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Sherlock Holmes: A Game Of Shadows

É só um chute, mas tenho para mim que se você ficar na porta de um cinema após a exibição de Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras (Sherlock Holmes: A Game Of Shadows, 2011) e perguntar para as pessoas que estão saindo se elas gostaram do filme, aposto que 9 entre cada dez vão dizer que adoraram o que viram e que o longa é maravilhoso. Eu, pelo menos, diria isso.

Rasgaria elogios a essa sequência porque o produto que Guy Ritchie entrega é tão extasiante, vibrante e cheio de paixão que eu não teria forças para me render. Pelo menos não enquanto os créditos finais estivessem passando.

Isso aconteceria porque a quantidade de informações que o diretor de Snatch – Porcos e Diamantes joga na tela durante os 129 minutos de projeção é muito grande. Não há tempo para pensar, de fato, sobre o que se vê. O cuidado que Ritchie emprega para preencher cada segundo de seu filme com uma cena de ação, piada, efeito sonoro ou explicações ultra didáticas, é tamanho que não sobra espaço para que a gente “participe”. A única alternativa é assistir sem questionar. Somos espectadores no sentido mais amplo da palavra. E olha que o argumento apresentado pelos roteiristas Michele Mulroney e Kieran Mulroney não é nada “difícil”.

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Os filmes mais esperados de 2012 – Parte 1

filmesmaisesperados

É, gente, não tem jeito: o ano, definitivamente, começou.

Os ônibus e metrôs já estão lotados, daqui a pouco as férias escolares acabam e a rotina e a peleja diária recomeçarão a todo o vapor. Não sei quanto à vocês, mas só de pensar nessas coisas eu já fico cansada.

Ainda bem que há no meio disso tudo coisas boas, como as risadas, os amigos, os encontros, as músicas e também os filmes! E olha, meus amigos, nesse último quesito o ano promete! Separamos alguns títulos que serão lançados até dezembro e que, de certo, deixarão todos afoitos e animados.

Veja abaixo 11 (excelentes) razões que nos fazem acreditar que este ano será memorável.

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The Ides of March

Vendido como um filme político, Tudo Pelo Poder (The Ides of March, 2011)  tem, com o perdão do trocadilho, o poder de deslumbrar.

Narrando os bastidores de uma suposta campanha presidencial dos Estados Unidos, o longa conta a jornada de um jovem e idealista assessor em meio a segredos sujos, deliberações e reviravoltas que são, no mínimo, instigantes.

Com um elenco encabeçado por Ryan Gosling, Philip Seymour Hoffman, Evan Rachel Wood, Marisa Tomei e George Clooney, Tudo Pelo Poder se dá ao luxo de ter atores do porte de Jennifer Ehle, Paul Giamatti e Jeffrey Wright como meros coadjuvantes. Ao contrário de outros títulos com elencos estrelares, Tudo Pelo Poder não se apoia em seu time de estrelas para desviar a atenção de uma trama fraca. Em vez disso, ele consegue retirar o melhor de cada um em prol da história. Absolutamente todos os personagens (eu disse todos!) possuem uma função – uma função urgente e importante que faz com que a narrativa avance.

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3 Momentos: Anne Hathaway

É difícil não gostar de Anne Hathaway.

A presença da moça é daquelas que, em cena, te fazem quase sempre querer sorrir. Não dá pra saber bem o porque, mas a gente arrisca: pode ser por causa daqueles olhos gigantes e expressivos que ela tem, que parecem transmitir alguma coisa; pode ser porque Anne é uma fofa mesmo quando parece não querer, e tem um charme desajeitado mesmo fora das telas; pode ser pelo seu grande carisma, que faz a gente acreditar em tudo que encena ou, sei lá – simplesmente torcer por ela.

Ou pode ser por tudo isso junto e mais um fator que a gente adora: o fato de que a moça, inclinada a ser “namoradinha de Hollywood”, foge da apatia que o título emana, não se levando a sério demais e possuindo uma carreira que traz diversos bons momentos que merecem destaque.

E é assim que o Miolão inicia sua homenagem a Anne Hathaway em nosso 3 Momentos de hoje.

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3 Momentos: Emma Stone

Emma Stone não precisou de muito tempo na estrada para chamar a atenção do público e da crítica. Com uma carreira bem curtinha, mas cheia de bons momentos, a ruiva tem se consolidado a cada novo lançamento como a estrela da vez.

Para se ter uma ideia do volume de produções em que ela está envolvida, nos últimos cinco anos Stone apareceu em nada mais, nada menos do que nove filmes. Até o fim de 2012, a atriz ainda vai estrelar mais quatro longas – o que totaliza uma média de dois filmes por ano.

Tendo isso em mente, antes que escolher seus melhores momentos se torne uma tarefa mais complexa do que já é, decidimos homenageá-la hoje.

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Trilha de Cinema: I Need a Hero e Total Eclipse Of The Heart, Bonnie Tyler

Sinto raiva. Pensando bem, sinto é ódio. É, não é outra coisa se não ódio. Ódio! Por que raios um filme como Vida Bandida (Bandits) é tão tão tão subestimado?

Apesar de ter feito um relativo sucesso na época de seu lançamento e contar com algum dos nomes do momento (Bruce Willis acabava de recuperar seu prestígio com O Sexto Sentido e a jovem Cate Blanchett, depois de ser indicada ao Oscar por Elizabeth e fazer boas escolhas, se firmava como uma grande atriz), Vida Bandida ficou esquecido no tempo.

Lançado em 2001, o longa de Barry Levinson (diretor que tem no currículo os bacanas Mera Coincidência, A Revolta dos Brinquedos e Rain Man), era uma comédia absurda que narrava a desventuras de dois bandidos que não tinham nada em comum: enquanto um era um assaltante perigoso (Bruce Willis), o outro era um hipocundriaco nerd (Billy Bob Thornton). Depois de fugirem da prisão, os dois, meio que por acaso, começaram a roubar bancos para descolar um troco. Num desses “assaltos” eles meio que sequestram Kate Wheeler (Cate Blanchett), uma mulher que passa por um momento “difícil”. A identificação dela para com eles e a paixão despertada em ambos resulta no que os psicologos chamam de Síndrome de Estocolmo. A partir do encontro, os três partem para mais assaltos e loucuras num dos filmes mais divertidos que já tive a chance de ver

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Top 5: Músicas inspiradas em livros

Davidbowietop

A idéia de que uma obra de arte fechada não se mostre tão fechada assim quando desdobrada nas mãos de outro artista é, no mínimo, instigante.

Ao longo dos anos, vários músicos fizeram isso ao trazerem elementos da TV, do cinema, das artes plásticas e da literatura para suas composições. Seja discutindo temas e ideias, falando sobre personagens e passagens, e, às vezes, até imaginando continuações para histórias que não eram originalmente suas, eles criaram músicas interessantes e atemporais. E é isso que a gente vê em nosso Top 5: Músicas inspiradas em livros.

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