MIOLÃO • Julia Roberts - Part 2
 

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Top 5: Clipes com atores de cinema

De vez em quando uns rostinhos que a gente conhece bem da tela grande dão o ar da graça em vídeoclipes. As participações mais que ilustres rendem, na maioria das vezes, clipes interessantes e inusitados. Separamos 5 exemplos que a gente acha que representa bem esse filão.

Preparados?

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3 Momentos: MBlender Pop (Especial Plágio)

A sessão 3 Momentos do Miolão, que procura homenagear a carreira de alguns artistas que consideramos relevantes para o cenário pop, faz algo um pouco diferente hoje e presta tributo a um blog que nós conhecemos essa semana, o MBlender Pop.

Criado por Paulo Balestre, o blog propõe apresentar as novidades diversas do pop fútil de forma inteligente. (?) O problema é que seu conteúdo contradiz o slogan do site. Eu disse “seu”? Bom… se você acessar o endereço, poderá notar que existe pouca coisa que pode ser realmente considerada de Balestre e seu “MBlender Pop”. Trata-se de um apanhado de notícias de diversos endereços, na maioria das vezes, sem os respectivos créditos.

O Miolão, como descobrimos, se encaixa no hall de vítimas do blogueiro. Quer dar uma conferida em alguns plágios que a gente encontrou lá? Dá uma olhada no nosso post!

Plágio #1 – Tik Tok – Doll & The Kicks

Há algumas semanas, o Thiago publicou esse cover esperto de Tik Tok da Ke$ha aqui no Miolão: com uma vibe excêntrica, a versão da banda nova iorquina deve ter agradado o público que gosta de ver um bom hit pop reconstruído. Agradou tanto o blogueiro homenageado por nós que não demorou pra ele postar a mesma faixa em seu blog pra compartilhar com todo mundo.

Até aí, ok. Mas pelo jeito, ele também gosta de um texto alheio: precisava copiar também o que o Thiago escreveu, moço?

A foto, acima, reproduz a postagem exata do “MBlender Pop” e, aqui, você vê mais um print bonito pra provar que a única coisa diferente… é o título.

Ah, vale lembrar que não foi o único “Cover do Dia” copiado pelo site: tem a reprodução SEM CRÉDITOS de nosso post de Sheryl Crow/Johnny Cash (original aqui), dos moços do Kings of Leon por VV Brown (original), do No Doubt e a Chrisette Michelle (post do Miolão aqui)… Garantimos ainda que se você procurar, vai encontrar outros. Mas só isso basta, né não? =) Caso saia do ar, temos muitos outros prints. Só pedir que a gente publica aí.

Plágio #2 – A Importância de Britney Spears para a Cultura Pop

Essa série de posts, que relata a saga de altos e baixos de Britney Spears buscando analisar sua importância para o mundo do entretenimento e da música contemporânea foi uma das primeiras feitas pelo Miolão. No ar há um bom tempo, ainda não foi concluída, mas daremos um jeito nisso em breve… ;)

No início, questionamos: “será que o público irá gostar?” E sim – com ressalvas, eles gostaram!

O blog “MBlender Pop” mais ainda: pegou a postagem, abraçou e chamou de sua, colocando no ar muito tempo depois e sem nem colocar no rodapé, sei lá, um sutil (via @miolao) pra deixar a gente feliz e sem reclamar.

Aqui tem o link original, só pra comparar. Mas o mais legal nisso é o recadinho que ele colocou no fim da segunda parte do texto, algo como: “não percam amanhã a parte 3, às 19h!”… Adoramos a rigorosidade de Paulo nessa parte e esperamos ansiosos pela parte 4. Se bem que acho bemmmm difícil ele roubar postar a conclusão da saga já que ela não foi publicada no Miolão ainda… HAHAHA!

Plágio #3 – DiscosEssenciais, Back To Black, Amy Winehouse

 

Que a Amy Winehouse é um mito moderno, ninguém nega. A moça destrói cantando e compondo e, entre um escândalo e outro, mostra como é que se faz boa música. A gente disse aqui que acredita que louvar um talento sincero é sempre bom.

Mas tem gente que não tem sido muito criativa na “oração” não: reproduz o texto alheio, pra variar sem créditos e ainda plagia pela metade.

