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Os Discos Mais Esperados de 2012 – Parte 2

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Semana passada a gente disse categoricamente que 2012 seria “O” ano no que se referia a lançamentos de grandes artistas. Debuts aguardados como o de Lana Del Rey e a volta da Rainha do Pop eram alguns dos títulos que encabeçavam nossa listinha. E no final a gente se despediu dizendo que teria mais…

Pois bem, eis que estamos de volta. Dando prosseguimento a lista, apresentamos aqui a segunda parte de Os Discos Mais Aguardados de 2012. Se o pop e a música indie mais introspectiva dominaram a primeira seleção, nessa o rock se faz presente com gente da velha guarda, gente da nova guarda e gente que a gente simplesmente adora.

Vem com a gente e comece a salivar, porque, meus amigos, vem coisa boa por aí!

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Miolão Mixtapes

Desmiolados, eis a nossa surpresa de fim de ano!

Pensamos que nada era mais justo do que aproveitar essas ocasiões especiais para retornar com nossas Mixtapes, que já há um tempo não davam as caras por aqui.

Montamos duas playlists distintas, como você pode ver abaixo. A primeira, “Xtmas“, vai deixar sua noite de natal mais vibrante e animada – sem deixar de lado algumas músicas mais intimistas e tocantes, pra você que não abre mão do lado reflexivo da celebração.

Quanto a segunda, “Miolão Reveillón“, não temos muito o que falar. Propomos que você faça um teste: baixe e coloque pra tocar quando toda a galera estiver reunida. Se as faixas fizerem você e seus amigos tirarem o pé do chão com um sorriso na cara no dia 31, vocês vão ter entendido nosso intuito. Depois conta pra gente, tá?

Reforçamos os votos de boas festas que desejamos no post anterior e esperamos que gostem das seleções!
Lembramos que o Miolão volta a normalidade após a pausa de fim de ano, logo no dia 2/1.

Beeeeijos, abraços e boas festas! :]

  1. Coldplay – Christmas Lights
  2. The Killers – Boots
  3. Julian Casablancas – I Wish It Was Christmas Today
  4. Blondie – We Three Kings
  5. Hurts – All I Want For Christmas Is New Year’s Day
  6. Maria Mena – Home For Christmas
  7. Colbie Cailat – Mistletoe
  8. Kylie Minogue – Let It Snow
  9. Lady GaGa – Christmas Tree
  10. Kanye West – Christmas In Harlem (Feat. Teyana Taylor, Jim Jones, Cyhi Da Prynce, Pusha T, Big Sean & Cam’ron)
  11. Matisyahu – Miracle (Hanukkah Song)
  12. Ella Fitzgerald – Let It Snow! Let It Snow! Let It Snow!
  13. Elvis Presley – Blue Christmas

Baixe AQUI.

  1. Kids Of 88 – My House
  2. N*E*R*D – Everyone Nose (All The Girls Standing In The Line For The Bathroom)
  3. Robyn – Fembot
  4. M.I.A. – Teqkilla
  5. Margo – I Call The Shots
  6. Shakira – Rabiosa
  7. Dev – Bass Down Low
  8. Lykke Li – Get Some
  9. The Asteroids Galaxy Tour – Lady Jesus
  10. The Go! Team – T.O.R.N.A.D.O.
  11. Marina And The Diamonds – Shampain
  12. Sleigh Bells – Riot Rhythm
  13. Yeah Yeah Yeahs – Zero

Baixe AQUI.

Cover: When You Were Young, Noisettes

… E tem aquelas bandas, que você nutre uma simpatia imediata logo que escuta a primeira música. Aquele tipo de grupo que você descobre por acaso, se apaixona por algum detalhe (às vezes a voz, outras a introdução, outras alguma coisa que você aprecia mas não sabe exatamente o que é) e promete pra si mesmo que vai caçar coisas na internet quando chegar em casa mas, que por algum motivo, você acaba esquecendo a empolgação inicial e depois só acompanha de longe.

