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Os Melhores Discos de 2011

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Ah… Se vocês soubessem como foi difícil escolher os álbuns mais queridinhos do ano!

Interessante. Assim eu definiria com uma palavra o ano de 2011 na música. Um período em que tivemos grandes lançamentos aguardados, muitas expectativas excedidas, algumas decepções e, acima de tudo, maravilhosas surpresas.

É claro que a maioria dos discos foi unanimidade e você vai encontrar nos Tops de outros sites, mas tem exclusividade do Miolão (GO, MIOLÃO TEAM!) que foge do mais do mesmo como ninguém! Ha!

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As Melhores Músicas de 2011

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Depois de muita expectativa, especulação e votos (vocês não tem noção de como foi difícil contar os votos!), dou início hoje as nossas listinhas de melhores e mais marcantes obras de 2011. Pra começar, apresento aqui “As Melhores Músicas de 2011” (de acordo com o Miolãoteam).

Antes que qualquer coisa, no entanto, vale dizer que muita música que a gente adora e que significou muito ficou de fora da nossa seleção, como por exemplo as maravilhosas Videogames, de Lana Del Rey, e Shake It Out, de Florence + The Machine. Mas lista que é lista é assim mesmo, né? Bora ver quais elegemos como melhores?

Vem comigo!

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Coldplay – Mylo Xyloto

Falar sobre Mylo Xyloto, o álbum que os caras do Coldplay lançaram oficialmente na última segunda-feira, foi uma tarefa bastante árdua para mim.

Odeio Coldplay. Mas como sou do tipo de cara que quando vai falar mal de alguma coisa gosta de falar com propriedade, decidi ouvir, com a máxima atenção, o tal disquinho. Vencido o primeiro desafio, que era dar play (adiei tanto esse momento!) e quebrei a cara com força. O que eu ouvi ali não era o que eu esperava. Pelo menos, não de um álbum do Coldplay.

O que sempre me incomodou no Coldplay foi a ausência de um estilo próprio. Ao meu ver, Chris Martin e companhia não queriam desenvolver um tipo de som que era só deles; eles queriam absorver e reproduzir em seus trabalhos influências de seus ídolos. Até aí, tudo bem. Poucas são as bandas que nascem com uma concepção delineada do que querem ser e fazer. Só que no caso de Coldplay a vontade não era apenas deixar visível suas influências. A vontade era de soar tal qual igual a ídolos.

O crescente sucesso de crítica e público era, de certa, forma compreensível. Apesar da falta de “personalidade”, as melodias pareciam familiares, os vocais de Chris Martin, quando não eram afetados, eram bastante bons e as letras das músicas falavam explicitamente sobre o que queriam dizer. Gostar de Coldplay era “fácil”.

A banda, confortável nessa posição, se empenhou ao máximo em criar hits que reprisassem a essência de sucessos anteriores. Canções que, de fato, eram bonitas e universais (eles não discorriam sobre temas particulares, eles falavam de uma maneira geral sobre o que muita gente sentia) eram entoadas até que perdessem o sentido.

E eles, por sua vez, tentando atender a expectativa dos fãs conquistados, pareciam entregar faixas enfadonhas e requentadas. Se até aquele momento o Coldplay não tinha um “estilo próprio”, com o colossal erro de XY, terceiro álbum, eles estabeleceram características marcantes o suficiente para que as composições fossem assimiladas a eles. As músicas eram ora grandiosas, prontas para serem cantadas em um som unissono em grandes estádios; ora simples e intimistas – como as gravações de Parachutes e A Rush of Blood to the Head, respectivamente, o primeiro e o segundo disco da banda. O tal “estilo” se confirmou com o lançamento de Viva La Vida or Death and All His Friends. Com um ar épico e repleto de hits radiofônicos, Viva La Vida confirmou a ambição da banda em ser a maior do mundo. E estava feito. Depois de quatro discos, finalmente o Coldplay tinha um estilo que era deles e não de outros. Mesmo assim, eles ainda não me convenciam.

E foi assim, com desconfiança e ressalva, que dei play no último disco do quarteto. Não precisei de mais do que cinco minutos para ser completamente desarmado. Como eu disse no início do texto, o que ouvi não era o que eu podia esperar do Coldplay. E isso era ótimo.

