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Resumo da semana

11/07/2010 às 10:00 em Aleatoriedades, No Som, Telinha & Telão

1. Tom Cruise e Cameron Diaz estiveram no Rio de Janeiro para divulgar Encontro Explosivo, que estreará em 16 de  julho.

2. Celine Dion anunciou em seu site que será mãe de gêmeos.  A cantora que já tem um filho de 9 anos, dará a luz a dois meninos em novembro.

3. Anahí, ex-integrante do RBD, fez uma música em homenagem ao novo romance de Paulo Coelho, “O Aleph”.  A cantora postou em seu canal no youtube um trecho da canção e também nos fez um favorzinho: resumiu o livro.

4. Maria Gadú beija Leandro Leo em show, em Nova Iguaçu.

(mais…)

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As cenas e os temas (Parte 2)

12/05/2010 às 21:24 em No Som, Telinha & Telão

O MIOLÃOTEAM apresenta hoje a segunda parte do especial “As cenas e os temas“, em que escolhe momentos do cinema – famosos ou não – onde as junções entre música e imagens não podiam ter sido melhores.

Em breve, a terceira e última parte estará no ar. Aguarde!

Um Beijo Roubado – The Story (Norah Jones)

Sim, as pessoas que disseram que esse é um dos beijos mais memoráveis do cinema recente não estavam erradas: Norah Jones interpreta em “My Blueberry Nights” (de Kar Wai Wong) uma garota comum que decide viajar e deixar tudo para trás depois de uma frustração amorosa. No caminho, ela conhece diversas figuras excêntricas enquanto um pretendente, dono de uma doceria freqüentada pela personagem e vivido por Jude Law morre de saudades da antiga freguesa. Depois de muito tempo distantes, o merecido reencontro, que resulta nessa cena poética e sensível: a canção tocando ao fundo é “The Story”, interpretada pela própria Norah. Seu ritmo lento e sensual apenas acentua como o acontecimento é sincero. Um beijo roubado nunca foi tão envolvente. Veja.

O Diário de Bridget Jones – All By Myself (Jamie O’Nell)

Curtir uma fossa num sábado à noite não é algo muito agradável, mas Reneé Zellweger transforma uma “sessão deprê” regada a cigarros e álcool numa experiência divertidíssima – pelo menos para o espectador. Dublando a canção “All By Myself” (na versão de Jamie O’Neal) a atriz arranca gargalhadas e mostra a cara de Bridget Jones, uma das personagens mais carismáticas das comédias românticas. Ouça.

Southland Tales – All These Things That I’ve Done (The Killers)

Ok. Richard Kelly, o diretor de Donnie Darko, patinou legal em uma de suas empreitadas – esse conto que nunca acerta ao abordar temas como dominação capitalista, fim do mundo e degradação da sociedade. A surpresa vai por conta dessa cena, uma das poucas coisas válidas do filme, que é meio picareta: nela, Justin Timberlake dubla a ótima e apoteótica “All These Things That I’ve Done” dos The Killers em meio à diversas mulheres que celebram pateticamente a suposta grandeza (cega) do sonho americano. Um momento que mesmo bem colocado não salva o filme do marasmo. Assista.

9 – A Salvação – Somewhere Over The Rainbow (Judy Garland)

“9 – A Salvação” foi uma grata surpresa entre as animações lançadas no ano passado. O filme, dirigido por Shane Acker e produzido por Tim Burton conta a história de bonecos de pano que possuem alma e procuram salvar o mundo, que futuro distante, tornou-se caótico e apocalíptico: é tudo o que pode ser dito para não estragar a história. A produção consegue emocionar ao confrontar o espectador com a freqüente idéia da esperança tentando sobreviver num universo onde claramente não existe brecha alguma (ou quase!) para que ela exista. A canção “Somewhere Over The Rainbow”, interpretada por Judy Garland, é executada em uma cena tocante; um momento de aparente tranqüilidade em que os protagonistas parecem próximos – mesmo que por poucos segundos – da tão almejada felicidade que buscam. Aperta o coração e deixa sem palavras.  Ouça.