Foi mais ou menos essa minha história com o Noisettes.Por sorte, semana passada descobri o cover que eles fizeram para When You Were Young, aquela musiquinha meia boca do Sam’s Town, o  segundo disco do The Killers. O resultado ficou tão bom que todo meu interesse de outrora veio à tona de novo.

Descobri depois de alguns cliques que o projeto nasceu no Reino Unido há 7 anos e que desde o princípio teve o aval da crítica especializada. Descobri também que o que aconteceu comigo não foi um caso isolado: a banda, que fez sucesso em 2009 com o hit Don’t Upset the Rhythm (Go Baby Go) não conseguiu emplacar mais nada depois disso.

Não é de dar dó?

Resta-me torcer (quem mais tá comigo?) que eles recuperem o prestígio e o reconhecimento que merecem. O mundo da música agradece.

Música de Comercial: Bones, The Killers

Que a Motorola arrasa nos comerciais ninguém duvida, mas tem alguns tão bons que se sobressaem em meio aqueles que são usualmente ótimos e fazem com que pensamos: como ninguém pensou nisso antes?

Esse é o caso do filmete feito pela empresa para divulgar o Motorola Rokr E2, lançado em 2006. O vídeo, bastante simples, mostra um individuo andando numa rua enquanto escuta Bones, do The Killers.

Enquanto ele caminha tudo parece vivo e interessante, no entanto, quando a música para, a vida real o atinge de jeito e as coisas parecem monótonas e sem graça. Tudo bem. É só dar play de novo e recomeçar.

Criativo e super cool, o vídeo mostra todo potencial que a música tem. Junção perfeita entre som, conceito e imagem.

Simplesmente foda!

Kylie Minogue – Aphrodite

Kylie é uma das maiores cantoras pop da atualidade e a impressão que fica algumas vezes é que está sempre comendo pelas beiradas. Famosa mundialmente, não possui a “força” de alguns outros nomes do gênero, mas tem identidade própria o suficiente para se sobressair no meio de uma porção de artistas femininas que vem e vão. Seu trabalho segue a mesma linha: é charmoso, muito bem produzido e verdadeiro. Kylie parece ter prazer em trilhar esse caminho musicalmente, e isso é essencial. Em alguns momentos ousa, em outros apresenta mais do mesmo, mas no geral, é tudo de primeira linha.

O ótimo “X”, de 2007, foi seu último disco de inéditas até então. Esse mês, Kylie lançou o seu sucessor, “Aphrodite”; produzido por Stuart Price (“Confessions on a Dancefloor”, de Madonna e “Day & Age” do The Killers) com participações de nomes como Jake Shears do Scissor Sisters e o DJ Calvin Harris, o álbum não traz nenhuma revolução para sua carreira. A questão é que mesmo sem inovar, seu novo compacto é tão simpático e redondinho que é difícil não gostar: com altos e baixos, é ótimo para ouvir sem grandes pretensões, divertir-se por um tempo e depois ficar cantarolando por aí.

Nesse álbum, Afrodite, a deusa grega do amor, torna-se alter ego de Minogue: a temática das canções gira em torno de relacionamentos e atrações amorosas, sem contar os usuais convites freqüentes para a pista de dança – não espere nada original sob esse aspecto. O primeiro single, “All The Lovers”, é a síntese das duas coisas: a faixa é uma ode à todos os amantes que habitam a terra, iniciada pela frase “dance/it’s all I wanna do, so won’t you dance?”, que explicita o tom dessa “falsa” balada, que apesar da letra banal, é certamente uma das melhores gravações do europop de 2010. Irresistível.

