Antes de iniciar esse texto, eu abro a página do Word e vejo que não sei exatamente por onde começar. Assisti “Harry Potter e as Relíquias da Morte PT 2” anteontem, e minha cabeça ainda agitada pensa no que vi com empolgação. Então, digito o título do post em letras maiúsculas, como se o tamanho dos caracteres demonstrasse o que achei desse último capítulo, mas ainda não sei exteriorizar de forma arrumadinha e tentarei articular sem parecer deslumbrado demais a seguir.
Em dezembro último, escrevi sobre a adaptação cinematográfica anterior do bruxo aqui no Miolão, e comentei sobre o aperto no coração que os fãs sentiam agora que chegava a hora de se despedir desse universo. Penso que o título do texto, em caixa alta, representa não só o que achei da produção, mas também a importância de HP para uma legião de seguidores que cresceram paralelamente aos personagens criados por J.K. Rowling. E mais: “As Relíquias da Morte PT 2” merece as maiúsculas por ser um dos melhores filmes do ano que ainda está na metade.


















