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The Romantics

Depois de muito ser adiado, O Casamento do Meu Ex chega aos cinemas amanhã.

Como aconteceu recentemente com Blue Valentine, que teve seu título alterado para Namorados Para Sempre por questões puramente comerciais, The Romantics teve seu nome transformado em algo, no mínimo, questionável. É uma pena pensar que o filme, produzido por Katie Holmes, ficará conhecido no Brasil como um nome genérico – típico dos filmetes de Tela Quente.

Embora o mote do longa seja um triângulo amoroso, reduzir a produção a isso é ignorar todo o universo construído por Galt Niederhoffer, que assina tanto a direção quanto o roteiro do projeto. Mais complexo do que aparenta ser, O Casamento do Meu Ex oscila entre o drama e o romance ao contar a história de um grupo de velhos amigos, na casa dos 30, que lidam com os ritos de passagem para a vida adulta.

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Globo de Ouro 2011: Óbvio e Justo?

Uma prévia pro Oscar. Há anos o Globo de Ouro é vendido assim. Porém, nos últimos tempos, os resultados entre as duas premiações tem divergido tanto que a afirmação aí de cima tem ficado cada vez mais longe da realidade. Mas em 2011 a coisa muda de cenário. Ou regressa a ele. Tudo porque os possíveis indicados a maior premiação do cinema tem chances iguais de vencer o prêmio. Não há nenhuma – ou quase nenhuma – unanimidade. E se querem mesmo saber isso é ótimo.

A festa que rolou ontem na California fez com que toda e qualquer aposta fosse revista. A Rede Social, grande vencedor da noite, confirmou seu favoritismo com nada mais nada menos que 4 prêmios. Esquecendo por um momento toda essa história, vamos tentar responder a pergunta que realmente interessa: foi justo? Meu favorito venceu?

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Os erros e acertos de Glee (Parte 2)

Como dito anteriormente, nós do Miolão adoramos Glee!

Mas se nós elegemos os momentos que mais adoramos na primeira parte de “Os Erros e Acertos de Glee”, agora vamos puxar a orelha: o programa, que diverte enquanto injeta novo fôlego às produções musicais, tem diversos momentos que a gente prefere fingir que não assistiu – e no caso, ouviu também!

Veja, abaixo, os seus números musicais em que a gente aproveita pra ir beber água, ou aperta forward no DVD.

Depois, conta pra gente: que outro momento você colocaria na lista?

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Os erros e acertos de Glee (Parte 1)

Glee não é unanimidade nem entre público, nem entre os artistas da música. Naturalmente, alguns espectadores amam, enquanto outros odeiam; paralelamente, cantores e bandas mostram grande interesse em ter suas músicas inseridas na série, por a apreciam - ou porque no momento está com tudo no momento, vai saber? - enquanto outra parcela se recusa  a ceder os direitos de gravação de suas “crias”.

Essas divergências não são injustificáveis: Glee é entretenimento bacanudo, mas que escorrega algumas vezes – incluindo no quesito musical. Nós, do Miolaoteam, somos super fãs da série e elegemos os melhores e piores momentos do programa ao longo dessas duas temporadas em nossa opinião, começando pela primeira categoria. Quer ver? :)

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Lançaram! Mas ninguém deu bola…

Tantos discos vazaram no último mês que alguns deles podem ter simplesmente passado por você sem que notasse. O Miolão indica três álbuns que foram lançados/caíram na rede há pouco tempo e que ninguém deu tanta atenção, mas deveriam. Vem com a gente? :]

Yael Naim – She Was a Boy

Em 2007, os canais de música foram invadidos pelo simpático clipe e a cintilante melodia de “New Soul”, carro-chefe do segundo álbum da cantora Yael Naim. A moça, nascida em Paris e criada em Israel, já possuía um trabalho anterior – “In a Man’s Womb”, que a própria já declarou não gostar – mas ganhou projeção verdadeira graças ao sucesso da faixa em questão – otimista, ingênua e com um pianinho característico na introdução -, inserida no disco de mesmo nome.

