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Cover: Feel In Love With a Boy, Joss Stone

24/08/2010 às 22:13 em No Som

Lembro que quando Joss Stone se lançou no mercado fonografico a crítica e o público cairam a seus pés. Também pudera, a menina, que na época tinha seus 17 anos, tinha um vozeirão de fazer inveja e uma técnica igualmente apurada. Como se não bastasse a voz e a alma, em seu  disco de estréia, The Soul Sessions, Joss acertou na escolha do repertório.
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Composto por verdadeiros clássicos, o disquinho tinha uma canção que destoava das demais. Feel In Love With a Boy, cover de Feel In Love With a Girl, dos White Stripes, era extremamente moderna, sexy e envolvente.

Não foi à toa que os executivos escolheram a música para apresentar Joss ao mundo.

3 discos depois, Joss Stone não é tão comentada quanto antigamente, mas sua voz continua incrível. Sorte de quem vai no SWU conferir ao vivo, né?

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Cover: I Want You, Madonna

16/08/2010 às 13:34 em No Som

Em comemoração ao aniversário de 52 anos da eterna Rainha do Pop, o cover de hoje é encabeçado pela própria.

I Want You
, que originalmente foi gravada em 1976 por Marvin Gaye nos áureos tempos da Motown, ganhou o toque de Madonna em 1995 numa versão atualizada e elegante produzida pelo Massive Attack para o disco Something to Remember – uma coletânea de baladas românticas. Vale destacar que os vocais de Madonna, antes cheio de maneirismos típicos dos anos 80, ganharam novas nuances e possibilidades por causa das aulas de canto que a cantora fez para o filme Evita.

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O líndissimo clipe que você vê acima foi pouco veiculado na mídia. A culpa, pra variar, foi da gravadora que decidiu trocar o lead-single do disco na última hora (lançaram You’ll See em seu lugar).

No fim das contas, I Want You acabou nem sendo lançada oficialmente e não recebeu a atenção merecia. Pena!

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Music Monday: The Heavy

16/08/2010 às 07:30 em No Som

Caro leitor,

Nós, do MIOLÃOTEAM, gostamos de partilhar. Mas às vezes essa tarefa torna-se um pouquinho complicada.

The Heavy. The Heavy. The Heavy.

Humm… Como é difícil começar um texto para falar do The Heavy! Acho que meu principal receio é que você se espante pelo nome e se quer dê uma chance de prová-los.

Porque assim, falando francamente, o nome da banda é tosco, visualmente eles não são nenhum pouco interessantes – não há aqui a excentricidade de uma, sei lá, Lady GaGa ou a elegância e o hype de um Interpol da vida -, e é provável que você nunca tenha ouvido falar deles (na verdade eles já foram citados na Spin e na Rolling Stone, mas mesmo assim estão longe de serem considerados the next best thing). E nessa hora talvez você me pergunte:

“Tá. Se é tudo tão comum assim, por que diabos você me indica isso?”

E a resposta vem tão naturalmente quanto a pergunta: porque a música, que é o mais importante, é extraordinária.

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Intensa e vibrante, How You Like Me Now? é o melhor exemplo do que The Heavy é capaz. Os vocais viscerais que de imediato podem lembrar Gnarls Barkley se desdobram para o soul e evocam vestígios de James Brown, Led Zeppelin e até de Libertines. O interessante aqui é que o que poderia soar esquizofrênico acaba fluindo com naturalidade e os ritmos dialogam tão bem que você nem pensa nisso.

Se definir um gênero é difícil, dizer à que tempo remete a música feita por eles é ainda mais complicado. É como se a banda tivesse vivido em sua própria bolha durante os últimos 40 anos e incorporado referências funk, pop, soul e, mais que tudo, de rock sem se preocupar em soariam efêmeros, antiquados ou super modernos. A única coisa que interessa é o som.

