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Beyoncé cantando axé? SIM!

19/02/2010 às 22:54 em No Som

No encerramento da tour I am…, a cantora Beyoncé fez um remix ao vivo da música Check on it.
Após ter se encantado em terras tupiniquins com o público e as belezas do país, a musa deu a entender ,com este remix, que realmente se apaixonou não só pelos fãs mas também pela cultura brasileira.

Confira a seguir o vídeo da versão “bahiana” de Check on it, by Beyoncé.

Imagem de Amostra do You Tube

E aí? Ela fez o requisito?

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#Relato de uma Desmiolada – Beyoncé SP

07/02/2010 às 12:30 em Aleatoriedades, No Som

Surreal.
Faço questão de começar com esta palavra pois é a que melhor cabe ao momento que eu, grande fã e que acompanho sua carreira desde o início, vivi ontem.
É surreal a situação a qual nós fãs somos expostos, como dormir em fila, pegar sol e chuva (de granizo), ficar mais espremido que gente em metrô no horário de pico, passar fome, sede, usar banheiros caóticos e tudo isso afim de assistir 2 horas de show.

Mas é ainda mais surreal, ver de perto alguém que você tem admiração, que musicalmente esteve presente na sua vida nos bons e maus momentos, com mensagens de coragem e força (Survivor e Irrepleaceble, por exemplo) ou mensagens também de alegria, como em Get me Bodied – “do an old school dance” e seja feliz!

Surreal, é ver de perto alguém que você sabe que é fodona, que ganhou Grammy’s (e não foram poucos), que fez filmes, que tem uma das melhores vozes do mundo, que dança como ninguém, que canta sem acompanhamento musical e sua voz é indiscritível e emociona TODOS que ouvem.

Beyoncé é surreal. Vai de um extremo a outro em seu show, consegue olhar nos olhos de cada fã o tempo todo, fazer-nos presentes e “sentidos” ali em meio a milhões de outros, fazer-nos sentir que cada centavo gasto por aquelas 2 horas de entretenimento valessem a pena. Sua áurea nos contagia, sua energia vibra nos nossos corpos, seu sorriso é perfeito, sua voz nos arrepia, sua dança nos dá coragem de arriscar uns passinhos no pequeno espaço e sua gratidão emociona.

O show surreal começa com seus hits Deja Vú e Crazy in love. Eu, num momento em transe, só consegui chorar e ouvir os gritos ensurdecedores de 60mil pessoas que esperaram ansiosamente por aquele momento. Eu, esperei por 12 anos ver as Destiny’s child reunidas, mas me contentei absurdamente em ver somente a Beyoncé.
Perfeita. Ela é extraodinariamente linda. Confesso que me assutei quando ela se posicionou em frente ao ventilador e alguns cachinhos saíram voando. Mas nada que uma boa chacoalhada na cabeleira fizesse com que tudo voltasse ao normal e ela arrasasse.
Arrasou ainda mais quando se emocionou (olhinhos brilhando de lágrimas e pausa longa na fala) ao dizer que “Obrigada pessoal, este é o maior show da minha vida!” . Nem preciso dizer que gritamos loucamente após esta declaração, certo?

Zilhões de coisas passavam na minha cabeça naquele momento: estou no mesmo lugar que a Beyoncé; a mulher que acabou de ganhar 6 Grammys está cantando para mim (modo de falar eu e os demais); aquela Diva que vejo tão perfeita nos clipes está na minha frente; a mulher do Jay-Z está aqui.
Pensamentos bobos mas que me faziam não acreditar que eu estava ali e que aquilo estava mesmo acontecendo comigo.

Quando dei conta de que era verdade, ela já estava cantando Irrepleaceble lá no palquinho localizado no meio da pista. Enquanto cantava a letra, percebi que a trompetista Crystal Torres estava cantando a letra olhando para nós ali na frente. Foi quando fiz um coração com as mãos e ela sorriu e fez um também. Aí cantamos Irrepleaceble fazendo mímica dos versos da música, uma rindo para a outra até que a entrada de seu instrumento na música interrompesse a nossa brincadeira. Quando ela voltou a fazer as mímicas, dei um grito enorme “AMAZING!” e fiz gesto de trompete com as mãos. Crystal não resistiu e agradeceu, me mandou um beijo e fez coraçãozinho com as mãos de novo. No resto do show, sempre que dava, ficávamos nessa de uma brincar com a outra, foi especial! Infelizmente as fotos que tirei dela, ficaram tremidas.

Outro momento que delirei, foi ao vê-la cantar Listen à capella. Cara o que foi aquilo? Respondo: Foi surreal.
Provavelmente não estava nos planos cantar esta, mas diante de tamanha competência de nós fãs em cantar TODAS do começo ao fim fazendo a nossa parte do show, não restou a Beyoncé arriscar em nos provar mais uma vez. E ela teve o retorno que queria, digo, que não iamginava em ter. O resultado foi um Morumbi inteiro cantando cada verso num inglês perfeito e num volume que fazíamos o coro da Diva, substituindo sua banda e suas backing vocals. Mais uma vez arrasamos.

