MIOLÃO • Drama - Part 2
 

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The Romantics

Depois de muito ser adiado, O Casamento do Meu Ex chega aos cinemas amanhã.

Como aconteceu recentemente com Blue Valentine, que teve seu título alterado para Namorados Para Sempre por questões puramente comerciais, The Romantics teve seu nome transformado em algo, no mínimo, questionável. É uma pena pensar que o filme, produzido por Katie Holmes, ficará conhecido no Brasil como um nome genérico – típico dos filmetes de Tela Quente.

Embora o mote do longa seja um triângulo amoroso, reduzir a produção a isso é ignorar todo o universo construído por Galt Niederhoffer, que assina tanto a direção quanto o roteiro do projeto. Mais complexo do que aparenta ser, O Casamento do Meu Ex oscila entre o drama e o romance ao contar a história de um grupo de velhos amigos, na casa dos 30, que lidam com os ritos de passagem para a vida adulta.

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Top 5: Piores títulos de filmes traduzidos nos últimos tempos

The Kids Are All Right

Teoricamente, as distribuidoras brasileiras tem o papel de adaptar os títulos originais dos filmes para a cultura local a fim de que eles façam mais sentido a seu público (a gente!). Seria muito lindo SE isso funcionasse, mas na vida real sabemos que todo o intuito honrado se perde em virtude de questões mercadológicas – afinal, para eles, vale tudo para atrair mais pessoas.

As escolhas para inúmeros longas-metragens, que vão de MeninaMá.Com (Hard Candy) até Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Annie Hall), dão vergonha de tão ruins. Algumas delas, inclusive, até relatam trechos importantes dos filmes – e, a grande maioria, deturpa a essência das produções com piadas engraçadinhas com pouca (ou nenhuma) relação com as histórias.

O Top 5 de hoje vai servir para partilhar minha revolta com vocês em relação aos títulos mais babacas dos últimos 2 anos, haha! Preparados?

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Vem Aí: 50/50

Vocês vão querer ir ao cinema assistir 50/50. Eu sei. Anotem aí nas suas agendas para não esquecerem queOH WAIT! A quem estou tentando enganar? 50/50 ainda não tem data (e nem estreia) garantida no Brasil, embora seu lançamento nos States esteja previsto para o próximo dia 30 de setembro.

Protagonizado por Joseph Gordon-Levitt ((500) Dias Com Ela), o elenco conta ainda com Seth Rogen (Segurando as Pontas), Anna Kendrick (Amor Sem Escalas) e Bryce Dallas Howard (Além da Vida) e Anjelica Huston (A Família Addams).

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Top 5: Filmes sobre drogas

Prozac Nation

Acho que assistir Eu, Christiane F., 13 anos, Drogada e Prostituída e O Diário de Um Adolescente quando eu tinha 5 ou 6 anos de idade não foram decisões muito acertadas de minha parte. Lembro até hoje das cenas, muitas vezes extremas, de ambos os filmes. Acho que cresci meio traumatizado e curiosamente interessado sobre o assunto, não sei.

Talvez a decadência moral e fisíca representada nas películas funcionassem como um antídoto da curiosidade infanto-juvenil. Talvez eu quisesse assisti-los por acreditar que as situações mostradas possibilitassem boas produções, do ponto de vista técnico, e momentos inspirados de seus atores – devo acrescentar aí na minha lista dos filmes que vi quando criança Pulp Fiction – Tempo de Violência.

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Vem Aí: Crazy, Stupid, Love

Sabe aquele tipo de projeto que só pelos envolvidos você tem certeza que vai ser legal? Então, esse é o caso de Amor a Toda Prova, novo filme da dupla John Requa e Glenn Ficarra (O Golpista do Ano). Continue lendo →

Vem Aí: Some Days Are Better Than Others

Às vezes, basta um nome impactante pra chamar nossa atenção pra um filme, né?

Com o poético título de “Some Days Are Better Than Others”, não dá pra esperar outra coisa da película que não seja uma dose equivalente de beleza, ainda mais quando ela lança a questão, “porque os bons momentos vão embora tão rápido enquanto os difíceis parecem chegar pra ficar?”

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Vem Aí: Restless

Até pouco tempo o talento do diretor Gus Van Sant foi bastante questionado. Dono de uma filmografia desprendida de gêneros, o cara já fez de tudo um pouco: filmes sobre tragédias juvenis  (Elephant e Paranoid Park), refilmagem quadro a quadro de uma obra clássica (Psicose), um misto entre comédia-drama-suspense-mamãe-o-que-é-isso? (Um Sonho Sem Limites) e até dramas de caráter documental (como Last Days e super premiado Milk).

O desapego por narrativas convencionais somados ao notável desejo de transmitir sensações – por mais incomodas que elas possam ser – fazem com que o cinema de Gus tenha SEMPRE como foco a história que ele conta, de modo que todos os outros elementos (som-ausência-de-som-música-closes-movimentos-de-câmera-cores-fotografia-figurino-arte-etc-etc-etc)se tornem apenas ingredientes menores que só fazem sentido quando orquestrados em prol do roteiro.

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