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Cover: Yellow, Jem

Nós já dissemos aqui no Miolão como consideramos a cantora Jem injustiçada: ela, que possui dois discos em seu currículo – inclusive o super bacana “Finally Woken” – nunca conseguiu emplacar canções nas paradas de forma marcante, tendo apenas relativo reconhecimento pelo uso de suas faixas em séries de TV melosas, mas que bem verdade, trazem bons registros em suas trilhas.

A mocinha foi convidada, em 2009, pra colaborar no quarto volume da coletânea  “Sweetheart: our favorite artists sing their favorite love songs”. No disquinho, vários artistas entoam, como sugere o título, suas músicas de amor favoritas.

Jem escolheu a gravação que impulsionou o Coldplay rumo ao estrelato, a bela “Yellow”, para marcar presença entre os intérpretes.

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Music Monday: The Very Best

Semana passada perguntaram-me o que eu estava a ouvir nos meus fones de ouvido. Quando eu respondi “The Very Best” houve uma réplica do tipo: “Não conheço. É “the very best” mesmo?”. Fiquei um pouco embaraçado. O que eu ouvia era The Very Best, mas será que era the very best mesmo? Eu não sabia. E pra ser sincero ainda não sei… Mas olha, é tudo tão bom que se não for, chega bem perto. Continue lendo →

Miolão Mixtapes

Desmiolados, eis a nossa surpresa de fim de ano!

Pensamos que nada era mais justo do que aproveitar essas ocasiões especiais para retornar com nossas Mixtapes, que já há um tempo não davam as caras por aqui.

Montamos duas playlists distintas, como você pode ver abaixo. A primeira, “Xtmas“, vai deixar sua noite de natal mais vibrante e animada – sem deixar de lado algumas músicas mais intimistas e tocantes, pra você que não abre mão do lado reflexivo da celebração.

Quanto a segunda, “Miolão Reveillón“, não temos muito o que falar. Propomos que você faça um teste: baixe e coloque pra tocar quando toda a galera estiver reunida. Se as faixas fizerem você e seus amigos tirarem o pé do chão com um sorriso na cara no dia 31, vocês vão ter entendido nosso intuito. Depois conta pra gente, tá?

Reforçamos os votos de boas festas que desejamos no post anterior e esperamos que gostem das seleções!
Lembramos que o Miolão volta a normalidade após a pausa de fim de ano, logo no dia 2/1.

Beeeeijos, abraços e boas festas! :]

  1. Coldplay – Christmas Lights
  2. The Killers – Boots
  3. Julian Casablancas – I Wish It Was Christmas Today
  4. Blondie – We Three Kings
  5. Hurts – All I Want For Christmas Is New Year’s Day
  6. Maria Mena – Home For Christmas
  7. Colbie Cailat – Mistletoe
  8. Kylie Minogue – Let It Snow
  9. Lady GaGa – Christmas Tree
  10. Kanye West – Christmas In Harlem (Feat. Teyana Taylor, Jim Jones, Cyhi Da Prynce, Pusha T, Big Sean & Cam’ron)
  11. Matisyahu – Miracle (Hanukkah Song)
  12. Ella Fitzgerald – Let It Snow! Let It Snow! Let It Snow!
  13. Elvis Presley – Blue Christmas

Baixe AQUI.

  1. Kids Of 88 – My House
  2. N*E*R*D – Everyone Nose (All The Girls Standing In The Line For The Bathroom)
  3. Robyn – Fembot
  4. M.I.A. – Teqkilla
  5. Margo – I Call The Shots
  6. Shakira – Rabiosa
  7. Dev – Bass Down Low
  8. Lykke Li – Get Some
  9. The Asteroids Galaxy Tour – Lady Jesus
  10. The Go! Team – T.O.R.N.A.D.O.
  11. Marina And The Diamonds – Shampain
  12. Sleigh Bells – Riot Rhythm
  13. Yeah Yeah Yeahs – Zero

Baixe AQUI.

3 Momentos: Eliza Doolittle

Eliza Doolittle ainda é uma figura pouco conhecida na indústria fonográfica, mas se 2010 trouxe algumas revelações no meio, ela certamente é uma delas. Adotando o nome da personagem de Audrey Hepburn em “My Fair Lady”, a garota apresenta um repertório autoral, cheio de “feel good songs” levemente ácidas e sempre cativantes.

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