MIOLÃO • Prince
 

All posts tagged Prince

Cover: I Wanna Be Your Lover, Corinne Bailey Rae

Após o lançamento de um álbum envolvido pelo luto, o introspectivo “The Sea”, a cantora Corinne Bailey Rae resolveu voltar um pouco ao som mais leve e romântico de seu debut: para isso, apresentou o EP “The Love”, de 2011, que como sugere o título, é repleto de canções de amor com uma vibe levemente sensual.

Sensualidade, por sinal, é algo que quando aparece nos registros da moça sempre possui um tom comedido. Ou quase: o cover de hoje, na contramão, é uma das gravações mais sugestivas em sua discografia. Pudera: o artista homenageado com a releitura é Prince, que já lançou diversas canções com uma temática um tanto mais “quente” e sabe criar atmosferas assim com classe e sem pender para a vulgaridade.

Corinne escolheu regravar “I Wanna Be Your Lover”, faixa do segundo disco de Prince e um dos maiores hits na carreira do artista.

Continue lendo →

Cover: Nothing Compares 2 U, Sinead O’Connor

Sim, você leu certo. Embora Nothing Compares 2 U tenha ganhado sua versão definitiva na voz de Sinead O’Connor, a música na verdade foi escrita e gravada por Prince em 1985 no álbum “The Family”.

Com um clipe tão emblemático e cheio de sentimento quanto a letra, Nothing Compares 2 U fez tanto sucesso com Sinead que há quem pense que a música “é dela”.

E na verdade, é dela mesmo.  Se apropriar e se doar tanto para uma canção é feito para poucos.

Cover: Kiss, Alicia Keys, Gwen Stefani & Missy Elliott

Foi no Brit Awards de 2004 que um dos encontros mais fodas dos últimos anos aconteceu: Alicia Keys, Gwen Stefani e Missy Elliott cantaram juntas, ao vivo e deram um verdadeiro show!

Alicia, que na época colhia frutos do bem sucedido The Diary of Alicia Keys, começou soltando a voz e surpreendendo pela escolha da música. A desenvoltura dela ao cantar Kiss quebrou de certa forma a imagem que as pessoas tinham da garota que vivia presa ao piano. Gwen Stefani, que na época divulgava L.A.M.B., seu primeiro disco solo, mostrou toda sua versatilidade ao amenizar os possíveis rótulos que viria a receber. Missy Elliott, que era a bola da vez, foi a cereja do bolo e contribuiu com seu talento habitual.

Bastante similar à versão original de Prince & The Revolutions, de 1985, o trio das meninas fez bonito e embora não tenha superado a original chegou bem perto disso e agradou bastante, concordam?

Se a resposta for sim baixe o MP3! A qualidade do áudio tá bemmm melhor que a do vídeo. ;]

Cover: Heavy Cross, Diane Birch

Diane Birch é uma americana que aposta numa sonoridade bem retrô: no ano passado, lançou seu primeiro álbum, “Bible Belt”, com canções que parecem ter um pé no presente e outro naquela época onde os hoje grandes hits do pop romântico ainda eram lançamentos e tocavam sem parar nas rádios – como “Nothing But A Miracle” , “Rewind” e “Valentino”.

No vídeo abaixo, a moça apresenta sua releitura de “Heavy Cross”, sucesso do álbum “Music For Men” da banda Gossip. Sai o vocal rasgado de Beth Ditto, entra a maleabilidade de Diane. As guitarras pesadas e dançantes dão lugar ao seu característico piano e aos sons de uma banda de apoio que arrisca até instrumentos de sopro, dando um ar totalmente diferente mais ainda cheio de vigor para uma ótima canção.Veja:

Music Monday: as misturas sonoras irresistíveis de Esser

A cena musical britânica tem oferecido ao público nos últimos anos revelações que chamam a atenção pela inovação sonora e pela consistência nos trabalhos que são lançados por eles. Hoje, o #MusicMonday traz um artista saído desse meio e que promete colocar muito mais ritmo na sua Segunda-Feira: caso nunca tenha ouvido, agora é o momento de saber que é Esser!

Nascido em Essex, Ben Esser é ex-baterista da banda indie Ladyfuzz e lançou seu primeiro CD solo, “Braveface”, no ano passado. Desde então, colheu elogios da mídia especializada, que o chamou de “Prince contemporâneo” e abriu shows da última turnê da banda Kaiser Chiefs. O rapaz, que, em entrevistas concedidas a publicações inglesas defende as “experimentações na música pop”, gravou um apanhado de canções sofisticadas, acessíveis e contagiantes.

Esser mistura diversos instrumentos de percussão, sopro e cordas e é influenciado por estilos variados, como o funk, o rap e o rock, sempre com um certeiro toque electropop, que lembra, de forma moderada, algo que o Hot Chip faria. Apesar de muito bem produzido, seu disco possui uma energia crua, que, é, possivelmente, oriunda de todas essas vertentes reunidas – um dos fatores que tornam o trabalho do rapaz interessante do jeito que é.

Continue lendo →

 

Features Stats Integration Plugin developed by YD

UA-11237259