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Party in the USA – Billboard 2010

Esse não é um post sobre Miley Cyrus, podem continuar lendo.

A Billboard divulgou, recentemente, os charts-resumo do ano. Alguns nomes, já esperados, repetiram-se em boas posições por mais um ano. Algumas promessas do final de 2009 realmente aconteceram – outras nem tanto (beijo pra Aguilera e pro seu Bionic, amo vocês). Eis uma análise dos top 1 das principais categorias.

Hot 100 Songs
Ke$ha – Tik Tok

Nenhuma surpresa. Ke$ha era uma promessa para 2010, uma promessa que fez questão de parecer mais bebâda do que provavelmente é e um pouco mais suja do que deveria ser. A artista, talvez como boa parte das cantoras pop de sucesso, não tem nenhum estupendo talento vocal. Não tem muita presença de palco, também. Não é especialmente linda ou charmosa.
Ke$ha tirou a sorte grande quando Dr. Luke, talvez o maior produtor de hits dos últimos anos, resolveu apadrinhá-la. Todas as canções do álbum Animal foram escritas ou produzidas por ele. Como o Rei Midas da indústria pop que é, transformou Ke$ha na menina bêbada que vende milhões e escova os dentes com Jack Daniel’s. Tik Tok, sem dúvidas, foi a canção pop do ano. Foi a party song que levou, lá para janeiro desse ano, a cantora ao top 1 do Hot 100 da Billboard. Desde então, nenhum outro lançamento de Ke$ha fez tanto barulho, mas já foi suficiente para estabelecer a artista como mais uma estrela do cenário musical.
  
Artists of the Year
Lady GaGa
 Lady GaGa tem muitos méritos. Não digo pelos vestidos de carne, pela lagosta na cabeça ou seja lá mais pelo que. Lady GaGa, fora as excentricidades forçadas, é a artista de 2010, assim como foi a de 2009. Em um mundo onde os sucessos são enlatados por produtores e somente interpretados por artistas pop, ela é uma cantora que escreve as próprias músicas e canta tão bem ao vivo quanto o faz em estúdio. Por mais que eu odeia admitir, é verdade que Lady GaGa não teria conquistado seu espaço se não fossem todas essas esquisitices que a trouxeram para as capas de revista. Vale lembrar que ninguém prestava atenção quando Stefani Germanotta tocava piano e exibia seu talento vocal por aí – mas isso foi antes de começar a incendiar pianos.
O primeiro álbum de Lady GaGa ainda era imaturo. The Fame tem canções ótimas e momentos excelentes, mas também seus equívocos. Em algumas faixas, a identidade da artista parece se perder. Foi somente com o lançamento de The Fame Monster, em 2010, que o estilo de Lady GaGa ficou claro.
Esse foi um ótimo ano para GaGa. Trouxe milhões de dólares, legiões de fãs e, principalmente, o respeito e o reconhecimento da indústria. Nada mais justo.
  
Top 200 albuns
Susan Boyle – I Dreamed a Dream
Tá. Ela tem uma voz incrível, a apresentação no Britain’s Got Talent fez muita gente chorar – eu, inclusive – e fez com que, nos meses seguintes, o nome de Susan Boyle rodasse o mundo. Até porque ela tinha algo de surpreendente: a figura e o talento pareciam inconciliáveis. Quando Boyle começou a cantar pela primeira vez, lá no palco do programa
do Simon, todos ficaram chocados. Tenho minhas dúvidas de que, se a cantora fosse um pouco mais bonita e bem apresentada, ela teria feito o mesmo sucesso. A síndrome do patinho feio amoleceu o coração de muita gente e a transformação de Susan Boyle – a esquisitona – em Susan Boyle – a artista – foi acompanhada por milhares de pessoas. O álbum, lançado com certo atraso, veio embalado nesse sucesso. Mais ou menos como acontece com tudo que leva o nome de Roberto Carlos por aqui, as vendas no Dia das Mães foram estrondosas. Faz sentido que ela seja detentora do Top 1 de álbuns mais vendidos, assim como Roberto Carlos o é year after year.

