MIOLÃO • Bob Dylan
 

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Cover: Je l’aime à mourir, Shakira

Não é raro ver Shakira homenageando artistas e bandas que adora em suas performances ao vivo: a colombiana já coverizou faixas de The xx, Metallica, AC/DC, entre outras várias, que ficaram ótimas com sua voz e interpretação inconfundível. Se nem superam as originais, essa característica são o suficiente para dar-lhes bons créditos – e ficar disposto a ouvir as demais releituras da moça.

Excursionando com a turnê “The Sun Comes Out” – que divulga o recente álbum, “Sale El Sol” – Shakira parou a alguns dias em Paris e surpreendeu com uma versão de Je L’Aime a Mourir, do cantor folk francês Francis Cabrel.

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Miolão Mixtape n.17

A nossa décima sétima mixtape chama Música de Amor. E eu não sei falar de amor. Só que hoje isso não é importante porque as músicas da nossa nova mixtape falam por si.

De alguma maneira elas tentam contar, cada qual a seu jeito, como é se sentir apaixonado. Algumas delas explicam, outras delas prometem, outras delas dizem o quanto querem bem ao outro. É isso aí.

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Trilha Sonora: “Mondo Bongo” – Joe Strummer and The Mescaleros

Se tem um filme que gosto muito, é  ”Sr. e Sra. Smith”. Quando se trata de Angelina Jolie no elenco, sou suspeita a comentar, e nesta comédia romântica, se posso assim chamá-la, a atriz aparece do modo que mais combina com ela- uma dama elegante, inteligente e audaciosa que consegue lutar e atirar sem desmanchar o penteado.

Confesso que, ao começar a fazer este post, demorei muito para escolher qual música do filme eu iria abordar. São tantas as boas músicas como, Nothin’ but a good time da banda Poison, Lay Lady Lay de Bob Dylan, interpretada por Magnet e Gemma Hayes e, por fim, Express Yourself de Charles Wright, remixada por Mocean Worker.

Finalmente me decidi por uma das músicas que, creio eu, é a que mais marca no filme. Ela retrata o momento em que o casal Smith se conhece na Colômbia, onde a fotografia do filme torna-se saturada e iluminada, trazendo o tom latino e caliente que o sentimento de paixão dá ao namorados, além de ser trilha também, da luta final do casal contra os agentes das corporações para as quais ambos trabalhavam antes de serem descobertos.

Imagem de Amostra do You Tube

A música Mondo Bongo,é a oitava faixa do disco lançado em 2001, Global a Go-Go de Joe Strummer and The Mescaleros. Joe Strummer faleceu em 2002, era vocalista também da banda The Clash e da banda The Pogues. Mondo Bongo foi composta juntamente com Pablo Cook que tem suas digitais em diversas outras trilhas sonoras de filmes além de 20 canções produzidas para Lily Alen e outras tantas para Vanessa Mae. Confere o currículo do cara aqui ó.

Escolhi a canção por ser, melodicamente falando, sexy, pretensiosa e também por suas variações no filme, dividida entre início e fim, lenta e crescente como pode-se ver no vídeo abaixo:

Imagem de Amostra do You Tube

Recomendo esta música para uma tequila à dois: caliente como la vida debe ser!

Cover: Blowin In The Wind, Alanis Morissette

“Blowin In The Wind”, lançada por Bob Dylan em 1963, é um hino na história da humanidade: a música, que mais parece um texto literário musicado de tão bela, surgiu numa década repleta de conflitos como uma reflexão sincera e poética de um artista que, ainda jovem, mostrava uma absurda maturidade ao falar sobre necessárias atitudes de paz que o homem prefere ignorar por pura intolerância.

Alanis Morissette – a nova mamãe do mundo da música – interpreta o cover de hoje. Com sua voz poderosa e habilidade com a gaita, a canadense consegue fazer uma singela homenagem ao clássico atemporal citado. Fã declarada de Dylan, cantou a faixa num evento que prestava tributo a ele, o UK Music Hall of Fame 2005. Veja:

Top5: Mamãe Quero Ser Rock’n'Roll!

Rock’n'Roll: mais do que um gênero musical, o rock é um verdadeiro estilo de vida.

