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Os filmes mais esperados de 2012 – Parte 1

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É, gente, não tem jeito: o ano, definitivamente, começou.

Os ônibus e metrôs já estão lotados, daqui a pouco as férias escolares acabam e a rotina e a peleja diária recomeçarão a todo o vapor. Não sei quanto à vocês, mas só de pensar nessas coisas eu já fico cansada.

Ainda bem que há no meio disso tudo coisas boas, como as risadas, os amigos, os encontros, as músicas e também os filmes! E olha, meus amigos, nesse último quesito o ano promete! Separamos alguns títulos que serão lançados até dezembro e que, de certo, deixarão todos afoitos e animados.

Veja abaixo 11 (excelentes) razões que nos fazem acreditar que este ano será memorável.

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Restless

Entre o público de cinema, há um nicho bastante curioso: jovens de 15 a 25 anos que se julgam espertinhos e “diferentes” da maioria por se interessarem por arte e terem algum hobbies pouco comum. Esse filão costuma cultuar obras que sejam visualmente interessantes e também dizer que tal filme é o melhor do mundo apenas porque o nome de um determinado diretor ou ator está ali (“Oh, eu amo Tim Burton! Os filmes dele são tão estranhos!“).

Esse grupinho tão especial de espectadores sente uma necessidade quase patológica de se verem representados na tela por figuras estranhas e, felizmente, possuem a sorte de terem à sua disposição todos os anos uns dez ou doze títulos formulaicos que preencham os quesitos necessários para serem considerados “seus preferidos”.

Antes que o texto pareça um ataque gratuito aos possíveis fãs de Inquietos, devo deixar claro que não, não é. Essas linhas que você lê agora, nada mais são do que uma tentativa de teorizar as intenções por trás do filme e também entender se há um porquê dele existir.

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Vem Aí: ParaNorman

Às vezes, nem precisamos saber muito sobre um filme pra ter nossa atenção despertada: basta apenas que ele seja apresentado da forma certa. Creio que é mais ou menos isso que acontece com “ParaNorman”, destaque do Vem Aí de hoje. O ágil trailer da produção é um mistério, e por isso vamos fazer diferente: assista-o antes que a gente explique mais sobre ele.

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Top 5: Filmes sobre bruxas e bruxaria

Elvira A Rainha das Trevas

Prepare-se para ter medo!

O Top 5 de hoje aqui do Miolão vai resgatar os filmes que apresentaram as bruxas mais memoráveis do cinema. Ok, ok. Não precisa ter medo. A grande maioria das que aparecem (ou quase aparecem) em nossa listinha são figuras que não botam medo em ninguém. Mesmo assim, por algum motivo ou outro, foram marcantes o suficiente para merecerem seu lugar.

Preparados? É bom que estejam, pois como diria a Bruxa do Pica-Pau, “… e lá vamos nós!”.

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3 Momentos: Marion Cotillard

“Uma diva chamada Marion”. Tá aí. Esse poderia ser o título desse texto. E quando eu digo “diva”, eu falo daquele tipo de mulher que com rostos marcantes, força e graça fizeram do cinema seu céu e brilharam, brilharam e brilharam.

A francesa Marion Cotillard, que completou 36 anos ontem, dia 30/09/2011, embora não seja contemporânea das estrelas clássicas de Hollywood, têm em seu gene todas as características que fizeram com que aquelas atrizes recebessem o emblemático título de “diva”. Elegância, carisma, muita, muita, muita, muita beleza e um inquestionável talento. Tá tudo lá. No rosto perfeito, no sorriso simétrico, nos intensos olhos azuis e no corpo (e que corpo!) de Marion. E se vocês acham que eu estou exagerando, peço, humildemente, que reparem com mais atenção nessa mocinha. Ela, que até cinco anos atrás mal era conhecida, vem se consolidando como uma das mais competentes e promissoras atrizes de nosso tempo.