3 Momentos: Dr. Luke

Não é de hoje que eu tenho tido a nítida sensação de que a música pop americana – com as suas exceções – anda muito pasteurizada. Novos singles parecem reedições de hits antigos e diferentes artistas lançam músicas que parecem saídas de uma mesma mente criativa, dada a semelhança. E são – e isso é o que pouca gente sabe. Por trás de músicas pop de sucesso estão nomes de peso que conseguiram montar uma verdadeira fábrica de hits. Dr. Luke é um deles.

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Katy Perry – Teenage Dream

Existem discos que são lançados com um prazo de validade invisível estampado. Álbuns de fácil digestão, que emplacarão alguns hits nos meses que seguem seu lançamento, gravados por artistas algumas vezes realmente talentosos e outras vezes não. Depois de nos entreterem por um período de tempo, esses trabalhos são esquecidos, datados, limitados a uma única temporada – bem como seus donos, em certos casos.

Katy Perry, bem antes de estourar com o hit “I Kissed a Girl”, já percorria os caminhos da indústria fonográfica de forma discreta. Antes conhecida pela alcunha de Katy Hudson, a mocinha já havia gravado um disco de canções gospel e liberado uma ou outra musica aqui ou ali, como aquela que me fez conhecê-la, a adorável “Simple”, inserida na trilha sonora do subestimado “Quatro Amigas e Um Jeans Viajante”. Um bom tempo depois, lançou “One of The Boys”, produzido por nomes diversos, como Dr. Luke (Britney Spears, Ke$ha) e Glen Ballard (Alanis Morissette, Lissie) virando rainha das FMs e até um MTV Unplugged.

Foi lançado essa semana (depois de ter vazado na net, por sinal)  “Teenage Dream”, o sucessor de seu “debut em larga escala”, que, como todo segundo disco de inéditas que se preze, prova algumas coisas na carreira de um artista. Katy encontra-se naquele nicho de artistas do primeiro parágrafo, cujo trabalho é consumido facilmente. Espirituosa e esperta, ela arrisca em certos momentos, criando, além de animados convites à festas e momentos de descontração, algumas pequenas canções confessionais e mais íntimas onde mostra estar acima de algumas concorrentes. O novo compacto prova que Katy equilibra bem seu lado comercial e o outro, mais livre, inclinado a criações mais pessoais. Mas ainda falta alguma coisa.

A primeira metade do álbum é cheia de sucessos em potencial – músicas com gigantesco potencial para tornarem-se singles e serem executadas à exaustão: os dois singles lançados até o momento, por exemplo, estão entre as seis faixas iniciais. “California Gurls”, parceria com Snoop Dogg, já está tocando na rádio há um bom tempo e batendo recordes nas paradas de diversos países. Tido por alguns como uma cópia de “Tik Tok”, da sua colega Ke$ha, é uma homenagem às garotas da Califórnia, terra natal da cantora. Com o mesmo espírito celebrativo da faixa com a qual é comparada, é outro grande hit do ano: Katy personifica as características das moças de sua terra transitando entre a malícia e a ingenuidade.

“Teenage Dream”, a segunda música de trabalho, já está mostrando presença: mais doce do que açúcar, tem tudo o que precisa para tornar-se a canção romântica (e saturada) da temporada. É realmente uma graça, mas que surge somente grudenta e não inovadora. Ganhou um clipe utópico, que reforça a idéia de amor perfeito que a letra passa. Katy aparece nos braços do modelo Josh Kloss na praia, na cama, na estrada e em todo lugar, divertindo-se como se não houvesse amanhã ao seu lado e junto de diversas outras pessoas, num ar de bagunça controlada. Todos lindos, afim de uma agitação e com cara de que não peidam. Veja abaixo:

“Last Friday Night” é daquelas músicas que tem o poder de te trazer sorrisos legítimos quando você escuta. O retrato de uma sexta-feira incerta que ficou marcada na memória da cantora é perfeito para ser ouvido antes de uma noite que promete, típica canção para esvaziar a cabeça e sentir com o corpo, de preferência em grupo e com liberdade pra dançar. É como uma “I Gotta Feeling”, não por semelhança, mas pelas sensações que te desperta. Destaque para instrumentos de sopro frenéticos que surgem de surpresa e os histéricos gritinhos de “T.G.I.F” – em inglês, “Thanks God It’s Friday!”. Irresistível.