Ok, mas em uma coisa a gente pode admitir que o “MBlender Pop” teve êxito: caracterizar um mega fail ao esquecer de retirar, pelo menos, a menção ao nosso querido Miolão do corpo do texto. Veja abaixo:

É de cair o cu da bunda, né?

ps. Ouvi essa expressão durante a semana e tava morrendo de vontade de usar. Pura poesia, né?

Post original aqui.

[BÔNUS!] Plágio #4 – Crítica de Comer Rezar Amar do site Omelete.com.br

É difícil não conhecer o Omelete: o site de entretenimento é um dos mais prestigiados da Internet e tá no ar sempre com novas resenhas, notícias sobre cultura pop e afins. Como era de se esperar, publicou uma resenha escrita pela jornalista Carina Toledo sobre o delicioso Comer Rezar Amar, que estreou por aqui há pouquíssimo tempo.

Até aí tudo bem: o problema é que os carboidratos que a Julia Roberts ingeriu na telona nem foram queimados e o MBlenderPop atacou outra vítima, reproduzindo, na íntegra, os comentários de Toledo.

Dois detalhes: o Omelete e o Miolão não são os únicos sites plagiados pelo rapaz, não: o site PopLine também não escapou dessa. Tem um plágio fresquinho de uma notícia sobre a amada Gaga que saiu no site, hospedado na UOL. E nossa, o Cineclick também foi pego com a notícia da contratação de Emma Stone pro novo Homem Aranha. Veja o original… e a cópia.

Uma vez, no meu segundo ano de faculdade, um professor pediu que escrevêssemos sobre o filme A Rosa Púrpura do Cairo, de Woody Allen. Uma aluna copiou seu texto da Internet e ele a pegou no flagra: ela, com a maior cara deslavada, perguntou: “mas professor, porque você acha que eu copiei? Tem provas?” – e ele, na maior naturalidade, revidou: “Tenho. O Google me contou.”

Com o MBlenderPop é assim: você digita no mecanismo de busca, e ele revela quem é o verdadeiro dono do post. Tão fácil que dá até gosto. O site também tem um irmão, mantido por Paulo, o MBlender Pipoca. Achamos que o motivo deve ser porque em sua lógica, críticas de cinema também merecem ser copiadas, certo?

Ah, o segundo detalhe é que a única coisa em que nosso colega manda bem é na camuflagem: o espertinho especifica somente a hora em que o post foi publicado, como se ao não mostrar a data de publicação, isso o tornasse autêntico.

Claro, como se todos os blogs citados que fossem os Milli Vanilli da história. Até parece…

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E aqui encerramos nossa homenagem ao site “MBlender Pop” que, no final das contas, é mais do que somente um tributo à um plagiador de peso, mas também, um alerta para todos os leitores de nosso blog que possuem seu próprio site. Seguindo indicações do blog Blosque.com, contamos enfim sobre esse caso desagradável que está acontecendo conosco e dizemos: não permitam que aconteça o mesmo com vocês. Plágio é um vexame, uma deplorável prova de incapacidade: vergonhoso pra quem faz, um grande incômodo pra quem é copiado.

Honre seu esforço e dedicação, seus amigos de equipe, faça jus à aquela horinha de sono que você perde escrevendo pro seu website, aos comentários, feedbacks e carinho de seus leitores, e, claro, a originalidade, que é algo sempre revigorante – e gostoso de ver.

Paulão, amigo, quebra essa pra gente: ou dá os devidos créditos pra toda a galera que você anda visitando ou tira do ar de uma vez, que tal? ;)

Eat Pray Love

Vou confessar: “Comer Rezar Amar” é um dos meus grandes guilty pleasures. Sabe quando você gosta de algo, nem sempre admite por causa de algum de seus aspectos, mas se entrega à suas delícias mesmo assim?

Pois é: peguei o livro pra ler há tempos e embora não tenha terminado porque dei prioridade à outros, adorei o pouco que li. É um tipo de literatura agradável, confessional e envolvente, embora repleta de clichês meio “auto ajuda” e passagens melosas.  Não demorou pra que tivessem a idéia de adaptar a obra, um sucesso gigantesco do mercado editorial recente, para os cinemas: aqui no Brasil, ele estreou na última sexta-feira, mais de um mês após seu lançamento no exterior.