Tudo Para Ficar com Ele – The Penis Song (Cameron Diaz, Selma Blair e Christina Applegate)

Vulgar? Hilária? Provocante? Independente da sua opinião, é impossível ficar alheio à parodia de “I’m Too Sexy” de Right Said Fred – que por sua vez, é inspirada numa canção de Jimi Hendrix – feita pelo elenco do filme “Tudo Para Ficar com Ele”: a música, um empolgado manifesto sobre a anatomia masculina (?) divide opiniões, mas é, com certeza, marcante para quem assiste, gostando ou não. O Miolaoteam se encaixa no primeiro caso. Assista.

Ellie Parker – Heart of Glass (Blondie)

Naomi Watts interpreta em “Ellie Parker” uma aspirante à atriz cuja vida parece cada vez mais fora dos eixos: tem uma melhor amiga que ignora seus desabafos, um namorado que não dá a mínima para o relacionamento, um empresário que não acredita no seu potencial e não é levada a sério em nenhuma entrevista de emprego. A cena em questão mostra Ellie preparando-se para um teste, onde poderá ganhar o papel de uma prostituta: ela veste o figurino e faz o seu próprio e – impagável – aquecimento, tendo como trilha sonora “Heart of Glass” do Blondie. O filme, que teve repercussão quase nula no circuito comercial é um achado que merece ser visto. Espirituoso, dramático na medida certa e nunca piegas, mostra o quanto Naomi Watts é talentosa – além de mostrar que alguns atores/atrizes são a melhor escolha para determinados papéis. Watts rouba cada cena e é delicioso vê-la atuando: você irá torcer muito pela “azarada” protagonista, pode acreditar. Assista.

p.s.: Vale reforçar que não disponibilizamos os links com os respectivos trechos em todos os casos pois nem todos eles foram encontrados na Internet. Assista os filmes na íntegra, porém: independente das cenas comentadas, eles são ótimos! :)

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#Top5: Diretores e Seus Queridinhos

15/02/2010 às 23:58 em Aleatoriedades, Telinha & Telão

De vez em quando algumas parcerias entre diretores e atores dão tão certo que eles repetem a dose. E mais de vez em quando ainda o repeteco se estende por mais filmes e mais filmes, como se o diretor esquecesse que há outros atores no mundo.

Se você duvida, dá uma olhada em nosso Top 5:

5º Ewan McGregor e Danny Boyle.

Quando começou?

O ano era 1994. Nessa época Danny Boyle era um diretor estreante oriundo da tv e lançava seu debut, o sensacional Cova Rasa.Bastante elogiado pela crítica, o longa fez bonito e foi responsável por apresentar ao mundo um dos mais talentosos atores em atividade e o visionário Boyle, que anos mais tarde receberia o Oscar por Quem Quer Ser Um Milionário?. Embora Cova Rasa fosse o terceiro filme de Ewan McGregor, pode-se dizer que sua carreira só começou mesmo a partir daí. Nos anos seguintes o ator fez alguns filmes de pouca repercussão e uma ponta em Emma, película baseada na obra de Jane Austen. Somente em 1996 Danny e Ewan se encontraram novamente no emblemático Trainspotting. O filme, baseado na obra de Irvine Welsh, apresentava uma visão totalmente diferente do mundo das drogas. Original e perspicaz, Trainspotting marcou a década de 90 e firmou Ewan como um dos mais promissores atores do mundo. Apenas um ano depois a parceria se repetiu no interessante Por Uma Vida Menos Ordinária. O filme que tinha a estrelinha da vez Cameron Diaz acabou dividindo a crítica e foi um verdadeiro fracasso de público. O destino dos dois parecia incerto: Boyle tinha decepcionado seu estúdio com a pouca arrecadação e Ewan, embora elogiado por sua atuação, ainda não tinha nenhum blockbuster em seu currículo. Mas tudo mudaria com A Praia, de 2000…

Acabou?

A Praia foi concebido como um projeto ambicioso e seria, teoricamente, o primeiro grande trabalho de Danny nos States. E foi nessa época que Ewan e Danny se desentenderam. O estúdio queria que Boyle usasse um rosto “mais conhecido” do grande público. O diretor acabou cedendo a pressão e no lugar de Ewan entrou ninguém menos que Leonardo DiCaprio, que vinha do sucesso Titanic. Massacrado pela crítica e pelo público o longa foi uma verdadeira decepção. Até a direção de Boyle, elogiada até então, foi alvo de críticas. No fim das contas, Ewan saiu ganhando em não participar. De lá pra cá os dois nunca mais trabalharam juntos. Embora vira e mexe algum fofoqueiro levante a hipótese de uma nova reunião, nada de concreto foi dito. Pena!

