4 singles de um mesmo álbum no topo da parada.
Nesses dias, quando dei uma olhadela no Hot 100 da Billboard, fiquei bastante surpreso ao ver Fuck You, do Cee-Lo Green, em segundo lugar. Pela segunda semana consecutiva, a música (que a gente simplesmente adora!), atingiu a vice-liderança da parada musical mais importante do planeta.
Um dos vídeos mais legais dedicado a canção é esse aí debaixo que virou febre na internet em janeiro. Protagonizado por Anna. Nele, a estudante (que não é surda) demonstra toda sua habilidade gestual ao interpretar a letra da música na linguagem de sinais. Segundo a própria, a apresentação valeu como teste final de seu curso… Alguém aí duvida que ela passou com louvor?
Voltando ao tema original, fica a dúvida: quanto tempo mais será que Fuck You se segurará nos charts? Se depender da nossa torcida ela continuará na parada por muuuuito tempo…
Por essa nem eu esperava: após vender cerca de 352 mil cópias de 21, seu novo disco, a linda da Adele conquistou o primeiro lugar em vendas na Billboard dos Estados Unidos.
A cantora, que vive uma ótima fase, conseguiu outro feito interessante há pouco: emplacou 2 músicas no Top 5 do Reino Unido, coisa que só tinha sido feita antes por uma banda chamada Beatles.
Embora sucesso comercial não signifique muita coisa no mundo real (além de espaço na mídia e dinheiro para os envolvidos), é bacana perceber que uma artista de verdade vem agradando o público. Que continue assim.
Ela parece deslocada no tempo. E talvez, quem sabe, do espaço. O visual que beira a androginia, as danças super oitentistas e o figurino idem são só algumas das características que alimentam o pensamento de que Robyn não é bem o tipo de artista que nossa geração produz. Nas performances ao vivo, ela tem a capacidade de dominar o palco dançando como se ninguém tivesse assistindo e cantando sem desafinar.
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