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Laura Marling divulga capa e tracklist de novo álbum, “A Creature I Don’t Know”

Depois de lançar o sensacional – e que merece elogios ainda mais entusiasmados – “I Speak Because I Can” em 2010, Laura Marling mostrou capa e tracklist de seu terceiro disco, “A Creature I Don’t Know”, com lançamento previsto para 13 de Setembro.

Composto por dez faixas – algumas delas conhecidas pelos fãs da cantora, que já as interpretou em apresentações ao vivo ou gravações demo que caíram na rede – o álbum foi produzido por Ethan Johns, mesmo cara por trás de trabalhos do Kings of Leon e Rufus Wainwright.

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Cover: Radioactive, Cee-Lo Green

Cee-Lo Green já deve estar acostumado a ver suas músicas na voz de outros cantores, afinal boa parte da classe artística já cantou Crazy e/ou Fuck You. Aqui mesmo, no Miolão, a gente já postou várias versões de suas músicas… Só que hoje a coisa muda de figura: dessa vez é Cee-Lo quem se apropria de uma música – e não o contrário.

A escolha do cara foi bastante “diferente”: Radioactive, presente no disco Come Around Sundown, do Kings Of Leon, não lembra nem de longe as músicas supergrooveadas de Cee-Lo. Pelo menos não lembrava até ele soltar a voz na BBC Radio 1:

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Music Monday: Mumford & Sons

“Eles fazem sexo com os instrumentos.”

Foi com essa frase que conheci Mumford & Sons, a banda do Music Monday de hoje.

Antes que vocês, seus safadinhos, pensem besteira, Carol, a menina que me disse isso, não queria dizer que eles eram pansexuais ou coisa assim. Ela só queria dizer que a música que eles fazem é tão intensa que só poderia ser comparada as sensações que o sexo provoca.

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3 Momentos: Lykke Li

É dificil ficar imune ao som da sueca Lykke Li quando você a escuta pela primeira vez. A loira, que despontou mundialmente em 2008 com o lançamento de seu primeiro CD, é dona de canções oníricas, suaves e mega envolventes. O universo que a moça constrói com sua voz e leve excentricidade é adorável e a destaca num apanhado de artistas femininas que surgiram nos últimos anos.

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Music Monday: The Like

Era uma vez, nos idos dos anos 2000, algumas garotas aparentemente comuns que resolveram montar uma banda.

Inspiradas por uma estética vintage, rapidamente foram descobertas pela galerinha mais hype e descolada (da época) e sua música, que soava moderninha e, ao mesmo tempo, retrô, foi parar nos MP3s dessa moçadinha. Misteriosamente, com o tempo, elas foram quase que esquecidas até que este ano lançaram o segundo cd.

Se você achou que eu estava falando de The Pipettes, pense de novo. A nossa recomendação de hoje é, apesar das semelhanças, muito diferente da nossa ex-bandinha preferida de garotas-fofas-com-roupas-de-bolinhas.

The Like possui a energia e o frescor adolescente que The Pipettes esqueceram pelo caminho. Comparações a parte, o quarteto tem música no sangue: filhas de produtores e músicos, as garotas nascidas em Los Angeles, Califórnia, já carregam nas costas quase 10 anos de carreira.

Com 3 EPs lançados, o The Like só foi ficar conhecido com a música (So I’ll Sit Here) Waiting, presente na trilha sonora de Aos 13.

Cheias de moral, as mocinhas já saíram em turnê com os caras do King Of Leon, Arctic Monkeys e também com o Phantom Planet. Aliás, foi o vocalista do Phantom Planet, Alex Greenwald, junto com o super hype produtor Mark Ronson, que moldaram o som da banda no segundo disco – o divertido Release Me, lançado há alguns meses.

As características sessentistas ficaram mais evidentes e a música mais consistente. Reparem só no vídeo de Wishing He Was Dead:

… Outra coisa bem legal do vídeo, além da música, fotografia e violência explícita e divertida, é o visual das garotas: confesso que ainda estou na dúvida se a vocalista Elizabeth Z Berg se fantasiou de Twiggy ou se é apenas impressão.