A questão é que depois disso, ela sumiu. Nos últimos anos, até passou por nosso país, num show de pequena repercussão, mas memorável – e pouco foi ouvido a seu respeito.

O jejum, porém, está oficialmente rompido: o seu terceiro disco, “She was a Boy”, chegou às lojas gringas no último dia 15. O álbum não é um projeto solo: junto ao nome da cantora, está o de David Donatien, musicista indiano e amigo de longa data, que já havia dado uma mãozinha em trabalhos anteriores.

Naim declarou ter misturado todas as influências que mais aprecia em seu recente lançamento. Há arranjos que remetem à música clássica, referências a sonoridade indiana, folk e pop music. O tom do disco ainda é leve, só que mais “pé no chão” do que “New Soul” (o CD): aqui, Yael confronta seus parceiros amorosos, seus próprios sonhos e, apesar da doçura com que faz isso tudo, não aparenta fragilidade alguma. Sua voz está límpida como antes e a moça canta apenas em inglês – uma pena, pois ouvi-la cantando faixas em hebraico, como no antecessor, era muito interessante. Apesar de não entender nada, a forma com que as palavras fluíam era muito linda. haha. :]

Faixas de “She Was a Boy” que a gente destaca? A alegre “Come Home”, “I Try Hard”, “Puppet”, “Man of Another Woman”, com suas vocalizações impecáveis e a faixa título, que fala de uma mulher obstinada e incompreendida pelo seu caráter livre. Quando consideramos a mensagem em questão, a homenagem à Frida Kahlo na capa do álbum faz todo o sentido…

O primeiro single, a também ótima “Go To The River”, ganhou um clipe de mensagem válida e com ar meio flower power. Veja.

Nouvelle Vague – Couleurs Sur Paris

Sempre considerei o som da banda Nouvelle Vague gostoso, mas agradavelzinho (no diminutivo mesmo), e sem grandes atrativos. O grupo francês, especialista em releituras de canções clássicas do rock, punk-rock e algumas farofas da década de 80, coloca seu toque de “bossa-nova moderna” e música latina em quase tudo, soando meio repetitivo várias vezes.

Quando vi a lista de feats que faziam parte de seu novo álbum, contando com nomes que eu adoro (Yelle, Coralie Clement, Camille) fiquei instigado a ouvi-lo por inteiro. Baixei e tive uma grande surpresa ao ver que o álbum superou – e muito – minhas expectativas!

O disco apresenta, além das participações que eu citei, canções com os vocais de Coeur de Pirate, Vanessa Paradis e artistas menos conhecidos, como Olivia Ruiz, Hugh Coltman e a fofa Soko, que nós já apresentamos por aqui. Eles e outros são responsáveis por bons momentos, mais cativantes do que outros diversos da discografia do Nouvelle até então.

Outro destaque em “Couleurs Sur Paris” é o repertório, que coveriza canções menos conhecidas pela grande maioria. Se antes o grupo já regravou sucessos de Billy Idol, Talking Heads, The Police e Blondie, agora revitaliza um repertório quase obscuro saído da década de 80. Quem aí conhece Lio? Ou o grupo Kas Product? Ou Stephan Eicher, por exemplo? Pois é!

“Coeleurs…” é uma delícia de disco, que conta com interpretes talentosos, é bem arranjado e serve como ponte para conhecer muitos nomes interessantes da música de agora e também de outrora. E mais importante: não soa como “música de elevador”, como algumas gravações feitas por artistas que se aventuram a misturar os ritmos com que a Nouvelle Vague também brinca – pretensamente refinadas e um tédio.

Jazmine Sullivan – Love Me Back

Quando apareceu para o público, em meados de 2008, Jazmine Sullivan fez barulho com “Fearless”, seu disco de estréia, e entrou naquela categoria de artistas que salvam R&B radiofônico da banalidade, ao lado de nomes como Alicia Keys, Mary J. Blidge e Chrissette Michelle.

