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Os Discos Mais Esperados de 2012 – Parte 1

jejeje

Faltam exatamente 361 dias para 2012 terminar.

Ele, que pode ser considerado um neném, nasceu há apenas cinco dias e – pelo menos pra mim – ainda não mostrou muito a que veio. Mas há tempo para isso. E se depender da promessa de alguns artistas, 2012 vai ser maravilhoso. Aliás, eu diria que 2012 tem altas chances de ser lembrado como “o ano em que houve uma porrada de lançamentos legais de gente mais legal ainda”.

Acha exagero? Listamos abaixo alguns disquinhos que serão lançados nos próximos meses. Te desafio a dar uma olhada e dizer se a gente tem ou não tem bons motivos para crer que o ano será, musicalmente falando, maravilhoso.

Vai vendo!

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Marina and The Diamonds lança novo clipe, “Shampain”

Wow! Mariana Diamandis está de volta – e nem deu tempo de sentir saudades!

Depois de lançar o excelente clipe de “Oh, No!”, a cantora continua divulgando seu disco, o viciante e sensacional “The Family Jewels”. “Shampain”, novo single do álbum, ganhou um vídeo sombrio, glamouroso e com a maior cara de homenagem a “Thriller”, de Michael Jackson. Marina borra a maquiagem, vagueia pela noite e conta que vai beber muito champagne pra esquecer um dia ruim. Veja:

Marina and the Diamonds lança clipe de “Oh No!”

A galesa Marina Diamondis, conhecida como Marina and The Diamonds, lançou hoje o vídeo do novo single de seu ábum de estréia, “The Family Jewels”.

“Oh No!” é um dos melhores clipes da cantora até o momento: abordando os excessos do mundo contemporâneo, o vídeo foi dirigido por Kinga Burza, que ao mesmo tempo, satiriza e homenageia esse universo de ostentação.

O resultado é um paraíso de cores pastéis, toques que lembram quadrinhos clássicos e pop art, coreografias divertidas e Marina graciosa como sempre.

Assista abaixo e confira aqui o making-off:

Music Monday: as fantasias de Marina and The Diamonds

Como muitos dos cantores(as) atuais, Marina Diamondis surgiu como destaque na internet. Nascida no País de Gales, ela começou disponibilizando suas faixas sob a alcunha de “Marina and The Diamonds” para serem ouvidas pelos seus fãs (carinhosamente apelidados por ela de “diamantes” – daí o apelido, criado não só em razão de seu sobrenome) no MySpace e logo, com a ajuda de um EP lançado em 2007, começou a chamar a atenção da mídia. No fim do ano passado, foi apontada como uma das maiores promessas de 2010 numa lista montada pela emissora de tevê BBC e o hype aumentou ainda mais.

Seu primeiro disco, “The Family Jewels” foi lançado em fevereiro no Reino Unido e há poucos dias nos EUA. Com um álbum completo nas lojas e fazendo barulho no cenário musical, Marina está tendo a chance de mostrar a que veio e se de fato faz jus a badalação que envolve seu nome.

Sua músicas causam um certo estranhamento. Para quem ouve pela primeira vez, elas podem parecer confusas e exageradas demais, assim como as marcantes brincadeiras vocais da cantora. Esses, porém, são alguns dos pontos a favor da artista e do disco, de forte sonoridade oitentista e que expressa perfeitamente o imaginário da galesa.

O mundo de Marina é cheio de brilho, uma boa dose de fantasia e muita dramaticidade. Suas excêntricas canções são, mais do que boas peças pop, visões inusitadas do cotidiano e críticas divertidas ao comportamento atual. Diversos temas cabíveis a uma jovem no início de sua carreira estão presentes no disco, como as ambições escancaradas em “Are You Satisfied?” e as críticas aos modelos norte-americanos de fama e poder em “Hollywood”, um dos singles de seu debut, com um refrão grudento e hilárias referências à Shakira e Catherine Zeta Jones.

Mowgli’s Road”, a “viajada” faixa que lançou Marina ao sucesso, tem um “q” de Kate Bush e soa quase pueril com sons de animais ao fundo, mas definitivamente não estaria na trilha sonora de uma produção da Disney, e “Shampain”, uma daquelas que imploram para ser single, relata o porre tomado por Marina num quarto vazio para esquecer o que aconteceu no dia anterior. São faixas mais animadas de seu repertório, que também conta com momentos mais introspectivos como a delicada e pomposa ”Rootless” e “The Outsider”, onde narra os incômodos de sentir-se completamente inapropriada em determinadas situações.

Pra finalizar, confira abaixo o videoclipe da agradável “semi-balada-auto-ajuda” “I Am Not a Robot”, que mostra Marina brincando de Freddie Mercury negro (brinks!) com um visual à la Lovefoxx em determinados momentos. Ok, os sonhos e peripécias da garota tem, por vezes, uma pontinha de cafonice, como dá pra ver no vídeo. Tanta estranheza é ou não irresistível? Vale ficar de olho em Marina and the Diamonds!

 

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