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Nascidos e crescidos na pequena aldeia de Noid, Inglaterra, os meninos do The Heavy lançaram 2 discos: Great Vengeance and Fire Furiosos, de 2007, e espetácular – e obrigatório! – The House That Dirt Built, do ano passado. A discografia embora pequena impõe respeito de imediato. Sabe o que dizem sobre a prova do segundo disco? Eles passaram com louvor.

… No fim das contas, falar de The Heavy nem é assim tão complicado assim. Aliás, acho que se eu tivesse colocado somente o vídeo nesse post eu sequer precisaria falar. Tanto faz. Adjetivos e predicados para bandas como essa nunca são demais.

Sendo sucinto, The Heavy é foda. Simples assim.

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Cover: I Want You Back, KT Tunstall

28/07/2010 às 08:55 em No Som

Quando KT Tunstall despontou pro mundo, muito se falou sobre sua presença de palco. Na contramão de pseudo-cantoras que não sabem cantar ao vivo, KT mostrou que dominava essa arte e que sabia o que estava fazendo. Em cima do palco, Miss Tunstall recriava suas próprias canções de uma maneira mais legal ainda que as gravações dos cds.

A menina manda tão bem ao vivo que até sem nenhum instrumento de apoio ela conseguiu imprimir sua personalidade em I Want You Back do Jackson 5:

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A deliciosa gravação original, presente no disco Diana Ross Presents The Jackson 5, com Michael Jackson nos vocais, fez sucesso e foi parar no topo da Billboard em 1969.

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Music Monday: Bruno Mars

26/07/2010 às 08:47 em No Som

Sem nenhum álbum lançado, Bruno Mars já conseguiu um feito que muitos artistas almejam: emplacou dois hits no Top10 da parada da Billboard em suas parcerias com Travie McCoy e B.o.B. . Talvez você nunca tenha se atentado, mas provavelmente já ouviu sua voz no refrão da ótima Nothin’ On You, do B.o.B., ou em Billionaire, aquela música do McCoy (vocalista do Gym Class Heroes) que a Claudia Leitte estrag, opa!, gravou em seu novo disco com o título de Famo.$a.

Com sua pouca idade – 25 anos – Bruno Mars já emprestou seu toque de midas como produtor de gente do naipe de Maroon 5, Alexandra Burke, Sugababes e Flo’rida.

Nascido no Hawaii, Bruno (que na realidade se chama Peter Hernandez II) possui um timbre peculiar e vem de uma linhagem de músicos. Em It’s Better If You Don’t Understand, seu primeiro EP, ele revela influências diversas que vão do pop ao soul, do reggae ao rock e do R$B ao hip-hop, de forma harmoniosa e acessível. Mesmo sem possuir nenhuma característica revolucionária ou nova, ouvir o disquinho com seus 13 minutos de música, soa como uma experiência refrescante e amena (algo tão simples, que, de certa forma, tem estado em falta nos últimos tempos).

Na bonita Talking to The Moon, que poderia facilmente estar num disco do Jason Mraz, Mars confessa que conversa com a Lua na esperança de que sua amada, que agora está longe, esteja do outro lado, falando com ele. Menos melancólica que a faixa anterior, Somewhere In Brooklyn,  é construída no teclado e soa bastante juvenil. O refrão, delicioso, tem cara que faria sucesso em alguma comédia-romântica ou grudaria no rádio por meses. The Other Side, primeiro single da carreira de Bruno (os featurings não contam, poxa!), conta com os reforços de Cee Lo Green – uma das metades do Gnarls Barkley – e de B.o.B.. Uma verdadeira pérola, é a melhor música do mini-disco e possui um refrão deliciosamente soul. Se liga só no clipe:

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Até o final do ano Mars lançará seu primeiro álbum, ainda sem título definido. O primeiro single do cd será Just The Way You Are, uma música boa o suficiente (mas NADA comparado as do EP) para fazer a gente gravar o nome do rapaz, que, se eu estiver certo, vamos ouvir muito no futuro…

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