“Firework” é apoteótica e esperançosa. Apesar de clichê – com direito a frases batidas como “After a hurricane comes a rainbow”, consegue soar sincera e eficaz em sua missão de elevar o astral do ouvinte. Já tá valendo. “Peacock” é uma faixa nada sutil sobre a vontade de Perry em ver o…er, “pavão” (!) do rapaz por quem está afim. É o momento debochado do álbum, que a gente também não vai levar muito à sério. Lembra muito a clássica “Mickey”, de Toni Basil, hino farofa e com ares “cheerleader” dos anos 80.

A partir daí, Katy arrisca reflexões sobre sua própria condição, experiências passadas e aspectos da vida amorosa de modo mais particular. “Circle The Drain” é ácida ao tratar de um relacionamento onde um dos parceiros tem tendências evidentes à auto-destruição: “I’m not sticking around to watch you go down”, canta, categorica. “The One That Got Away” remete à algum capítulo de sua adolescência, algum ponto onde não retribuiu os sentimentos de um rapaz – o seu Johnny Cash particular – e se arrependeu amargamente depois. Parece tão à vontade contando as peculiaridades da relação, permeada por canções do Radiohead que você se sente familiarizado com a história mesmo sem nunca ter ouvido antes. Cativante.

“E.T.” narra a paixão da moça por um homem que parece um alienígena (não fisicamente, tomara!) e faz com que ela sinta coisas que nunca havia vivenciado antes. O conflito presente na letra (could you be the devil/could you be an angel?) não apresenta nada novo, mas a música é envolvente e tem sua força.  A dramática “What Am I Living For?”,  que traz vocais rasgados e um questionamento intenso sobre pressões e cargas difíceis de serem suportadas.

“Pearl” e “Hummingbird Heartbeat” formam um interessante contraponto: numa, Katy repele um parceiro que a fez fechar-se em seu próprio mundo, enquanto na segunda, ela fala sobre um amante que expande sua percepção sobre si própria, energias do amor (?) e sobre a química existente entre os dois. Sobra para a simples e bela “Not Like The Movies” fechar a tracklist – uma música sobre a eterna busca por uma relação amorosa satisfatória, que parece nunca surgir. É uma das melhores faixas do disco e merece ser saboreada com atenção.

“Teenage Dream” fortalece ainda mais o nome de Katy Perry nos charts, mas não representa nenhuma nova tentativa em sua carreira. Apesar disso, ela consegue imprimir sua estampa ao que lança. Nada essencial ou com potencial pra durar muito mais tempo do que uma estação, porém. Não que seja um problema: o disco pode ser efêmero como um sonho adolescente ou derreter tão rápido quanto algodão doce na boca, mas quem disse que isso não é, de vez em quando bom?

2010 e O Turbulento Mundo Pop

2010 é um ano que promete -e muito!- no cenário pop. Cristina Aguilera, Avril Lavigne e Britney Spears são só alguns dos nomes que já confirmaram (ou quase!) novos lançamentos.

O aguardado novo álbum de Christina Aguilera, intitulado Bionic, promete ser um dos melhores da safra. Com lançamento previsto somente para março, o disco conta com um time de responsa, que inclui nomes como Linda Perry, Sia, Dr. Luke e Ladytron. Apostando numa sonoridade mais futurista e pop, Aguilera planeja deixar o ar retrô da era Back To Basics definitivamente para trás. Falta pouco para conferirmos!

