MIOLÃO • Cate Blanchett
 

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Trilha de Cinema: I Need a Hero e Total Eclipse Of The Heart, Bonnie Tyler

Sinto raiva. Pensando bem, sinto é ódio. É, não é outra coisa se não ódio. Ódio! Por que raios um filme como Vida Bandida (Bandits) é tão tão tão subestimado?

Apesar de ter feito um relativo sucesso na época de seu lançamento e contar com algum dos nomes do momento (Bruce Willis acabava de recuperar seu prestígio com O Sexto Sentido e a jovem Cate Blanchett, depois de ser indicada ao Oscar por Elizabeth e fazer boas escolhas, se firmava como uma grande atriz), Vida Bandida ficou esquecido no tempo.

Lançado em 2001, o longa de Barry Levinson (diretor que tem no currículo os bacanas Mera Coincidência, A Revolta dos Brinquedos e Rain Man), era uma comédia absurda que narrava a desventuras de dois bandidos que não tinham nada em comum: enquanto um era um assaltante perigoso (Bruce Willis), o outro era um hipocundriaco nerd (Billy Bob Thornton). Depois de fugirem da prisão, os dois, meio que por acaso, começaram a roubar bancos para descolar um troco. Num desses “assaltos” eles meio que sequestram Kate Wheeler (Cate Blanchett), uma mulher que passa por um momento “difícil”. A identificação dela para com eles e a paixão despertada em ambos resulta no que os psicologos chamam de Síndrome de Estocolmo. A partir do encontro, os três partem para mais assaltos e loucuras num dos filmes mais divertidos que já tive a chance de ver

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3 Momentos: Marion Cotillard

“Uma diva chamada Marion”. Tá aí. Esse poderia ser o título desse texto. E quando eu digo “diva”, eu falo daquele tipo de mulher que com rostos marcantes, força e graça fizeram do cinema seu céu e brilharam, brilharam e brilharam.

A francesa Marion Cotillard, que completou 36 anos ontem, dia 30/09/2011, embora não seja contemporânea das estrelas clássicas de Hollywood, têm em seu gene todas as características que fizeram com que aquelas atrizes recebessem o emblemático título de “diva”. Elegância, carisma, muita, muita, muita, muita beleza e um inquestionável talento. Tá tudo lá. No rosto perfeito, no sorriso simétrico, nos intensos olhos azuis e no corpo (e que corpo!) de Marion. E se vocês acham que eu estou exagerando, peço, humildemente, que reparem com mais atenção nessa mocinha. Ela, que até cinco anos atrás mal era conhecida, vem se consolidando como uma das mais competentes e promissoras atrizes de nosso tempo.

O sucesso de Marion começou quando ela protagonizou Piaf – Um Hino Ao Amor (La Môme), do diretor Oliver Dahan. Na pele da cantora Edith Piaf, Marion esqueceu-se de si. Com uma entrega absoluta, ela performou Piaf da mesma maneira que a artista em questão performava suas músicas: de um jeito visceral, intenso e apaixonado. Apaixonado por sua própria arte. Como bem dissemos em nosso Top 5: Cinebiografias, Marion não apenas interpretou Piaf. Ela se tornou Piaf.

Rapidamente todo mundo quis saber quem era aquela atriz. Rapidamente todo mundo começou a elogiá-la. Rapidamente, como não poderia deixar de ser, todos começaram a amá-la. A consagração de Marion veio no ano seguinte quando ela recebeu o prêmio máximo do cinema por seu desempenho em La Môme. Quando a gente pensa que ela, uma semidesconhecida (apesar de ter co-protagonizado Um Bom Ano, de Ridley Scott e ter participado de Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas, do Tim Burton), desbancou algumas atrizes com uma “torcida” muito maior – ela deixou para trás gente do naipe de Cate Blanchett, Ellen Page, Laura Linney e até mesmo a veterana (e favorita!) Julie Christie! – por um filme falado em francês (nunca é demais lembrar que o Oscar é uma premiação norte-americana feita para promover filmes norte-americanos e/ou falados em inglês), o mérito de Marion se torna muito maior. Fica claro que ela venceu o seu primeiro Oscar pelo talento. E que talento.

O 3 Momentos de hoje vai servir apenas para homenagear ela, que merece toda e qualquer homenagem. Explicar ou justificar os motivos da homenagem não vai ser necessário – ela mesma se encarregou de fazer isso: é só assistir aos filmes listados (ou qualquer outro que conte com a presença da moça) para entender isso.

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3 Momentos: Evan Rachel Wood

A terceira temporada de True Blood mal acabou, mas nós já estamos com saudades da cruel (e imatura) Rainha Sophie-Anne.

Linda, ruiva e má, Evan Rachel Wood interpretou com a maestria de praxe uma vilã intrigante e irritante. Enquanto a série não retorna, o que nos resta é relembrar alguns momentos marcantes de sua carreira.

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Top 5: Personagens Femininas do Cinema

O cinema não seria o mesmo se não fosse a força característica das mulheres. Ao longo de mais de um século, as mulheres ganharam cada vez mais importância na tela e alguns de seus personagens foram eternizados com grandes performances. Segue nosso Top 5 das melhores delas:

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