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Os filmes mais esperados de 2012 – Parte 1

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É, gente, não tem jeito: o ano, definitivamente, começou.

Os ônibus e metrôs já estão lotados, daqui a pouco as férias escolares acabam e a rotina e a peleja diária recomeçarão a todo o vapor. Não sei quanto à vocês, mas só de pensar nessas coisas eu já fico cansada.

Ainda bem que há no meio disso tudo coisas boas, como as risadas, os amigos, os encontros, as músicas e também os filmes! E olha, meus amigos, nesse último quesito o ano promete! Separamos alguns títulos que serão lançados até dezembro e que, de certo, deixarão todos afoitos e animados.

Veja abaixo 11 (excelentes) razões que nos fazem acreditar que este ano será memorável.

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Larry Crowne

“- Alô, Julia? Aqui é o Tom. Tudo bem?

- Oi, Tom! … Ah, tudo indo, sabe como é. Ultimamente eu tenho andado meio por baixo.

- Se sei! Tô na mesma, rs. Mas acho que tenho a solução para nossos problemas.

- Mesmo, Tom?

- É… Tô desenvolvendo um projeto aí e queria que você participasse. Escrevi o roteiro com a ajuda da Nia Vardalos, aquela atriz que fez Casamento Grego. Basicamente eu faço um bom moço de meia idade que perde o emprego e decide entrar na faculdade. Você faz a professora dele, digo, minha professora. E aí a gente se apaixona. Imagina só que demais que não seria o seu nome e o meu nome juntos num mesmo pôster?

- Ah, Tom… Não sei não. A gente já tentou trabalhar junto em Jogos do Poder em 2007 mas nem conseguimos fazer muito barulho.

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Top 5: Personagens do cinema que marcaram seus interpretes

Daniel Radcliffe em Harry Potter e as Relíquias da Morte

Toda vez que vejo algum programa de entrevista com atores rola aquela pergunta super clichê – quando a pessoa é interprete de um vilão então, vixi!, a questão parece torna-se obrigatória -: “você já foi confundido na rua com seu personagem?”. E aí a gente ouve aquela resposta (tão manjada quanto à pergunta): “ah, sempre acontece. Outro dia fui a um supermercado e uma velhinha disse ‘nome-do-personagem, você não pode ser tão má assim!” e blá blá blá. A coisa toda é tão forçada que são raras as vezes em que a história parece sincera.

Mas, pensando nisso, cheguei a conclusão de que talvez o problema seja eu, por ser desconfiado demais. Quero dizer, quantas vezes não ouvi amigos meus falarem “aquele filme, sabe? Com a Amélie Poulain”? Até eu já me peguei trocando ator por nome de personagem, veja só. Algumas vezes para fazer graça, outras porque o tal personagem era tão forte e emblemático que era meio que inevitável chamá-lo pelo nome ficcional.

Pensando nisso, decidi elaborar uma lista com atores que ficaram marcados por um papel a ponto de a gente substituir o nome deles pelo do próprio personagem ou filme. Que fique claro que não reduzo a carreira deles a um único personagem e que nem os acho ruins (para falar a verdade, todos que compõem a lista são ótimos atores). Bora lá?

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Trilha de Cinema: I Say a Little Prayer, Rupert Everett

“O Casamento do Meu Melhor Amigo”, uma das comédias românticas mais marcantes dos anos 90, tem vários dos elementos essenciais pra um filme do gênero (e não só?). Vê se concorda: personagens carismáticos, elenco entrosado, equilíbrio bacana de humor e dramalhão, uma boa dose de imprevisibilidade e um elemento bem interessante: uma protagonista, vivida por Julia Roberts, que possui intenções nada gentis em arruinar o casamento do título e conquistar o noivo – contrária ao padrão “boa moça” da maioria das produções. Continue lendo →

Top 5: Clipes com atores de cinema

De vez em quando uns rostinhos que a gente conhece bem da tela grande dão o ar da graça em vídeoclipes. As participações mais que ilustres rendem, na maioria das vezes, clipes interessantes e inusitados. Separamos 5 exemplos que a gente acha que representa bem esse filão.