Deu certo?

Mesmo com o fim “trágico” da parceria, a parceria dos dois deu tão certo que hoje ambos são reconhecidos e aplaudidos de pé por seus trabalhos. Fora que possuir em sua filmografia um dos filmes mais amados da década de 90 não é pra qualquer um, né?

4º Leonardo DiCaprio e Martin Scorsese.

Quando começou?

Em Gangues de Nova York, de 2002. Na época Scorsese já tinha status de lenda e todo mundo estranhou a escolha de DiCaprio como protagonista. O ator, que até então tinha tido êxito somente em Titanic, após algumas decisões equivocadas estava perdido em sua carreira. Na estréia do filme todos aqueles que maldiziam o ator tiveram que engolir cada palavra. O garoto deu um show de interpretação e mesmo estando ao lado do grande Daniel Day Lewis não deixou nada a desejar. O Aviador, o projeto seguinte de Scorsese, foi recebido com empolgação pela crítica e rendeu a Leonardo sua segunda indicação ao Oscar. Impecável na pele do milionário excêntrico Howard Hughes, DiCaprio mostrou de uma vez por todas que sabia atuar. E sabia muito bem. Em 2006 a parceria foi refeita no aclamado Os Infiltrados. O filme abocanhou o Oscar de melhor direção para Scorcese e tirou a chance do cultuado diretor de se igualar a mestres como Chaplin e Hitchcock (por nunca levar a estatueta dourada para casa). O reconhecimento foi tão grande que além dos críticos e a Academia se renderem ao filme, Os Infiltrados foi a maior bilheteria de Scorsese.

Acabou?

Que nada! A Ilha do Medo, próximo lançamento da dupla, é um dos filmes mais aguardados do ano. Exibido em alguns círculos fechados, o filme vem recebendo grandes elogios – tanto para DiCaprio quanto para Scorsese -. É aguardar pra ver.

Deu certo?

Tão certo que rendeu a Martin seu primeiro Oscar e a Leonardo reconhecimento de público e crítica. Aliás, Marty foi só elogios para Leonardo em entrevista recente à revista New York. Saca só:

“O diferencial de Leo é seu rosto extraordinariamente cinematográfico. Ele poderia ter sido um grande ator do cinema mudo porque tanta coisa acontece nos seus olhos, pode-se ler tanta coisa em seu rosto.”

É, o cara tá podendo.

3º Robert De Niro e Martin Scorsese.

Quando começou?

Se Leonardo é a bola da vez para Scorsese hoje em dia, na década de 70 só dava Robert De Niro. Tudo começou em 1973 quando eles filmaram Caminhos Perigosos. De lá para cá foram ao todo 8 filmes: Taxi Driver, New York, New York, Touro Indomável, O Rei da Comédia, Os Bons Companheiros, Cabo do Medo e Cassino.  Alguns deles, como Touro Indomável, Taxi Driver e Cassino, são considerados verdadeiras obras-prima do cinema.

Acabou?

Que nada! Recentemente, Scorsese disse a Vanity Fair que quer De Niro em seu próximo filme: I Heard You Paint Houses. O longa, que terá seu roteiro adaptado do livro homônimo de Charles Brandt, terá como pano de fundo a máfia irlandesa. Alguém aí duvida que os dois vão detonar?

Deu certo?

Mas que pergunta! Foram 8 filmes ao todo e o nono tá quase aí. Martin realizou alguns de seus melhores trabalhos ao lado de De Niro, e foi dirigido por Scorsese que Robert levou seu segundo Oscar para casa por Touro Indomável.

… Duas lendas do cinema que “cresceram” juntas. Mais certo impossível.

2º Penélope Cruz e Pedro Almodóvar.

Quando começou?