O álbum em questão, um apanhado de canções surgidas durante o fim de um relacionamento, possuem uma boa dose de rancor. Algumas delas foram muito bem nas paradas, como “Bust Your Windows” – que o elenco de Glee chegaria a interpretar em um dos episódios da série. Talentosa, com uma voz sensacional e sentimentos abertos em suas faixas, a moça foi indicada, inclusive, ao Grammy de Best New Artist, que não levou.

Mais de dois anos depois, ela ressurge com “Love Me Black”, que tem previsão de chegar às lojas no próximo dia 30 – mas caiu na rede há dias, sem fazer nenhum barulho.

Mais leve do que seu antecessor, o disco mostra a moça com as mesmas interpretações vigorosas, tratando de assuntos variados sem perder a intensidade de antes. Jazmine reflete agora sobre questões da fama, arrisca doces confissões românticas e quando fala de problemas em relacionamentos, vai direto ao ponto, sem meias palavras, como se quisesse expurgar o que a incomoda de uma vez só.

Ela flerta com a sonoridade anos 80 em “Don’t Make Me Wait”, canta ao lado de Ne-Yo em “U Get On My Nerves”, emociona na linda balada “Good Enough” e entrega um disco que se equipara ao anterior.

Vem Aí: Country Strong

Gwyneth Paltrow está mesmo com tudo.  A atriz, que já venceu um controverso Oscar por Shakespeare Apaixonado e participa da bem sucedida franquia dO Homem de Ferro, se apresentará cantando ao vivo pela primeira vez no 44th Anual CMA Awards, evento especializado em música country. Na mesma semana, Gwyneth também poderá ser vista na série Glee - a maior febre televisa dos últimos tempos e ano que vem ela vai estar em Contagion, que a gente já falou por aqui.

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Vem Aí: The Romantics

A sinopse original de The Romantics, novo filme da fofíssima Anna Paquin (a Sookie, de True Blue), caracteriza o longa de um modo tão genérico que só não chega a ser grosseiro porque, inevitavelmente, consegue soar bem bonitinha:

Uma comédia romântica sobre o amor, o destino e essas outras coisas que ninguém consegue planejar“.

Como deu pra notar, se depender da Paris Filmes, distribuidora do longa, a produção será vendida apenas como mais-um-filmete-sem-importância-que-fatura-em-cima-de-mocinhas-e-casais-apaixonados. Pretensões mercadológicas à parte, uma olhadela no trailer do filme denuncia que as coisas não são bem assim:

Dirigido, escrito e produzido por Galt Niederhoffer, a roteirista por trás do fantástico Geração Prozac, The Romantics promete ser mais do que uma mera comédia romântica. Na história, Anna Paquin vive Lila, uma garota que é querida por todos e está prestes a se casar com Tom (Josh Duhamel), amor antigo de sua melhor amiga e dama de honra Laura (Katie Holmes, a eterna Joey Potter, de Dawson’s Creek). Depois de uma noite regada a álcool e loucuras, o noivo acaba se perdendo e… Bem, aí a gente já não sabe o que acontece.

Tratando temas como ciúmes, amor, dúvidas e amizade de um jeito super descontraído, o filme parece ser divertido e simples o suficiente para dar fôlego ao gênero (como aconteceu com (500) Dias Com Ela ano passado) e entreter numa boa medida.

Completando o elenco, temos outros rostinhos conhecidos da TV: Adam Brody (The O.C.) e Dianna Agron (Glee), além de Malin Akerman, Elijah Wood e Jeremy Strong.

Por aqui o filme só estreia no dia 10 de dezembro (se não for adiado, né!). Mas é bem provável que ele caia na rede antes, né? Que nem The Runaways… Ai, ai! Essa demora que as distribuidoras tem em estrear as coisas no Brasil! Num guento. Ainda bem que temos essa coisa maravilhosa chamada internet, né? ;]

 

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