Avril Lavigne, como dissemos aqui no site, lançará o primeiro single de seu novo álbum em Almost Alice, trilha sonora de Alice No País das Maravilhsas. Embora os boatos apontem que a música produzida por Butch Walker (responsável por My Happy Ending e When You’re Gone) chegue as rádios em fevereiro, o cd ainda não tem data de estréia. Baseando-se em informações da própria Avril, os fãs podem esperar um som mais acústico e musical, seguindo a linha de seus primeiros trabalhos… E aí, será que vai dar certo esse regresso as cordas?

Há quem diga que o sucessor de Circus, de Britney Spears, tem tudo para sair no verão americano. Mesmo com poucas informações, os fãs ficam em estado de êxtase cada vez que um dos produtores envolvidos solta alguma dica na rede. Ainda em 2009, Danja, responsável por Gimme More e Break The Ice, respondeu um fã em seu twitter quando questionado sobre estar ou não trabalhando para Britney… Para alegria geral da nação ele disse que sim e que muito em breve todos poderiam conferir. Paralelo a isso, Sean Garrett, que fez Toy Soldier, uma das músicas mais queridas pelos fãs na época do Blackout, confirmou numa entrevista à MTV que estava escrevendo e produzindo material para Britney Spears e, pasmem, Lady GaGa. Além de Danja e Sean Garrett, a compositora Marcella Araica, que colaborou com Danja em Gimme More e Break The Ice, disse também em seu twitter que estaria junto à Britney novamente esse ano. Outro nome que é quase certo na produção é David Guetta. Tudo começou quando o famoso DJ francês, que caiu nas graças do mundo com When Love Takes Over e com o hit I Got A Feeling, do Black Eyed Peas, disse em seu Facebook que pelo menos uma de suas canções estaria presente no disco. Especulam ainda que a tal música, ainda sem título, será o primeiro single a ser lançado em março. Será?

Mas com tantos lançamentos será que vai ter espaço na mídia pra todo mundo?

Muita gente tem especulado que o gigante selo RCA, pertencente a Sony e que detém em seu catálogo Aguilera e Avril, preferiria privilegiar a promoção de Animal, disco de Ke$ha, que foi lançado na última semana. O sucesso estrondoso da novata a colocou no primeiro time do pop: Tik Tok, primeiro single, permanece em primeiro lugar no Hot 100 da Billboard há 4 semanas e Blah Blah Blah já figura no top 10 em 7º lugar e o disco tem tudo pra desbancar o de Susan Boyle do topo e se tornar o mais vendido da próxima semana. É mole ou quer mais?

Outro nome que vem ganhando força é o de Cheryl Cole. Integrante das Girls Aloud, a girlband mais bem sucedida da última década (pelo menos na Europa), Cheryl tem por trás a gigante Universal Music. A gravadora promete levar o nome da garota aos 4 cantos do mundo, mais ou menos como aconteceu com Leona Lewis com Spirit, seu disco de estréia, que mesmo lançado um bom tempo  antes no velho continente fez um estrondoso sucesso no resto do mundo com seu lançamento global. Nos EUA, pelo menos, Cheryl já conta com o apoio de Jay-Z e Rihanna. A cantora de Umbrella se pronunciou a favor de Cole e disse que quer que a moça abra seus shows no Reino Unido. No Brasil, a Universal ainda não se pronunciou sobre o lançamento de 3 Words, primeiro álbum de Cheryl. No entanto, se tudo der certo como eles querem, com certeza o disco não demorará muito pra chegar a nossas terras.

Resta esperar para ver o que acontece. Por enquanto, Ke$ha sai na frente e é a celebridade pop mais comentada do ano até agora. Mas tudo pode mudar, afinal, hoje ainda é dia 15. Façam suas apostas e curtam, afinal, no mundo pop quase tudo tem prazo de validade.

Ke$ha Ke$ha Ke$ha!

Ke$ha

Não sei se você lembra, mas já falamos de Ke$ha aqui há um bom tempo: na época, a garota estava lançando o vídeo de TikTok, primeiro single de Animal, seu primeiro álbum que ainda não foi lançado.