Na década de 90, com Carne Trêmula. Naquela época Pedro já tinha construído uma bela carreira e seus filmes tinham repercussão mundial. Com Carne Trêmula não foi diferente: o longa foi um sucesso e, aos olhos mais atentos, estava ali uma atriz experiente mas que nunca havia sido explorad. Seu nome era Penélope Cruz. Mesmo com pouco tempo em cena, era notável a volúpia com que Almodóvar filmava a moça. No entanto, a consagração dos dois só viria em seu próximo filme; o belíssimo Tudo Sobre Minha Mãe, de 1999. Mesmo não sendo protagonista, Penélope mais uma vez estava lá. Foi graças a sua participação em Tudo Sobre Minha Mãe que a garota ganhou o mundo. Atuando em produções hollywoodianas a atriz foi bastante criticada. Houve quem dissesse que ela só atuava bem nas mãos de seu mentor. Verdade ou não, foi em 2006 com Volver que Penélope teve seu trabalho mais consistente. Encarando pela primeira vez uma protagonista num filme de Pedro, Penélope fez bonito e levou sua primeira indicação ao Oscar. Depois de conquistar de uma vez por todas o respeito da crítica e o coração de Almodóvar, Penélope assumiu o status de musa. Ano passado Pedro e Penélope fizeram seu quarto filme juntos. Abraços Partidos mostrou os dois em grandes momentos e embora tenha dividido a crítica agradou a maioria dos fãs com todos os elementos já característicos de Almodóvar.

Acabou?

Dê uma olhada na declaração dele para o jornal espanhol El Mundo e responda por si mesmo a pergunta:

“De todas as atrizes com quem trabalhei, ela é a única que me despertou um desejo que vai além da sensualidade que algumas cenas exigiam.”

Deu certo?

Se deu! Pedro já era considerado um grande diretor, mas foi graças a Tudo Sobre Minha Mãe que seu nome passou a figurar no primeiro time de realizadores. Com este filme Pedro recebeu a Palma de Ouro em Cannes e além do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Penélope teve seus melhores momentos nas mãos do diretor e até hoje colhe frutos de seu trabalho com ele. Arrisco dizer que ela não estaria na posição que se encontra hoje se não fosse tivesse sido moldada nas mãos de Pedro. Volver e Abraços Partidos só confirmam isso.

1º Johnny Depp e Tim Burton.

Quando começou?

A parceria não podia ter começado melhor: Edward Mãos de Tesoura foi o primeiro de uma série que dura até hoje. O filme, de 1990, possui todos os ingredientes que consagraram Deep e Burton como estrelas: personagens estranhos, sensibilidade à flor da pele e um visual gótico-pop. O resultado excepcional fez do filme um marco na carreira de ambos e todas as características vistas na história foram reprisadas nos trabalhos seguintes da dupla. Em Ed Wood, Depp encarnou toda loucura do pior diretor de todos os tempos, n’A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça Burton comandou a cena totalmente à vontade num mundo que dominava, enquanto n’A Fantástica Fábrica de Chocolates eles tiveram uma experiência bem sucedida ao se aventurarem num novo gênero, a coisa deu tão certo que foi repetida no fofo A Noiva Cadáver e mais recentemente em Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet.

Acabou?

Claro que não! Ambos trabalharam juntos no aguardado Alice No País das Maravilhas, que estréia em março por aqui.

Deu certo?

Muito certo! Tim encontrou em Depp o protagonista perfeito para emular suas loucuras. E Depp foi carregado ao estrelato nas mãos do diretor. Todo mundo saiu ganhando, inclusive, no último trabalho lançado por eles, ambos foram indicados ao Globo de Ouro.

Há quem diga que a parceria já apresenta desgaste… Pessoalmente acho que os dois podem render muuuuito ainda. Aquela coisa: em time que se está ganhando não se mexe.

Menções honrosas: Pedro Almodóvar e Carmen Maura por fazerem juntos nada mais nada menos que 9 filmes, Nicole Kidman e Baz Luhrmann por se arriscarem juntos em projetos improváveis – quem apostaria em um musical quando o gênero estava morto e quem teria tanta ambição para produzir um novo “E O Vento Levou…“? -, Quentin Tarantino e Uma Thruman por levarem 9 anos para finalizarem um argumento (Kill Bill, baby!), Roman Polanski e Emmanuelle Seigner porque afinal não é qualquer um que se casa com sua musa.

