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Os filmes mais esperados de 2012 – Parte 2

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Dando continuidade a nossa lista dos filmes mais aguardados de 2012, apresento à vocês a segunda e última parte. Se na abertura de nosso especial priorizamos longas com um alto potêncial de sucesso, aqui focamos nossos esforços em apontar produções que vão brilhar bastante nos próximos meses devido ao buzz gerado pelo Globo de Ouro – que rolou ontem – e ao Oscar.

Ah! Antes que alguém note algumas ausências em ambas seleções, vale dizer que a gente usou como critério eliminatório o fato de já termos falado sobre os filmes em algum “Vem Aí” (adeus, Carnage!) e também a proximidade de estreia – não faria sentido falar de As Aventuras de Tintin – O Segredo do Licorne, Precisamos Falar Sobre o Kevin e, sei lá, Drive, sendo que todos eles estrearão nas próximas semanas.

… Enfim, eis o que restou: atores consagrados, filmes ultra comentados e premissas empolgantes. Bora conferir?

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Top 5: Feel good movies

Quem Quer Ser Um Milionário?

Chega a ser engraçado perceber o efeito que alguns filmes causam na gente.

Há os dramas pesados que nos puxam para baixo e fazem com que soframos juntos com personagens que sabemos que não são reais; há os suspenses que nos pilham tanto que a gente fica com dor no pescoço de tão tenso; há os romances que nos fazem sorrir quando os casais se beijam no final; há os títulos de horror que aceleram nosso coração e há também um tipo de filme bastante específico que eleva nosso espírito a uma condição de leveza e bom humor.

Alguns deles são tão bem realizados que conseguem a façanha de “colar” na gente suas boas intenções, fazendo com que a gente acredite, em alguns casos por dias inteiros, que a vida pode ser maravilhosa.

E é assim, falando sobre esse tipo de produção que desperta nossa empatia e, porque não dizer, felicidade, que apresentamos nosso primeiro Top 5 do ano.

Preparados?

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3 Momentos: Quentin Tarantino

Diálogos cortantes. Humor negro. Verborragia. Quantidades obscenas de sangue. Violência.

Agora imagine tudo isso num roteiro não-linear, cheio de imaginação, carregado de referências à cultura pop e aos clássicos do cinema. Acrescente a criação de um universo completamente inverossímil para nós, pessoas normais, e pronto: você tem em mãos um filme de Quentin Tarantino. E dos geniais. Daqueles que, da primeira vez, você provavelmente não vai apreender tudo o que está ali. Porque o diretor gosta de deixar pequenas pistas, links para outros filmes dele que, algumas vezes, funcionam até mesmo como explicação de coisas que não ficaram muito claras. Quer ver só?

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Trilha de Cinema: You Never Can Tell, Chuck Berry

Foi instantâneo: bastou ser lançado para que Pulp Fiction fosse reconhecido como um clássico.

Sucesso de público e crítica, o segundo longa de Quentin Tarantino é considerado um marco no cinema contemporâneo. Também, pudera: o filme é perfeito. E quando eu digo perfeito, eu quero dizer perfeito mesmo. Simplesmente perfeito. Não há nada fora do lugar em Pulp Fiction. Tudo, absolutamente tudo, parece ter sido pensado e projetado para funcionar. O figurino – que é exaustivamente copiado até hoje em festas a fantasia -, a incrível direção de arte – reparem só o cuidado estético e a gama dos maravilhosos objetos que aparecem em cena -, a incrível trilha sonora – que tem algumas das melhores músicas que já ouvi na vida – e os sensacionais diálogos são só alguns dos destaques que fazem Pulp Fiction ser o que é.

O roteiro, escrito pelo próprio Quentin em parceria com Roger Avary (diretor do super bom Regras da Atração), é uma narrativa não linear que conta três histórias diferentes sobre marginais e assaltantes.

Trilha de Cinema: Bang Bang (My Baby Shot Me Down), Nancy Sinatra

Há algum tempo, li uma entrevista de Quentin Tarantino a respeito de suas escolhas musicais. Segundo o diretor, ele não consegue prosseguir com a escrita de um roteiro a menos que saiba qual será a música de abertura do filme, já que é essa música que faz com que as pessoas captem a atmosfera dele. É como se em cima dessa canção Tarantino construísse o universo do filme. Assim, Bang Bang (My Baby Shot Me Down), na brilhante interpretação de Nancy Sinatra, seria, então, a força motora para todo o argumento de Kill Bill vol. 1.

O filme se inicia com o plano, em preto e branco, do rosto ensangüentado d’A Noiva (Uma Thurman). Em seguida, percebemos a mão de um homem, segurando um lenço com o nome Bill (David Carradine) bordado, se aproximando da personagem para limpar-lhe o rosto. Enquanto a ação descrita se desenrola, Bill confronta a moça deitada no chão com frases um tanto confortantes. Porém, essa atmosfera de “carinho”, é cortada pelo som de uma pistola sendo armada para o tiro. Em desespero, A Noiva grita a frase: “Bill, it’s your baby”, o que parece não surtir efeito, já que o gatilho é puxado.

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Os 10 atores mais quentes do momento

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Se você frequenta o Miolão há um tempo, já deve estar careca de saber que adoramos uma boa lista.  Seja pra concordar, discordar, refletir ou indagar “véi, na boa?”, eu sempre fico curioso quando uma listinha surge. Quando o seu tema se refere a cinema, putz, aí eu piro mesmo.

Inspirado pelo Top 30 que a Total Film publicou com os nomes mais quentes do momento, listei abaixo minhas apostas daqueles que serão ou já estão sendo as novas sensações do cinema mundial. Tentei explicar os motivos da presença de cada ator na lista… Bora ver “os eleitos”?

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3 Momentos: Juliette Lewis

Carimbe seu ticket, entre no carrinho com cuidado, prenda as travas, solte seus braços e relaxe. A montanha russa chamada Juliette Lewis é o tema de nosso 3 Momentos de hoje. Esteja preparado para gritar.

Juliette L. Lewis, que também se aventura na música, completa 38 anos hoje, com uma história digna de filme: antes dos 20, ela deu o ar de sua graça em Anos Incríveis, como a namorada bonita do irmão do Wayne, foi presa (na vida real) por dirigir sem carteira, entrar em boates sendo menor de idade e ficou internada numa clínica de reabilitação muito antes da rehab entrar na moda.

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