No decorrer de quase 6 décadas, o rock conquistou ao redor do mundo milhares de adeptos e influenciou decisões políticas (alô Woodstock!), mexeu com os padrões da moda (alô Sex Pistols! alô Vivienne Westwood!), criou verdadeiros ícones adolescentes (alô Elvis Presley! alô Beatles! alô Mick Jagger!) e foi trilha sonora de verdadeiras revoluções comportamentais e revoltas juvenis.

Mas nem só bons frutos foram gerados: ao longo dos anos, milhares de pessoas quiseram TANTO ser rock’n'roll que acabaram pagando mico. E é isso que a gente vê agora nesse Top5 especial: Mamãe Quero Ser Rock’n'Roll!

5º Chimbinha: o guitar-hero brasileiro.

Quem?
Cledivan Almeida Farias, mais conhecido como Chimbinha, é guitarrista da banda Calypso e esposo de Joelma, a popstar do Pará. Com 14 discos lançados, Chimbinha já vendeu mais de 7 milhões de discos e sua ‘banda’ é uma das mais populares de todos os tempos do Brasil.

Visual Rock’n'Roll!
Ostentando com muito orgulho um topete multicolorido, Chimbinha veste frequentemente camisas estampadas e calças escuras. Muita gente questiona se a temática Hawaii combinada com o topete é o jeitinho que nosso querido Chimbuca encontrou para homenagear Elvis. Será?

Ele tenta…
Com seu visual descolado (sic), Chimbinha nunca se separa de sua guitarra e nos shows se arrisca até a solar, arrancando do público torrentes de excitação a cada riff tirado de seu instrumento.

Mas tudo que consegue é…
Fazer algo que, definitivamente, não é rock’n'roll.

O mais perto que chegou de ser um rock-star:

O vídeo acima é do projeto Estúdio Coca Cola Zero, em que junto com Joelma recriou clássicos do Calypso em parceria com Os Paralamas do Sucesso.

Falando sério agora, ficou ou não ficou bacana?
4º Avril Lavigne: a princesa do punk.

Quem?
Avril Lavigne, canadense, 25 anos. Oriunda da MTV, a estrelinha Lavigne ficou famosa no início dos anos 2000 por se apresentar como um antídoto as popices que dominam as rádios naquela época. O que a grande maioria (de adolescentes) não notou foi que Avril era tão – ou mais – pop quanto “as outras”.

Visual Rock’n'Roll!
Enquanto Britney, Aguilera e N’Sync sensualizavam cada vez mais exibindo seus corpos semi-nus nos clipes, Avril parecia não ligar para sua imagem. Vestindo quase sempre babylooks combinadas com “calças de menino”, o visual despojado – ou punk de butique, se preferirem -, foi febre entre as adolescentes. Gravatas e munhequeras fizeram a cabeça da moçadinha…

Ela tenta…
Com um discurso afiado, Avril soltava farpas contra a superficialidade do mundinho pop e se apresentava como porta voz dos que estavam cansados de estrelinhas fabricadas. O curioso é que suas músicas pareciam não servir de trilha para a rebelião proposta: o som que ia do pop romântico (I’m With You) ao rap (My World) era quaaase igual a tudo que ela criticava. Estranho, né?

O mais perto que ela chegou de ser uma rock-star…

Foi gravar a canção Knockin’ on Heaven’s Door de Bob Dylan para um cd de caridade. A bela música ganhou contornos bonitinhos e quaaase nos convenceu que Avril Lavigne era, sei lá, um Neil Young da vida.

Há quem diga que quebrar uma guitarra no clipe de SK8er Boí foi um ato digno de vergonha. O clipe, assim como a música, é um verdadeiro guilty pleasure e retrata com maestria o que deveria ser a inconsequencia juvenil. Quebrar a guitarra no final do vídeo, que deveria ser um ato subverssivo como os praticados pelo The Who ou mesmo Nirvana, acabou sendo, como todos puderam observar no “Produzindo o Clipe“, da MTV, um tiro n’água: Avril não teve força o suficiente pra quebrar a guitarra. Tudo bem, a gente releva. Valeu a tentativa, Avril!