Superficialidades a parte, as garotas californianas do The Like são densas o suficiente para provar que o caminho aberto pelo Blondie – vai dizer que a referência não é gritante? – ainda é frutífero e que boa  música ainda pode ser divertida.

The Like. Gostar é fácil.

3 Momentos: MBlender Pop (Especial Plágio)

A sessão 3 Momentos do Miolão, que procura homenagear a carreira de alguns artistas que consideramos relevantes para o cenário pop, faz algo um pouco diferente hoje e presta tributo a um blog que nós conhecemos essa semana, o MBlender Pop.

Criado por Paulo Balestre, o blog propõe apresentar as novidades diversas do pop fútil de forma inteligente. (?) O problema é que seu conteúdo contradiz o slogan do site. Eu disse “seu”? Bom… se você acessar o endereço, poderá notar que existe pouca coisa que pode ser realmente considerada de Balestre e seu “MBlender Pop”. Trata-se de um apanhado de notícias de diversos endereços, na maioria das vezes, sem os respectivos créditos.

O Miolão, como descobrimos, se encaixa no hall de vítimas do blogueiro. Quer dar uma conferida em alguns plágios que a gente encontrou lá? Dá uma olhada no nosso post!

Plágio #1 – Tik Tok – Doll & The Kicks

Há algumas semanas, o Thiago publicou esse cover esperto de Tik Tok da Ke$ha aqui no Miolão: com uma vibe excêntrica, a versão da banda nova iorquina deve ter agradado o público que gosta de ver um bom hit pop reconstruído. Agradou tanto o blogueiro homenageado por nós que não demorou pra ele postar a mesma faixa em seu blog pra compartilhar com todo mundo.

Até aí, ok. Mas pelo jeito, ele também gosta de um texto alheio: precisava copiar também o que o Thiago escreveu, moço?

A foto, acima, reproduz a postagem exata do “MBlender Pop” e, aqui, você vê mais um print bonito pra provar que a única coisa diferente… é o título.

Ah, vale lembrar que não foi o único “Cover do Dia” copiado pelo site: tem a reprodução SEM CRÉDITOS de nosso post de Sheryl Crow/Johnny Cash (original aqui), dos moços do Kings of Leon por VV Brown (original), do No Doubt e a Chrisette Michelle (post do Miolão aqui)… Garantimos ainda que se você procurar, vai encontrar outros. Mas só isso basta, né não? =) Caso saia do ar, temos muitos outros prints. Só pedir que a gente publica aí.

Plágio #2 – A Importância de Britney Spears para a Cultura Pop

Essa série de posts, que relata a saga de altos e baixos de Britney Spears buscando analisar sua importância para o mundo do entretenimento e da música contemporânea foi uma das primeiras feitas pelo Miolão. No ar há um bom tempo, ainda não foi concluída, mas daremos um jeito nisso em breve… ;)

No início, questionamos: “será que o público irá gostar?” E sim – com ressalvas, eles gostaram!

O blog “MBlender Pop” mais ainda: pegou a postagem, abraçou e chamou de sua, colocando no ar muito tempo depois e sem nem colocar no rodapé, sei lá, um sutil (via @miolao) pra deixar a gente feliz e sem reclamar.

Aqui tem o link original, só pra comparar. Mas o mais legal nisso é o recadinho que ele colocou no fim da segunda parte do texto, algo como: “não percam amanhã a parte 3, às 19h!”… Adoramos a rigorosidade de Paulo nessa parte e esperamos ansiosos pela parte 4. Se bem que acho bemmmm difícil ele roubar postar a conclusão da saga já que ela não foi publicada no Miolão ainda… HAHAHA!

Plágio #3 – DiscosEssenciais, Back To Black, Amy Winehouse

 

Que a Amy Winehouse é um mito moderno, ninguém nega. A moça destrói cantando e compondo e, entre um escândalo e outro, mostra como é que se faz boa música. A gente disse aqui que acredita que louvar um talento sincero é sempre bom.

Mas tem gente que não tem sido muito criativa na “oração” não: reproduz o texto alheio, pra variar sem créditos e ainda plagia pela metade.