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Cinema: Os Mais Bem Pagos de 2009

09/02/2010 às 02:15 em Aleatoriedades, Telinha & Telão

Engana-se quem pensa que os atores mais bem pagos de Hollywood ainda são Johnny Deep e Julia Roberts.

Segundo a Vanity Fair, os nomes do momento são os de Daniel Radcliffe e o de Emma Watson, ou, se você preferir, o Harry Potter e a Hermione Granger. No último ano os dois faturaram 70 milhões (40 ele, 30 ela) por suas participações nos 2 últimos filmes da franquia.

A lista exibe ao todo 40 nomes e abrange gente envolvida no segmento de cinema como atores, diretores e produtores.

Seguindo a lista dos atores temos Ben Stiller com 40 milhões e Tom Hanks com 36 milhões. Do lado feminino, quem aparece em segundo lugar é Cameron Diaz com 27 milhões e Sarah Jessica Parker com 24 milhões.

Vale ressaltar que Emma ficou em primeiro lugar como a mais bem paga do ano passado porque recebeu 15 milhões por cada “pedaço” de Harry Potter e As Relíquias da Morte. Angelina Jolie, que durante todo ano passado se ocupou com Salt, tornou-se a atriz com o maior cachê em um único filme levando pra casa nada menos que 20 milhões de dólares. Na lista geral ela aparece num mísero 32º. É mole?

Se liga na lista completa, que engloba todos os envolvidos:

1 Michael Bay $125 milhões
2 Steven Spielberg $85 milhões
3 Roland Emmerich$70 milhões
4 James Cameron $50 milhões
5 Todd Phillips $44 milhões
6 Daniel Radcliffe $41 milhões
7 Ben Stiller $40 milhões
8 Tom Hanks $36 milhões
9 J. J. Abrams $36 milhões
10 Jerry Bruckheimer $35.5 milhões
11 Tyler Perry $32.5 milhões
12 Adam Sandler $31.5 milhões
13 Denzel Washington $31 milhões
14 Emma Watson $30 milhões
15 Rupert Grint $30 milhões
16 Owen Wilson $29 milhões
17 Nicolas Cage $28 milhões
18 Russell Crowe $28 milhões
19 Cameron Diaz $27 milhões
20 Brian Grazer e Ron Howard $25.5 milhões
21 Johnny Depp $25 milhões
22 Steve Carell $25 milhões
23 Robert De Niro $24.5 milhões
24 Sarah Jessica Parker $24 milhões
25 Katherine Heigl $24 milhões
26 Shawn Levy $23 milhões
27 Oren Peli e Jason Blum $22.5 milhões
28 Robert Downey Jr. $22 milhões
29 George Clooney $22 milhões
30 Matt Damon $22 milhões
31 Reese Witherspoon $21 milhões
32 Angelina Jolie $21 milhões
33 Jennifer Aniston $20 milhões
34 Sandra Bullock $20 milhões
35 Robert Pattinson $18 milhões
36 Clint Eastwood $17 milhões
37 Kristen Stewart $16 milhões
38 Mark Wahlberg $16 milhões
39 Shia LaBeouf $15 milhões
40 Brad Pitt $13.5 milhões

Como era de se esperar, o top 3 geral da lista contém só realizadores, como Michael Bay de Transformers, Steven Spilberg e Roland Emmerich. James Cameron também marca presença com seus nada modesto 50 milhões.

Ai, ai… Essa galera que faz cinema nos States deve viver muito bem, né?

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Os Melhores Filmes do Ano Que Você Ainda Não Viu

27/10/2009 às 18:12 em Telinha & Telão

Falando um pouquinho sobre filmes, a gente pode encher a boca com gosto e dizer que 2009 está sendo um ano muito especial.

Fomos pegos de um jeito sorrateiro pela força de uma mãe em busca de seu filho, vimos como é fácil trair a si mesmo, apreciamos o melhor filme sobre vampiros dos últimos 10 anos, percebemos que ser feliz todo o tempo não é tão atrativo quanto parece, tivemos a certeza que a vingança move o mundo, ampliamos nossas expectativas ao saber que podemos viver altas aventuras em todas as idades e também descobrimos que as coisas simplesmente acabam. Pois é, não deu. Aliás, deu demais. O ano rendeu e a menos de nove semanas para seu fim algumas estréias ainda prometem.

