Diálogos cortantes. Humor negro. Verborragia. Quantidades obscenas de sangue. Violência.
Agora imagine tudo isso num roteiro não-linear, cheio de imaginação, carregado de referências à cultura pop e aos clássicos do cinema. Acrescente a criação de um universo completamente inverossímil para nós, pessoas normais, e pronto: você tem em mãos um filme de Quentin Tarantino. E dos geniais. Daqueles que, da primeira vez, você provavelmente não vai apreender tudo o que está ali. Porque o diretor gosta de deixar pequenas pistas, links para outros filmes dele que, algumas vezes, funcionam até mesmo como explicação de coisas que não ficaram muito claras. Quer ver só?

















