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Top 5: Filmes sobre bruxas e bruxaria

Elvira A Rainha das Trevas

Prepare-se para ter medo!

O Top 5 de hoje aqui do Miolão vai resgatar os filmes que apresentaram as bruxas mais memoráveis do cinema. Ok, ok. Não precisa ter medo. A grande maioria das que aparecem (ou quase aparecem) em nossa listinha são figuras que não botam medo em ninguém. Mesmo assim, por algum motivo ou outro, foram marcantes o suficiente para merecerem seu lugar.

Preparados? É bom que estejam, pois como diria a Bruxa do Pica-Pau, “… e lá vamos nós!”.

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Trilha de Cinema: It’s My Party, Lesley Gore

Todo mundo tem algumas cenas marcantes de cinema gravadas na mente graças a Sessão da Tarde. Hoje, o Trilha de Cinema traz uma delas: parte de um filme exibido trocentas vezes, que fez muita gente se divertir quando era mais novo, O Pestinha é um clássico da infância 90’s.

Manja aquelas produções tão batidas que sabemos tudo o que vai acontecer em suas tramas mas sempre revemos, carregados por uma grande dose de saudosismo? Ele é um marco, como Beethoven. Ou Lagoa Azul. Ou Os Batutinhas. Ou Esqueceram de Mim. Ou __________________ (insira seu filme pré adolescente aqui).

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Thor

Quando fiquei sabendo que Thor ganharia uma adaptação para as telonas minha primeira reação foi: “ah, tá, legal”. Nunca fui fã do herói e, embora eu goste de mitologia, sempre achei a história dele bem mais ou menos. Então, pra mim, essa coisa toda foi bem whatever. Isso até eu saber quem estaria envolvido no projeto. Anthony Fucking Hopkins, Natalie Portman e uma sumida Rene Russo estrelariam a produção. Isso foi o suficiente para que minhas expectativas – que eram nulas – aumentassem para 5 numa escalada de 0 a 10. Mas foram só as primeiras imagens de divulgação vazarem para eu murchar de novo: o visual kitsh tremendamente tosco combinado com um protagonista que parecia não ter carisma fizeram com que eu achasse que o filme seria um lixo. Continue lendo →

Vem Aí: The Dilemma

O rostinho de Vince Vaughn, que ficou conhecido por aqui por protagonizar Penetras Bons de Bico, pode causar estranheza e fazer com que os metidos a cult virem o rosto para O Dilema, filme novo de Ron Howard. Mas a presença de Jennifer Connelly, vencedora do Oscar por Uma Mente Brilhante, e a mão do experiente diretor exigem que a gente preste ao menos um pouquinho de atenção nessa comédia.

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Nostalgia: Spiceworld – O Mundo das Spice Girls

Desmiolados, mais do que ter os meus próprios guilty pleasures (uma daquelas coisas que todos nós adoramos, mas nem sempre temos coragem de admitir) e adorá-los, gosto também de compartilhá-los com vocês, porque…bem, assim não me sinto tão sozinho quanto às minhas preferências toscas, haha!

O nosso “Nostalgia” de hoje fala sobre um filme que fez a cabeça de muuuuitos que, assim como eu, eram ainda bem pequenos no ano de sua estréia, 1997, e também fãs da girl band mais célebre e lembrada da música mundial – as Spice Girls. Trata-se de “Spiceworld”, produção estrelada pelo quinteto e que hoje, mais de dez anos depois, certamente poderia figurar como uma das comédias mais “whathefuck!?” lançadas em anos.

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An Education

Quando comecei a ler as críticas sobre o filme “Educação”, não me espantei com a quantidade de resenhas que classificaram o filme como sendo somente “morno”: nunca li nenhum romance de Nick Hornby, e, por isso, não tinha grandes expectativas em ver o resultado de seu primeiro roteiro criado para as telonas. Havia me atraído de certo modo, mas não me motivou a assisti-lo em tela grande.

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Percy Jackson & the Olympians: The Lightning Thief

Se reunirmos tudo que vem sendo dito sobre Percy Jackson e o Ladrão de Raios chegaremos em 3 pontos principais:

1. Ele é o novo Harry Potter.
2. Não há nenhum respeito pelas figuras mitológicas retratadas.
3. O filme não engrena: não emociona, não empolga.

O mais absurdo nisso é que por mais que repitam tudo isso, é tudo mentira.

