Quando Miranda July lançou o seu primeiro filme, “Eu, Você e Todos Nós” (2005), ela foi aclamada como uma diretora/roteirista a qual todos deveriam prestar atenção, ganhando o prêmio do júri no Festival de Sundance e alguns troféus em Cannes. A produção, que mostrava a história de um grupo de estranhos em situações atípicas e o impacto de suas ações na vida uns dos outros era incisiva, um tanto perturbadora, mas ainda assim bem humorada e – de um jeito bem Miranda July – terna.
Depois dela, a moça ainda lançou seu primeiro livro, a compilação de contos/crônicas publicadas em revistas “É claro que você sabe do que estou falando” e alguns curtas, que serviram como experimentos até que ela finalmente lançasse o sucessor de “Eu, Você e Todos Nós”: “O Futuro”, que chegou às telonas esse ano.


















