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Sexta Feira 13 – 5 clipes de arrepiar!

13/08/2010 às 13:46 em Aleatoriedades, No Som

O Miolão Team não poderia deixar essa data cheia de lendas e superstições passar em branco.
Selecionamos especialmente para você, 5 clipes recheados com tudo que um bom filme de terror deve ter (ou não!): sangue, cabeças rolando, gente esquisita e zumbis.

1º Lugar – Thriller :: Michael Jackson

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Um clássico, uma nova perspectiva para a época, Michael Jackson mostrou suas garras neste vídeo, além, é claro, de provar pra todo mundo que zumbi também manja de coreografia sim!

2° Lugar – The Beautiful People :: Marilyn Manson

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Marilyn Manson daria um excelente ícone de sextas-feiras 13. O cara é esquisito, anticristo (?) e tem uma coletânea de vídeos que nos permitiria montar um post de terror só dele.

3° Lugar – We are water :: Health

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O comediante Eric Wareheim foi quem dirigiu este clipe. Uma junção bizarra dos clichês do terror: loira inocente (ou pelo menos se parece com uma!) sendo perseguida por um serial killer babão. No final? O bem sempre vence dã!

4° Lugar – Memórias :: Pitty

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O clipe tem casa assombrada, fotografias antigas, jovens brincando de “conversar com vozes do além” e Pitty vestida de camponesa! (oi?)

5° Lugar – Baby :: Justin Bieber

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Não tem sangue? Nem monstros? Não esquenta! Porque como diria a M.I.A., os clipes do Justin são mais assustadores e violentos do que qualquer outra coisa.

Menções Honrosas: Breathe :: The Prodigy, Going under :: Evanescence, Zombie :: Cramberries, Todos da Kerli (como Terrorfail), alguns do Nine Inch Nails, Lady Gaga, Slipknot e Everybody :: Backstreet Boys.

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Christina Aguilera – Bionic

14/07/2010 às 11:27 em No Som


Lançado oficialmente há pouco mais de um mês, Bionic, novo disco de Christina Aguilera, é (quase que) completamente diferente do que se poderia esperar de Christina Aguilera.

Partindo desse ponto, há duas maneiras de analisar o disco: a primeira é entender o processo criativo e as motivações de Aguilera para então apreciar o resultado. A segunda é, simplesmente, ouvir o álbum, sem maiores intenções de profundidade (afinal, por mais inusitado que seja, Bionic ainda é um disco pop).

Voltando um pouco no tempo e parando direto no ano de 2006, Christina lançava Back To Basics, um disco que, em proposta, era uma homenagem a música soul, ao jazz e ao blues. O ousado projeto de Christina Aguilera ia, em teoria, contra tudo que era feito na época. E exatamente por isso todos queriam saber qual seria o próximo passo da cantora. Ainda em 2006, ela respondia essa questão afirmando que o próximo trabalho seria mais POP.

Eis que quatro anos depois o sucessor de Back To Basics chegou às lojas.

Durante todo o tempo em que esteve em recesso, Aguilera soltava vez ou outra notícias animadoras para seus fãs: o novo cd seria futurista, inspirado em pop-art, electro e, mais do que tudo, mais pop. As constantes alterações na data de lançamento do álbum e o time recrutado para a produção do disco (que, entre outros, incluíam nomes como Ladytron, Le Tigre, M.I.A. e Santigold) despertavam curiosidade e expectativa.

E Aguilera, alimentando tudo isso em entrevistas, matou o disco logo no lead-single lançando a mediana Not Myself Tonight, faixa produzida por Tricky Stewart. Com essa música, Christina destruiu toda e qualquer promessa de inovação, trazendo uma música pop agradável, porém insossa, não muito diferente do que vinha sendo feito por aí.

O entusiasmo dos fãs tomou novo fôlego quando trechos das outras canções vazaram na rede. A má impressão causada por Not Myself Tonight foi esquecida e deu lugar a mais expectativas (com ressalvas, mas ainda sim, expectativas).

E finalmente… Bionic.

Bionic, a faixa título, abre o álbum da melhor maneira possível. A bateria que remete a M.I.A. garantiu a Aguilera um refrão chiclete e divertido. Em sequência vem a já comentada Not Myself Tonight. Dentro do contexto do álbum, a música ganha força e os versos em que Aguilera afirma que não será a mesma garota servem de aviso para o que está por vir…

A excêntrica Woohoo tem a participação de Nicki Minaj e o autotune ligado no máximo: divertida, sexy e pegajosa, a música é um pancadão para ninguém botar defeito. Logo em sequência temos Elastic Love, a que talvez seja a melhor faixa do álbum. Com uma letra sensacional que traça um paralelo entre materiais de escritório (?) e um relacionamento (??), Elastic Love poderia ser facilmente confundida com uma música de M.I.A. tamanha sua desenvoltura. A parte instrumental da canção é tão inusitada que parece solidificar a ideia de “amor elástico“. A produção, como era de se esperar, é assinada pela própria M.I.A. Tinha como dar errado?