Get Outta My Way”, próxima música de trabalho de Kylie é daquelas que nos fazem pensar, “poxa, mal posso esperar para ouvir essa aqui numa festa!”. Parece ter saído diretamente do disco “Fever” (2001) – aquele que trouxe a moça de volta para a grande mídia, com o hit massivo “Can’t Get You Out of My Head”. Ela se encaixaria perfeitamente ao lado de “Love at First Sight”, mas com menos brilho.

Outras faixas conseguem chamar a atenção de forma mais “fresca”, como o clamor sensual da cantora em “Closer”, meio Pet Shop Boys e que não parece completamente à vontade no meio de outras canções de sonoridade menos densas, mas um dos destaques de “Aphrodite” é a faixa título, retrô e com toques R&b, momento em que Kylie dialoga com seus fãs assumindo o discurso da deusa em questão.

Illusion” é o tipo de canção que estouraria com o remix certo. “Too Much” soa como uma Roisin Murphy menos frenética e mais brincalhona. Ela prepara o ouvinte para o ápice do álbum, “Cupid Boy”, que, esperamos, também tenha seu lugar nas paradas mais à frente. Em “Looking For An Angel”, quase dá pra ter a visão da cantora cantando com diversos querubins atrevidos ao seu redor. (Ok, isso foi cafona. Kylie, nunca faça um clipe assim. É sério.) É um momento ingênuo e que tira sorrisos. “Can’t Beat The Feeling”, última faixa do disco, é o resultado do encontro de Afrodite com o dance farofa dos primeiros discos da cantora australiana. É quase datada demais, mas consegue cumprir a tarefa de fechar bem o disquinho.

Certas canções, como as mega comuns “Put Your Hands Up” e “Everything Is Beautiful” derrubam o “ânimo” de “Aphrodite” . Outro ponto negativo do álbum é que, estranhamente, as músicas que o compõem parecem funcionar melhor separadas: reunidas, tornam-se repetitivas – e a tarefa de ouvir o disco, por consequência, entediante. Como dito, o lançamento consegue se salvar, mesmo com alguns deslizes e sendo menos impactante do que prometia. No final das contas, ainda estamos falando de Kylie, e é sempre bom ter um novo trabalho seu nas lojas. O feitiço do amor de Afrodite pode não estar em seu auge, mas vai te conquistar ao menos um pouquinho.

As cenas e os temas (Parte 2)

O MIOLÃOTEAM apresenta hoje a segunda parte do especial “As cenas e os temas“, em que escolhe momentos do cinema – famosos ou não – onde as junções entre música e imagens não podiam ter sido melhores.

Em breve, a terceira e última parte estará no ar. Aguarde!

Um Beijo Roubado – The Story (Norah Jones)

Sim, as pessoas que disseram que esse é um dos beijos mais memoráveis do cinema recente não estavam erradas: Norah Jones interpreta em “My Blueberry Nights” (de Kar Wai Wong) uma garota comum que decide viajar e deixar tudo para trás depois de uma frustração amorosa. No caminho, ela conhece diversas figuras excêntricas enquanto um pretendente, dono de uma doceria freqüentada pela personagem e vivido por Jude Law morre de saudades da antiga freguesa. Depois de muito tempo distantes, o merecido reencontro, que resulta nessa cena poética e sensível: a canção tocando ao fundo é “The Story”, interpretada pela própria Norah. Seu ritmo lento e sensual apenas acentua como o acontecimento é sincero. Um beijo roubado nunca foi tão envolvente. Veja.

O Diário de Bridget Jones – All By Myself (Jamie O’Nell)

Curtir uma fossa num sábado à noite não é algo muito agradável, mas Reneé Zellweger transforma uma “sessão deprê” regada a cigarros e álcool numa experiência divertidíssima – pelo menos para o espectador. Dublando a canção “All By Myself” (na versão de Jamie O’Neal) a atriz arranca gargalhadas e mostra a cara de Bridget Jones, uma das personagens mais carismáticas das comédias românticas. Ouça.

