A ideia por trás de nossa décima nona mixtape é muito simples: músicas cantadas em duetos. Duas vozes, uma faixa e pimba. Tá feito. Não tem muito o que explicar. O conceito, dessa vez, é bastante claro.
O que talvez devêssemos explicar, ou melhor, alertar, é que dessa vez não há a mínima coerência entre as faixas, visto que o único ponto que as une é o fato de que são cantadas em parcerias.
Juro que estudei vários jeitos de organizá-las, mas no final percebi que independentemente da ordem elas não fariam sentido. Mas quem liga? Mesmo que não possamos encará-la como um “disco”, temos aí uma coletânea bagunçada e eficiente.



















