MIOLÃO • The White Stripes
 

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Top 5: Clipes dirigidos por diretores de cinema

Madonna-Vogue

O flerte entre cinema e videoclipe sempre existiu.

Já comentamos aqui de atores que toparam participar de vídeos, clipes que usaram técnicas de cinema em suas imagens, filmetes que se inspiraram em filmes e até sobre filmes que absorveram a linguagem videoclipitica em suas estruturas.

O que nunca comentamos a fundo é que vez ou outra alguns dos grandes realizadores de cinema contemporâneos já comandaram alguns clipes bem interessantes. Alguns deles, inclusive, emergiram desse cenário e só chegaram a tela grande anos mais tarde.

O Top 5 de hoje vai mostrar isso. Preparados?

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Músicas novas do White Stripes

Semana passada, quase 6 meses depois do anúncio do fim dos White Stripes, cairam na rede duas músicas inéditas da dupla. Antes que os mais afoitos pensem que eles voltaram (quem dera!), vale dizer que as canções foram gravadas há tempos e só deram as caras agora porque o Sr. White quis.

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Miolão Mixtape n.13

Outro dia li no twitter de alguém algo mais ou menos assim: “a melhor parte do Carnaval é o feriado e a pior parte é o Carnaval“. Se você assim como nós está completamente alheio a folia, desfiles e marchinhas, aproveite e baixe nossa nova Mixtape e seja (mais) feliz.

O tema da vez é I Love College: músicas que falam sobre ou que remetem ao universo das salas de aula e arredores. Arrisco dizer que de todas seleções que fizemos essa daí é a que mais engloba gêneros diferentes. Tem pop, rock, indie, R&B e muito muito muito mais. À primeira vista, talvez, isso tudo pareça um pouco bagunçado… Mas se você prestar atenção vai ver que faz até que bastante sentido. A capa, como vocês já devem ter visto, é um take do clipe … Baby One More Time, de Britney Spears, um verdadeiro tributo a chatice e ao tédio que só a escola pode proporcionar. Mas não se enganem, só a capa que é assim… O conteúdo da mixtape vai servir como um antídoto a tudo isso. Hahaha!

Tá, eu sei.  Tô ficando chato, né?  Vou calar a boca. Maaaaaas é sério, baixem. Aposto que até que quem não gostava de escola (faculdade) vai se divertir. ;]

Se liga na tracklist:

01. Britney Spears – … Baby One More Time
02. Tiê – Se Enamora
03. Hello Saferide – Highschool Stalker
04. The White Stripes – We’re Going To Be Friends
05. Lulu Santos – Minha Vida
06. Cazuza – Faz Parte do Meu Show
07. Alicia Keys – Teenage Love Affair
08. Beastie Boys – College Girls Are Easy
09. Asher Roth – I Love College
10. Skye Sweetnam – Billy S.
11. John Mayer – No Such Thing
12. The Pipettes – Judy
13. Black Lips – Bad Kids
14. Legião Urbana – Química
15. Pink Floyd – Another Brick In The Wall (Part 2)
16. Air – Highschool Lover

Baixe agora!

Os Strokes pararam no tempo?

Acabou que a volta dos Strokes era verdade mesmo. O show surpresa em 2010, o lançamento do clipe de Under Cover of Darkness e a divulgação de prévias de todas as faixas do cd confirmou o que os caras já diziam (e que muita gente duvidava): eles voltaram e voltaram mesmo.

O novo videoclipe começar exatamente onde You Only Live Once, de 2006, acabou só mostra que a banda quer continuar de onde parou. É como se eles dissessem que nesse tempo de hiato nada de muito interessante aconteceu no mundo da música e que eles vão reassumir seu lugar na marra, continuando a mesma caminhada.

A questão é: será que nada de interessante aconteceu? Antes de responder um óbvio “Hey, dude, é claaaro que coisas interessantes aconteceram! Fingir que não é burrice!“, bora pensar nas bandas contemporâneas ao Strokes e ver o destino que elas tiveram?  Talvez isso ajude a entender o que passou pela cabeça de Julian e companhia ao continuar em terreno seguro, sem arriscar novidades…

The Vines

O revival do garage rock não seria o mesmo sem The Vines. A banda australiana fazia questão de ser meio retardada e  debochava quando a imprensa dizia que eles iam salvar o rock ou que eram o novo Nirvana. O entusiasmo do público e da crítica, no entanto, foi ficando cada vez mais morno a ponto de que Melodia, seu último álbum lançado, não recebesse a mínima bola.

A coisa foi tão feia que deixou eles meio traumatizados. Porque só isso explica eles terem gravado um disco inteirinho há cerca de 8 meses e o manterem em segredo até hoje. Se liga aí em Gimme Love, uma das faixas do novo trabalho que ainda não viu a luz do dia:

Menos pura que os outros singles do The Vines, Gimme Love parece ter vindo direto da década de 70. Ainda não se sabe as direções que eles vão apontar, mas se você curtiu e acha que vale a pena esperar, dizem que o disco vai sair finalmente em abril com o nome de Future Primitive. Será?

The Hives

Assim como aconteceu com The Vines, o The Hives viu sua popularidade diminuir junto ao público a cada lançamento. O que é revoltante visto que seus últimos trabalhos foram os melhores de sua carreira. Sem comodismo, a banda trabalhou até com o Pharrel Williams, do N*E*R*D, pra encontrar novas direções. Pena que os únicos que parecem terem percebido isso foram os críticos. Puft!