Atualmente a música está em #3 no Hot 100 da Billboard e começando a fazer barulho no resto do mundo. O burburinho em volta da cantora é tanto que muitos já a apontam como a nova Lady GaGa.

Mas a verdade é que, a julgar pelo material que temos até agora, Ke$ha não é uma mera cópia. Ok, ok, embora ambas as sejam loiras, famosas (cada qual a seu nível) e cantoras de (boa) música pop; Ke$ha mantém um pé no underground. A aparência suja, as hilárias entrevistas e o visual hypado mostram que Ke$ha vende uma personalidade própria.

Recentemente, o site AngryApe.com divulgou uma declaração no mínimo curiosa: Ke$ha, que no passado participou das gravações do álbum Paris, de Miss Hilton, teria vomitado no closet de Paris quando estava bêbada. Nas palavras de Ke$ha a história fica ainda mais divertida:

“Estavamos todos dançando, saindo e bebendo. De repente fui vomitar e acabei confundindo o closet dela com um banheiro. Nosso relacionamento terminou ali mesmo. Mas eu nem queria ser amiga dela mesmo.”

Hahaha! Tem como não amar, Brasil?

Seu primeiro disco, Animal, tem produção assinada por Dr. Luke (o mesmo produtor de Circus, de Britney) e Max Martin (responsável pelo clássico … Baby One More Time, também de Britney), e está previsto para ser lançado no próximo dia 05/01/2010. A tracklist que corre por aí conta com nada mais nada menos que 15 músicas:

Ke$shaAnimal

1. Your Love Is My Drug
2. TiK ToK
3. Take It Off
4. Kiss N Tell
5. Stephen
6. Blah Blah Blah (feat. 3OH!3)
7. Hungover
8. Party At A Rich Dude’s House
9. Backstabber
10. Blind
11. Dinosaur
12. Dancing With Tears In My Eyes
13. Boots & Boys
14. Animal
15. VIP

Para baixar o preview das faixas, clique aqui.

Confira a baixo a apresentação de TikTok, que a mocinha fez pro “It’s On” da MTV Americana:

Quem ficou curioso e teve vontade de ouvir mais,  em seu site oficial Ke$ha disponibilizou algumas faixas para ouvir online. Se gostar, faça a festa e baixe todas elas:

Ke$ha – Your Love Is My Drug

Ke$ha – Take It Off

Ke$ha – Blah Blah Blah (feat. 30H!3)

Ke$ha – Kiss N Tell

De quebra, baixe também Party At A Rich Dude’s House, ao vivo, direto da MTV!

É, como dissemos na estréia do MIOLÃO, essa garota ainda vai dar muuuito o que falar. Alguém ainda duvida?

TiK ToK?

Olá povo, sou o Mario (ou Mah como assino nas postagens) e sou o chefinho da sessão NO SOM.

Uma apresentação básica: sou VICIADO em música, baixo uns 10 cd’s (no mínimo!) diariamente e sempre procuro coisas novas e vou adorar compartilhar essas novidades com vocês! Rere.

E para começar, apresento-lhes Ke$ha (Kesha Sebert), cantora/compositora de electropop americana de 22 anos com muito talento e promete muuuuuito!!!

Sua primeira aparição no mundo da música foi com o rapper Flo Rida, na canção Right Round, que chegou a #1 posição HOT 100 da Billboard dos Estados Unidos.

Ela foi recentemente contratada pela gravadora da Britney Spears e certamente vão investir muito no marketing dela. Por isso, preparem-se e habituem-se ao som, porque a garota vai vir com tudo!

Confira abaixo o clipe de seu primeiro single, TiK ToK, produzido pelo Dr. Luke (Katy Perry: “I Kissed a Girl”, Britney Spears: “Circus”) e que chegou na 1# posição geral dos charts da Nova Zelândia!

Agora é só esperar. Da Nova Zelândia (who cares?!) pro mundo! ;]

Saiba mais sobre Keisha no site oficial: http://www.keshasparty.com/

 

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