Primeiro porque essa coisa de comparação rasa com Harry Potter é coisa de crítico preguiçoso. Só porque o filme é baseado num livro infanto-juvenil de sucesso e lida com um universo fantástico não quer dizer que haja uma ligação, porque se assim fosse, Preciosa seria a mesma coisa que Amor Sem Escalas, já que os dois são baseados em livrinhos “dramáticos”.

Segundo que Percy Jackson não tem porque ter compromisso com o classicismo grego, já que seu enredo não é baseado na Odisséia ou nas histórias clássicas e sim no livro Percy Jackson e os Olimpianos, de Rick Riordan. Não li o livro, mas através de uma breve pesquisa pude constatar que o grande diferencial da série é justamente mesclar o mundo contemporâneo com a mitologia clássica. E partindo dessa premissa, Percy Jackson e o Ladrão de Raios faz isso com louvor.

Por último, mas não menos importante, o filme engrena sim e logo nos primeiros minutos. O grande responsável por isso é Chris Columbus, diretor do longa. Chris que tem em seu gene a mesma qualidade que fez de Steven Spilberg uma lenda prova mais uma vez seu talento para contar histórias. Pegue por exemplo seus trabalhos como roteirista nos anos 80 (Os Goonies, Gremlins e Uma Noite de Aventura) ou seus divertidos e despretensiosos filmes dos anos 90 (Esqueceram de Mim, Uma Babá Quase Perfeita e Lado a Lado) e confira que os protagonistas valentes e aventuras cheia de ritmo são marcas constantes em seus trabalhos. E com Percy Jackson não é diferente.

Sem perder tempo com explicações e blá blá blá, somos apresentados a Percy Jackson, um garoto desajustado e dislexo que vive com a mãe (interpretada pela sempre ótima Catherine Keener) e seu odioso padrasto. Logo descobrimos – junto com Percy – que ele na verdade é um semideus, filho de Poseidon e está no meio de uma batalha que envolve muitos interesses: o Raio de Zeus (a mais poderosa arma já criada) foi roubado e Percy é o principal suspeito.

Acompanhado de seu melhor amigo e protetor Groover (Brandon T. Jackson) e Annabeth Chase (Alexandra Daddario), filha de Atena, Percy parte em uma missão que tem como objetivo ir a Terra dos Mortos e resgatar sua mãe rapitada por Hades, ao mesmo tempo em que deve encontrar o Raio. No meio do caminho sobram referências pop e participações deliciosas, como a de Uma Thruman – quanto menos você souber é melhor, acredite -, Pierce Brosnan, Rosario Dawson e o super divertido Steve Coogan. A trilha sonora acompanha o filme de maneira óbvia mas funcional. É admirável como eles conseguiram colar AC/DC, Lady GaGa e Ke$ha de um jeito tão bem humorado.

É claro que Percy Jackson tem defeitos -e não são poucos-, mas a soma geral é tão positiva que eles se tornam quase nulos. Quase. Porque é bem que é complicado conceber que Percy tenha superado a morte de sua mãe tão rapidamente quando ele achou que ela tinha falecido- isso não é spoiler, eu juro! – ou que todos os pontos que eles precisou ir em sua jornada- inclusive a Terra dos Mortos e o Olimpo- ficassem nos EUA. Mas como eu disse, no geral o saldo é positivo.

Os 121 minutos do filme passam rápido e ele diverte. Os bons efeitos especiais não soam exagerados, o roteiro, embora falho, funciona e as personagens principais são carismáticas e divertidas. Destaque especial para Logan Lerman como Percy Jackson e Rosario Dawson como Perséfone, totalmente à vontade no papel.

Se quiser um conselho, assista o filme tendo em mente o que ele realmente é: um passatempo divertido e ritmado, como os bons filmes da Sessão da Tarde. Aliás se quer um conselho mesmo, assista o filme sem nada em mente: assim a experiência vai ser boa (mesmo que você a esqueça 15 minutos depois).

Percy Jackson & the Olympians: The Lightning Thief, Chris Columbus, 2010.

Percy Jackson e O Ladrão de Raios. Com: Logan Lerman, Rosario Dawson, Brandon T. Jackson, Alexandra Daddario, Jake Abel, Sean Bean, Pierce Brosnan, Steve Coogan,Catherine Keener, Uma Thruman, Joe Pantoliano e Kevin McKidd.

 

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