MIOLÃO • Justin Timberlake
 

All posts tagged Justin Timberlake

In Time

Produzido, dirigido e escrito por Andrew Niccol, o homem por trás de Gattaca – Experiência Genética, O  Show de Truman, O Terminal e Senhor das Armas, O Preço do Amanhã (In Time) é um filme… Diferente.

Apresentando um argumento bastante original, Niccol nos mostra uma visão distópica do futuro, onde as pessoas, ao completarem 25 anos, param de envelhecer e precisam, se quiserem continuar vivendo, trabalhar para pagar por seu tempo de vida. O tempo, aliás, é a moeda de troca daquele mundo. É com ele que os indivíduos compram café, pagam a passagem de ônibus e também o aluguel.

Prevendo perguntas do tipo “como tudo ficou assim?”, Niccol se antecipa e responde, logo nos primeiros minutos, através da narração de seu personagem principal, e explica que “as coisas simplesmente são assim”, fazendo com que o espectador mantenha o foco na história em que ele quer contar. O problema é que a tal história se perde em meio às intenções nada sutis do diretor em traçar um paralelo entre sua obra com o capitalismo (a frase “tempo é dinheiro”, de Benjamin Franklin, nunca foi tão literal).

Continue lendo →

Friends With Benefits

Sexo Sem Compromisso, aquele filme que ficou conhecido como, com o perdão do trocadilho, o “projeto descompromissado” de Natalie Portman – que tinha acabado de vencer o Oscar deste ano por sua intensa Nina em Cisne Negro – abordava de uma maneira bastante convencional – e às vezes burocrática – uma questão bastante interessante: é possível manter uma relação baseada em sexo sem nenhum envolvimento emocional? O longa dizia que não.

Na produção, Portman dava vida a uma bem sucedida e independente médica, que cansada das complicações e da dependência gerada pelos relacionamentos românticos, acordava com seu amigo (Ashton Kutcher) fazer sexo pelo sexo. Como era de esperar, os planos da garota foram por água abaixo: eles acabaram se apaixonando. O final super previsível (com direito a todos os clichês do subgênero de comédia-romântica, incluindo a viagem desesperada de carro que um dos atores faz para ir de encontro ao outro), incomodou muita gente, mas, de certa forma, agradou casais apaixonados que só queriam comer pipoca e namorar.

Amizade Colorida, longa dirigido por Will Gluck e que chegou aos cinemas na última sexta-feira, trata, de certa forma, da mesma coisa que Sexo Sem Compromisso. E, aparentemente, busca o mesmo tipo de público. Vendido como uma comédia-romântica, Amizade Colorida, em sua hora inicial, se distancia – e muito – de seu “irmão gêmeo”. O texto do diretor, escrito em parceria com Keith Merryman, David A. Newman e Harley Peyton é espertinho o suficiente para tirar sarro dos lugares-comuns e arrancar boas risadas com isso – a cena em que a personagem de Mila Kunis, após levar um fora de seu namorado, rasga um postêr de A Verdade Nua e Crua e diz que sua insatisfação com relacionamentos é culpa de Katherine Heigl ilustra bem isso.

Continue lendo →

Vem Aí: Bad Teacher

Você pode até torcer o nariz para Cameron Diaz, mas há de convir que a loira tem um dom natural para comédia. Depois de participar de alguns projetos duvidosos, parece que ela vai voltar aos trilhos com Bad Teacher.

Na trama ela interpreta Elizabeth Halsey, uma professora que é malvada, fala palavrão e, pasmem, fuma maconha (medicinal, haha!) na frente dos alunos. A garota é tão bitch que resolve atacar um professor meio bobão só pra sair da frente de uma colega.

Continue lendo →

Top 5: Clipes com atores de cinema

De vez em quando uns rostinhos que a gente conhece bem da tela grande dão o ar da graça em vídeoclipes. As participações mais que ilustres rendem, na maioria das vezes, clipes interessantes e inusitados. Separamos 5 exemplos que a gente acha que representa bem esse filão.

Preparados?

Continue lendo →

Christina Aguilera – Bionic


Lançado oficialmente há pouco mais de um mês, Bionic, novo disco de Christina Aguilera, é (quase que) completamente diferente do que se poderia esperar de Christina Aguilera.

Partindo desse ponto, há duas maneiras de analisar o disco: a primeira é entender o processo criativo e as motivações de Aguilera para então apreciar o resultado. A segunda é, simplesmente, ouvir o álbum, sem maiores intenções de profundidade (afinal, por mais inusitado que seja, Bionic ainda é um disco pop).

Continue lendo →

As cenas e os temas (Parte 2)

O MIOLÃOTEAM apresenta hoje a segunda parte do especial “As cenas e os temas“, em que escolhe momentos do cinema – famosos ou não – onde as junções entre música e imagens não podiam ter sido melhores.