Veja a baixo os lançamentos mais curiosos e interessantes dos próximos 2 meses. Vá reservando a pipoca, porque pelo menos opções você já tem!

(500) Dias Com Ela

(500) Dias Com Ela

Sem dúvida a “comédia romântica” mais aguardada do ano. Se bem que, pelo que dizem, não é bem uma comédia romântica. Tá mais pra um filme anti-amor do que qualquer outra coisa.

Em duas linhas, fala sobre um garoto loser que ama uma garota que detesta compromissos.

Parece comum, né? Talvez seja. Mas a boa recepção que teve nos festivais por onde passou, a responsabilidade de possuir a melhor-trilha-sonora-do-ano e o casal de protagonistas mais fofo (Joseph Gordon-Levitt, que despontou num seriado ruim nos anos 90 e que ganhou respeito com o maravilhoso “Mistérios da Carne”/Zooey Deschanel, coadjuvante de filmes ruins, musa indie, vocalista do She & Him e sósia da Katy Perry) são ingredientes que, quando somados, fazem com que a gente realmente aguarde.

A Caixa

A Caixa

Outro filme que promete muito é o tenebroso “A Caixa”. Dirigido por Richard Kelly, que tem no currículo o cultuado Donnie Darko, o filme conta a história de um casal que tá fodido e mal pago no que refere-se a grana até que encontram em sua porta uma misteriosa caixa que pode ser a solução de seus problemas, já que o aviso que a acompanha diz que se eles a abrirem ganharão na hora 200 mil doletas… No entanto, se fizerem isso, alguém que eles não conhecem irá morrer.

E aí? Tenso, né? Encabeçando o elenco temos a ex-bela Cameron Diaz e o ‘mamãe-quero-ser-galã’ James Marsden, o Ciclope, de X-Man.

Se depender da premissa e dos envolvidos, certamente será um dos grandes filmes pipoca do ano!

Matadores de Vampiras Lésbicas

Matadores de Vampiras Lésbicas

E tem também aquele tipo de filme que desperta interesse só pelo nome. Tudo bem, tudo bem. Tenho quaaaase certeza que “Matadores de Vampiras Lésbicas” deve ser trash, mas o que podemos esperar de um filme que teve todo o desenvolvimento a partir de uma brincadeira de marmanjos? Pura diversão!

A história? Bem… em uma pequena comunidade os homens revoltam-se contra as Vampiras Lésbicas, que sugam suas esposas e namoradas. Hahaha! É trash, é louco, É BÃO!

Avatar

Avatar

Agora falar de “filmes mais esperados” e não citar o famigerado e super-aguardado “Avatar” é heresia. O longa marca o regresso de James Cameron após 11 anos afastado do cinema. Não tá ligando o nome a pessoa? Ele é simplesmente o responsável por um filminho ae chamado Titanic, que até hoje ninguém superou em números de Oscar e bilheteria. Ok, ok. Sei que isso não prova nada, mais vai dizer que isso por si só já não desperta curiosidade? De todos os filmes esse é o que possui mais chances de decepcionar. É aquela coisa, quando maior o vôo maior a queda. Abusando de efeitos especiais, a mega-produção conta a história de um homem que é paraplégico e que acaba sendo levado para outro planeta, onde ajuda uma galerinha etevalda exxxperta numas batalhas ae. Sentiu o drama?!

É galera, que se danem os filmes cabeças, eu quero mais é pipoca e diversão.

E vocês, o que ainda esperam de 2009?! Se alguém falar New Moon eu dou na cara, hein!

(500) Days Of Summer, Marc Webb, 2009, com Joseph Gordon-Levitt e Zooey Deschanel. Estréia 06/11/2009.
Lesbian Vampire Killers, Phil Claydon, 2009, com James Corden e Mathew Horne. Estréia 30/10/2009.
The Box, Richard Kelly, 2009, com Cameron Diaz, James Marsden e Frank Langella. Estréia 04/12/2009.

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