Preparados?

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3 Momentos: MBlender Pop (Especial Plágio)

A sessão 3 Momentos do Miolão, que procura homenagear a carreira de alguns artistas que consideramos relevantes para o cenário pop, faz algo um pouco diferente hoje e presta tributo a um blog que nós conhecemos essa semana, o MBlender Pop.

Criado por Paulo Balestre, o blog propõe apresentar as novidades diversas do pop fútil de forma inteligente. (?) O problema é que seu conteúdo contradiz o slogan do site. Eu disse “seu”? Bom… se você acessar o endereço, poderá notar que existe pouca coisa que pode ser realmente considerada de Balestre e seu “MBlender Pop”. Trata-se de um apanhado de notícias de diversos endereços, na maioria das vezes, sem os respectivos créditos.

O Miolão, como descobrimos, se encaixa no hall de vítimas do blogueiro. Quer dar uma conferida em alguns plágios que a gente encontrou lá? Dá uma olhada no nosso post!

Plágio #1 – Tik Tok – Doll & The Kicks

Há algumas semanas, o Thiago publicou esse cover esperto de Tik Tok da Ke$ha aqui no Miolão: com uma vibe excêntrica, a versão da banda nova iorquina deve ter agradado o público que gosta de ver um bom hit pop reconstruído. Agradou tanto o blogueiro homenageado por nós que não demorou pra ele postar a mesma faixa em seu blog pra compartilhar com todo mundo.

Até aí, ok. Mas pelo jeito, ele também gosta de um texto alheio: precisava copiar também o que o Thiago escreveu, moço?

A foto, acima, reproduz a postagem exata do “MBlender Pop” e, aqui, você vê mais um print bonito pra provar que a única coisa diferente… é o título.

Ah, vale lembrar que não foi o único “Cover do Dia” copiado pelo site: tem a reprodução SEM CRÉDITOS de nosso post de Sheryl Crow/Johnny Cash (original aqui), dos moços do Kings of Leon por VV Brown (original), do No Doubt e a Chrisette Michelle (post do Miolão aqui)… Garantimos ainda que se você procurar, vai encontrar outros. Mas só isso basta, né não? =) Caso saia do ar, temos muitos outros prints. Só pedir que a gente publica aí.

Plágio #2 – A Importância de Britney Spears para a Cultura Pop

Essa série de posts, que relata a saga de altos e baixos de Britney Spears buscando analisar sua importância para o mundo do entretenimento e da música contemporânea foi uma das primeiras feitas pelo Miolão. No ar há um bom tempo, ainda não foi concluída, mas daremos um jeito nisso em breve… ;)

No início, questionamos: “será que o público irá gostar?” E sim – com ressalvas, eles gostaram!

O blog “MBlender Pop” mais ainda: pegou a postagem, abraçou e chamou de sua, colocando no ar muito tempo depois e sem nem colocar no rodapé, sei lá, um sutil (via @miolao) pra deixar a gente feliz e sem reclamar.

Aqui tem o link original, só pra comparar. Mas o mais legal nisso é o recadinho que ele colocou no fim da segunda parte do texto, algo como: “não percam amanhã a parte 3, às 19h!”… Adoramos a rigorosidade de Paulo nessa parte e esperamos ansiosos pela parte 4. Se bem que acho bemmmm difícil ele roubar postar a conclusão da saga já que ela não foi publicada no Miolão ainda… HAHAHA!

Plágio #3 – DiscosEssenciais, Back To Black, Amy Winehouse

 

Que a Amy Winehouse é um mito moderno, ninguém nega. A moça destrói cantando e compondo e, entre um escândalo e outro, mostra como é que se faz boa música. A gente disse aqui que acredita que louvar um talento sincero é sempre bom.

Mas tem gente que não tem sido muito criativa na “oração” não: reproduz o texto alheio, pra variar sem créditos e ainda plagia pela metade.

Ok, mas em uma coisa a gente pode admitir que o “MBlender Pop” teve êxito: caracterizar um mega fail ao esquecer de retirar, pelo menos, a menção ao nosso querido Miolão do corpo do texto. Veja abaixo:

É de cair o cu da bunda, né?

ps. Ouvi essa expressão durante a semana e tava morrendo de vontade de usar. Pura poesia, né?