03º Britney Spears: a amante do Rock’n'Roll.
Quem?
Britney Spears, ex-Clube do Mickey, ex-virgem, ex-careca-maluca, atual mãe de família e ícone do show business. A mocinha que desde o começo de sua carreira foi tida como a princesa do pop, sempre flertou com o rock’n'roll, tendo inclusive gravado o clássico (I Can’t Get No) Satisfaction, dos Rolling Stones…

Visual rock’n'roll!
Quando o quesito é roupa, Britney erra e erra feio. Em suas tentativas – quase sempre frustradas – de parecer mais rocker, Britney usou e abusou de couro, fivelas e adereços de aço. Ser sutil nunca foi o forte de Britney.

Ela tenta…
Como já disse ali em cima, Spears sempre teve uma queda pelo rock. No entanto, suas tentativas de chegar ao ritmo foram mesmo só tentativas. A versão de Satisfaction ficou tão descaracterizada que os Rolling Stones, se estivessem mortos (?), estariam se revirando no túmulo. Mas mico mesmo foi quando Britney regravou a canção I Love Rock’n'Roll em seu terceiro álbum. A música, imortalizada por Joan Jett, chegou a ser lançada como single em alguns países e rendeu um clipe super sensual. Mas cadê que Britney conseguiu convencer alguém que aquilo era rock?

Isso sem falar no medley de Gimme More com Trouble, do Elvis Presley, durante a clássica apresentação no VMA 2007…

O mais perto que ela chegou de ser uma rock-star…

Foi quando despirocou geral, raspou a cabeça e agrediu um paparazzi com um guarda-chuva. A atitude insana faria inveja a Sid Vicious.

2º Sandy e Junior: os irmãos mais rebeldes do oeste!

Quem?
Filhos de Xororó e Noely, Sandy e Junior construíram ao longo dos anos uma carreira sólida e bonita. Tudo começou quando gravaram o clássico Maria Chiquinha em 1991. Depois de inúmeros hits como Aniversário do Tatu, Power Rangers” e Imortal, Sandy e Junior resolveram que estava na hora de radicalizar…

O Visual Rock’n'Roll!
Começaram pelo visual. As roupas cheias de franja do início da carreira foram substituídas por peças modernas e bem produzidas. Os cabelos, verdadeiros monumentos de mullets, ganharam cortes modernos que viraram moda em todo o país. Mas aí você me pergunta: rock, cadê?

Eles tentam…
Revolução mesmo veio com o lançamento do clipe de Enrosca: Sandy usou uma peruca curtíssima preta, enquanto Junior, empunhando uma guitarra, mandava um som nervoso! Arghhhhh!

Com uma roupagem totalmente diferente da versão original (do grande pai do Fiuk, Fabio Jr), Enrosca virou um verdadeiro hino rock’n'roll e foi adotado como sinônimo de rebeldia por toda uma geração. – NOT.

O mais perto que ela chegou de serem rock-stars…

Foi quando Sandy disse um palavrão numa entrevista a um programa do Cazé. Detalhe: Sandy já era uma mulher adulta.

1°º Restart: o rock da nova geração.

Quem?
Pe Lanza, Pe Lucas, Thomas e Toba, digo, Koba são adolescentes de São Paulo que formaram em 2008 a banda mais colorida do Brasil. Hã?

Inovando como poucos ousaram, o Restart trouxe o rock brasileiro aos holofotes e acabou com a idéia de que roqueiro se veste de presto e é infeliz. Aliás, eles inovaram tanto que criaram um gênero totalmente novo: o happy rock (que nada mais é que vocais adolescentes melosos cantando sobre draminhas felizes do cotidiano do jovem de classe média alienado).

Visual Rock’n'Roll!
Calça verde limão, camisa rosa, Wayfarer azul-piscina. Demais, não?
NÃO!

A explosão de cores que o Restart trouxe à tona é tão vexativa que pessoalmente encaro como agressão. Dá pra imaginar como tem gente que acha que tá arrasando ao imitá-los? Francamente, poxa!

Eles tentam…
… E até que tentam bastante. Usam guitarras, baixo, bateria e tem um monte de fã. Mas e o rock, meus amigos, cadê?

O mais perto que eles chegaram em serem rock-stars…

AHHHH! PE LANZA!!! PE LANZA!!! ÉSSE DOIS! CORAÇÃOZINHO! ÓUN! AHHHH!!