Ano passado eles lançaram Tarred and Feathered, um ep de covers do qual saiu a música que você ouve aí embaixo:

Depois disso, eles lançaram um single de Natal e sumiram do mapa. Dizem que eles estão em estúdio. Tomara que seja verdade.

The White Stripes

O que aconteceu com essa dupla vocês já estão cansados de saber, né? O fim prematuro de um dos grupos mais legais das últimas décadas fez com que muitos fãs (e eu me incluo nessa) ficassem órfãos. O legado deixado por Meg e Jack incluem 6 álbuns de estúdio que passeiam entre o rock, o blues, o folk, o garage rock e o punk. Reflexo de mentes inquietas que não quiseram se acomodar.

Acima, vemos o sensacional vídeo de Conquest, regravação de Patti Page.

Strokes


E, finalmente, voltamos aos Strokes. Sem a força dos grupos que emergiram junto com eles em meados dos anos 2000, eles são mais ou menos como a resistência, como “o que sobrou”. Eles, que um dia foram iludidos com a promessa de que salvariam o rock (que nunca precisou ser salvo), não caíram na real ainda de que são apenas uma banda de rock que em outros tempos tiveram o ego inflado pela crítica. Que venha o disco. Por mais que eles sejam subestimados, ainda são uma ótima banda de rock.

Clipes da semana: tudo em família?

#1. Os Mebarak possuem mais uma cantora na família, embora grande parte das pessoas conheça apenas o trabalho de Shakira: Isa Mebarak é prima da colombiana, que postou há poucas horas em seu Twitter uma mensagem de incentivo para a parente: “Linda, fresca, autentica y la cancion muy original!! Bien prima! Felicidades”, referindo-se ao videoclipe lançado por ela essa semana, “Ni Te Vistas Que No Vas”.  O primeiro disco de Isa, “Cosa Buena”, foi lançado no ano passado e o seu novo single é uma das faixas que o compõem. A musica é levemente cafona, assim como o clipe, e não chega a empolgar, mas é simpática e não soa como se a jovem tentasse copiar a prima famosa. Veja abaixo:

 #2. A esposa de Jack White, do White Stripes/The Racounters/The Dead Weathers (caramba, Jack!), Karen Elson, que já esteve nos vocais da banda The Citizens Band, trabalha em seu primeiro disco solo, que será lançado no exterior durante o verão.

“The Ghost Who Walks” está sendo produzido por seu marido, responsável também pelo vídeo da canção homônima. A versão acústica da música – a mesma apresentada no clipe – pode ser baixada de graça no seu site oficial. A intrigante ex-modelo também possui uma veia musical forte, bem como seu marido: se o álbum inteiro seguir essa linha e se depender das influêncas, vem coisa boa por aí. A voz sedutora e forte de Karen tem personalidade. Confira abaixo:

Vem Aí: Whip It, com Ellen Page e Drew Barrymore

Drew Barrymore é uma das atrizes mais conhecidas da atualidade, mas, no ano passado, ela se arriscou como diretora em “Whip It”, filme baseado num livro da escritora Shauna Cross. A película, lançada em outubro no exterior, tem sua estréia nacional adiada constantemente. Espera-se que ele chegue por aqui em 14 de Maio – provavelmente, com o título de… er… “Garota Fantástica” – pois é!

“Whip It” narra a trajetória de Bliss Cavendar,  garota que não se encaixa no ambiente em que vive e sente-se frustrada com as pessoas de seu convívio: contrariando as ambições de sua mãe, que tem sérios planos de que ela participe de concursos de beleza, a personagem prefere envolver-se com o mundo do “roller derby”, a modalidade de patinação retratada no filme – e das competições do gênero, que lhe mostram novas perspectivas e a chance de finalmente descobrir mais sobre o que deseja para sua própria vida e seu futuro. Uma curiosidade: o título original da produção faz referência a uma das manobras do esporte.

A atriz que vive Bliss Cavendar nas telonas é Ellen Page – a mesma de “Juno” e MeninaMá.com, e o elenco ainda conta com  Jimmy Fallon, a atriz e cantora Juliette Lewis, Marcia Gay Harden e a própria Drew Barrymore, diretora do longa. Shauna Cross, a autora da trama, diz que a adaptação feita para o cinema superou suas próprias expectativas e que a história retratada é universal, assim como os característicos “ritos de passagem” que existem na vida. A trilha sonora do filme, que traz nomes como Ramones, The Strokes, The Raveonettes e Jens Lekman, além da banda de Rodrigo Amarante e Fabrizio Moretti, Little Joy , traz também Ladytron, Kaiser Chiefs, MGMT, The White Stripes, Peaches e até “Domingo no Parque”, clássico da música nacional interpretado por Gilberto Gil e os Mutantes. Pena que alguns dos grupos citados aqui não estão na tracklist da trilha sonora, apesar de tocarem em algum momento do longa-metragem.

O livro que originou o filme, “Derby Girl”, já está à venda no Brasil, pela editora Galera Record.

Abaixo, você vê o trailer do filme:

Imagem de Amostra do You Tube

 

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