E como tudo que é bom dura pouco, eis que com uma homenagem ao Michael Jackson, Bey canta Halo e para nossa loucura, desce do palco e caminha entre as grades.

Com telão em verde e amarelo mostrando nossa bandeira, Beyoncé segura uma bandeira também e retribui nosso carinho se aproximando cada vez mais nos dando sua mão. Isso sim foi surreal, o momento mais surreal da minha vida: encostar em alguém que eu jamais imaginaria ver de perto.
É engraçado, porque quando fiquei sabendo do show aqui e me matei pela meia entrada da Premium, fiz isso porque em razão de assistir a turnê nos outros países, sabia que se ficasse na grade eu teria chances de encostar nela e dizia a todos que “sim, vou ficar na Premium porque vou empurrar tudo e todos para pegar na mão dela” e o fiz. Não acreditei.
De brinde, não comprei camisetas, cards, bottoms, nada disso. Minha lembrança desse show além das memórias e fotos, foi uma baqueta da Kim Thompson, uma de suas bateristas.

Surreal? Sim, surpreendente!

Momento em que ela dá as mãos para os fãs, inclusive eu!

Imagem de Amostra do You Tube

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Sexta-feira, uhul!

05/02/2010 às 01:36 em Aleatoriedades, No Som, Telinha & Telão

Sexta-feira: o dia mais gostoso da semana. Depois de aguentar chefe enchendo o saco, trânsito, chuvas e, para alguns, volta às aulas; finalmente chegou a hora de dizer “ufa!” e começar a aproveitar o que a vida tem de melhor.

Se você mora em São Paulo as opções são tão boas que bate até aqueeeela dúvida. Pra quem gosta de pop a dica é comparecer na Post-It, no Vegas, que fica na Rua Augusta, 765. A festa, idealizada por Phelipe Cruz e Lalai, é divertida e pop como boas festas devem ser. O set-list dos DJs são repletos de popices e hits da internet. Mandando nome pra lista (festapostit@gmail.com) até às 17h00 é possível pagar quinzinho. Êêê!


Depois que se refizer da noite, corre pra casa, se arruma e vá ver Beyoncé! A cantora que está no Brasil desde ontem, vai apresentar o show de “I Am… Tour” no Estádio do Morumbi no sábado, dia 06/02/2010. Para sorte dos paulistanos e revolta de nossos queridos vizinhos manézinhos e cariocas, quem abre o show é ninguém menos que Ivete Sangalo e a banda de rock que ninguém nunca ouviu falar as Valkyrias. Eu digo sorte porque a galera de do Rio vai ter que atuar Wanessinha Ex-Camargo-Agora-Sou-Mulher cantando Fly e fazendo belíssimos -ironia- covers de GaGa e Shakira (falo isso julgando o que ela fez ontem, em Floripa, manézinhos tão ae e não me deixam mentir!).

Caso ainda não tenha comprado e decidiu ir na última hora, adianto que não tem mais meia entrada e o único jeito de curtir o show é desembolsando 200 pila pra ficar na pixxxta pra negócio. É, galera, né fácil não!

Agora se você não tá nem aí pra Beyoncé ou mesmo se ainda tiver pique pra curtir algo depois do show, o lance é colar na Funhouse, na Rua Bela Cintra, 567. A casa, que é uma das mais divertidinhas da noite paulistana há anos, vai contar com a presença ilustre dos ótimos Ecos Falsos, além dos DJs já residentes Ricardo Lemke, Ivan Sabian e Urbanaque Crew. Com nome na lista (lista@deliciousparty.com.br) homem paga R$15,00 e mulher R$10,00.

… E depois de tanto ‘agito’, nada melhor que descansar e pegar um filminho, certo? Aproveitando que o Oscar tá quase aí, vale ver o campeão de indicações – ao lado de Avatar -: Guerra ao Terror. O filme que já foi lançado há meses em DVD chega ao cinema tentando atrair público com suas honrosas -e exageradas- 9 indicações ao Oscar.

Agora se preferir algo mais descontraído uma boa opção é Premonição 4 – 3D (que já falamos aqui) ou o ótimo Invictus, de Clint Eastwood. No filme, Morgan Freeman encarna um Nelson Mandela assumindo a presidência da África do Sul e enfrentando os efeitos do Apartheid, que mesmo abolido, ainda assola a população. Em sua tentativa de unificar o povo, ele vê no rugby uma oportunidade de amenizar atritos entre brancos e negros. Emoção e história na medida!

Seja lá o que for escolher; divirta-se!

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