
Se me dissessem que 4, o quarto álbum de Beyoncé, lançado oficialmente no Brasil no último dia 28 de junho, era o trabalho de alguma cantora dos anos 90, eu iria cair fácinho, fácinho.
Indo na contramão do pop radiofônico que domina as paradas de hoje, Beyoncé lança um disco que não lembra em (quase) nada o estilo que a consagrou. Mais arriscado do que qualquer outro álbum de sua carreira, 4 foi pensado para ser um disco cujo tema principal fosse o amor. Sendo visivelmente influenciada por Jackson 5 (Love On Top), Mariah Carey (1+1) e boa parte da Motown em sua fase de ouro (I Care, Rather Die Young e I Miss You), Beyoncé costura em 12 faixas um universo passional e particular.
