Pra quem não conhece a trama, um resuminho: trata-se da história real de Elizabeth Gilbert, jornalista/escritora insatisfeita com seu casamento que decide terminar tudo e, após o cansativo processo de separação, viaja para diferentes locais em busca de novos sentidos e rumos para a vida. Em sua jornada, ela se entrega aos prazeres gastronômicos da Itália, busca restaurar a sua fé na Índia e procura respostas para o crescimento interior em Bali, onde ainda arranja tempo para uns pretendentes…

Ok, é o tipo de “jornada pessoal” com todos os elementos que Hollywood adora, mais manjados do que cantar “Olhos Coloridos” da Sandra de Sá em eliminatória do “Ídolos”. Fiquei com um pé atrás nos 10 primeiros minutos de exibição, com receio de que houvessem emprestado um tom ainda maior de “chororô” para a história na tela grande. Esse medo, porém, se dissipou dez minutos após o inicio da projeção: é o suficiente pra você perceber que nas próximas duas horas, assistirá um filme que transita de forma leve (e previsível) pelas passagens descritas na sinopse. Deixei a desconfiança pra lá e me entreguei (de novo!) ao guilty pleasure.

Dirigido por Ryan Murphy (o cara por trás de Glee), “Eat Pray Love” é uma “dramédia” romântica competente, com um ótimo ritmo (apesar de perder o fôlego próximo do final) e que apela para o emocional de forma menos descarada do que eu imaginei que faria. Consegue equilibrar doses de humor charmoso com aquelas cenas onde são apresentadas situações que nos fazem questionar o que faríamos no lugar de Liz. Pode ser que na vida real os acontecimentos na vida de Gilbert não tenham rolado, convenhamos, de forma tão empolgante quanto vista aqui, mas a gente abstrai e, assistindo o filme, torce para que as coisas finalmente se tornem mais claras na cabeça da moça.

É também um pouco moralista em certos aspectos, mas analisar as mensagens pregadas por ele se torna uma tarefa dificil, considerando que na vida, cada um deve procurar aquilo que lhe traz satisfação da forma que achar melhor. Vish, isso pareceu muito “auto ajuda”? Vou tentar explicar melhor: você pode concordar com o que é mostrado na tela ou não, mas é fato que nada contido no filme pode ser considerado como “a resposta definitiva para todos os problemas que existem”. “Comer Rezar Amar” pode ser tratado como sendo até “inspirador”, mas acreditar que ele irá mudar sua vida – como alguns fãs, inclusive ilustres, tem dito sobre a obra original – penso, é forçar demais.

Outros pontos que merecem destaque são as suas lindíssimas e vivas locações, a bela fotografia e o elenco, onde cada um cumpre bem seu papel. Tenho um certo “travamento” com a Julia Roberts: era super seu fã antigamente, até perceber que ela sempre me deixa querendo algo mais. Manda bem, mas por vezes parece distante, didática demais em cena, tipo “vou fazer direitinho, mas sem grande envolvimento”. Javier Bardem é uma presença agradável: carismático, rouba a cena como o affair brasileiro de Elizabeth. Outro que merece destaque é Richard Jenkins, interpretando o sarcástico Richard que cruza o caminho da personagem com um segredo pessoal sombrio e buscando redenção. A ótima Viola Davis não teve chance de mostrar o quanto é boa, presa num papel que não lhe oferecia muitas possibilidades.

Aproveite que é domingo, renda-se a um “guilty pleasure” de fim de semana e assista “Comer Rezar Amar”, sem grandes pretensões. Tenha em mente o que irá encontrar na telona e você terá, no mínimo, alguns bons momentos de diversão. :)

ps. Antes de assistí-lo, almoce/jante bem. Senão vai “sofrer” muito com as cenas da Itália. Ok, é tudo tão tentador que você pode sofrer mesmo bem alimentado.

ps2: Diretores, produtores, amigos… música brasileira não é só “Samba da Benção”, ok? E ninguém aqui considera super comum ficar beijando os pais na boca. (!)

Eat Pray Love, Ryan Murphy, 2010.
Comer Rezar Amar. Com Julia Roberts, Javier Bardem, Viola Davis, James Franco, Richard Jenkins.