O sucesso de Marion começou quando ela protagonizou Piaf – Um Hino Ao Amor (La Môme), do diretor Oliver Dahan. Na pele da cantora Edith Piaf, Marion esqueceu-se de si. Com uma entrega absoluta, ela performou Piaf da mesma maneira que a artista em questão performava suas músicas: de um jeito visceral, intenso e apaixonado. Apaixonado por sua própria arte. Como bem dissemos em nosso Top 5: Cinebiografias, Marion não apenas interpretou Piaf. Ela se tornou Piaf.

Rapidamente todo mundo quis saber quem era aquela atriz. Rapidamente todo mundo começou a elogiá-la. Rapidamente, como não poderia deixar de ser, todos começaram a amá-la. A consagração de Marion veio no ano seguinte quando ela recebeu o prêmio máximo do cinema por seu desempenho em La Môme. Quando a gente pensa que ela, uma semidesconhecida (apesar de ter co-protagonizado Um Bom Ano, de Ridley Scott e ter participado de Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas, do Tim Burton), desbancou algumas atrizes com uma “torcida” muito maior – ela deixou para trás gente do naipe de Cate Blanchett, Ellen Page, Laura Linney e até mesmo a veterana (e favorita!) Julie Christie! – por um filme falado em francês (nunca é demais lembrar que o Oscar é uma premiação norte-americana feita para promover filmes norte-americanos e/ou falados em inglês), o mérito de Marion se torna muito maior. Fica claro que ela venceu o seu primeiro Oscar pelo talento. E que talento.

O 3 Momentos de hoje vai servir apenas para homenagear ela, que merece toda e qualquer homenagem. Explicar ou justificar os motivos da homenagem não vai ser necessário – ela mesma se encarregou de fazer isso: é só assistir aos filmes listados (ou qualquer outro que conte com a presença da moça) para entender isso.

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Top 5: Personagens do cinema que marcaram seus interpretes

Daniel Radcliffe em Harry Potter e as Relíquias da Morte

Toda vez que vejo algum programa de entrevista com atores rola aquela pergunta super clichê – quando a pessoa é interprete de um vilão então, vixi!, a questão parece torna-se obrigatória -: “você já foi confundido na rua com seu personagem?”. E aí a gente ouve aquela resposta (tão manjada quanto à pergunta): “ah, sempre acontece. Outro dia fui a um supermercado e uma velhinha disse ‘nome-do-personagem, você não pode ser tão má assim!” e blá blá blá. A coisa toda é tão forçada que são raras as vezes em que a história parece sincera.

Mas, pensando nisso, cheguei a conclusão de que talvez o problema seja eu, por ser desconfiado demais. Quero dizer, quantas vezes não ouvi amigos meus falarem “aquele filme, sabe? Com a Amélie Poulain”? Até eu já me peguei trocando ator por nome de personagem, veja só. Algumas vezes para fazer graça, outras porque o tal personagem era tão forte e emblemático que era meio que inevitável chamá-lo pelo nome ficcional.

Pensando nisso, decidi elaborar uma lista com atores que ficaram marcados por um papel a ponto de a gente substituir o nome deles pelo do próprio personagem ou filme. Que fique claro que não reduzo a carreira deles a um único personagem e que nem os acho ruins (para falar a verdade, todos que compõem a lista são ótimos atores). Bora lá?

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O Estranho Mundo de Zofia e Outras Histórias, Kelly Link

Ok, a ilustração da capa é linda. Mas o título e as referências exageradas (citam Alice, Tim Burton, Sandman e muitos outros) dão a ideia errada de que Kelly Link tenta emular – ou mesmo copiar – o estilo dos realizadores citados.

Não é o caso. O livro, que originalmente se chama Magic For Beginners, tem personalidade própria e potencial suficiente para se sustentar sozinho. Uma pena que a editora não acredite nisso – apesar da crítica ter reconhecido O Estranho Mundo de Zofia e Outras Histórias como um dos livros do ano. Continue lendo →

 

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