A partir daí o disco parte do electro-pop para o pop latino com a divertida Desnudate. Dá até pra imaginar a galera na balada, se acabando na poledance. Recuperando a compostura, Aguilera recita em Love & Glamour uma verdadeira declaração de amor a moda e faz com que a interlude se encaixe de modo perfeito como introdução de Glam, a elegante faixa de Trick Stewart. Encerrando o bloco “pancadão” do disco, há Primma Donna. A produção parece saída direto da turminha de Justin Timberlake e a letra, pra variar, traz uma Christina feminista e cheia de si.

Nesse momento, o disco sofre uma verdadeira queda: um bloco aterrador composto por 5 baladas (vejam bem, eu disse C I N C O!), quebra totalmente o ritmo do cd e causa sono à quem escuta o disco pela primeira vez. A impressão que fica é que se o disco acabasse ali, ninguém sentiria falta desse bloco. Não que as faixas sejam ruins, longe disso. I Am, inclusive, é uma das melhores do disco. O erro mesmo foi em mantê-las todas juntas.

Se você sobreviver à sucessão de gritos e sussurros, você chegará ao ato final do disco. As ótimas I Hate Boys e My Girls soam como manifestos feministas despretensiosos. Ambas produzidas pelo Le Tigre, as canções possuem refrões grudentos e uma força absurda. Destaque especial para My Girls e a participação pra lá de especial de Peaches.

Encerrando o disco temos Vanity; uma canção absurda tanto em letra quanto em melodia. Debochada e egocêntrica, Aguilera declara logo no início que não é convencida: ela apenas se ama, bitch! Impossível não esboçar ao menos um sorriso ao ouvir Aguilera reivindicando seu lugar – mais que merecido – na realeza do pop.

Bionic, o disco, possui excelentes canções, mas, por algum motivo, não funciona como álbum. Mas tanto faz. No fim das contas, o pop permanece pop e deve ser apreciado sem que seja levado muito a sério.

E Christina, sabendo disso, merece todos os méritos por ter assumido o risco, mais uma vez.

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As 50 Melhores Músicas do Ano, de acordo com a Amazon

10/07/2010 às 21:00 em No Som

A Amazon é uma das lojas virtuais mais conhecidas no mundo. Seu acervo gigantesco e suas informações precisas sobre datas de novos lançamentos fizeram com que ela, ao longo dos anos, virasse referência.

Pode parecer um pouco cedo, afinal estamos em julho, mas eles compilaram há pouco um ranking com as melhores músicas do ano (até agora).  TOP10 tem Rolling Stones, Robyn, M.I.A., LCD Soundsystem, Little Boots e até Jamie Lidell, que já falamos aqui.

A lista é deliciosa e conta ainda com Janelle Monáe, The Dead Weather, Christina Aguilera, Dan Black, Corinne Bailey Rae, N*E*R*D e uma porrada de coisas legais. Se liga só:

1. Round And Round, Ariel Pink’s Haunted Graffiti
2. Dance Yorself Clean, LCD Soundsystem
3. Dancing On My Own, Robyn
4. XXXO, M.I.A.
5. Truth Sets In, Avi Buffalo
6. Meddle, Little Boots
7. Little White Church, Little Big Town
8. Enough’s Enough, Jamie Lidell
9. Dancing In The Light, The Rolling Stones
10. When I’m With You, Best Coast
11. Tightrope (Feat. Big Boi), Janelle Monáe
12. Elastic Love, Christina Aguilera
13. Texico Bitches, Broken Social Scene
14. Once in a Great While, Nathaniel Rateliff
15. Skippin’ Town, Drums
16. Heard It On The Radio, The Bird And The Bee
17. Believer, Goldfrapp
18. Break Your Heart, Taio Cruz
19. Window Seat, Erykah Badu
20. Heaven Can Wait, Charlotte Gainsbourg
21. Celestica, Crystal Castles
22. Golden State, Delta Spirit
23. Soldier of Love, Sade
24. As We Enter [Explicit], Nas & Damian “Jr. Gong” Marley
25. Catholic Pagans, Surfer Blood
26. Closer, Corinne Bailey Rae
27. Rush Minute, Massive Attack
28. Luv Goon, Pearl Harbor
29. Double Knots, The Living Sisters
30. Hustle And Cuss, The Dead Weather
31. The River, Audra Mae
32. Jail La La (Single), Dum Dum Girls
33. Bloodbuzz Ohio, The National
34. Taxi Cab, Vampire Weekend
35. Gimmie Gimmie Back Your Love, Hunx And His Punx
36. Sometimes I Don’t Need To Believe In Anything, Teenage Fanclub
37. Love Is A Dirty Word, Jason Collett
38. Always Already Gone, The Magnetic Fields
39. Symphonies (Bonus Track Feat Kid Cudi) [Explicit], Dan Black
40. Nothin’ On You [Feat. Bruno Mars], B.o.B
41. Why Does The Wind?, Tracey Thorn
42. Ain’t Leavin’ Without You, Jaheim
43. Little Lion Man, Mumford & Sons
44. The Twistable, Turnable Man Returns, Andrew Bird
45. I Feel Better, Hot Chip
46. Walk Of Shame, The Like
47. One Hand Push Up, Rhymefest
48. O.N.E., Yeasayer
49. Hot-N-Fun, N.E.R.D.
50. Chinatown, Wild Nothing