#VemAí: “Comer, Rezar, Amar”, com Julia Roberts

Em 2006, um livro foi lançado no exterior e, nos anos seguintes, tornou-se um dos títulos mais vendidos da década. Escrito pela jornalista Elizabeth Gilbert, “Comer, Rezar, Amar” é composto por um apanhado de memórias pessoais da autora, que, depois de passar por um divórcio traumático, começou a rever suas prioridades e viajou para locais diferentes buscando as coisas de que sentia falta na vida.

Alguns articulam que “Comer Rezar Amar” é apenas mais um best seller comum , mas todos aqueles que leram o livro – inclusive eu, mesmo não tendo chegado até o fim por pura falta de tempo – foram conquistados pelo humor leve, pela amabilidade e o tom despretensioso com que Elizabeth conduz a narrativa sobre sua “jornada”. É o tipo de obra que você pode não esperar muito, mas continua lendo porque é agradável e envolvente como uma conversa casual com alguém, ou como ouvir uma pessoa te contando algumas situações do cotidiano com observações honestas sobre sentimentos, impressões e coisas da vida.  

Mas esse não é o caso! O fato é que, além do sucesso de vendas e de render uma paródia  - o livro “Beber Jogar F@%der”, de Andrew Gottlieb – ele também não demorou pra chamar a atenção dos grandes estúdios, que sabem muito bem que uma obra literária pode render algo bom (ou ao menos bastante dinheiro) quando levada para as telonas.

A Columbia Pictures, então, comprou os direitos de adaptação da história de Gilbert em meados de 2008 e o resto foi acontecendo. Para a transposição às telas de um livro de peso, nada mais justo que um nome importante para viver a protagonista: Julia Roberts, que anteriormente já havia declarado ser fã da trama, foi a escolhida para interpretar Elizabeth nos cinemas. Lembra de umas notícias que caíram na rede há um tempo, dizendo que a atriz estava causando tumulto em templos indianos devido às filmagens de um novo longa-metragem? Esse era o filme em questão.

Depois de mais de um ano e meio de filmagens e pequenas confusões como essa, o primeiro trailer oficial do filme caiu na rede. Nele, dá pra ver um pouquinho das locações do projeto – que incluem Itália e Índia, entre outros lugares - e outros nomes que estão no elenco, como Javier Bardem, (muito mais amável do que em “Onde os Fracos Não Tem Vez”) James Franco e Viola Davis.

Será que o filme vai ser simpático e cativante como a obra original? Ele estreará em 13 de agosto nos Estados Unidos, mas não tem data de lançamento prevista para o Brasil, ainda. Enquanto ele não chega por aqui, dá tempo de ler a “autobiografia” que o originou.

Vale lembrar que o diretor do filme é Ryan Murphy, que anteriormente fez o ótimo “Correndo Com Tesouras” – por sinal, outro caso de livro adaptado para o cinema – e também é um dos produtores de Glee, que o Miolaoteam adora.

Veja o trailer de “Comer, Rezar, Amar” abaixo:

Top 5: Personagens Femininas do Cinema

O cinema não seria o mesmo se não fosse a força característica das mulheres. Ao longo de mais de um século, as mulheres ganharam cada vez mais importância na tela e alguns de seus personagens foram eternizados com grandes performances. Segue nosso Top 5 das melhores delas:

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Cinema: Os Mais Bem Pagos de 2009

Engana-se quem pensa que os atores mais bem pagos de Hollywood ainda são Johnny Deep e Julia Roberts.

Segundo a Vanity Fair, os nomes do momento são os de Daniel Radcliffe e o de Emma Watson, ou, se você preferir, o Harry Potter e a Hermione Granger. No último ano os dois faturaram 70 milhões (40 ele, 30 ela) por suas participações nos 2 últimos filmes da franquia.

A lista exibe ao todo 40 nomes e abrange gente envolvida no segmento de cinema como atores, diretores e produtores.

Seguindo a lista dos atores temos Ben Stiller com 40 milhões e Tom Hanks com 36 milhões. Do lado feminino, quem aparece em segundo lugar é Cameron Diaz com 27 milhões e Sarah Jessica Parker com 24 milhões.