Post original aqui.

[BÔNUS!] Plágio #4 – Crítica de Comer Rezar Amar do site Omelete.com.br

É difícil não conhecer o Omelete: o site de entretenimento é um dos mais prestigiados da Internet e tá no ar sempre com novas resenhas, notícias sobre cultura pop e afins. Como era de se esperar, publicou uma resenha escrita pela jornalista Carina Toledo sobre o delicioso Comer Rezar Amar, que estreou por aqui há pouquíssimo tempo.

Até aí tudo bem: o problema é que os carboidratos que a Julia Roberts ingeriu na telona nem foram queimados e o MBlenderPop atacou outra vítima, reproduzindo, na íntegra, os comentários de Toledo.

Dois detalhes: o Omelete e o Miolão não são os únicos sites plagiados pelo rapaz, não: o site PopLine também não escapou dessa. Tem um plágio fresquinho de uma notícia sobre a amada Gaga que saiu no site, hospedado na UOL. E nossa, o Cineclick também foi pego com a notícia da contratação de Emma Stone pro novo Homem Aranha. Veja o original… e a cópia.

Uma vez, no meu segundo ano de faculdade, um professor pediu que escrevêssemos sobre o filme A Rosa Púrpura do Cairo, de Woody Allen. Uma aluna copiou seu texto da Internet e ele a pegou no flagra: ela, com a maior cara deslavada, perguntou: “mas professor, porque você acha que eu copiei? Tem provas?” – e ele, na maior naturalidade, revidou: “Tenho. O Google me contou.”

Com o MBlenderPop é assim: você digita no mecanismo de busca, e ele revela quem é o verdadeiro dono do post. Tão fácil que dá até gosto. O site também tem um irmão, mantido por Paulo, o MBlender Pipoca. Achamos que o motivo deve ser porque em sua lógica, críticas de cinema também merecem ser copiadas, certo?

Ah, o segundo detalhe é que a única coisa em que nosso colega manda bem é na camuflagem: o espertinho especifica somente a hora em que o post foi publicado, como se ao não mostrar a data de publicação, isso o tornasse autêntico.

Claro, como se todos os blogs citados que fossem os Milli Vanilli da história. Até parece…

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E aqui encerramos nossa homenagem ao site “MBlender Pop” que, no final das contas, é mais do que somente um tributo à um plagiador de peso, mas também, um alerta para todos os leitores de nosso blog que possuem seu próprio site. Seguindo indicações do blog Blosque.com, contamos enfim sobre esse caso desagradável que está acontecendo conosco e dizemos: não permitam que aconteça o mesmo com vocês. Plágio é um vexame, uma deplorável prova de incapacidade: vergonhoso pra quem faz, um grande incômodo pra quem é copiado.

Honre seu esforço e dedicação, seus amigos de equipe, faça jus à aquela horinha de sono que você perde escrevendo pro seu website, aos comentários, feedbacks e carinho de seus leitores, e, claro, a originalidade, que é algo sempre revigorante – e gostoso de ver.

Paulão, amigo, quebra essa pra gente: ou dá os devidos créditos pra toda a galera que você anda visitando ou tira do ar de uma vez, que tal? ;)

Eat Pray Love

Vou confessar: “Comer Rezar Amar” é um dos meus grandes guilty pleasures. Sabe quando você gosta de algo, nem sempre admite por causa de algum de seus aspectos, mas se entrega à suas delícias mesmo assim?

Pois é: peguei o livro pra ler há tempos e embora não tenha terminado porque dei prioridade à outros, adorei o pouco que li. É um tipo de literatura agradável, confessional e envolvente, embora repleta de clichês meio “auto ajuda” e passagens melosas.  Não demorou pra que tivessem a idéia de adaptar a obra, um sucesso gigantesco do mercado editorial recente, para os cinemas: aqui no Brasil, ele estreou na última sexta-feira, mais de um mês após seu lançamento no exterior.