Em breve, a terceira e última parte estará no ar. Aguarde!

Um Beijo Roubado – The Story (Norah Jones)

Sim, as pessoas que disseram que esse é um dos beijos mais memoráveis do cinema recente não estavam erradas: Norah Jones interpreta em “My Blueberry Nights” (de Kar Wai Wong) uma garota comum que decide viajar e deixar tudo para trás depois de uma frustração amorosa. No caminho, ela conhece diversas figuras excêntricas enquanto um pretendente, dono de uma doceria freqüentada pela personagem e vivido por Jude Law morre de saudades da antiga freguesa. Depois de muito tempo distantes, o merecido reencontro, que resulta nessa cena poética e sensível: a canção tocando ao fundo é “The Story”, interpretada pela própria Norah. Seu ritmo lento e sensual apenas acentua como o acontecimento é sincero. Um beijo roubado nunca foi tão envolvente. Veja.

O Diário de Bridget Jones – All By Myself (Jamie O’Nell)

Curtir uma fossa num sábado à noite não é algo muito agradável, mas Reneé Zellweger transforma uma “sessão deprê” regada a cigarros e álcool numa experiência divertidíssima – pelo menos para o espectador. Dublando a canção “All By Myself” (na versão de Jamie O’Neal) a atriz arranca gargalhadas e mostra a cara de Bridget Jones, uma das personagens mais carismáticas das comédias românticas. Ouça.

Southland Tales – All These Things That I’ve Done (The Killers)

Ok. Richard Kelly, o diretor de Donnie Darko, patinou legal em uma de suas empreitadas – esse conto que nunca acerta ao abordar temas como dominação capitalista, fim do mundo e degradação da sociedade. A surpresa vai por conta dessa cena, uma das poucas coisas válidas do filme, que é meio picareta: nela, Justin Timberlake dubla a ótima e apoteótica “All These Things That I’ve Done” dos The Killers em meio à diversas mulheres que celebram pateticamente a suposta grandeza (cega) do sonho americano. Um momento que mesmo bem colocado não salva o filme do marasmo. Assista.

9 – A Salvação – Somewhere Over The Rainbow (Judy Garland)

“9 – A Salvação” foi uma grata surpresa entre as animações lançadas no ano passado. O filme, dirigido por Shane Acker e produzido por Tim Burton conta a história de bonecos de pano que possuem alma e procuram salvar o mundo, que futuro distante, tornou-se caótico e apocalíptico: é tudo o que pode ser dito para não estragar a história. A produção consegue emocionar ao confrontar o espectador com a freqüente idéia da esperança tentando sobreviver num universo onde claramente não existe brecha alguma (ou quase!) para que ela exista. A canção “Somewhere Over The Rainbow”, interpretada por Judy Garland, é executada em uma cena tocante; um momento de aparente tranqüilidade em que os protagonistas parecem próximos – mesmo que por poucos segundos – da tão almejada felicidade que buscam. Aperta o coração e deixa sem palavras.  Ouça.

Tudo Para Ficar com Ele – The Penis Song (Cameron Diaz, Selma Blair e Christina Applegate)

Vulgar? Hilária? Provocante? Independente da sua opinião, é impossível ficar alheio à parodia de “I’m Too Sexy” de Right Said Fred – que por sua vez, é inspirada numa canção de Jimi Hendrix – feita pelo elenco do filme “Tudo Para Ficar com Ele”: a música, um empolgado manifesto sobre a anatomia masculina (?) divide opiniões, mas é, com certeza, marcante para quem assiste, gostando ou não. O Miolaoteam se encaixa no primeiro caso. Assista.

Ellie Parker – Heart of Glass (Blondie)

Naomi Watts interpreta em “Ellie Parker” uma aspirante à atriz cuja vida parece cada vez mais fora dos eixos: tem uma melhor amiga que ignora seus desabafos, um namorado que não dá a mínima para o relacionamento, um empresário que não acredita no seu potencial e não é levada a sério em nenhuma entrevista de emprego. A cena em questão mostra Ellie preparando-se para um teste, onde poderá ganhar o papel de uma prostituta: ela veste o figurino e faz o seu próprio e – impagável – aquecimento, tendo como trilha sonora “Heart of Glass” do Blondie. O filme, que teve repercussão quase nula no circuito comercial é um achado que merece ser visto. Espirituoso, dramático na medida certa e nunca piegas, mostra o quanto Naomi Watts é talentosa – além de mostrar que alguns atores/atrizes são a melhor escolha para determinados papéis. Watts rouba cada cena e é delicioso vê-la atuando: você irá torcer muito pela “azarada” protagonista, pode acreditar. Assista.

p.s.: Vale reforçar que não disponibilizamos os links com os respectivos trechos em todos os casos pois nem todos eles foram encontrados na Internet. Assista os filmes na íntegra, porém: independente das cenas comentadas, eles são ótimos! :)

Os 10 Piores Clipes da História?