Vale ressaltar que Emma ficou em primeiro lugar como a mais bem paga do ano passado porque recebeu 15 milhões por cada “pedaço” de Harry Potter e As Relíquias da Morte. Angelina Jolie, que durante todo ano passado se ocupou com Salt, tornou-se a atriz com o maior cachê em um único filme levando pra casa nada menos que 20 milhões de dólares. Na lista geral ela aparece num mísero 32º. É mole?

Se liga na lista completa, que engloba todos os envolvidos:

1 Michael Bay $125 milhões
2 Steven Spielberg $85 milhões
3 Roland Emmerich$70 milhões
4 James Cameron $50 milhões
5 Todd Phillips $44 milhões
6 Daniel Radcliffe $41 milhões
7 Ben Stiller $40 milhões
8 Tom Hanks $36 milhões
9 J. J. Abrams $36 milhões
10 Jerry Bruckheimer $35.5 milhões
11 Tyler Perry $32.5 milhões
12 Adam Sandler $31.5 milhões
13 Denzel Washington $31 milhões
14 Emma Watson $30 milhões
15 Rupert Grint $30 milhões
16 Owen Wilson $29 milhões
17 Nicolas Cage $28 milhões
18 Russell Crowe $28 milhões
19 Cameron Diaz $27 milhões
20 Brian Grazer e Ron Howard $25.5 milhões
21 Johnny Depp $25 milhões
22 Steve Carell $25 milhões
23 Robert De Niro $24.5 milhões
24 Sarah Jessica Parker $24 milhões
25 Katherine Heigl $24 milhões
26 Shawn Levy $23 milhões
27 Oren Peli e Jason Blum $22.5 milhões
28 Robert Downey Jr. $22 milhões
29 George Clooney $22 milhões
30 Matt Damon $22 milhões
31 Reese Witherspoon $21 milhões
32 Angelina Jolie $21 milhões
33 Jennifer Aniston $20 milhões
34 Sandra Bullock $20 milhões
35 Robert Pattinson $18 milhões
36 Clint Eastwood $17 milhões
37 Kristen Stewart $16 milhões
38 Mark Wahlberg $16 milhões
39 Shia LaBeouf $15 milhões
40 Brad Pitt $13.5 milhões

Como era de se esperar, o top 3 geral da lista contém só realizadores, como Michael Bay de Transformers, Steven Spilberg e Roland Emmerich. James Cameron também marca presença com seus nada modesto 50 milhões.

Ai, ai… Essa galera que faz cinema nos States deve viver muito bem, né?

Hope For Haiti Now

Ontem à noite rolou o Hope for Haiti Now, evento organizado por George Clooney em parceria com a MTV norte-americana a fim de angariar fundos para as vítimas do terremoto que ocorreu na última semana.

Transmitido por várias emissoras ao redor do mundo, o evento contou com artistas do primeiro time de Hollywood, como Julia Roberts, Tom Hanks, Brad Pitt, Reese Whisterpoon e Steven Spilberg como ‘telefonistas’, recebendo as doações das pessoas que ligavam.

Entre depoimentos emocionados e reportagens sobre a caótica situação do país aconteceram também alguns números musicais. Separamos abaixo alguns dos melhores momentos da noite:

Abrindo o show, Alicia Keys cantou Prelude to a Kiss:

Shakira, mais linda do que nunca, apresentou com muita competência sua versão de I’ll Stand By You, clássico dos Pretenders:

Justin Timberlake acompanhado de Matt Morris fizeram uma emocionante versão de Hallelujah, de Leonard Cohen:

Chris Martin, do Coldplay, acompanhou Beyoncé ao piano enquanto ela cantava Halo:

Christina Aguilera também deu o ar da graça e usou o evento para apresentar Lift Me Up, uma canção inédita que estará presente em Bionic, seu próximo disco, em versão acústica:

Acompanhada por um coral, Madonna cantou o clássico Like a Prayer sem maiores firulas:

Fechando a noite, o haitiano Wyclef Jean, ex-vocalista do Fugees, mais conhecido por aqui pelo dueto com Shakira em Hips Don’t Lie, cantou Rivers Of Babylon:

Embora o evento tenha durado pouco mais de 1 hora, as doações ainda podem ser feitas através do site www.msf.org.br . Vale dizer que qualquer valor é válido, por menor que seja, e que é possível doar via cartão de crédito. Como o próprio Clooney disse: envolva-se!

 

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