Southland Tales – All These Things That I’ve Done (The Killers)

Ok. Richard Kelly, o diretor de Donnie Darko, patinou legal em uma de suas empreitadas – esse conto que nunca acerta ao abordar temas como dominação capitalista, fim do mundo e degradação da sociedade. A surpresa vai por conta dessa cena, uma das poucas coisas válidas do filme, que é meio picareta: nela, Justin Timberlake dubla a ótima e apoteótica “All These Things That I’ve Done” dos The Killers em meio à diversas mulheres que celebram pateticamente a suposta grandeza (cega) do sonho americano. Um momento que mesmo bem colocado não salva o filme do marasmo. Assista.

9 – A Salvação – Somewhere Over The Rainbow (Judy Garland)

“9 – A Salvação” foi uma grata surpresa entre as animações lançadas no ano passado. O filme, dirigido por Shane Acker e produzido por Tim Burton conta a história de bonecos de pano que possuem alma e procuram salvar o mundo, que futuro distante, tornou-se caótico e apocalíptico: é tudo o que pode ser dito para não estragar a história. A produção consegue emocionar ao confrontar o espectador com a freqüente idéia da esperança tentando sobreviver num universo onde claramente não existe brecha alguma (ou quase!) para que ela exista. A canção “Somewhere Over The Rainbow”, interpretada por Judy Garland, é executada em uma cena tocante; um momento de aparente tranqüilidade em que os protagonistas parecem próximos – mesmo que por poucos segundos – da tão almejada felicidade que buscam. Aperta o coração e deixa sem palavras.  Ouça.

Tudo Para Ficar com Ele – The Penis Song (Cameron Diaz, Selma Blair e Christina Applegate)

Vulgar? Hilária? Provocante? Independente da sua opinião, é impossível ficar alheio à parodia de “I’m Too Sexy” de Right Said Fred – que por sua vez, é inspirada numa canção de Jimi Hendrix – feita pelo elenco do filme “Tudo Para Ficar com Ele”: a música, um empolgado manifesto sobre a anatomia masculina (?) divide opiniões, mas é, com certeza, marcante para quem assiste, gostando ou não. O Miolaoteam se encaixa no primeiro caso. Assista.

Ellie Parker – Heart of Glass (Blondie)

Naomi Watts interpreta em “Ellie Parker” uma aspirante à atriz cuja vida parece cada vez mais fora dos eixos: tem uma melhor amiga que ignora seus desabafos, um namorado que não dá a mínima para o relacionamento, um empresário que não acredita no seu potencial e não é levada a sério em nenhuma entrevista de emprego. A cena em questão mostra Ellie preparando-se para um teste, onde poderá ganhar o papel de uma prostituta: ela veste o figurino e faz o seu próprio e – impagável – aquecimento, tendo como trilha sonora “Heart of Glass” do Blondie. O filme, que teve repercussão quase nula no circuito comercial é um achado que merece ser visto. Espirituoso, dramático na medida certa e nunca piegas, mostra o quanto Naomi Watts é talentosa – além de mostrar que alguns atores/atrizes são a melhor escolha para determinados papéis. Watts rouba cada cena e é delicioso vê-la atuando: você irá torcer muito pela “azarada” protagonista, pode acreditar. Assista.

p.s.: Vale reforçar que não disponibilizamos os links com os respectivos trechos em todos os casos pois nem todos eles foram encontrados na Internet. Assista os filmes na íntegra, porém: independente das cenas comentadas, eles são ótimos! :)

Covers que valem a pena conhecer! (Parte 2)

Lady GaGa: Viva La Vida (Coldplay)

Lady+GaGa+The+Fame+Monster

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=t2aE-mnNZJ4
As versões que Lady Gaga faz de algumas músicas são inconfundíveis, assim como essa. É até bacana, mas tirou totalmente o ar “épico” e a empolgação crescente da gravação original. Adoro a cantora, mas lá pela metade, a versão de Gaga já começa a enjoar.