Pra quem não conhece a trama, um resuminho: trata-se da história real de Elizabeth Gilbert, jornalista/escritora insatisfeita com seu casamento que decide terminar tudo e, após o cansativo processo de separação, viaja para diferentes locais em busca de novos sentidos e rumos para a vida. Em sua jornada, ela se entrega aos prazeres gastronômicos da Itália, busca restaurar a sua fé na Índia e procura respostas para o crescimento interior em Bali, onde ainda arranja tempo para uns pretendentes…

Ok, é o tipo de “jornada pessoal” com todos os elementos que Hollywood adora, mais manjados do que cantar “Olhos Coloridos” da Sandra de Sá em eliminatória do “Ídolos”. Fiquei com um pé atrás nos 10 primeiros minutos de exibição, com receio de que houvessem emprestado um tom ainda maior de “chororô” para a história na tela grande. Esse medo, porém, se dissipou dez minutos após o inicio da projeção: é o suficiente pra você perceber que nas próximas duas horas, assistirá um filme que transita de forma leve (e previsível) pelas passagens descritas na sinopse. Deixei a desconfiança pra lá e me entreguei (de novo!) ao guilty pleasure.

Dirigido por Ryan Murphy (o cara por trás de Glee), “Eat Pray Love” é uma “dramédia” romântica competente, com um ótimo ritmo (apesar de perder o fôlego próximo do final) e que apela para o emocional de forma menos descarada do que eu imaginei que faria. Consegue equilibrar doses de humor charmoso com aquelas cenas onde são apresentadas situações que nos fazem questionar o que faríamos no lugar de Liz. Pode ser que na vida real os acontecimentos na vida de Gilbert não tenham rolado, convenhamos, de forma tão empolgante quanto vista aqui, mas a gente abstrai e, assistindo o filme, torce para que as coisas finalmente se tornem mais claras na cabeça da moça.

É também um pouco moralista em certos aspectos, mas analisar as mensagens pregadas por ele se torna uma tarefa dificil, considerando que na vida, cada um deve procurar aquilo que lhe traz satisfação da forma que achar melhor. Vish, isso pareceu muito “auto ajuda”? Vou tentar explicar melhor: você pode concordar com o que é mostrado na tela ou não, mas é fato que nada contido no filme pode ser considerado como “a resposta definitiva para todos os problemas que existem”. “Comer Rezar Amar” pode ser tratado como sendo até “inspirador”, mas acreditar que ele irá mudar sua vida – como alguns fãs, inclusive ilustres, tem dito sobre a obra original – penso, é forçar demais.

Outros pontos que merecem destaque são as suas lindíssimas e vivas locações, a bela fotografia e o elenco, onde cada um cumpre bem seu papel. Tenho um certo “travamento” com a Julia Roberts: era super seu fã antigamente, até perceber que ela sempre me deixa querendo algo mais. Manda bem, mas por vezes parece distante, didática demais em cena, tipo “vou fazer direitinho, mas sem grande envolvimento”. Javier Bardem é uma presença agradável: carismático, rouba a cena como o affair brasileiro de Elizabeth. Outro que merece destaque é Richard Jenkins, interpretando o sarcástico Richard que cruza o caminho da personagem com um segredo pessoal sombrio e buscando redenção. A ótima Viola Davis não teve chance de mostrar o quanto é boa, presa num papel que não lhe oferecia muitas possibilidades.

Aproveite que é domingo, renda-se a um “guilty pleasure” de fim de semana e assista “Comer Rezar Amar”, sem grandes pretensões. Tenha em mente o que irá encontrar na telona e você terá, no mínimo, alguns bons momentos de diversão. :)

ps. Antes de assistí-lo, almoce/jante bem. Senão vai “sofrer” muito com as cenas da Itália. Ok, é tudo tão tentador que você pode sofrer mesmo bem alimentado.

ps2: Diretores, produtores, amigos… música brasileira não é só “Samba da Benção”, ok? E ninguém aqui considera super comum ficar beijando os pais na boca. (!)

Eat Pray Love, Ryan Murphy, 2010.
Comer Rezar Amar. Com Julia Roberts, Javier Bardem, Viola Davis, James Franco, Richard Jenkins.

 

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