Não sei quanto a vocês, mas eu adoro uma boa lista. Independente do tema tratado adoro correr os olhos sobre os “10 mais isso” ou “10 mais aquilo”, para concordar, montar minhas próprias listas ou mesmo só para discordar mesmo.

E foi isso que aconteceu quando vi a lista que o site da VH1 colocou no ar nos últimos dias.

Se liga só na lista d’Os 10 Piores Clipes da História:

1. Beyoncé e Lady GaGa, Video Phone



Comassim, Bial? Beyoncé e Lady GaGa em primeiro? O clipe, admito, é ruim. Mas poxa, ele teria que piorar umas 1033443564435 vezes para ser o pior da história. Aliás, tem clipe da Lady GaGa muito pior que esse, assim como clipe da Bey, né?

Assista.

2. Madonna, Celebration


Pois é, esse até me aperta o coração concordar, mas verdade seja dita, Celebration é um lixinho. Tá certo que foi feito com pouca verba com o simples objetivo de divulgar coletânea… Só que o que pesa mesmo é o fato de que este vídeo pertence a mesma mulher que consolidou e revolucionou a estética do videoclipe há 2 décadas com verdadeiras obras-primas como Like a Prayer, Bad Girl e, mais recentemente, Hung Up. Poxa, Madonna! Você já foi melhor.

Assista.

3. Jennifer Lopez, Hold It Don’t Drop It


Alguém se lembra desse vídeo? Aposto que não. Totalmente esquecível esse aqui é da fase que Jenny já não era lá essas coisas no show business… Pra falar a verdade o clipe nem é tãooo ruim assim. O jogo de luzes é tri interessante e a J.Lo., para variar, está linda. VH1, se isso tudo era vontade de por a Jennifer na lista, por que não se lembrar de If You Had My Love, que além de pior é brega? Francamente!

Assista.

4. Ke$ha e 3OH!3, Blah Blah Blah


Blah blah blah. Passo.

Assista.

5. Mariah Carey, I Want To Know What Love Is


Digno de primeiro lugar, esse aqui é tão ruim que constrange. Faltam palavras para descrever a ruindade disso. Falando nisso, vocês estão sabendo que Hype Williams, diretor do vídeo, é o mesmo que vai dirigir Not Myself Tonight, da Aguilera? Tomara que ela contribua com idéias, porque se depender do histórico do cara fica mei’ difícil acreditar que vá sair algo legal…

Assista.

6. Rihanna, Rude Boy


Mesmo sendo uma cópia descarada de Galang, primeiro single de M.I.A., Rude Boy jamais mereceria estar numa lista de piores. O vídeo super colorido é interessante, pop e divertido, como bons vídeos devem ser. É tão legal que, pelo menos pra mim, entraria fácinho numa lista com os melhores vídeos do ano…

Assista.

7. Britney Spears, Gimme More


Britney Spears, desde sua estréia com … Baby One More Time, que inclusive já foi eleito o terceiro melhor vídeo da história, tinha a seu favor uma videografia impecável e irretocável. Clipes divertidos, sensuais e ultra produzidos eram suas marcas registradas. Qual foi a surpresa quando ela apareceu morena, semi-nua e semi-bêbada rebolando num ferro de pole dance? Chocante foi pouco. Gimme More foi quaaaase uma revolução na estética do pop. Um marco. Um presente divino. Pura magia e sedução. Er… Ok, ok. Exagerei. O clipe pode até ser ruim, mas que é divertido, ah, isso ele é!

Assista.

8. Paramore, Brick By Boring Brick


Cuidado! As cores mega saturadas e a profusão de efeitos especiais fazem desse clipe do Paramore um verdadeiro perigo para os epiléticos. Com maior poder de fogo do que aquele lendário episódio de Pokémon, o vídeo, apesar dos exageros, está longe de ser ruim. Até eu que detesto a banda fiquei com a boca aberta quando assisti.

Assista.

9. Miley Cyrus, 7 Things


Fundo branco. Adolescentes. Música pop. Que que tem de tão ruim nesse vídeo, pelo amor de Deus? Parece até que eles não tinham mais o que colocar e decidiram incluir a Mileyzinha das Gengivas Gigantes. Injustiça, pô!

Assista.

10. Justin Timberlake, My Love


Ao lado de Rude Boy, de Rihanna, essa é a maior injustiça da lista. O clipe, lançado em setembro de 2006, consegue capturar exatamente o clima da música e, sem muitos recursos, torna-se facilmente genial pelo uso das luzes, das sombras e da coreografia pra lá de complexa de Justin. Em uma palavra: foda.

Assista.

E se a lista fosse sua, o que você iria incluir? Não vale Stefhany, hein! Porque ela é linda e absoluta!

 

Features Stats Integration Plugin developed by YD

UA-11237259