Não tem jeito. Por mais que eu tente encontrar predicados para definir o que o She & Him faz, acabo recorrendo sempre aos mesmos adjetivos. “Bonito”, “delicado”, “retrô”, “uau, Zooey, que voz!”, “ingênuo” e absurdamente “fofo”; são exclamações mais do que recorrentes em meus discursos sobre o duo.
Eu sei que eu deveria me incomodar com a simplicidade dos textos, mas, para falar a verdade, eu tenho orgulho deles. Porque eu realmente acho que a melhor maneira de descrever a música deles é dizer que ela é bonita, delicada, retrô, ingênua e absurdamente fofa.

