Caso tenha ficado curioso sobre alguma faixa, no site da loja dá pra ouvir pequenos trechos das canções: Amazon.com.

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M.I.A. – /\/\/\Y/\

07/07/2010 às 13:07 em No Som

Samplear funk carioca, chacoalhar o verão Europeu de 2005, ser indicada ao Oscar e a 2 prêmios Grammy além de ter seus 2 primeiros álbuns presentes em publicações respeitáveis sendo citados como alguns dos melhores da década parece que não foi o bastante para M.I.A. se acomodar.

Lançado oficialmente hoje no Japão, /\/\/\Y/\, novo disco da cantora, é a maior prova disso: totalmente diferente de tudo que rola por aí, o álbum é politizado, diferente, cru e extremamente sujo.

Vale lembrar que quando Born Free ganhou a rede, há mais ou menos 2 meses atrás, M.I.A. dava sinais que deixaria em segundo plano o som cosmopolita de Kala, seu último disco, para dar espaço a uma música mais violenta e visceral. O belíssimo clipe (até agora o melhor do ano) que falava de segregação de uma maneira bem peculiar não mediu esforços para chocar e chamar a atenção. E se temos uma boa notícia no meio disso tudo é de que o disco segue o mesmo caminho.

Começando muito bem e não poupando ninguém de suas críticas, M.I.A. dispara que está antenada com o que acontece no mundo e que ninguém é inocente. The Message, a faixa de abertura, indica-nos exatamente o que esperar: barulhos e ruídos incômodos combinados com letras igualmente fortes.

Daí pro resto do disco é um pulo. Com apenas 12 faixas, sem firulas e sem melodias fáceis, o álbum soa quase indigesto e ensurdecedor. Pancada após pancada, M.I.A. constrói faixa a faixa uma verdadeira viagem sonora.

A instigante (e ótima) Steppin’ Up, que entre outras coisas possui barulhos de furadeiras (?!) e máquinas, já foi confirmada como segundo single oficial do álbum. A escolha não poderia ser melhor. Cheia de raiva, Steppin’ Up parece mais uma guerra do que qualquer outra coisa.

Em seguida, temos XXXO, uma música tão deliciosamente pop que poderia ser gravada por Britney Spears. Se bem que, enquanto Britney gemeria (gimme gimme gimme more!), M.I.A. lança um intimado a seu amado e impõe respeito, dizendo que não mudará quem é só porque ele quer. É interessante notar que a letra de XXXO, além de referências espertinhas a ícones da cultura pop, consegue falar de sexo abertamente e ainda sim colocar a mulher em uma condição de respeito. Coisa fina.

A psicodelia louca de M.I.A. ganha vez em Teqkilla. Com seus mais de 6 minutos de duração, a faixa é um verdadeiro desafio: tão forte e diferente, ela é capaz de te deixar em transe. Ou te fazer desistir do disco e não ouvir o álbum nunca mais. Se seguir a primeira opção, você encontrará a sarcástica e divertida Lovalot. Alguém aí duvida que M.I.A. não está pra brincadeira?

Há ainda espaço para o quase-reggae de It Takes a Muscle e também para Story To Be Told, uma música tão rica em melodia que poderia facilmente entrar na tracklist do Kala. Outras faixas que merecem destaque são as ótimas Tell Me Why (tão grudenda que parece ser o novo Jimmy) e a bagunça esquizofrênica dos riffs bagunçados de Meds and Feds, que talvez seja a melhor do álbum.

