MIOLÃO • The Strokes
 

All posts tagged The Strokes

Miolão Mixtape n.24

Nem toda segunda-feira precisa ser terrível. Nem toda quarta tem que ser modorrenta. E, infelizmente, nem toda sexta-feira é incrível. Mas, mesmo nos dias ruins, ou nos inesperados dias bons, é possível melhorar tudo… Com música.

Pensando nisso, que há dias e há dias, fizemos uma seleção com algumas canções que versam, direta ou indiretamente, sobre os acasos e os estados de espírito que os dias da semana costumam evocar. Talvez nossa seleção soe um tanto esquisita – principalmente porque, aparentemente, não há nenhuma coerência entre as gravações. Todavia, mesmo com toda falta de unidade (Christina Aguilera e Beatles num mesmo disco?), ela ainda consegue fazer sentido.

Duvida? Veja abaixo a seleção e faça o download.

Continue lendo →

Cover: Last Nite, Adele

Adele tem um dom. Ela transforma mágoas em músicas bonitas. Dona de um delicioso repertório autoral que tende ao blues, ela lançou no início do ano 21, um dos melhores álbuns dos últimos tempos. Mas isso, com certeza, você já sabe.

O que talvez você não saiba é que além de gostar de jazz, blues e soul, a mocinha também é vidrada no bom e velho rock’n'roll.

Continue lendo →

3 Momentos: Arctic Monkeys

Era uma vez uma terra sem dono chamada internet. Nela, os sonhos de adolescentes que cresceram ouvindo discos feitos por adolescentes um pouquinho mais velhos que eles, não eram apenas sonhos. Eram possibilidades.

Nesse mundo mágico muitos tentavam alcançar o sucesso e chamar a atenção, mas raríssimos alcançavam êxito. E foi nesse cenário que quatro inglesinhos que ainda tinham espinhas no rosto cravariam seus nomes na história da música contemporânea – ou pelo menos na história daquele longínquo outono de 2005.

Jamie Cook, Andy Nicholson (que mais tarde seria substituído por Nick O’Malley), Matt Helders e Alex Turner tinham mais ou menos 15 anos quando decidiram se juntar para formar o Bang Bang, uma bandinha de colégio que tocava covers de Led Zeppelin e afins. Não demorou muito para que Turner começasse a compor suas próprias canções e tivesse a ideia de trocar o nome da banda para Arctic Monkeys.

Fazendo shows aqui e ali o Arctic Monkeys foi ganhando popularidade quando a galera que ia a seus concertos começou a gravar suas músicas e jogá-las na internet.  Um perfil no MySpace e algumas canções compartilhadas foram o suficiente para que eles construíssem pouco a pouco um séquito fiel de fãs e também para que a imprensa britânica desse uma moral (gigante!) para eles.

De repente todo mundo só falava em Arctic Monkeys. Rapidamente eles assinaram um contrato com a Domino Records (mesma gravadora de Cat Power), apareceram nas capas das revistas mais quentes e, vejam só, abocanharam com força e vontade o topo da parada de singles do Reino Unido. E tudo isso, meus amigos, sem ter nenhum álbum lançado.

Esse sucesso todo alcançado mais ou menos por acaso, só aconteceu porque o público comprou a ideia de que a música feita por aqueles garotos era espontânea e divertida. E sabem do melhor? Era mesmo.

Continue lendo →

Top 5: Músicas inspiradas em livros

Davidbowietop

A idéia de que uma obra de arte fechada não se mostre tão fechada assim quando desdobrada nas mãos de outro artista é, no mínimo, instigante.

Ao longo dos anos, vários músicos fizeram isso ao trazerem elementos da TV, do cinema, das artes plásticas e da literatura para suas composições. Seja discutindo temas e ideias, falando sobre personagens e passagens, e, às vezes, até imaginando continuações para histórias que não eram originalmente suas, eles criaram músicas interessantes e atemporais. E é isso que a gente vê em nosso Top 5: Músicas inspiradas em livros.

Continue lendo →

Duelo: Meredith Brooks x Plastiscines

Plastiscines

B.I.T.C.H!

