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Os 10 atores mais quentes do momento

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Se você frequenta o Miolão há um tempo, já deve estar careca de saber que adoramos uma boa lista.  Seja pra concordar, discordar, refletir ou indagar “véi, na boa?”, eu sempre fico curioso quando uma listinha surge. Quando o seu tema se refere a cinema, putz, aí eu piro mesmo.

Inspirado pelo Top 30 que a Total Film publicou com os nomes mais quentes do momento, listei abaixo minhas apostas daqueles que serão ou já estão sendo as novas sensações do cinema mundial. Tentei explicar os motivos da presença de cada ator na lista… Bora ver “os eleitos”?

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3 Momentos: Heath Ledger

Quando Heath Ledger faleceu em janeiro de 2008 houve uma verdadeira comoção. Até que os médicos divulgassem a causa da morte (ingestão acidental de remédios), levantaram hipóteses de suicídio ou overdose de drogas.

O Cavaleiro das Trevas (que mais tarde agregaria o desnecessário “Batman” ao título) ainda nem tinha sido lançado e o buzz em torno da última performance que Ledger tinha concluído era imenso. Houve até quem dissesse, sem ter visto o filme, que vinha por aí uma das melhores atuações da história do cinema.

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Top 5: Cenas picantes

Hoje em comemoração ao Dia do Sexo, o MiolãoTeam, preparou especialmente para vocês uma lista de casais famosos em cenas de amor intenso,  clássicas do cinema.

Chega de papo e vamos ao que interessa, TAKE YOU CLOTHES OFF e clique nos nomes dos filmes para assistir às cenas!
5° Lugar – Anna Faris, Todo Mundo em Pânico
Quem não se lembra da Cindy voando no teto com uma gozada daquelas?! Af.

4° Lugar – Angelina Jolie e Antonio Banderas, Pecado original
Um cena sem pudores, digna de deixa qualquer padre em estado de alerta dentro do confessionário. -q
3° Lugar – Heath Ledger e Jake Gyllenhaal, O Segredo de Brokback Mountain
O amor proibido dos cowboys dentro de uma sociedade com padrões extremamente conservadores.
RIP Heath Ledger.

2° Lugar – Sharon Stone e Michael Douglas, Instinto Selvagem
Explícito, sensual e selvagem na medida certa.

1° Lugar – Eva Green, Michael Pitt e Louis Garrel, Os Sonhadores
A crueldade e sensualidade de um amor incestuoso, infantil e poligâmico.
Menções honrosas: Juliane Moore e Amanda Seyfried em O preço da traição, a sensualidade sugerida de Rita Hayworth em Gilda e Hilary Swank em Meninos não choram.

Mas Quem Diabos é Andrew Garfield?

Muita gente estranhou. Muita gente duvidou. Muita gente questiona até agora por que Andrew Garfield foi escolhido para viver o novo Homem-Aranha. E muita gente se pergunta…

Quem diabos é Andrew Garfield?

O californiano de 27 anos possui uma filmografia curta, porém respeitável. Com um Bafta nas costas por sua atuação em Boy A, ele ganhou notoriedade em 2007 quando interpretou Todd Haynes em Leões e Cordeiros. No filme, Andrew contracenou com feras do calibre de Robert Redford, Meryl Streep e Tom Cruise e, para o espanto de alguns, não ficou devendo em nada para os veteranos.

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#MusicMonday: as brincadeiras cênicas de Paloma Faith

Paloma Faith é uma cantora britânica cujo som pode transitar facilmente pela mesma categoria daquele feito por Duffy, Miss Li ou Amy Winehouse (especialmente no primeiro disco). Se suas gravações podem ser comparadas dessa forma, a artista, por outro lado, possui uma excentricidade muito peculiar e assume uma postura bem diferente de suas talentosas parceiras no palco, transformando seus shows em pequenos espetáculos surreais e bem humorados.

Inspirada por nomes como Etta James, Ella Fitzgerald e Billie Holliday, ela lançou seu primeiro CD, “Do you want the truth or something beautiful?” no ano passado.  Ok, a semelhança com as divas citadas não é lá muito grande – o disquinho possui uma sonoridade retrô somente discreta – pop, mas com uma pitadinha jazz e um pouquinho de black music – que é bastante agradável e contagiante, como comprovado nas faixas “Romance Is Dead” ou no mais recente single, “Upside Down”.

Apesar de não trazer nada novo ou exclusivamente seu nesse aspecto, Faith compõe suas próprias canções e, como citado, possui um exagero característico e quase teatral em suas performances, ligado a sua paixão pelo universo burlesco dos cabarés de outrora. Muitas vezes, o visual da cantora parece pertencer a uma pin-up ou a alguma atriz do cinema clássico. Toda essa teatralidade tem divertido a maioria dos seus fãs, mas arrancado críticas da mídia britânica, que classifica suas brincadeiras como “desnecessárias” e “artificiais demais”. Pra tirar uma conclusão, veja abaixo uma de suas performances ao vivo, cantando a faixa “Broken Doll”, no ICA, em Londres.

Paloma, além de se divertir encarnando personagens no palco, já realizou algumas participações em séries de tevê e o mais recente projeto onde atua ainda irá estrear por aqui: ela interpretou Sally no longa “O Fantástico Mundo do Sr. Parnassus”, filme que conta com um elenco cheio de nomes de peso, como Johnny Depp, Jude Law e Heath Ledger - este, em seu último trabalho nas telonas. Se depender da cantora, por sinal (que já se declarou fã de Tim Burton e David Lynch) dá pra apostar que essa não será sua última empreitada no mundo cinematográfico.

Porém, sua prioridade no momento é mesmo a música: já foram lançados quatro singles de seu debut, entre eles a excelente, “Stone Cold Sober” e “New York”, faixa em que declara que seu parceiro a trocou não por outra pessoa, mas pela vida em uma das maiores cidades do mundo. Aprovando ou não, é impossível ficar alheio as cenas e passagens criadas por Paloma Faith. O Miolaoteam adora e indica!

10 Things I Hate About You

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Era uma vez um filminho muito do bonitinho que seguindo a onda dos teen-movies fez sucesso nos anos 2000.

Lançado originalmente em 1999, 10 Coisas Que Eu Odeio Em Você seguia a típica fórmula mágica que fazia sucesso na época: atores bonitinhos, alguns momentos divertidos, uns desentendimentos lá pelo segundo terço do longa e um beijaço no final.

Contendo todos os clichês possíveis e imagináveis, 10 Coisas Que Eu Odeio Em Você tinha tudo para ser apenas mais um filme bobo e estereotipado dos adolescentes americanos. Mas alguns fatores-chave contribuíram para que o filme fosse, em pouco tempo, elevado a categoria de clássico.Pode parecer exagero, mas a pequena pérola de Gil Junger, não é nada menos do que isto: um clássico.

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