MIOLÃO • Madonna - Part 2
 

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Cover: Live To Tell, Tori Amos

Quem acompanha a carreira de Tori Amos sabe que a moça gosta de covers. Tanto que eles se fazem presentes em quase todos os seus shows. Só esse ano, na tour do disco Night Of Hunters já tivemos Tiny Dancer e Daniel, do Elton John; Landslide do Fletwood Mac e o escolhido de hoje, Live To Tell, da Madonna, cantado no dia 29 de outubro, na cidade de Bruxelas.

Essa não foi a primeira incursão de Tori no universo da Rainha do Pop. Os Original Bootlegs, registros da turnê do disco The Beekeeper, contam com uma belíssima versão de Like A Prayer; em outro momento de sua carreira, Amos cantou Like A Virgin e, além disso, cantou a versão madônnica para American Pie, do Don McLean. A própria Live To Tell não foi cantada pela primeira vez em 2011: o flerte de Tori com essa canção remonta de 1996. Porém, escolhemos a versão recente pela atmosfera que permeia a coisa toda.

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3 Momentos: Quentin Tarantino

Diálogos cortantes. Humor negro. Verborragia. Quantidades obscenas de sangue. Violência.

Agora imagine tudo isso num roteiro não-linear, cheio de imaginação, carregado de referências à cultura pop e aos clássicos do cinema. Acrescente a criação de um universo completamente inverossímil para nós, pessoas normais, e pronto: você tem em mãos um filme de Quentin Tarantino. E dos geniais. Daqueles que, da primeira vez, você provavelmente não vai apreender tudo o que está ali. Porque o diretor gosta de deixar pequenas pistas, links para outros filmes dele que, algumas vezes, funcionam até mesmo como explicação de coisas que não ficaram muito claras. Quer ver só?

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Trilha de Cinema: Like a Prayer, Madonna

Se tivéssemos que eleger uma Rainha da Sessão da Tarde, Drew Barrymore seria uma forte candidata ao título. A atriz, que nos últimos tempos dirigiu o ótimo “Whip It” (chamar de “Garota Extraordinária” não dá, né?) e o clipe de Our Deal, do Best Coast, quase sempre encara o mesmo papel da “mocinha desajeitada e romântica” nas telas, e construiu um currículo forte baseado nessa imagem.

Se hoje o estereótipo está um pouco saturado, a moça ainda mostra ter grande carisma e é salva pelo seu currículo, cheio de filmes agradáveis, desses que a gente às vezes assiste na TV durante uma tarde de ócio.

“Nunca Fui Beijada” é um deles. No caso de você nunca ter visto, vale o resuminho: lançado em 1999, traz Drew no papel de Josie Geller, uma repórter que sofreu com a zoeira dos amigos em seus anos de ensino médio e agora, graças a uma reportagem especial, tem a chance de se infiltrar num colégio e viver os dias de escola outra vez. Sucesso de bilheterias (arrecadando mais que o triplo de seu orçamento mundialmente), a película evoca de forma leve a aura dos filmes de colegial dos anos 80 – em grande parte, graças às cenas que trazem flashbacks com as memórias da protagonista.

Aquela que figura em nosso Trilha de Cinema de hoje é uma delas: no momento abaixo, a protagonista se recorda da noite mais traumática de sua vida, aquela do Baile de Formatura.

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Sample: S&M, Rihanna

O que Rihanna tem em comum com The Cure? Se você respondeu nada, pense de novo.

S&M, o segundo e controverso single de Loud, último álbum da cantora, fez sucesso no início do ano e ganhou um remix (dispensável) com Britney Spears. Com uma letra safadinha que exaltava as delícias de brincadeiras mais ousadas, Rihanna causou furor na época do lançamento da canção ao dizer abertamente que “now the pain is my pleasure cause nothing coul measure“.

Mas, como estamos em 2011 e Madonna já tinha feito isso de um jeito mais corajoso há duas décadas, a pseudopolêmica foi logo abafada por outra: por conta do (excelente) videoclipe da música, nossa cantora preferida de Barbados (que está passeando por aqui) foi acusada de plágio por ninguém menos do que David LaChapelle. Segundo o fotógrafo, Riri tinha copiado na cara dura sua composição para um editorial da Vogue. O processo, que pelo que sei ainda está em curso, clama por uma indenização não especificada.

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Madonna – Bedtime Stories

Há uma frase antiga que diz que quem é rei nunca perde a majestade. Ela se encaixa muito bem para Madonna. Não significa, porém, que a soberana do pop não teve algumas “baixas” em sua carreira: a de maior impacto foi, certamente, a repercussão do livro “Sex”, concebido por ela em parceria com o fotógrafo Steven Maisel, que retratava diversas mazelas do comportamento sexual, percorrendo temas “espinhosos” de uma forma que nenhuma popstar havia encarado até então – e, talvez, nem posteriormente.

O público, que até então se deleitava com a sua lascívia nos palcos, achou que ela havia ido longe demais em seu mergulho nesse mundo de desejos e provocações: o resultado disso foi o boicote ao álbum “Erotica”, lançado em período próximo à publicação em questão. Se a turnê Girlie Show foi um dos êxitos de Madonna para reassumir o controle de sua imagem, a atenção para sua música seria novamente o foco em “Bedtime Stories”, um dos discos menos incensados – e mais coerentes – de toda sua trajetória.

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Truth Or Dare

Homenagear a Rainha do Pop, em seu aniversário de 53 anos, faz mais sentido se não tocarmos em sua duvidosa carreira cinematográfica. Ao longo dos anos, Madonna se aventurou por diversas vezes no cinema e suas tentativas de ser reconhecida como atriz, em grande parte, resultaram em filmes desastrosos e críticas severas.

Apesar disso, sua filmografia é bastante extensa e conta com os mais variados gêneros: comédias despretensiosas e divertidas, como Procura-se Susan Desesperadamente (Desperately Seeking Susan) e Quem É Essa Garota? (Who’s That Girl?); suspenses eróticos (?) como Corpo Em Evidência (Body Of Evidence. E preciso falar: cópia mal feita de Instinto Selvagem) e dramas, nos quais Madge se mostra ainda menos convincente, como Destino Insólito (Swept Away), dirigido pelo então marido da loira, Guy Ritchie.

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Cover: American Pie, Madonna

Não é segredo pra ninguém que nós, do Miolão, amamos a Madonna. E no aniversário de 53 anos da cantora preparamos alguns posts que fazem referência – e revêrencia – a eterna Rainha do Pop (é, haters, ainda não teve ninguém pra tirar esse título).

Para começar a série de homenagens, temos o cover de American Pie. A música, que em sua versão original era um folk rock de nove minutos, foi gravada em 1971 pelo cantor Don McLean, seguindo à risca a tradição dos compositores norte-americanos ao contar em forma de crônica uma história pra lá de bucólica e bonita. Em versos que evocavam um sentimento de nostalgia e que soavam ora tristes ora ingênuos (do you believe in rock’n'roll?), Don destilava suas ideas com orgulho e paixão. O sucesso comercial foi imediato: American Pie atingiu o topo do Hot 100 da Billboard e lá ficou por duas semanas.

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