Menções honrosas: Madonna toda diva tocando muuuuuita guitarra em Human Nature, ao vivo na Sticky & Sweet; Justin Bieber provando que sabe fazer uma coisa bem: tocar bateria; Kelly Key toda sexy lambendo um violão rosa para divulgar o lançamento de sua linha de roupas infantil e Shakira bancando a rockstar na performance de Tango.

AVISO AS FÃS: se você é fã de algum dos artistas citados, por gentileza, não se revolte e não me xingue muito no Twitter. Beijos.

#NoSom: A trilha sonora do seu Natal

Madonna – Santa Baby

Madonna
http://www.youtube.com/watch?v=PxHrjvovInE
“Santa Baby”, que já foi “coverizada” por Kylie Minogue e Shakira (vale conferir os covers das moças), tem uma versão feita pela rainha do pop, com sua voz miada do começo da carreira. É, de qualquer forma, cativante e um pouco safadinha. Uma gravação de Natal que só a Madonna das antigas poderia fazer.

Lady Gaga feat. Space Cowboy – Christmas Tree

gagatree
http://www.youtube.com/watch?v=Bm-eNh0PXNc
Gaga diz que o único lugar em que gostaríamos de estar, nessas festas, é debaixo de sua árvore de Natal. A gente topa? ;)

John Lennon – Happy Xmas (War Is Over)

johnlennon
http://www.youtube.com/watch?v=wKIhzafc7nI
John Lennon transformou uma canção de protesto, sobre a Guerra do Vietnã, numa clássica música natalina, que ganharia diversas versões ao redor do mundo – até Celine Dion regravou a faixa. (!)

Colbie Caillat – Mistletoe

colbie-caillat
http://www.youtube.com/watch?v=4UU0P7MqZJE
Nessa música, Colbie Caillat fala que seu Natal não será completo enquanto “aquela” pessoa não estiver ao seu lado. Canção serena e um pouco tristonha, sem exageros.

Bob Dylan – Must Be Santa

bob
http://www.youtube.com/watch?v=qVs6X9yIM_k&feature=player_embedded
Faixa encontrada no seu último álbum lançado, “Christmas In The Heart”, que possui apenas canções natalinas. Dylan quase sempre faz o requisito, por sinal: do tipo de artista que merece ser ouvido em qualquer trabalho. O clipe, por sinal, traz Bob Dylan “atuando” depois de muito tempo sem aparecer em seus próprios vídeos.

Dido – Christmas Day

dido
http://www.youtube.com/watch?v=CMFzQhR9dJw
Ah… a voz de Dido aquece qualquer Natal! =) Lembrando que a música é uma composição inédita, e não regravação.

Aimee Mann – Have Yourself a Merry Little Christmas

aimee
http://www.youtube.com/watch?v=o9neidgHjMo
Originalmente imortalizada por Judy Garland no filme “Meet Me In St. Louis”, ou, na versão nacional, “Agora Seremos Felizes” (??), a faixa ganha um charme sóbrio na voz da talentosa Aimee Mann.

No Doubt – Oi To The World

ND
http://www.youtube.com/watch?v=hoL1Uxwk6vc
Contagiante cover de uma música de natal da banda The Vandals, que convida o mundo todo a entrar na mesma festa. #redeGlobofeellings. Adoro a Gwen solo mas deu uma vontade de ouvir algo novo do No Doubt…

Susan Boyle – Silent Night

susanboyle
http://www.youtube.com/watch?v=ZBvVmI2t9CQ
Susan Boyle faz uma versão comovente desse clássico de Natal. Você ouve e fica quieto – a música é manjada, mas a interpretação é ótima.

Spice Girls – Christmas Wrapping

spice
http://www.youtube.com/watch?v=d-Bg9BT82sQ
Por um Natal mais 1998. (?)

U2 – Christmas (Please Baby Come Home)

u2
http://www.youtube.com/watch?v=XiSPNaQNGOY
Bono tá chamando pra ceia dele, vai deixá-lo esperando?

Mariah Carey – All I Want For Christmas Is You

mariah
http://www.youtube.com/watch?v=K5bo4VDEH-U
Aquela cantada por Mariah Carey é a original, mas se você não gosta dela, calma: uma porrada de artistas influentes da década de 90 regravaram essa música. Vira e mexe, alguém ainda revisita a clássica canção. Se você ainda não enjoou, vale ouvir de novo.

