MIOLÃO • Juno
 

All posts tagged Juno

Os filmes mais esperados de 2012 – Parte 2

filmesmaisesperados2

Dando continuidade a nossa lista dos filmes mais aguardados de 2012, apresento à vocês a segunda e última parte. Se na abertura de nosso especial priorizamos longas com um alto potêncial de sucesso, aqui focamos nossos esforços em apontar produções que vão brilhar bastante nos próximos meses devido ao buzz gerado pelo Globo de Ouro – que rolou ontem – e ao Oscar.

Ah! Antes que alguém note algumas ausências em ambas seleções, vale dizer que a gente usou como critério eliminatório o fato de já termos falado sobre os filmes em algum “Vem Aí” (adeus, Carnage!) e também a proximidade de estreia – não faria sentido falar de As Aventuras de Tintin – O Segredo do Licorne, Precisamos Falar Sobre o Kevin e, sei lá, Drive, sendo que todos eles estrearão nas próximas semanas.

… Enfim, eis o que restou: atores consagrados, filmes ultra comentados e premissas empolgantes. Bora conferir?

Continue lendo →

Top 5: Personagens do cinema que marcaram seus interpretes

Daniel Radcliffe em Harry Potter e as Relíquias da Morte

Toda vez que vejo algum programa de entrevista com atores rola aquela pergunta super clichê – quando a pessoa é interprete de um vilão então, vixi!, a questão parece torna-se obrigatória -: “você já foi confundido na rua com seu personagem?”. E aí a gente ouve aquela resposta (tão manjada quanto à pergunta): “ah, sempre acontece. Outro dia fui a um supermercado e uma velhinha disse ‘nome-do-personagem, você não pode ser tão má assim!” e blá blá blá. A coisa toda é tão forçada que são raras as vezes em que a história parece sincera.

Mas, pensando nisso, cheguei a conclusão de que talvez o problema seja eu, por ser desconfiado demais. Quero dizer, quantas vezes não ouvi amigos meus falarem “aquele filme, sabe? Com a Amélie Poulain”? Até eu já me peguei trocando ator por nome de personagem, veja só. Algumas vezes para fazer graça, outras porque o tal personagem era tão forte e emblemático que era meio que inevitável chamá-lo pelo nome ficcional.

Pensando nisso, decidi elaborar uma lista com atores que ficaram marcados por um papel a ponto de a gente substituir o nome deles pelo do próprio personagem ou filme. Que fique claro que não reduzo a carreira deles a um único personagem e que nem os acho ruins (para falar a verdade, todos que compõem a lista são ótimos atores). Bora lá?

Continue lendo →

3 Momentos: Ellen Page

Não é de hoje que queremos fazer um 3 Momentos em homenagem a Ellen Page. O motivo que nos levou a adiar – e cogitar nunca escrever nada a respeito – foi um só: a dificuldade em apontar (apenas) três momentos relevantes de sua carreira. Canadense, Ellen tem 24 anos de idade, rostinho de 17 e um talento tão grande e gritante que faz inveja a muita veterana.

Ela, que atua desde criancinha em seriados e pequenos filmes, ganhou notoriedade ao interpretar a personagem título de MeninaMá.Com (Hard Candy, 2005) com precisão e complexidade e foi alçada ao posto de uma das melhores interpretes de sua geração pelo fofíssimo Juno (2007) que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz (perdendo para Marion Cotillard, por Piaf – Um Hino ao Amor).

Depois do enorme sucesso de Juno, Page corria o risco de ter seu rosto estigmatizado como o da adolescente atrevida e espertinha que amava punk-rock. Mas esse, definitivamente, não foi o caso.

Escolhendo a dedo seus projetos, a garota demonstrou maturidade e ousadia ao trilhar um caminho pouco comum e nada óbvio. Participando de blockbusters (X-Men: O Confronto Final, A Origem) e filmes menores (Garota Fantástica, Face Oculta) com o mesmo afinco e desenvoltura, Page não se preocupou em “enterrar” a personagem que lhe rendeu fama. Ao contrário, ela evoluiu o suficiente para ser dissociada e reconhecida por seu – imenso – talento. E é isso que a gente vê agora.

Continue lendo →

Selena Gomez and The Scene – Love You Like a Love Song: Até que não é tão ruim assim…

Tento ter a cabeça aberta quando o assunto é música, juro que tento. Mas há coisas que, mesmo com toda a boa vontade, não me descem. A onda de Disney-Celebrities, por exemplo, é um bom exemplo (perdoe-me pela repetição) de tudo que não suporto: adolescentes que mais parecem bonecos de plástico produzindo produtos mais plásticos ainda. É tudo tão chato e homogêneo que irrita.

No entanto, essa ideia que eu tinha a respeito caiu por terra ontem quando eu vi, por acaso, o clipe de Love You Like a Love Song na TV. O último single de Selena Gomez and The Scene, lançado no último dia 17 de junho, presente no disco When The Sun Goes Down, é tão divertido e espertinho que, confesso, me rendi. A música, que para falar a verdade não tem nada demais, é um eletro gostosinho que com muito bom humor abraça os clichês dos anos 80 e sem pragmatismo algum ela se amarra ao fútil e ao supérfluo em nome da diversão.

Continue lendo →

Cover: Sea of Love, Cat Power

Sea of Love foi escrita e gravada originalmente em 1959 por Phil Phillips. Longe de possuir a fragilidade do cover de Cat, Sea of Love mais parece um convite adolescente para um baile. Um belo convite, aliás. Do tipo que faz sorrir. E querer dançar pela cozinha nas manhãs de sábado. E nas de domingo também.

Continue lendo →

3 Momentos: Floria Sigismondi

Talvez você não ligue de imediato o nome a pessoa, mas se você gosta de ver clipes provavelmente já se deparou com o trabalho de Floria.

No comando de videoclipes desde a década de 90, Floria Sigismondi tem um talento nato para direção. Formada em fotografia e dona de um apuro estético ímpar, a artista imprime nos vídeos em que dirige características ora sombrias ora  cativantes.

Na maioria de seus clipes, os artistas abrem mão de uma áurea glamorosa e se transformam em criaturas estranhas e/ou melancólicas. Cenários dark, surrealismo e monstros são itens recorrentes em sua viodeografia.

Continue lendo →

3 Momentos: Michael Cera

Há quem diga que bons atores são aqueles que conseguem interpretar qualquer tipo de personagem, se perdendo dentro deles até que seja impossível lembrar que o que é visto nas peças ou nos filmes se trata de pequenas mentiras. Meryl Streep é o maior exemplo disso: vê-la em papéis tão distintos quanto o da chefe Julia Child, em Julie & Julia; ou na pele da malvada Miranda, em O Diabo Veste Prada são ilustrações perfeitas para este ponto. Mas seria isso uma regra?

Continue lendo →

 

Features Stats Integration Plugin developed by YD

UA-11237259