Ok, esse adjetivo nem sempre é visto com bons olhos – mas algumas composições ressaltam que recebê-lo não é tão ruim assim. “Bitch”, no sentido que Meredith Brooks e as garotas da Plasticines propagam, pode representar uma mulher com “culhões” (!), que sabe o que quer, tem atitude e surpreende de diversas maneiras. Cada uma diz isso de um modo, e você decide, no Duelo de hoje, qual das duas músicas é a melhor. ;]

Continue lendo →

Os Strokes pararam no tempo?

Acabou que a volta dos Strokes era verdade mesmo. O show surpresa em 2010, o lançamento do clipe de Under Cover of Darkness e a divulgação de prévias de todas as faixas do cd confirmou o que os caras já diziam (e que muita gente duvidava): eles voltaram e voltaram mesmo.

O novo videoclipe começar exatamente onde You Only Live Once, de 2006, acabou só mostra que a banda quer continuar de onde parou. É como se eles dissessem que nesse tempo de hiato nada de muito interessante aconteceu no mundo da música e que eles vão reassumir seu lugar na marra, continuando a mesma caminhada.

A questão é: será que nada de interessante aconteceu? Antes de responder um óbvio “Hey, dude, é claaaro que coisas interessantes aconteceram! Fingir que não é burrice!“, bora pensar nas bandas contemporâneas ao Strokes e ver o destino que elas tiveram?  Talvez isso ajude a entender o que passou pela cabeça de Julian e companhia ao continuar em terreno seguro, sem arriscar novidades…

The Vines

O revival do garage rock não seria o mesmo sem The Vines. A banda australiana fazia questão de ser meio retardada e  debochava quando a imprensa dizia que eles iam salvar o rock ou que eram o novo Nirvana. O entusiasmo do público e da crítica, no entanto, foi ficando cada vez mais morno a ponto de que Melodia, seu último álbum lançado, não recebesse a mínima bola.

A coisa foi tão feia que deixou eles meio traumatizados. Porque só isso explica eles terem gravado um disco inteirinho há cerca de 8 meses e o manterem em segredo até hoje. Se liga aí em Gimme Love, uma das faixas do novo trabalho que ainda não viu a luz do dia:

Menos pura que os outros singles do The Vines, Gimme Love parece ter vindo direto da década de 70. Ainda não se sabe as direções que eles vão apontar, mas se você curtiu e acha que vale a pena esperar, dizem que o disco vai sair finalmente em abril com o nome de Future Primitive. Será?

The Hives

Assim como aconteceu com The Vines, o The Hives viu sua popularidade diminuir junto ao público a cada lançamento. O que é revoltante visto que seus últimos trabalhos foram os melhores de sua carreira. Sem comodismo, a banda trabalhou até com o Pharrel Williams, do N*E*R*D, pra encontrar novas direções. Pena que os únicos que parecem terem percebido isso foram os críticos. Puft!

Ano passado eles lançaram Tarred and Feathered, um ep de covers do qual saiu a música que você ouve aí embaixo:

Depois disso, eles lançaram um single de Natal e sumiram do mapa. Dizem que eles estão em estúdio. Tomara que seja verdade.

The White Stripes

O que aconteceu com essa dupla vocês já estão cansados de saber, né? O fim prematuro de um dos grupos mais legais das últimas décadas fez com que muitos fãs (e eu me incluo nessa) ficassem órfãos. O legado deixado por Meg e Jack incluem 6 álbuns de estúdio que passeiam entre o rock, o blues, o folk, o garage rock e o punk. Reflexo de mentes inquietas que não quiseram se acomodar.

Acima, vemos o sensacional vídeo de Conquest, regravação de Patti Page.

Strokes


E, finalmente, voltamos aos Strokes. Sem a força dos grupos que emergiram junto com eles em meados dos anos 2000, eles são mais ou menos como a resistência, como “o que sobrou”. Eles, que um dia foram iludidos com a promessa de que salvariam o rock (que nunca precisou ser salvo), não caíram na real ainda de que são apenas uma banda de rock que em outros tempos tiveram o ego inflado pela crítica. Que venha o disco. Por mais que eles sejam subestimados, ainda são uma ótima banda de rock.

Top 5: Clipes com atores de cinema

De vez em quando uns rostinhos que a gente conhece bem da tela grande dão o ar da graça em vídeoclipes. As participações mais que ilustres rendem, na maioria das vezes, clipes interessantes e inusitados. Separamos 5 exemplos que a gente acha que representa bem esse filão.

Preparados?

Continue lendo →

 

Features Stats Integration Plugin developed by YD

UA-11237259