Fiona Apple: Across The Universe (Beatles)

Fiona Apple.

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=8gLWTtlMwo4&feature=fvw
Um daqueles casos em que a regravação é melhor do que a versão original. A dos Beatles é ótima, mas a tristeza envolvente que Fiona Apple emprestou a esse cover é de arrepiar.

Nelly Furtado: Sozinho (Caetano Veloso)

Nelly Furtado

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=oSgTC6WXv7w
Nunca gostei muito de nenhuma das versões dessa música, mas o sotaque lusitado de Nelly Furtado deixou-a, no mínimo, um pouco mais cativante.

The Killers: Girls Just Wanna Have Fun (Cyndi Lauper)

The Killers

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=-RrRSPjLvWI
Inspirados pela dance music em seu último álbum, pode ser que os garotos do The Killers tenham se empolgado o suficiente pra fazer um cover do clássico de Cyndi Lauper. Brandon sempre se solta nas dancinhas!

St Vincent – These Days (Nico)

St. Vincent

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=1vxQs84FMWQ
A voz de St. Vincent soa frágil e indefesa nessa versão da música composta e gravada por Jackson Browne e posteriormente pela ex-vocalista do Velvet Underground, Nico. A letra da música é linda, um lamento. E cada pessoa que a interpretou mostra nuances completamente diferentes – ora a canção soa mais otimista, algumas vezes totalmente desesperançosa. Annie Clark, a.k.a St Vincent, por sinal, é uma ótima cantora, que pode vir a se tornar mais conhecida por uma música sua inserida na trilha sonora de “Lua Nova”. Conheçam a banda, mas não precisam ir ver o filme no cinema, tá?

One Republic: Mercy (Duffy)

One Republic

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=fD8sLsvn9qQ
A banda, que ficou famosa ao gravar “Apologize” com Timbaland, regrava a música da cantora Duffy, que ficou impregnada na cabeça de muita gente no ano passado. Boa para aqueles que simpatizam com a canção, mas detestam os agudinhos da artista. Até eu que gosto, admito: de vez em quando é difícil ouví-la por períodos prolongados sem querer dar um soco no rádio. (?)

Johnny Cash: Hurt (Nine Inch Nails)

Johnny Cash

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=o22eIJDtKho
Johnny Cash se apropriou da música, com sua voz de mágoa e naturalmente melancólica. Outra no mesmo nível da versão original.

Florence And The Machine: Halo (Beyoncé)

florence-and-the-machine

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=0_ohj99qeBA
Depois do susto que levei com a cara da Florence Welch , a.k.a. Florence + The Machine na foto do vídeo, me atentei a versão curiosa de Halo que ela fez. Gosto da artista, mas não posso dizer que essa versão seria hit no meu mp3. (?) O resultado é estranho.

Ida Maria: Sweet About Me (Gabriella Cilmi)

Ida Maria

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=aBITg73bYw8
Sabe a música do comercial do Rexona, com a mocinha de cabeça pra baixo? Ganhou uma versão menos “arrumadinha” da roqueira Ida Maria. Ficou ótima!

Corinne Bailey Rae: Sexyback (Justin Timberlake)

Corinne Bailey Rae

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=v5P9lZC4stE
Corinne Bailey Rae consegue, de certa forma, tirar todo o “assanhamento” (?) da música de Justin Timberlake.

Regina Spektor: Love Profusion (Madonna)

Regina Spektor

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=64mdCi95ySs
Ignore a má qualidade de gravação: Regina Spektor transformou um dos singles do álbum “American Life” em uma de suas músicas impecáveis tocadas no piano.

Elvis Costello: Beautiful (Christina Aguilera)

Elvis Costello

Ouça: http://www.youtube.com/watch?v=Gkd4rq0hRyY
Versão de “Beautiful”, música escrita por Linda Perry e interpretada por Elvis Costello que certamente marcou para os fãs da série House M.D!

 

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