MIOLÃO • Meryl Streep
 

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Os filmes mais esperados de 2012 – Parte 2

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Dando continuidade a nossa lista dos filmes mais aguardados de 2012, apresento à vocês a segunda e última parte. Se na abertura de nosso especial priorizamos longas com um alto potêncial de sucesso, aqui focamos nossos esforços em apontar produções que vão brilhar bastante nos próximos meses devido ao buzz gerado pelo Globo de Ouro – que rolou ontem – e ao Oscar.

Ah! Antes que alguém note algumas ausências em ambas seleções, vale dizer que a gente usou como critério eliminatório o fato de já termos falado sobre os filmes em algum “Vem Aí” (adeus, Carnage!) e também a proximidade de estreia – não faria sentido falar de As Aventuras de Tintin – O Segredo do Licorne, Precisamos Falar Sobre o Kevin e, sei lá, Drive, sendo que todos eles estrearão nas próximas semanas.

… Enfim, eis o que restou: atores consagrados, filmes ultra comentados e premissas empolgantes. Bora conferir?

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Trilha de Cinema: Vogue, Madonna

Apesar de expor a tirania e mesquinharia do mundo da moda, “O Diabo Veste Prada” é, em todo seu conteúdo, uma verdadeira homenagem a esse universo e a importância que ele possui em nosso cotidiano.

Sucesso de público, a saborosa comédia tem vários elementos que a põem acima da média: ritmo ágil, humor mordaz, ótimas atuações (Meryl Streep e Emily Blunt, impecáveis, Anne Hathaway e Stanley Tucci) e um deslumbramento na forma de contar a história que aqui, é bastante necessário. Tudo transpira uma legítima essência fashion: as grandes cidades para onde a protagonista, Andy, acaba viajando, os desfiles que frequenta, os bastidores desses eventos com suas personas famosas e os figurinos deslumbrantes utilizados pelo elenco – só pra citar alguns pontos.

O tom esfuziante também ganha vida com uma trilha sonora apropriada. U2, Jamiroquai, KT Tunstall, David Morales, entre outros, dividem a tracklist num apanhado de canções pulsantes e muito bem selecionadas. Madonna é outro grande nome que dá as caras, e a película apresenta duas de suas canções. A primeira é “Jump”, de “Confessions On a Dancefloor”, e a segunda, aquela que melhor retrata a ótica ostensiva que o filme possui em certos momentos – e figura em nosso “Trilha de Cinema” de hoje.

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3 Momentos: Anne Hathaway

É difícil não gostar de Anne Hathaway.

A presença da moça é daquelas que, em cena, te fazem quase sempre querer sorrir. Não dá pra saber bem o porque, mas a gente arrisca: pode ser por causa daqueles olhos gigantes e expressivos que ela tem, que parecem transmitir alguma coisa; pode ser porque Anne é uma fofa mesmo quando parece não querer, e tem um charme desajeitado mesmo fora das telas; pode ser pelo seu grande carisma, que faz a gente acreditar em tudo que encena ou, sei lá – simplesmente torcer por ela.

Ou pode ser por tudo isso junto e mais um fator que a gente adora: o fato de que a moça, inclinada a ser “namoradinha de Hollywood”, foge da apatia que o título emana, não se levando a sério demais e possuindo uma carreira que traz diversos bons momentos que merecem destaque.

E é assim que o Miolão inicia sua homenagem a Anne Hathaway em nosso 3 Momentos de hoje.

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3 Momentos: Julianne Moore

Talento, versatilidade e beleza (acima da média). Acho que esses três adjetivos são a melhor maneira de começar a falar a respeito de Julianne Moore, já que são as três coisas que fizeram com que se destacasse ao longo dos anos. Mesmo em produções meia boca, a ruiva desenvolve tão bem as suas personagens que torna filmes como Identidade Paranormal (Shelter) e Os Esquecidos (The Forgotten), algo possível de assistir.

Dona de uma carreira consistente e bonita (deixando claro: estamos ignorando que Julianne atuou em Evolução e Hannibal), Julie nunca desaponta e demonstra inteligência ao escolher os projetos dos quais participa. Quer alguns exemplos? Da década de 90 para cá, a moça esteve em filmes de Paul Thomas Anderson, Ethan e Joel Coen, Todd Haynes, Stephen Daldry e Gus Van Sant.

As personagens às quais deu vida são as mais variadas possíveis: da atriz pornô Amber Waves (Boogie Nights) à dona de casa Cathy (Far From Heaven), Julianne conseguiu imprimir a todas elas verossimilhança. E o mais importante: conseguiu emocionar e cativar o público, com atuações tão viscerais que quase acreditamos que ela, Julianne, sabe exatamente o que aquelas mulheres estão sentindo, seja em filmes mais artísticos ou em blockbusters, como o supramencionado Os Esquecidos (filme que, aliás, pode ser resumido à atuação dela). Isso faz da moça uma atriz como poucas.

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Meryl Streep será… Clarice Lispector?


Antes de falar qualquer coisa, preciso avisar: não se animem muito não…

A história é a seguinte: o jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, que assina a coluna Gente Boa no jornal O Globo, publicou hoje que Meryl Melhor-Atriz-Do-Mundo Streep teria aceitado o papel principal de Clarice, a adaptação da biografia de Clarice Lispector, escrita por Benjamin Moser. O livro de Moser, que dará base para o suposto roteiro, é considerado a melhor e mais completa biografia já escrita sobre a autora.

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Top 5: Atrizes que cantam

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Não sei quanto a vocês, mas quando alguém me fala que tal cantora decidiu fazer um filme (argh!) eu já fico com preguiça… Mas quando a situação é inversa – quando uma atriz decide cantar -, me interesso de pronto, visto que na maioria das vezes saem coisas, no mínimo, curiosas.

Que fique claro que eu não estou falando de J.Lo., Miley Cyrus, Xuxa ou coisas desse naipe. O objetivo da lista é apontar atrizes que cantam – e que cantam bem, obrigado.  Previno-os também que nesse Top 5 não haverá destaque para Judy Garland, Barbra Streisand ou Marilyn Monroe,  uma vez que suponho que todos sabem o quanto elas foram fantásticas, certo?

Então, dito isso, só me resta perguntar: preparados?

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3 Momentos: Amanda Seyfried

Em 2004 chegava aos cinemas Meninas Malvadas, um teen-movie que brincava com os clichês do genêro e encontrava boas saídas para as situações propostas pelo roteiro – escrito por Tina Fey. Encabeçando o elenco havia um rostinho cheio de sardas que seria muito falado nos anos seguintes. Na trama, Lindsay Lohan era uma adolescente que iria para a escola pela primeira vez depois de ser educada durante toda a vida em casa e descobria que o colegial poderia ser mais selvagem que a savana africana. Os comentários em relação a Meninas Malvadas foram tão positivos que elevaram Lindsay Lohan ao posto de the next best superstar: protagonista de filmes de sucesso e adorada pelo público, Lindsay Lohan era uma verdadeira promessa. Apostavam tanto nela que em 2003 a garota posou ao lado de Meryl Streep para Rolling Stone e a revista pintava Lohan como sucessora natural de Streep. Ao mesmo passo, os altos executivos da Universal acharam que ela se daria bem também no mercado fonográfico e fizeram com que a moça lançasse 2 discos. No entanto, más escolhas – tanto na vida quanto na carreira, fizeram de Lilo apenas uma promessa.

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