Beatles – Christmas Time Is Here Again

Beatles
http://www.youtube.com/watch?v=ovX5bcIxTQ8
Gravação rara dos Beatles oferecida como presente aos fãs que eram componentes de seu fã clube, foi lançada oficialmente apenas décadas depois. Não difere em nada do som característico produzido pela banda naquela época: precisa dizer mais?

#NoSom: Cat Power anuncia novidades sobre próximo álbum

Cat Power

A cantora Chan Marshall, conhecida pelo público como Cat Power, declarou em entrevista recente ao jornal Courier Mail que já está trabalhando no seu novo álbum, que será cheio de “canções tristes”, segundo ela própria. Bom, até aí, nenhuma novidade – quem conhece o som da artista sabe que suas músicas não são lá muito animadas em sua maioria…

A novidade, porém, é que ela irá abrir mão da companhia de sua atual banda de apoio, a The Dirty Delta Blues em seu próximo lançamento. Os músicos acompanharam a cantora nas gravações e shows de seu último disco, “Jukebox” – constituído de versões de artistas como Bob Dylan, Frank Sinatra e Janis Joplin - mas Chan diz sentir-se culpada por não tocar instrumentos em suas turnês há tantos anos.

Disse ainda que o material com o qual está trabalhando já estava, em grande parte, pronto na época de lançamento do seu álbum de covers, e que ele continua aumentando. Em entrevista para a revista Rolling Stone no ano passado – quando “Jukebox” foi lançado – Cat disse que já tinha um álbum pronto, intitulado “Sun”, que falaria sobre a dor e a alegria de “renascer” depois de uma fase ruim.  Porém, alegou que preferia lançá-lo depois, por considerá-lo muito íntimo e por não querer mexer em certas feridas naquele momento da carreira.

Sua fuga era compreensível: o disco que antecedeu “Jukebox”, chamado “The Greatest” – último de inéditas lançado pela cantora – possuía uma atmosfera pesada, reflexo da fase em que Chan se encontrava na época, em 2006. Desiludida com a vida, havia terminado um namoro e fora internada numa clínica de reabilitação em Miami por problemas com álcool – experiência que mudaria sua visão em relação à música que produzia. Naquela época, ela  era acompanhada nos palcos pela banda Memphis Rhythm Band. Chan pode estar ainda incerta sobre compartilhar suas novas canções, mas agora está no controle da situação – e de si mesma.

Por enquanto, os fãs podem contar apenas com essas informações: apesar das recentes afirmações, Cat Power não definiu uma data de lançamento para o novo álbum. Até que ele saia, não saberemos o que será deixado de lado e o que será incluído no processo de produção do disco!

Enquanto isso, que tal relembrar – ou conhecer – um pouco mais sobre a cantora Cat Power? Para aqueles que não a conhecem, não sabemos o que está esperando! Ela já esteve no Brasil duas vezes e nós selecionamos alguns momentos dos shows pra você conferir, além de uma música do EP “Dark Side Of The Street”, lançado por ela depois de “Jukebox”, com covers que ficaram de fora do disco. Vale a pena, porém, ir atrás também dos trabalhos autorais da artista, que são maioria e, por sinal, lindíssimos.

Imagem de Amostra do You Tube

Performance da cantora no Tim Festival desse ano, cantando “Sea of Love”, uma das músicas presentes no seu primeiro álbum de covers, o “The Covers Record” e que está na trilha sonora do filme “Juno”. 

 Imagem de Amostra do You Tube

“Metal Heart” é uma música sua que foi originalmente inserida no CD “Moon Pix”, do começo de sua carreira, mas que ganhou uma nova versão em “Jukebox” – é uma duas únicas composições próprias de Chan no disco, contando com “Song To Bobby”, canção feita em homenagem a Bob Dylan. Essa performance é de 2007, no Tim Festival. Por sinal, de arrepiar.

Imagem de Amostra do You Tube

Sua versão da música “I’ve Been Loving You Too Long”, de Otis Redding, presente no EP “Dark Side Of The Street”.

 

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