Ok, mas em uma coisa a gente pode admitir que o “MBlender Pop” teve êxito: caracterizar um mega fail ao esquecer de retirar, pelo menos, a menção ao nosso querido Miolão do corpo do texto. Veja abaixo:

É de cair o cu da bunda, né?

ps. Ouvi essa expressão durante a semana e tava morrendo de vontade de usar. Pura poesia, né?

Post original aqui.

[BÔNUS!] Plágio #4 – Crítica de Comer Rezar Amar do site Omelete.com.br

É difícil não conhecer o Omelete: o site de entretenimento é um dos mais prestigiados da Internet e tá no ar sempre com novas resenhas, notícias sobre cultura pop e afins. Como era de se esperar, publicou uma resenha escrita pela jornalista Carina Toledo sobre o delicioso Comer Rezar Amar, que estreou por aqui há pouquíssimo tempo.

Até aí tudo bem: o problema é que os carboidratos que a Julia Roberts ingeriu na telona nem foram queimados e o MBlenderPop atacou outra vítima, reproduzindo, na íntegra, os comentários de Toledo.

Dois detalhes: o Omelete e o Miolão não são os únicos sites plagiados pelo rapaz, não: o site PopLine também não escapou dessa. Tem um plágio fresquinho de uma notícia sobre a amada Gaga que saiu no site, hospedado na UOL. E nossa, o Cineclick também foi pego com a notícia da contratação de Emma Stone pro novo Homem Aranha. Veja o original… e a cópia.

Uma vez, no meu segundo ano de faculdade, um professor pediu que escrevêssemos sobre o filme A Rosa Púrpura do Cairo, de Woody Allen. Uma aluna copiou seu texto da Internet e ele a pegou no flagra: ela, com a maior cara deslavada, perguntou: “mas professor, porque você acha que eu copiei? Tem provas?” – e ele, na maior naturalidade, revidou: “Tenho. O Google me contou.”

Com o MBlenderPop é assim: você digita no mecanismo de busca, e ele revela quem é o verdadeiro dono do post. Tão fácil que dá até gosto. O site também tem um irmão, mantido por Paulo, o MBlender Pipoca. Achamos que o motivo deve ser porque em sua lógica, críticas de cinema também merecem ser copiadas, certo?

Ah, o segundo detalhe é que a única coisa em que nosso colega manda bem é na camuflagem: o espertinho especifica somente a hora em que o post foi publicado, como se ao não mostrar a data de publicação, isso o tornasse autêntico.

Claro, como se todos os blogs citados que fossem os Milli Vanilli da história. Até parece…

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E aqui encerramos nossa homenagem ao site “MBlender Pop” que, no final das contas, é mais do que somente um tributo à um plagiador de peso, mas também, um alerta para todos os leitores de nosso blog que possuem seu próprio site. Seguindo indicações do blog Blosque.com, contamos enfim sobre esse caso desagradável que está acontecendo conosco e dizemos: não permitam que aconteça o mesmo com vocês. Plágio é um vexame, uma deplorável prova de incapacidade: vergonhoso pra quem faz, um grande incômodo pra quem é copiado.

Honre seu esforço e dedicação, seus amigos de equipe, faça jus à aquela horinha de sono que você perde escrevendo pro seu website, aos comentários, feedbacks e carinho de seus leitores, e, claro, a originalidade, que é algo sempre revigorante – e gostoso de ver.

Paulão, amigo, quebra essa pra gente: ou dá os devidos créditos pra toda a galera que você anda visitando ou tira do ar de uma vez, que tal? ;)

Cover: Use Somebody, VV Brown

Outro dia minha namorada comentou que estava virando moda artistas fodões fazerem covers de músicas-pop-toscas. Embora eu adore o resultado final de grande parte dessas investidas, não posso deixar de concordar: esse tipo de atitude virou uma constante. Tanto que a gente até se surpreende quando alguém super cool faz cover de alguém super cool.

É o caso da inglesinha VV Brown que causou na internet ano passado com seu disco de estreia, o super bom Travelling Like the Light. A moça, que normalmente investe em um som mais pop (com toques de soul, música sessentista e jazz), mostrou segurança e versatilidade a entoar uma das canções mais legais do ano retrasado – ou passado se você ouviu pela primeira vez na trilha de Caminho das Índias – e para isso não precisou mais do que sua (bela) voz e um violão:

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