Cumprindo o papel de fechar o disco com chave de ouro, Space (lembra quando falamos dela aqui?) encerra a jornada de uma forma serena.

A coerência política e musical do disco é algo notável e mostra que M.I.A. pode ser tudo; menos acomodada. Se de outra cantora o disco fosse, certamente diriam que M.I.A. arriscou alto com seu /\/\/\Y/\; mas como falamos dessa mocinha, sabemos que ela não arriscou nada, pois pra isso, era preciso se importar primeiro. E M.I.A., como sabemos, tem muito mais a se preocupar, né? Sorte a nossa. Grande disco.

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Robyn – Body Talk PT 1

10/06/2010 às 12:28 em No Som

No começo do ano, a sueca Robyn anunciou que, em parceria de alguns produtores de peso  lançaria três discos de inéditas só em 2010. A cantora, apesar de estar na estrada desde 1995, emplacar um hit ou outro nas paradas de vez em quando e ter sido atração de abertura em alguns shows da Sticky & Sweet de Madonna, não é muito conhecida (uma pena); nem eu próprio sabia que sua trajetória já era tão longa quando ouvi algumas canções do disco anterior, lançado em 2007: dele saiu o hit “With Every Heartbeat”, “Handle Me”, além da hilária e nonsense “Konichiwa Biches”.

Muitos acharam que seria, para ela, uma empreitada arriscada lançar três CDs num espaço tão curto de tempo. Não seria mais simples compactar tudo num disco – pelo menos – duplo? O material gravado é assim tão bom que gerou tantos álbuns assim? O fato é que a primeira amostra da “tríade”, “Body Talk Pt 1”, caiu na rede há um bom tempo, apesar de nem ter chegado às lojas. Com o seu lançamento oficial em poucos dias, vale a pena comentar sobre o primeiro da série que Robyn lançará ao longo do ano. Antes de comentar, vale dizer: se os próximos seguirem o mesmo nível do primeiro, teremos um dos trabalhos mais interessantes lançados por um artista durante o ano.

O CD – que mais parece um EP, com somente oito faixas – é delicioso: as novas canções da artista são muito bem aparadas e consistentes. Robyn mistura pop, electro, dance e até influências dub numa fusão que soa exatamente como suas canções anteriores, mas gravadas com mais cuidado.  E contagiantes, mas não excessivamente comerciais.

A primeira faixa, “Don’t Fucking Tell Me What To Do” é um insistente desabafo contra todas as coisas que oprimem a cantora: o ritmo obsessivo e envolvente prepara o ouvinte para as faixas que vem logo em seguida. “Fembot” – que eu imploro que seja single – já vinha sendo apresentada pela cantora em programas de TV e recebendo homenagens pela Internet. Nessa canção, Robyn encarna uma “robô-feminina” com sua pane de sistema, causada por um coração partido. Na minha opinião, essa é uma das grandes canções pop do ano – viciante, feita pra ser ouvida bem alto.

“Dancing On My Own”, primeiro single oficial do disco é outra pérola:  com um ar levemente retro, é uma música agridoce sobre um amor não correspondido, pra sofrer na pista de dança. (?) Por si só já é ótima, e ainda ganhou um clipe muito bem realizado, que você confere abaixo. Provavelmente você já se sentiu como Robyn no vídeo…

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“Cry When You Get Older” tem seu brilho, traz a inocência típica de algumas grandes gravações dance e é bastante pegajosa. “Dancehall Queen”, faixa produzida por Diplo – responsável por inspiradas parcerias com a cantora M.I.A. é um reggaezinho sacolejante e redondinho que cativa, apesar de não ser o melhor momento do disco. “None of Them”, que possui colaboração da dupla Royksopp é uma música minimalista, mas que aparece com uma energia surpreendente em certos momentos, como em seu ótimo refrão.

As duas últimas faixas restantes são um tanto tristonhas e mostram outra veia de Robyn: na acústica Hang With Me, a moça canta sobre um relacionamento acabado e uma amizade que ainda pode dar certo depois do fim (com algumas condições duras de serem seguidas) e na última faixa, Jag Vet En Dejlig Rosa, ela aparece pueril numa curta gravação cantada em seu idioma oficial, que encerra o breve disquinho.

A impressão que fica é que o disco ofereceria outras várias boas canções se não tivesse chegado ao fim. Robyn criou a expectativa para o próximo, lançando essa primeira parte que soa fresca e surpreendente. Que ele seja tão divertido quanto Body Talk Part 1.

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